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sábado, 4 de abril de 2020

O amor ao próximo Quando o cristão sai da teoria para prática- Parte I






“Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes” Mt 25:40


                 Este trecho do Evangelho de Mateus, simplesmente me choca, todas as vezes que o leio. A percepção vívida do que Jesus espera de seus seguidores é tão clara que quase podemos segurá-la.

          O discurso de Jesus ao contar as parábolas no capítulo 25, finalizando com o discurso do grande julgamento traz luz a maneira como devemos tratar uns aos outros, em especial os irmãos em Cristo. É maravilhosa a forma como Jesus leva seus ouvintes a perceberem a forma de tratamento que deve ser entre os crentes.

             Ele está descrevendo o destino daqueles que serão separados para viver a plenitude da vida eterna daqueles que serão atirados no fogo e perdição eterna. Jesus explica que aqueles que são destinados para a vida eterna tem como características o cuidado que eles tiveram com Ele, enquanto estava presente, falando a respeito de ter lhe alimentado quando Ele teve fome, ter lhe vestido quando ele estava nu,  ter lhe dado de beber quando teve sede, cuidado dele quando esteve doente.

Então em uma interlocução aqueles que o ouviam perguntam com certo espanto, porque de fato nunca o haviam feito diretamente a Jesus, quando eles haviam feito aquelas coisas, como se dissessem:

               “Eu não recordo, eu não lembro de ter agido dessa maneira”

Então Cristo respondendo diz: Sempre que vocês cuidaram daqueles que creem em mim, todas as vezes que vocês os alimentaram, todas as vezes que vocês estenderam a mão, é o mesmo que estar fazendo para mim!

Ao se deparar com esse texto, simplesmente não podemos mais ser os mesmos, nossa perspectiva de ajuda, nossa perspectiva de tratamento não pode e não será mais igual.
Cuidar uns dos outros, diz respeito primeiramente a como se fosse cuidar do próprio Cristo! Quando eu estou disposto a escutar um irmão, é como se eu estivesse fazendo isso ao próprio Cristo!!!!

             Quanta coisa muda a partir desse momento! Minhas perspectivas no tratamento com meus irmãos, passa a fazer parte do meu tratamento com o próprio CRISTO!

                Se eu contribuo financeiramente para ajudar meus irmãos em Cristo, é como se eu estivesse fazendo ao próprio Cristo. Todas as vezes que eu posso suprir as necessidades, sejam elas quais forem, é como se eu estivesse fazendo ao próprio JESUS!

             Embora tantas vezes repitamos que “devemos amar o próximo como a nós mesmos”, creio que a perspectiva que Jesus nos dá no Evangelho de Mateus, clarificam ainda mais como isso acontece na prática. Creio que todas as vezes que lembrarmos dessas palavras de Jesus, passamos do passo teórico do saber para o passo pratico do “fazer”.

           Isso vale para ABSOLUTAMENTE TUDO, para a parte financeira(iremos desenvolver mais nos outros textos), para a parte física, para a parte emocional. Jesus deixa muito ampla a ilustração, seria maravilhoso todos os dias, gastarmos algum tempo em oração pedindo a Deus que grave isso em nossos corações para diariamente lembrarmos como deveríamos proceder. Certamente que isso nos ajudará a sermos muito mais dispostos e a abrirmos mão de nós mesmos e partirmos para o negar-se a si mesmo” (Lc 9:26).

“Todas as vezes que cuidamos dos cristãos, dos irmãos em Cristo é como se estivéssemos cuidando do próprio Cristo”



Em Cristo


















quarta-feira, 27 de julho de 2016

Renovando a Mente em Cristo - Rm 12.1-2


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Catecismo Infantil Igreja Batista Luz do Mundo



       "Ensina a criança no caminho que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele."
                                                                           
                                                                                                                       Pv 22:6


Quanto desperdício seria evitado, se a Igreja tivesse o cuidado de instruir desde cedo os pequeninos, sabemos que como crianças, devem ter suas limitações quanto a didática e ensino, mas já na mai tenra idade são capazes de entender a necessidade de um Salvador.

Que a Graça do Deus Soberano, continue iluminando e capacitando os estudos do catecismo infantil liderado pelo irmão Fernando.  Como pai, posso presenciar visivelmente as mudanças no entendimento correto da sã doutrina, através deste catecismo.

Meu desejo sincero é de que os pais alimentem os seus filhos com o verdadeiro alimento espiritual, tão necessário e ao mesmo tempo tão negligenciado pelos próprios pais. Esta é muitas vezes a triste constatação em meio a Igreja Evangélica.

Aprender sobre os atributos do Altíssimo, da perspectiva bíblica correta é vital para o crescimento saudável na fé. Tantos erros de compreensão e misticismo seriam facilmente evitados na vida dos pequeninos se o estudo da Palavra fosse tido como prioridade, começando nos lares pelos próprios pais, como responsáveis do dom gracioso da paternidade e maternidade.

Louvo a Deus quando vejo nos pequeninos o crescimento na graça de Deus, através do ensino das Escrituras.

Louvo a Deus pela disposição e preparação de líderes capazes e dispostos, tementes a Deus e a Sua Palavra.

Louvo a Deus e rogo que Ele capacite cada vez mais essas crianças a serem "luz no mundo",  vivendo suas vidas para refletir a Cristo e glorificar a Deus.


Em Cristo

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Segurança nas dificuldades


Que doce é saber que mesmo em meio a todas nossas lutas, quedas e tropeços, o Senhor nos guarda por Seu grande amor, é de fato regozijante saber que Ele não nos trata mais com a justiça que merecíamos, mas sim com a misericórdia que Seu Filho concedeu a seus eleitos na cruz do Calvário.

Oh, que confortante é lembrar em meio a todos os desafios, em meio as dificuldades e até mesmo quando as injustiças batem a nossa porta, trazendo o som agudo da acusação, as acusações são de todos os tipos: Daqueles que levantam suas espadas contra os servos do Senhor, proclamam a brados fortes: "Loucura, loucura, vocês estão loucos".

É deveras confortante lembrar que o Evangelho tem cheiro de vida e de morte, e quando enxergamos que para nós não é mais de morte, se tornou vida por causa de Cristo.

Eles não se conformam com a paz que excede todo entendimento urdem: "É loucura".  Nós dizemos : "É poder de Deus, se arrependa e creia em Cristo".
Assim como nós em outros tempos quando ainda não regenerados pela ação vivificadora do Espírito Santo, dizem: "Arrepender-se? Não me envergonho, pois sou bom o suficiente".

Homem carnal, reconheça que o padrão em que vives, nem de longe é capaz de agradar o padrão desenvolvido pelo Soberano, você precisa de alguém que tenha capacidade de fazer isso. O homem natural se enfurece ainda mais como toda sua moralidade e sua língua afiada dispara: "É loucura um Deus que os refina na fornalha ardente da provação". Nós dizemos: "Desta forma aprouve o Pai nos moldar ao caráter de Seu filho o nosso Salvador". 

Não satisfeitos, eles insistem: "É loucura viver assim, isso não serve para nós". Nós movidos de compaixão por sabermos de onde fomos tirados, os convidamos que venham participar dessa loucura para o mundo juntamente com nós e experimentar o poder de Deus através do Evangelho de Seu Filho.

Se não fosse pelo desejo Soberano do Altíssimo de resgatar-nos ainda estaríamos a deriva, prontos para sermos tragados pelos poderes da carne, do mundo e de Satanás, mas Graças a Deus que nos resgatou do mundo das trevas, para o mundo da Glória de Seu Filho.

Então, amados, assim como o profeta que encontrou alegria na salvação do Senhor diante de todas as dificuldades, diante de um quadro de extrema desolação, onde os indícios seriam de dizer como a mulher de Jó: Amaldiçoa teu Deus e morre, lembremo-nos como o profeta, que ainda que a figueira não floresça nos alegraremos no Senhor da nossa Salvação.

Glórias a Deus.


Guinho 

sábado, 1 de junho de 2013

Dica aos cristãos



Muitas vezes associamos diretamente situações em nossas vidas somente em campo "espiritual". O que quero dizer é que esquecemos que nossas atitudes não podem ser dicotomizadas, entre espirituais e normais, se vivemos, para o Senhor vivemos (Rom 14:8), isso deve fazer muita diferença.

Em certa ocasião, na época da reforma protestante, um sapateiro pergunta a Lutero o que ele poderia fazer para servir ao Senhor... possivelmente aquele homem estava pensando em algo do tipo: "Vá evangelizar", abandone tudo! E então o grande reformador responde: "Faça um bom sapato e venda por um preço justo".

Esta deveria ser nossa posição, não digo que nossas atitudes não devem ser "espirituais", mas lembremo-nos que para o cristão não deve existir dicotomia entre corpo e espírito, sagrado e secular, ou seja, uma tendência gnóstica, que diferencia a valorização entre corpo como ruim e o espírito como sendo bom. Também não façamos separação entre secular e sagrado, porque quer comamos, bebamos ou façamos qualquer utra coisa devemos fazer para a glória de Deus (1 Co10.31). O que chamamos de Sacerdócio de todos os santos (1 Pe 2:9).

Nós cristãos lembremos que o homem é feito á imagem e semelhança de Deus, por isso nosso corpo também deve servir ao Senhor. Apesar de parecer estranho, mas isto acontece muito no meio "evangélico", na igreja de um jeito crente, no trabalho não tão crente e em casa muitas vezes descrente. Uma vida não condizente com sua fé, ou com o que professa ser.

Quando pensamos em nosso negócios, sejam eles: Comércio, advocacia, ou qualquer outro, lembremos que nem tudo que é "legal", é correto aos olhos de Deus, ou seja, por mais que possamos estar debaixo da lei dos homens, muitas vezes os princípios disso ferem aos mandamentos do Senhor, por exemplo mentir para se beneficiar de uma negociação, a famosa “mentirinha comercial”.

Precisamos resgatar a ideia dos reformadores, de que devemos servir a nosso senhor como ao Senhor, ou seja, nos esforçar ao máximo para que Deus seja honrado e exaltado em tudo e que também podemos resgatar uma maneira cristã de fazer negócios, uma maneira cristã de advocacia, uma maneira cristã de medicina, etc... Não ligando necessariamente com obras de caridade, não digo que isso não seja importante, mas o que me refiro é que devemos viver de acordo com o padrão de Deus, em casa, no trabalho, na faculdade.

É um assunto que deveríamos dar mais importância em nossas vidas. Viver de maneira que honre ao Senhor, e isso inclui não somente nossa "espiritualidade", mas nossa vida como um todo. Porque vivemos em uma época onde os negócios, cultura, esporte, educação, muitas vezes são tratados de maneira independente da fé cristã, sendo uma espécie de “complemento necessário”, ou a coroação religiosa da vida, em outras palavras a separação entre o religioso e o secular. Cristianismo não é uma opção religiosa apenas, é uma maneira de viver, e se vivemos para Cristo devemos resgatar estas coisas para Glória de Cristo.

Vivamos para glória de Deus.


Guinho