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sábado, 4 de abril de 2020

O amor ao próximo Quando o cristão sai da teoria para prática- Parte I






“Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes” Mt 25:40


                 Este trecho do Evangelho de Mateus, simplesmente me choca, todas as vezes que o leio. A percepção vívida do que Jesus espera de seus seguidores é tão clara que quase podemos segurá-la.

          O discurso de Jesus ao contar as parábolas no capítulo 25, finalizando com o discurso do grande julgamento traz luz a maneira como devemos tratar uns aos outros, em especial os irmãos em Cristo. É maravilhosa a forma como Jesus leva seus ouvintes a perceberem a forma de tratamento que deve ser entre os crentes.

             Ele está descrevendo o destino daqueles que serão separados para viver a plenitude da vida eterna daqueles que serão atirados no fogo e perdição eterna. Jesus explica que aqueles que são destinados para a vida eterna tem como características o cuidado que eles tiveram com Ele, enquanto estava presente, falando a respeito de ter lhe alimentado quando Ele teve fome, ter lhe vestido quando ele estava nu,  ter lhe dado de beber quando teve sede, cuidado dele quando esteve doente.

Então em uma interlocução aqueles que o ouviam perguntam com certo espanto, porque de fato nunca o haviam feito diretamente a Jesus, quando eles haviam feito aquelas coisas, como se dissessem:

               “Eu não recordo, eu não lembro de ter agido dessa maneira”

Então Cristo respondendo diz: Sempre que vocês cuidaram daqueles que creem em mim, todas as vezes que vocês os alimentaram, todas as vezes que vocês estenderam a mão, é o mesmo que estar fazendo para mim!

Ao se deparar com esse texto, simplesmente não podemos mais ser os mesmos, nossa perspectiva de ajuda, nossa perspectiva de tratamento não pode e não será mais igual.
Cuidar uns dos outros, diz respeito primeiramente a como se fosse cuidar do próprio Cristo! Quando eu estou disposto a escutar um irmão, é como se eu estivesse fazendo isso ao próprio Cristo!!!!

             Quanta coisa muda a partir desse momento! Minhas perspectivas no tratamento com meus irmãos, passa a fazer parte do meu tratamento com o próprio CRISTO!

                Se eu contribuo financeiramente para ajudar meus irmãos em Cristo, é como se eu estivesse fazendo ao próprio Cristo. Todas as vezes que eu posso suprir as necessidades, sejam elas quais forem, é como se eu estivesse fazendo ao próprio JESUS!

             Embora tantas vezes repitamos que “devemos amar o próximo como a nós mesmos”, creio que a perspectiva que Jesus nos dá no Evangelho de Mateus, clarificam ainda mais como isso acontece na prática. Creio que todas as vezes que lembrarmos dessas palavras de Jesus, passamos do passo teórico do saber para o passo pratico do “fazer”.

           Isso vale para ABSOLUTAMENTE TUDO, para a parte financeira(iremos desenvolver mais nos outros textos), para a parte física, para a parte emocional. Jesus deixa muito ampla a ilustração, seria maravilhoso todos os dias, gastarmos algum tempo em oração pedindo a Deus que grave isso em nossos corações para diariamente lembrarmos como deveríamos proceder. Certamente que isso nos ajudará a sermos muito mais dispostos e a abrirmos mão de nós mesmos e partirmos para o negar-se a si mesmo” (Lc 9:26).

“Todas as vezes que cuidamos dos cristãos, dos irmãos em Cristo é como se estivéssemos cuidando do próprio Cristo”



Em Cristo


















terça-feira, 31 de janeiro de 2017

As Marcas do Cristão que Vence o Mundo - 1João 5.1-5


terça-feira, 8 de novembro de 2016

O Amor é Uma Virtude Cristã - 1João 3.14-18


segunda-feira, 24 de outubro de 2016

O Amor Cristão e o Ódio do Mundo - 1João 3.11-13


segunda-feira, 11 de julho de 2016

Amor Fraternal - 1João 2.7-11


segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Como podemos ser uma benção na vida dos outros?...A Bíblia Responde#72

















Como ser canal de bênção na vida dos outros?





Tudo começa a  partir do novo nascimento, onde ganhamos vida verdadeiramente espiritual (Jo 3.30) podemos ser uma benção na vida das pessoas:

Tudo se resume ao que Jesus ensinou que é amar a Deus com todo nosso entendimento e força e também amar ao proximo como a nós mesmos (Mt 22.37-39). Desta forma tudo quanto fizermos será para a glória de Deus (1 Co 10.31) e consequentemente será um canal de benção para as pessoas.  Tudo que fizermos levando em consideração a glória de Deus terá por consequência pessoas abençoadas. Quando levamos a glória de Deus em nossos lares, nossos trabalhos, com os incrédulos, somos de certa forma um canal de benção para os outros, como fazemos tudo de forma a honrar e glorificar a Deus, a consequência disso é que aqueles que nos rodeiam sejam abençoados por nossas vidas. 

Partindo para um nível mais pratico:

Somos um canal de benção quando evangelizamos os perdidos  (Mt 28. 19-20).
Somos um canal de benção quando fazemos tudo para glória de Deus (1 Co 10.31)
Somos um canal de benção quando desejamos edificar as vidas das pessoas e sempre falamos e agimos conforme a necessidade de edificação das pessoas(Ef 4.25-28).
Somos um canal de benção quando podemos ensinar a sã doutrina para as pessoas ( Tt 2).

Todas as vezes que tivermos como interesse proclamar a glória de Deus entre as nações através da mensagem do Evangelho, levando todo nosso pensamento cativo a obediência de Cristo (2 Co 10.5), vivendo com o coração no que tem valor eterno (Mt 6.21) e renovando nossa mente cada vez mais com a Palavra de Deus (Rom 12.2), poderemos ser canais de benção para os outros, sempre lembrando que a obra é de Deus e nós somos apenas os instrumentos utilizados por Ele. Deus quem chama, convence, regenera e dá o novo coração.

Em Cristo





segunda-feira, 30 de novembro de 2015

A repreensão pública é certa?...A Bíblia Responde#71










O que a Bíblia diz sobre repreender um irmão na presença de todos? É normal apontar o erro de um irmão na presença de toda a Igreja?


     


              O principio para exortação Bíblica sempre tem o desejo de edificação, os passos que podemos utilizar como base para isso é Mt 18:15- 17. Sempre devemos tentar primeiramente entre as duas partes, após seja feito isso, seguimos em frente com testemunhas, caso ainda não houver arrependimento, leva-se para Igreja. Isso é o que a Bíblia chama de disciplina eclesiástica. Lembrando que a atitude amorosa sempre deverá ser levada em conta, com seguimento do perdão. 

Existe espaço para a repreensão pública, mas aí somente sabendo melhores detalhes, mas como via de regra sempre devemos buscar resolver diretamente com a pessoa porque o amor cobre uma multidão de pecados (1 Pe 4:8). 


Em Cristo




quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Top5 - Palavras Que Perderam o Significado Bíblico


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Deus é mais amoroso do que justo?...A Bíblia Responde#60





Que respaldo bíblico nós temos pra falar que a justiça nunca deve se sobrepor ao amor?



Obrigado pela excelente pergunta. 

Na realidade como não sei exatamente o que você está querendo dizer com o sentido de sobreposição, existem tentarei explicar como a Bíblia explica sobre o assunto.

Quando tratamos das questões de amor e justiça relacionadas a Deus, temos que falar sobre seus atributos. Não é incomum uma grande confusão em meio as Igrejas em relação a isso, geralmente quando as pessoas querem exaltar o amor de Deus acabam por diminuir a justiça, ou vice-versa. O que ocorre é que as pessoas fazem uma espécie de "fatiar" os atributos de Deus como se Deus fosse mais amoroso do que justo, em outras palavras, como se o amor de Deus se sobreposse mais do que Sua justiça, e este não é um ensino bíblico. Os atributos de Deus não são parcelas de caráter atribuídos a Deus. Para deixar mais claro, como se Deus fosse 60% amor e 40% justiça. 

A pessoa de Deus em sua unidade é 100% amor e 100% justiça, 100 % soberano, 100% santo entre ainda outros atributos.  Então, não podemos dizer que nenhum dos dois se sobrepõem diante de Deus, existe uma perfeição destes atributos na unidade da pessoa de Deus, acredito que não há base bíblica para nenhum dos casos.

Poderíamos usar de um exemplo prático para ilustrar no nosso caso. Digamos que você é juiz e que uma pessoa muito próxima de você comete algum crime que é passível de condenação (justiça). Quando encaramos dessa forma, nosso amor não irá se sobrepor a justiça, porque ela é necessária, sem com isso deixar de amar. 

 È importante sempre termos bastante claro     questões relacionadas com pecado, por exemplo: Não sermos coniventes com práticas pecaminosas em nome do amor. Isso não é amor segundo a Bíblia e sim bajulação. Muito embora exista sempre lugar para o perdão que é uma marca do povo cristão ele não irá ser conivente com o que é errado, muitas vezes a justiça será uma forma de demonstrar amor. 

 Neste casos é necessário uma análise caso a caso para poder proceder de maneira bíblica.

Então não existe uma sobreposição, muito embora em questões de perdão, é necessário que amemos aqueles a quem perdoamos mesmo que eles não sejam merecedores. Tudo isso só poderemos fazer quando tivermos claro em nossa perspectiva o perdão de Cristo através da cruz do Calvário, quando éramos merecedores apenas da justiça de Deus e no entanto por amor fomos perdoados. 

Termino com uma frase muito relevante, que resume tudo que precisamos para entender sobre a justiça e o amor de uma maneira bíblica, de D.A. Carson:

"A cruz manifesta de modo admirável o amor de Deus, mas também manifesta a ira de Deus contra o pecado; ressalta imensamente a condenação de Deus sobre o pecado".

 Em Cristo






terça-feira, 15 de setembro de 2015

Deus é bom o tempo todo!




Muitas vezes, nos deleitamos em apreciar aquilo que nos agrada, pode ser uma diversão, pode ser um esporte, mas em grande parte das vezes é do alimento que mais gostamos que nos deleitamos e satisfazemos!

Por isso, em meio a tantas dificuldades, em meio a tribulações e sofrimentos, o salmista convida a todos aqueles que são necessitados, a provarem do alimento que tem dado vigor a ele, o Senhor Deus.

Como é maravilhoso, quando estamos em nossas vidas nadando contra a maré, por vezes sentindo como se fossem as últimas entradas de ar em nossos pulmões em meio ao oceano escuro das tribulações na alma, então conseguimos respirar a brisa que vem direto do alto, do refrigério dos céus.

Que possamos provar deste maravilhoso alimento, que o Espírito Santo nos torne cada vez mais dependentes Dele. Já disse certa vez um pregador, que existe um duplo sentido no valor da salvação, os que não acham que precisam dela e aqueles que esquecem do valor que ela tem com o passar do tempo.

Oh, como é bom, quando saboreamos do Senhor, quando sentimos Sua graça presente em nossas vidas, guiando, cuidando e nos salvando, tanto no presente quanto olhando para o futuro.

Todas as coisas podemos fazer para Glória deste Deus amoroso, não importa se for na diversão, família ou Igreja, mas uma coisa é certa:

Quando estamos necessitados de verdadeiro alimento e provamos do refrigério pela graça deste Deus maravilhoso é quando conseguimos valorizar verdadeiramente como o Senhor é bom e queremos cada vez mais sentir este prazer nisso.

Nos juntemos ao Salmista, nos alegremos e cantemos louvores ao Senhor da glória, que nos escuta!

Oh, Provai e vede como o Senhor é Bom! Sl 34,8


Em Cristo

domingo, 3 de agosto de 2014

Exposição de 1 João 4:7-11




domingo, 8 de junho de 2014

Propriedade do Rei.





                        E vós de Cristo, e Cristo de Deus. 1 Co 3.23

Somos do Senhor, tanto quanto Ele é de Deus, pode Cristo deixar de ser amado de Deus?
Também os eleitos não podem, porque eles são presente precioso, garantidos pelo Altíssimo de que são amados eternamente.

Não importa o quão estreito e duro pareça ser o caminho, porque podemos confiar que aquele que começou a boa obra em nós é fiel para cumprir.(Fp 1.6) Seu amor é sacrificial e nada pode nos separar dele, nem anjos, nem potestades, nem fome, nem perseguição e nem mesmo a morte! (Rom 8.38-39)

Ó que conforto real saber que somos amados de Deus e que em Jesus não nos perderemos jamais!
Já reconhecemos isso? Já nos arrependemos disso? De viver uma vida que não depende de um Salvador?

Corramos para baixo das asas do Onipotente, (Sl 91.6) a única torre alta, nosso castelo forte, nos deleitemos com essa verdade, somos realmente e verdadeiramente de Cristo, selados com o Espírito que habita em nós.

Agora nos apeguemos a esta certeza, nada, nenhuma força, distancia pode nos separar do amor de Deus por nós que está em Jesus o nosso Senhor!

Em Cristo


Guinho

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Conhecimento Real de Cristo

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E diziam à mulher: Já não é pelo teu dito que nós cremos; porque nós mesmos o temos ouvido, e sabemos que este é verdadeiramente o Cristo, o Salvador do mundo.
João 4:42

As pessoas chegam a Cristo após ouvir sobre Ele,  pelo anúncio de terceiros, recebem a semente plantada e Deus as faz florescer, porque Ele é quem dá o crescimento, neste relato o Senhor Jesus apareceu a esta samaritana, que foi convencida pelo poder do salvador, tão logo percebeu que ele poderia ser o Cristo, saiu e anunciou, sobre aquele a quem era dito pelos profetas que haveria de vir,

Os que escutaram a notícia ,vieram conferir, pedindo que o Senhor permanecesse com eles, estes também acreditaram no Cristo, porem não mais pelos relatos de terceiros mas sim pela própria constatação da palavra, a proclamação do evangelho é livre de separatismos, não existe distinção de raça, nação, condição social.

Como é bom que tenhamos homens enviados para proclamação do evangelho, todavia nada se compara a entender a alegria indizível da salvação , através de intimidade genuína, daqueles que prosseguem em conhecer do Senhor, buscam conhecimento sobre aquele que os salvou , ansiando amar o que Ele ama, afinal de contas, os interesses daquele que o retirou de um lamaçal profundo passa a ser de alto valor, porque ele reconhece de onde foi retirado, a verdadeira alegria começa a ser entendida, porque ela só existe em Cristo.

Como adorar a um Salvador que não se conhece?
Adorar um Jesus diferente do das escrituras, pode ser o mesmo Cristo?

Irmãos através da ação vivificadora do Espírito, prossigamos crescendo na graça, passando a confiar não mais por causa somente do anuncio que recebemos, mas pelo crescimento continuo da leitura e oração, não nos contentemos com qualquer água.Tenhamos a disposição de beber da fonte de águas vivas, desejosos de sua companhia de agora e eternamente.


Glorias a Deus

Guinho

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Como saber se estou lutando contra o pecado por amor a Deus ou por medo do inferno?

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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

As duas famílias

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1 João 3:7-10
Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo. Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo. Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão.”

Aqui João faz um paralelo, nos apresenta as duas famílias presentes no mundo todo, apenas duas, todas as pessoas pertencem ou a uma ou a outra.

A família de Deus e a família do Diabo.

Não tem uma terceira. Não existe a família do moralista, daquele que se acha bom o suficiente.

Assim como a bíblia nos descreve apenas dois caminhos ela também nos afirma, quem está no caminho descrito como estreito pertence a família de Deus, quem está andando pelo caminho largo, pertence a família do diabo. Simples assim.

Assim como não existe caminho do meio não existe uma outra família, uma família alternativa.

Vejamos como são os filhos do Diabo:

1Jo 3:8 - Pratica o pecado. Vive na prática do pecado, o pecado não o constrange, não existe a percepção da ofensa que ele exerce diariamente contra Deus, ele até gosta, assim como o próprio diabo ele blasfema contra Deus, Deus nem existe pra esse.

1Jo 3:10 – Diz que o filho do diabo não pratica a justiça, ou seja, é injusto. Julga pensando em si mesmo, no seu próprio umbigo. Não há justiça alguma nos seus estatutos.

Consequentemente, não ama o seu irmão, pois não o considera como alguém que merece respeito e consideração. Nunca passa pela cabeça desejar para o próximo algo que desejaria para si mesmo. Os filhos do diabo passam por cima mesmo, pisam em pescoços, tropeçam pelas pessoas na rua sem se importar com nada além de si mesmo.

Sabe como Deus reage a pessoas que odeiam seus irmãos? Quem odeia o próximo é considerado por Deus como um assassino. 1Jo 3:15.

1Jo 3:17 – Olhem a desigualdade social no mundo hoje, veja se você encontra algum obeso morando na Somália. Em compensação nos EUA 30% da população é obesa e 48% tem sobrepeso.

Isso é viver sem olhar as necessidades dos outros, estamos vendo as pessoas padecendo e estamos fechando os corações, fazendo como se não estivéssemos vendo nada.

Precisamos ter um estilo de vida cristão, falo isso, e desejo começar por mim mesmo. Não podemos mais jogar comida fora todo almoço e toda janta sabendo que cerca de 300 crianças morrem de fomo por hora em todo mundo.

Cada vez que jogarmos comida no lixo que a gente se lembre que essa mesma comida que estamos colocando para apodrecer numa lata qualquer poderia salvar uma dessas 300 crianças.

Os filhos do diabo não se importam com isso. Os filhos de Deus enchem os olhos de lágrimas, e no outro dia tentam fazer diferente.

Vejamos os da família de Deus:

Pratica a justiça. 1Jo 3:7.

Não vive na prática do pecado. 1Jo 3:9.

Os da família de Deus são odiados pelo mundo. 1Jo 3:13.

Amamos nossos irmãos, ao ponto de darmos nossa vida por ele. 1Jo 3:16.

E como que amamos? 1Jo 3:18.

Guardamos os Seus mandamentos. 1Jo 3:24.

A bíblia diz que podemos identificar as duas famílias, não são todos os humanos uma porção homogenia. Os filhos de Deus e do diabo são como água e óleo você percebe que eles não conseguem se misturar, não falo no sentido de convivência, vamos conviver sempre com as duas famílias, mas existe uma nítida diferença, você enxerga tanto uma quanto a outra no mundo.

Esse capítulo da epístola de João é um chamado para que vivemos de acordo com a família que pertencemos. No caso a família de Deus.

Devemos nos avaliar e ver qual família pertencemos, existem indícios que foram fornecidos por João nesse terceiro capítulo.

Se esforce, busque, ore a Deus para que na sua vida existam claras evidências que a família a qual você faz parte é a família certa.

Deus nos atribui, nos concede o título de filhos, mas isso para que possamos ser os representantes, devemos ser modelos, devemos seguir o exemplo de Cristo. As pessoas tem que olhar para nós e ver de alguma maneira nem que apenas um pequeno reflexo, um pequeno feixe de luz em meio a escuridão. Mas precisam ver em nós um pouco de Cristo.

Porque, se Deus é o Pai dessa família e é Santo, seus filhos também deverão ser santos.

Ele nos da uma certeza, existe apenas duas famílias e apenas uma dessas terminará bem. A outra padecerá.

Que Jesus nos ajude.

Fernando.

sábado, 13 de outubro de 2012

O Amor Incondicional de Cristo Por Nós - Paul Washer

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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Eu amo os teus Mandamentos


Deleitar-me-ei em teus mandamentos, os quais eu amo.
Salmos 119.47

Em companhia da liberdade e da coragem vem o deleite. Quando tivermos cumprido nosso dever, acharemos uma grande recompensa nele. Se Davi não houvera falado por seu Senhor diante dos reis, teria tido medo de meditar na lei que negligenciara; mas depois de falar por seu Senhor ele sentia a suave serenidade de coração, quando pondera sobre a Palavra.
Obedeça ao mandamento, e então você o amará; suporte o jugo, e ele será suave e o descanso procederá dele. Depois de falar da lei, o salmista não se cansava de seu tema, mas retirou-se para meditar nele. Depois de discursar, ele se deleitava; depois de pregar, ele recorria a seu estudo para renovar sua força, nutrindo-se uma vez mais da preciosa verdade. Quer deleitasse outros quer não, quando falava, nunca deixava de deleitar-se enquanto ponderava sobre a Palavra do Senhor.
Ele declara que amava os mandamentos do Senhor; e através de sua confissão ele revelava a razão de deleitar-se neles — onde nosso amor está, aí está nosso deleite. Davi não se deleitava nas cortes dos reis, pois ali encontrava ocasiões de tentação para envergonhar-se; nas Escrituras, porém, era como estar em casa; seu coração estava nelas, elas eram seu supremo prazer. Não surpreende que falasse de guardar a lei, a qual amava. Disse Jesus:
"Se alguém me ama, guardará minhas palavras." Não surpreende que falasse de andar em liberdade e falar ousadamente, pois o genuíno amor é sempre livre e destemido. O amor é o cumprimento da lei; onde o amor pela lei de Deus reina no coração, a vida se enche de bem-aventurança. Senhor, que tuas misericórdias nos encontrem, para que possamos amar tua Palavra e teu caminho, e para que encontremos neles todo nosso deleite.
O versículo está no tempo futuro, e daí ele expressa, não só o que Davi fizera, mas o que ele pretendia fazer; ele queria oportunamente deleitar-se nos mandamentos de seu Senhor. Ele sabia que eles não podem ser alterados, nem deixar de produzir nele alegria. Ele sabia também que a graça o guardaria na mesma condição de seu coração amar os preceitos do Senhor, de modo que, ao longo de toda sua vida, desfrutaria de supremo deleite na santidade. Seu coração estava tão fixo no amor para com a vontade de Deus, que tinha certeza de que a graça sempre o sustentaria sob sua deleitosa influência.
Todo o Salmo é uma constante expressão de amor pela Palavra; aqui, porém, pela primeira vez, ele é verbalmente expresso. Ele aqui se acha associado ao deleite; e no versículo 165, à "grande paz". Todos os versículos em que o amor se expressa em tantas palavras são dignos de nota. Veja os versículos 47, 97, 113", 119, 127, 140, 159, 163, 167.
 
Charles H. Spurgeon

domingo, 27 de maio de 2012

Ameis uns aos outros

João 13:34-35
Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.
Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.


sábado, 19 de maio de 2012

O Amor Incondicional de Cristo

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quinta-feira, 29 de março de 2012

Amor Infinito

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João 3:16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça mas tenha a vida eterna.

Deus é perfeito em si mesmo, toda glória e toda necessidade já está nele, ele é auto suficiente, poderia viver sem a criação, sem se preocupar com nenhum ser vivente, Se quisesse acabaria com tudo, nesse exato momento, sem pestanejar, porque ele tem poder pra isso.

No entanto não foi isso que fez, Ele amou esse mundo decaído de tal maneira, que entregou seu Filho Unigênito, com o propósito de dar um remédio para trazer novamente esse ser humano, caído e corrupto, a Sua comunhão, através de Seu Filho, uma doença muito mais contagiante e que todos homens estão contaminados, essa doença, chama-se pecado.

Amou um mundo que não era merecedor de nada, onde os pecadores viviam e ainda vivem, de uma maneira onde ninguém merecia seu consolo, e sua misericórdia, como Ele muito amou, também muito deu, como forma de maior ato de amor que possa já ter existido, Ele o deu para que todo aquele que nEle crê, tenha vida eterna. Que possamos sermos estes que creem, não pelo medo do destino vindouro, mas sim por entendermos desse ato de amor, dó próprio Deus por nós, pelos que creem.

Reconheçamos que todo esse ato de sacrifício por amor, foi nos dado como maior dom, como maior presente, mesmo que não éramos merecedores de nada, apenas pecadores, para que dessa maneira não venhamos a querer barganhar a nossa salvação diante de Deus, porque por nossos próprios méritos nunca alcançaremos favor diante de Deus, aceitemos desse grandioso presente que não tem fim, um sacrifício suficiente e satisfatório diante do Pai, que dá acesso a Ele, por todos que creem no Filho, com humildade nos acheguemos aos seus pés, da mesma maneira com que os crentes mais maduros assim já o fizeram e os novos convertidos o fazem, e gravemos firmemente em nossa memória e lembrança, os motivos que nos trouxeram ao Salvador, quando reconhecíamos que estávamos necessitados dEle.

Que neste versículo da prova de amor do Pai, pelos que creem, não seja esquecido por nós , que seja sempre fruto de um verdadeiro arrependimento pelas nossas falhas e submissão as vontades do Pai, continuemos correndo em direção a esse alvo, em direção as bodas do cordeiro, sabendo que o mesmo Deus que começou em nós a sua obra, a aperfeiçoará até o dia do nosso Senhor Jesus Cristo, ( Fp 1:6), por isso prossigamos, não como se já houvéssemos conquistado coisa alguma, mas sim pelo amor daquele que nos amou primeiro, lembrando e relembrando que Deus nos deu seu mais precioso presente, Jesus Cristo, para que creiamos nele e sejamos salvos.

Glorias a Deus

Guinho.