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sexta-feira, 11 de março de 2016

Devo me separar se meu marido não é crente?...A Bíblia Responde#84








 Aonde está escrito na bíblia sobre esquecer o passado e como saber que fui perdoada do meu passado depois de ter pedido perdão pra Deus? Quero falar pro meu marido, pois ele vive me martirizando com meu passado que faço de tudo pra esquecer e sinto que vou separar por não aguentar mais... falo pra ele que enquanto Deus me perdoou e quem é ele pra viver fazendo isso comigo, sofro muito.





Ola´!

Sinto muito por sua triste situação! Todavia precisamos entender como e porque somos perdoados por Deus de nossos pecados.


É importante sabermos que quando depositamos nossa confiança, esperança em Cristo somos perdoados de nossos pecados, independente dos tipos que foram, para aqueles que não depositam sua confiança e reconhecem a necessidade de um salvador, continuam condenados diante de Deus, independente de quão bons podem se auto julgar.


Se foi isso que aconteceu com você, você se arrependeu de seus pecados, entendeu que precisa de um salvador e que este Salvador é Cristo, então realmente você esta perdoada.
Se seu marido ainda não entende que ele tambem precisa de perdao de Deus, porque ele é pecador como todos nos somos e inimigos de Deus sem Cristo, então ele não ira compreender da mesma maneira o perdao que apaga o pecado. Quando Deus nos perdoa, por causa de Jesus, ele não fica nos acusando novamente. 

Sugiro que você lembre a oração do Pai nosso que diz, ..."perdoa nossos pecados assim como nós perdoamos quem nos tem ofendido". Isso nos demonstra  que o verdadeiro perdão não é um simples esquecimento, o amor desenvolvido pelo perdão de Cristo é realmente um "deixar para tras".

Diante de tudo isso, saiba que o casamento é importante e não deve ser desistido, minha sugestão é de que voce possa demonstrar em sua vida um testemunho para seu marido de mudança e arrependimento, para que se ele ainda não conhce Cristo, ele possa ver através de sua vida.


Em Cristo



segunda-feira, 30 de novembro de 2015

A repreensão pública é certa?...A Bíblia Responde#71










O que a Bíblia diz sobre repreender um irmão na presença de todos? É normal apontar o erro de um irmão na presença de toda a Igreja?


     


              O principio para exortação Bíblica sempre tem o desejo de edificação, os passos que podemos utilizar como base para isso é Mt 18:15- 17. Sempre devemos tentar primeiramente entre as duas partes, após seja feito isso, seguimos em frente com testemunhas, caso ainda não houver arrependimento, leva-se para Igreja. Isso é o que a Bíblia chama de disciplina eclesiástica. Lembrando que a atitude amorosa sempre deverá ser levada em conta, com seguimento do perdão. 

Existe espaço para a repreensão pública, mas aí somente sabendo melhores detalhes, mas como via de regra sempre devemos buscar resolver diretamente com a pessoa porque o amor cobre uma multidão de pecados (1 Pe 4:8). 


Em Cristo




segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Todos os pecados foram perdoados em Jesus?...A Bíblia Responde#69








 O que acontece quando pecados velhos começam a remoer a pessoa depois de ter a aceitado Jesus ?




Olá!

Muitas vezes as lembranças de um passado pecaminoso podem gerar na mente do crente várias mentiras quanto ao seu perdão, por outro lado muitas vezes isto pode estar relacionado ao não arrependimento genuíno dos pecados, partindo do princípio que você descreve de uma pessoa que recebeu a Cristo como Salvador e Senhor, irei trabalhar com a primeira colocação:

"Como deve um Cristão lidar com sentimentos de culpa em relação a pecados cometidos, quer tenham sido antes ou depois da salvação?"

Resposta:
Todo mundo tem pecado e um dos resultados do pecado é culpa. Podemos ser agradecidos por sentimentos de culpa porque eles nos levam ao arrependimento. No momento em que uma pessoa se vira contra o pecado em direção a Jesus Cristo, seu pecado é perdoado. Arrependimento é parte da fé que leva à salvação (Mateus 3:2; 4:17; Atos 3:19).

Em Cristo, até mesmo os piores pecados são apagados (leia 1 Coríntios 6:9-11 para encontrar uma lista de obras injustas que são perdoadas). Salvação é pela graça, e graça perdoa. Depois que uma pessoa é salva, ela ainda vai pecar. Quando isso acontece, Deus ainda promete perdão. “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1 João 2:1).

Liberdade do pecado, no entanto, nem sempre significa liberdade de sentimentos de culpa. Mesmo quando nossos pecados são perdoados, ainda nos lembramos deles. Além disso, temos um inimigo espiritual, chamado de “acusador de nossos irmãos” em Apocalipse 12:10, o qual nos lembra de uma forma tão cruel todas as nossas falhas, erros e pecados. Quando um Cristão experimenta de sentimentos de culpa, ele/ela deve fazer o seguinte:

1) Confesse todos os pecados previamente cometidos que ainda não foram confessados e sobre os quais você tem conhecimento. Em alguns casos, sentimentos de culpa são apropriados porque confissão é necessária. Muitas vezes nos sentimos culpados porque somos culpados! (Veja a descrição de Davi de pecado e a sua solução em Salmos 32:3-5).

2) Peça ao Senhor que revele qualquer outro pecado que precisa ser confessado. Tenha a coragem de ser completamente aberto e honesto diante do Senhor. “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau” (Salmos 139:23-24a).

3) Confie na promessa de que Deus vai perdoar o pecado e remover a culpa baseado no sangue de Cristo (1 João 1:9; Salmos 85:2; 86:5; Romanos 8:1).

4) Nas ocasiões em que sentimentos de culpa surgem sobre pecados já confessados e abandonados, rejeite esses sentimentos como culpa falsa. O Senhor tem sido fiel à sua promessa de perdoar. Leia e medite em Salmos 103:8-12.

5) Peça ao Senhor para repreender a Satanás, seu acusador, e peça ao Senhor que restaure a alegria que acompanha a liberdade de culpa.

Salmos 32 é um estudo muito proveitoso. Apesar de Davi ter pecado de forma terrível, ele encontrou liberdade dos seus pecados e sentimentos de culpa. Ele lidou com a causa da culpa e a realidade do perdão. Salmos 51 é uma outra passagem muito boa para investigar. A ênfase aqui é a confissão do pecado enquanto Davi implora a Deus com um coração cheio de culpa e sofrimento. Restauração e gozo são os resultados.

Finalmente, se pecado tem sido confessado e arrependimento tem ocorrido, então é certo que o pecado tem sido perdoado e é hora de seguir para a frente. Lembre-se que aquele tem vindo a Cristo através de fé tem sido transformado em uma nova criatura. “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; {criatura; ou criação} as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Coríntios 5:17). Parte das “coisas antigas” que “já passaram” é a lembrança de pecados passados e a culpa que produziam. Triste dizer que muitos Cristãos têm a tendência de ter prazer em recordar as vidas pecaminosas que viviam antes de vir a Cristo, memórias tais que deviam estar mortas e enterradas há muito tempo. Isso não faz nenhum sentido e vai de encontro à vida Cristã vitoriosa que Deus quer que tenhamos. Um antigo provérbio diz: “Se Deus lhe salvou de uma piscina de pecado, não dê um mergulho para dar uma nadada”.

Leia mais:http://www.gotquestions.org/Portugues/lidando-com-culpa.html#ixzz3adTAJc90




segunda-feira, 30 de junho de 2014

Exposição Mateus 5:7





quarta-feira, 7 de maio de 2014

Cometi pecados horríveis, será que Deus me perdoa?... A Bíblia Responde #38


Ola estou muito preocupada,mais no passado cometi pecados horríveis, já nasci em um lar cristão mais caí em uns pecados. Hoje não os cometo mais porem não me sinto perdoada, será que Deus me perdoa? Cometi muitos erros na minha vida E além disso não tenho certeza da minha salvação. Eu já aceitei a Jesus e me batizei mais não tenho certeza, só tenho duvidas. Gostaria de fazer a oração de aceitar ao senhor de novo, o que tenho que dizer? E eu tenho problema com o lesbianismo. Vejo vídeos na internet as vezes de garotas se beijando para saciar minha vontade. Já me envolvi com uma garota. O que tenho medo é que decidi que queria deixar o homossexualismo, porem eu só quero isso porque sei que é pecado e não porque eu realmente queria. Se fosse permitido eu já estaria vivendo a homossexualidade.

Olá, espero verdadeiramente poder te ajudar em todas as suas dúvidas, leia com atenção e calma todo o texto.

Durante séculos, a questão da segurança de salvação tem despertado controvérsia na igreja. Muitas igrejas têm chegado ao ponto de questionar se esta segurança é realmente atingível.

A teologia reformada, que eu aconselho você a querer conhecer mais sobre ela, ensina não somente que podemos saber hoje que estamos num estado de graça, mas também que podemos ter plena segurança de que estaremos nesse mesmo estado no tempo de nossa morte.

Se você for a um culto de evangelização ou assistir a um desses cultos na televisão, talvez veja inúmeras pessoas indo a frente da igreja em resposta à chamado do evangelho. Devemos nos perguntar quantas dessas decisões por Cristo são verdadeiras conversões e quantas delas são decisões emocionais momentâneas. Pessoas gostam do que ouvem nesses acontecimentos e podem ser induzidas emocionalmente a fazer uma decisão de seguir a Cristo. Todavia, um fato estabelecido é a realidade de que muitos daqueles que vêm à frente em cultos de evangelização logo abandonam todo o seu compromisso. A sua resposta impulsiva é, frequentemente, infundada.

É evidente que há muitos que respondem à mensagem do evangelho com alegria, mas, por fim, não permanecem na fé. Nem todo que ouve a Palavra de Deus é salvo, e isso também é verdadeiro a respeito de muitos que respondem inicialmente ao evangelho. Aqueles que são verdadeiramente salvos são aqueles que demonstram serem praticantes da Palavra. Quando a semente produz raízes e cresce, há frutos.

No que diz respeito à segurança de salvação, há quatro tipo de pessoas no mundo. Toda pessoa que vive nesse mundo, incluindo eu e você, podemos ser incluídos numa dessas categorias. As categorias são:

1) PESSOAS QUE SÃO SALVAS E SABEM DISSO

Essas pessoas têm plena segurança de que se acham num estado de graça. Isto é uma questão resolvidas para elas.

Quando falamos de segurança de salvação, não estamos falando sobre certeza matemática, como uma crença na ideia de que dois mais dois são quatro. Estamos falando sobre segurança de um estado pessoal, e a intensidade dessa segurança vacila de um dia para outro. Há altos e baixos na vida cristã.

No entanto, a verdadeira segurança sobrevive às dúvidas, pois, ela está baseada em mais do que sentimentos. A pessoa dessa categoria tem um fundamento sobre o qual ela pode dizer: “Sei em que tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar meu depósito até aquele dia” (2Tm 1:12).

2) PESSOAS QUE SÃO SALVA, MAS NÃO O SABEM

É possível uma pessoa estar num estado de graça e, apesar disso, não possuir plena segurança de que está nesse estado.

Na igreja, temos uma tendência de tornar nossas experiências normativas para todos. Pessoas que tiveram conversões repentinas, dramáticas, como a de Paulo na estrada para Damasco, das quais podem ser indicados o dia e a hora, suspeitam às vezes de pessoas que não tiveram esse tipo de experiência. Elas questionam se uma pessoa que não pode indicar o dia e a hora específicos pode ser realmente uma cristão. Ao mesmo tempo, aqueles que não sabem o dia e a hora suspeitam, às vezes, daqueles que afirmam que sabem exatamente quando creram pela primeira vez. Mas a verdade é esta: em nenhuma de suas passagens, a Escritura diz que temos de saber o tempo exato de nossa conversão.

É nesse ponto que as coisas se complicam e se tornam problemáticas. Ninguém é meio regenerado ou semi regenerado: ou você é nascido do Espírito, ou não é. A regeneração, que é a obra de Deus pela qual somos transportados do reino das trevas para o reino da luz, é uma obra real de conversão e acontece instantaneamente pela obra do Espírito Santo. Portanto, ou uma pessoa está nesta condição, ou não. Não há um processo de regeneração, ela é instantânea.

Na verdade, uma das coisas mais perigosas que podemos fazer como cristãos é determinar nossa teologia por nossa experiência, porque a experiência de ninguém é normativa para a vida cristã. Temos de determinar nossa teologia a partir da Palavra de Deus, e não do que sentimos. Não somente isso, somos propensos a entender mal e a interpretar mal o significado e a importância das experiências que passamos. É por essa razão que somos chamados a examinar nossas experiências à luz das Escrituras, para definirmos a nossa fé pelo que as Escrituras dizem, e não pelo que sentimos em nossa experiência. Se a nossa segurança na salvação descansa numa experiência e não na Palavra de Deus, estamos convidando todo o tipo de dúvidas a nos atacar em nossa peregrinação. Precisamos buscar o autêntico conhecimento de nossa salvação, e não experiências entusiastas e vagas.

3) PESSOAS QUE NÃO SÃO SALVAS E SABEM DISSO

Paulo nos diz em Romanos 1 que pessoas não precisam estar expostas à pregação bíblica para serem cientes de sua condição de perdidos. Por meio da revelação natural de Deus, visto que ele escreve sua lei no coração das pessoas e implanta a Palavra na mente humana por meio da consciência, as pessoas sabem que são culpáveis por seu comportamento e que estão sem comunhão com seu Criador.

É muito difícil acreditar nisso, mas há pessoas que não estão salvas e sabem disso. Elas sabem que não estão em um estado de graça, que estão fora da comunhão com Deus e alienadas dele. Podemos dizer que elas têm uma forma negativa de segurança.

4) PESSOAS QUE NÃO SÃO SALVAS E NÃO O SABEM

Esta categoria consiste de pessoas que não estão num estado de graça, mas acham que estão. Em resumo, elas têm uma falsa segurança.

Como é possível haver uma falsa segurança? Como as pessoas chegam a um falso senso de segurança? Há vários problemas diferentes, mas eles se reduzem basicamente a dois. O primeiro problema é entender errado as exigências para a salvação. As pessoas podem compreender de modo errado o que a salvação exige, erros como o universalismo e o legalismo. O segundo problema surge quando uma pessoa tem um entendimento correto do que a salvação exige, mas está enganada quanto a satisfazer essas exigências.


A FONTE DA PLENA SEGURANÇA

As pessoas têm um péssimo entendimento do que significa ser nascido de novo. Se perguntadas, elas dizem: “Uma pessoa nascida de novo é alguém que fez a oração para aceitar Jesus”. No entanto essa oração não é um indicativo verdadeiro de que uma pessoa nasceu de novo.

Ser nascido de novo significa ser mudado pela operação sobrenatural de Deus, o Espírito Santo. Entender isso é crucial para a nossa certeza da salvação.

O que acontece na regeneração? Qual a mudança realizada pela obra do Espírito em nossa alma?

Por natureza, as Escrituras nos dizem, estamos em inimizade para com Deus, e a palavra “inimizade” é uma descrição de uma atitude hostil. Antes de sermos regenerados, não tínhamos inclinação para com as coisas de Deus. Não tínhamos afeição genuína por Cristo; não havia amor a Deus em nosso coração.

Então, como podemos saber que somos regenerados?

VOCÊ AMA A JESUS? Antes de você responder essa pergunta, estou lhe perguntando sobre o seu amor pelo Cristo da Bíblia, o Cristo que encontramos nas páginas das Escrituras Sagradas. Por que digo isso? É possível alguém amar uma caricatura de Jesus e não o próprio Jesus. Então quando pergunto se você ama a Jesus? Não estou perguntando se você ama o Cristo que é um herói para os adolescentes ou o Cristo que é um excelente mestre de moralidade. Estou lhe perguntando se você ama o Cristo que aparece nas Escrituras.

Ora, se você responder “Sim” a essa pergunta, aqui entra teologia. É IMPOSSÍVEL uma pessoa não regenerada ter qualquer afeição verdadeira por Cristo. A afeição por Cristo é resultado da obra do Espírito. E isso é o que está envolvido na regeneração. Isso é o que o Espírito Santo faz em vivificar uma pessoa.

Deus, o Espírito Santo, muda a disposição de nossa alma e a inclinação do nosso coração. Antes da regeneração, éramos insensíveis, hostis ou indiferente às coisas de Deus; porque estávamos na carne, e a carne não ama as coisas de Deus.

Portanto, se você respondeu “Sim”, quando lhe perguntei sobre seu amor por Jesus, embora não ame a Jesus tanto quanto deveria, ou seja, perfeitamente, isso me assegura que o Espírito fez a sua obra transformadora na sua alma. Isto é assim porque não temos em nossa carne o poder de produzir qualquer afeição verdadeira por Cristo.

E a demonstração pública do nosso amor verdadeiro por Cristo vem através do nosso comprometimento com Ele e a sua Palavra, amando e guardando os seus mandamentos.

Esqueça a necessidade de realizar uma “oração de aceitação”, é Cristo quem nos aceita e não nós que demos aceitá-lo em nossas vidas, nós devemos é viver de maneira que diga que de fato amamos a Jesus Cristo como nosso Senhor e Salvador.

Leia mais sobre “aceitar Jesus” aqui: http://www.gotquestions.org/Portugues/Salvador-pessoal.html

Não sei se exagerei quanto ao assunto segurança de salvação, peço perdão se fui por demais cansativo. Quero agora tentar ser mais breve quanto aos demais assuntos.

Quero tratar com você agora a questão da culpa.

Sobre isso quero exaltar O PODER DO PERDÃO:

Jesus achou Maria Madalena, que era uma prostituta, e a purificou, dando-lhe de volta sua pureza e feminilidade. Esse é o poder do perdão, pois o que acontece no perdão, de acordo com as Escrituras, é renovação.

A resposta de Deus não é pintar um “A” vermelho em seu tórax e fazer-lhe andar pela comunidade em vergonha e embaraço, como a mulher que os fariseus apanharam em adultério. A resposta para a culpa é sempre o perdão.

A única coisa que eu sei que pode curar a culpa autêntica é o perdão autêntico. Você confessou a mim o seu pecado, e isso é ótimo. Posso dizer-lhe: Deus a abençoe. Mas o que você precisa fazer é ficar sozinha, dobrar os joelhos e contar a Deus o que fez. Diga-lhe que você está muito triste pelo que fez e peça-lhe que a perdoe e purifique.

Tenho certeza que quando você orar a Deus e confessar seu pecado você experimentará o perdão de Cristo, não apenas num sentido simbólico, mas de maneira real.


Para finalizar saiba que a Bíblia não diz que estaríamos livres de lutar contra o pecado, pelo contrário, diz que seríamos tentados, mas junto com a tentação Deus providenciaria o livramento, e que nenhuma tentação é pesada demais que não possamos suportar.

Creio que você já identificou a área de sua vida onde você é mais tentada. Lute contra ela, procure Cristo sempre que se sentir tentada, ore e medite nas Escrituras nesses momentos. Identifique os momentos, os horários, as companhias que fazem você ser tentada. Evite essas situações e companhias.

Os verdadeiros seguidores de Jesus pecam, mas não amam o pecado. Exatamente quando pecam, odeiam o que fazem. Creio que você pode vencer o pecado por meio de uma confiança e de uma dependência constante em Jesus e no poder do Espírito Santo.

Não se torne escrava do seu pecado. Satanás quer que você peque e quer que esse pecado destrua você, sua família, sua saúde e, por último, a leve para o castigo eterno junto com ele. Somente por meio de Jesus você pode ser redimida.

Quero indicar alguns livros que podem te ajudar e que usei para tentar te ajudar.

1 – Morte por Amor – Mark Driscoll & Gerry Breshears – Ed. Tempo de Colheita
2 – Posso Saber se Sou Salvo? - R.C.Sproul – Ed.Fiel
3 – O Que Posso Fazer com Minha Culpa – Ed. Fiel

Que Deus te abençoe.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Devocionais Sobre a Glória de Deus: #3 Jesus Veio Ao Mundo




quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Jesus Morreu Por Mim




Por Tim Conway e Bob Jennings © I’ll Be Honest
Originalillbehonest.com

Fonte: Voltemos ao Evangelho

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Ame e Odeie!


Amas a justiça e odeias a iniquidade.

Salmos 45.7
lrai-vos e não pequeis" (Efésios 4.26). Não pode haver bondade em um homem, se ele não sente ira contra o pecado. Aquele que ama a verdade tem de odiar todo caminho de falsidade. Como o nosso Senhor odiou a iniquidade, quando a tentação Lhe sobreveio! Três vezes ela O assaltou, em formas diferentes. Porém, Ele a enfrentou com "Arreda, Satanás" (Mateus 16.23; Marcos 8.33).
 
Nosso Senhor odiou a iniquidade quando a tentação sobreveio a outros. Ele demonstrou seu ódio mais por meio de lágrimas de piedade do que por palavras de repreensão. Todavia, que palavras poderiam ser mais severas, do que as palavras de nosso Senhor dirigidas aos fariseus: "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque devorais as casas das viúvas e, para o justificar, fazeis longas orações" (Mateus 23.14.)?
 
O Senhor odiou tanto a iniquidade que derramou seu sangue, na cruz, para destruí-la. Ele morreu para que ela morresse. Ele foi sepultado para que pudesse enterrá-la em sua sepultura e ressuscitou a fim de aniquilar a iniquidade para sempre. Cristo está no evangelho, e o evangelho se opõe à iniquidade em todas as suas formas. A iniquidade se veste com roupas lindas e imita a linguagem da santidade. Mas os preceitos de Jesus, assim como o seu famoso chicote de cordas curtas, expulsa a iniquidade do templo e não a tolera na Igreja. Então, também no coração onde Jesus reina, que guerra há entre Cristo e Belial! 
 
Quando nosso Redentor vier para ser o Juiz, estas palavras trovejantes: "Apartai-vos de mim, malditos" (Mateus 25.41), que são, realmente, uma continuação do ensino que deu sobre o pecado enquanto estava na terra, demonstrarão como Ele odeia a iniquidade. Assim como caloroso é o seu amor pelos pecadores, é quente o seu ódio pelo pecado. Assim como é perfeita a justiça de nosso Senhor, assim também a destruição de toda forma de iniquidade será completa. Ó glorioso Campeão da santidade e Destruidor da iniquidade, por esta razão, Deus, "o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria, como a nenhum dos teus companheiros" (Salmos 45.7).

Charles H. Spurgeon

[Via]

sábado, 12 de novembro de 2011

Não se conforme com o mau.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEia0hPgApfdeU2LrtJxcvmqgLsBV-sVm7q390cb_C9bvkyztXSGrS5DCbE0kR-QBihCs4kYV4KLmdw_G0x0WsKzoM7vRqD5JOzb8l9xqTCvDPC0bZFAa3ny0Pem04ePH0n4z7uZSZdiJur9/s1600/perdao.jpg


No nosso último grupo de estudo, estávamos debatendo sobre perdão, o perdão perfeito, o nosso perdão, como isso é feito e todas as formas relacionadas ao perdão em nossa vida cristã. Discutimos muito sobre a dificuldade de realmente perdoar os nossos inimigos para poder dizer que realmente amamos eles, conforme a Palavra de Deus nos afirma.

Mas, em um determinado momento, percebi que nós queremos achar uma maneira de sermos aceitos por Deus, achando uma forma de fazer Deus aceitar a maneira que eu sou, sem que eu precise realmente tratar essas arestas na minha vida.

Queremos o caminho mais fácil, tentar encobrir os meus defeitos para parecer aceitável perante Deus. Mas essa não é a maneira correta.

Temos que aceitar e reconhecer que Deus tem um padrão e este padrão é perfeito, temos que reconhecer que hoje eu não sigo esse padrão, mas preciso buscar este caminho que Ele determinou para minha vida. Reconhecer que não amo nem o meu próximo como a mim mesmo, quanto mais amo meu inimigo de verdade.

Temos que reconhecer que Deus nos perdoou uma dívida impagável de pecados e nós não podemos deixar de perdoar uma dívida insignificante das pessoas conosco. Nenhuma situação, por mais grave que pareça pode ser comparada com o que Cristo fez por nós na cruz.

Não podemos nos conformar com o mau, nos conformar com nossos pecados, Deus nos perdoa de todos eles, mas a partir do momento que sou confrontado pela Palavra de Deus em relação a eles, preciso tomar uma posição e atacar esse pecado em minha vida. Orar muito, ser sincero com Deus, pedir que Deus nos ajude para que possamos verdadeiramente amar o nosso próximo como a nós mesmos e acima de tudo reconhecer minhas dificuldades, reconhecer meu pecado. Esse é o primeiro passo para o arrependimento, o arrependimento genuíno que nos leva a alcançar o perdão genuíno.

Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte. 1 João 3:14


Que Jesus nos abençoe.

Fernando.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Os ladrões

http://multiply.com/mu/genivalalves/image/ZyoMAgqOkU6UtutIGucKoQ/photos/1M/300x300/163/crucificado.jpg?et=ZjyD2CubguWLlJph1extFw&nmid=0

Lucas 23:39-43 E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós. Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação? E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez. E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso. 
 
Existiam dois ladrões sendo crucificados com Jesus, duas pessoas diferentes e que tiveram destinos eternos diferentes. Por esse pequeno trecho do evangelho de Lucas podemos identificar características dos dois ladrões que podem justificar o porque que um foi salvo e o outro não, e a partir disto tentar identificar para nossas vidas como podemos encontrar a salvação.

Vejamos primeiro o que não foi salvo:

Ele blasfemava contra Jesus. Estava pecando diretamente contra Cristo.
Ele estava mais uma vez pecando, nesse momento diretamente contra Cristo, e não havia nenhum arrependimento.
Uma vida de pecados estava recebendo o seu salário, a morte.

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor. Romanos 6:3

E disse ele: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós.
Ele buscava algo terreno, salvação daquela dor, do momento de impotência que eles estavam vivendo, a eternidade não era uma preocupação para ele.
As preocupações dele eram apenas para a vida aqui na terra. Tudo o que ele queria era simplesmente não morrer, mas não pela consequência eterna. Ele queria continuar vivo.

Quantas pessoas hoje ainda buscam Jesus apenas por motivos terrenos, como conseguir um novo emprego, conseguir uma esposa ou um marido, sair das dívidas, se curar de alguma doença, sair do vício e tantos outros que de várias maneiras nos lembram do pedido desse ladrão, que queria apenas um alívio momentâneo.

Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. 1 João 2:15

Não podemos cometer esse mesmo erro de amar esse mundo mais do que amamos as coisas eternas, temos que ter esse desprendimento para almejar apenas as coisas do Reino de Deus. Não existe nada mais importante nessa vida do que a salvação. Esse deve ser o nosso foco a salvação, as coisas eternas, a nossa santificação.

Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; Colossenses 3:1-2

Ele não acreditava verdadeiramente em Cristo. Era uma pessoa incrédula.
A incredulidade inevitavelmente nos leva para a morte eterna.

Vejamos agora o ladrão que foi salvo:
Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação?
E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez.
E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino.
E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.

Ele tinha temor do Senhor
Jeremias 32:39-40 E lhes darei um só coração, e um só caminho, para que me temam para sempre, para seu bem e o bem de seus filhos, depois deles; e farei com eles um pacto eterno de não me desviar de fazer-lhes o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim.

Temor de Deus não é medo é reverência, respeito, é honrá-lo e reconhecer a sua glória. Medo passa com o tempo o respeito por Deus não se perde nunca. O temor é indispensável na vida de um cristão.

Ele teve humildade
Ele teve humildade em admitir que ele merecia a crucificação mas Jesus não tinha feito nada para ser morto.

A humildade é uma das principais características de um Cristão verdadeiro.
Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, Efésios 4:2

Temos que ter humildade para reconhecer nossos erros, para receber muitas vezes a crítica por parte de algum irmão, reconhecer quando estamos errados em relação a palavra de Deus, quando interpretamos da forma errada alguma passagem.

Se queremos ser discipulados, se queremos realmente aprender mais de Jesus e da sua palavra, é indispensável a humilde durante toda a nossa caminhada cristã.

Ele se arrependeu verdadeiramente
O arrependimento é prática diária na vida cristã, todo pecado é passível de perdão da parte de Deus desde que aja arrependimento genuíno.

Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento. Lucas 15:7

E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino.

O ladrão clamou a Jesus, ele orou
Ele orou sinceramente pra Jesus, conversou com Jesus, ele pediu para que o Senhor lembrasse dele quando Jesus entrasse no seu reino.

Assim tem que ser nossas orações, nosso clamor tem que ser sempre como se fosse o último, assim como era pra ele a última oportunidade da vida dele. E Jesus aceitou e recebeu a oração dele, pois foi sincera e foi precedida pelo arrependimento genuíno.

E ainda, a parte mais importante: ele conseguiu discernir a graça, coisa que muitos lutam e demoram pra perceber. Ele percebeu que nada que ele fizesse poderia salvá-lo a não ser a misericórdia de Deus.

O resultado disso tudo: é que há mais um ladrão no céu, mais um pecador no paraíso, mais um perdido que foi achado.

A graça é pra nós pecadores e não para os justos, é obvio que não existe um justo sequer conforme a própria bíblia nos afirma, mas se você acha que é uma boa pessoa que você não é um pecador, então quero te dizer que Jesus não morreu por você. Jesus morreu pelo ímpio.

Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça. Romanos 4:5

Jesus justifica o ímpio, o que se acha justo não precisa ser justificado, afinal, ele é justo, ao menos aos seus olhos. Portanto que nós tenhamos sempre a consciência de que somos pecadores, somos ímpios, pois é o ímpio que recebe a graça. Ninguém é salvo por seu uma boa pessoa, somos salvos porque Deus é bom.

Mas como Deus salva o ladrão, o assassino? Porque ele justifica o ímpio, não importa o tipo do pecado, perante Deus somos todos iguais, somos todos pecadores e todos necessitamos da graça de Deus. Somente aquele que se acha justo, que não encontra pecados em si mesmo, que acha que não necessita do perdão de Deus, somente esse não precisa da justificação. E esse vai aguardar o julgamento de Deus, e será julgado pelas leis de Deus, pois a lei serve para mostrar que ninguém é bom o bastante diante do nosso Deus Santo.

Ladrão que não foi salvo
Ladrão que foi salvo
Pecador - continuava pecando - blasfêmia
Pecador arrependido
Preocupações terrenas
Estava preocupado com a eternidade
Incrédulo
Acreditava que Jesus era filho de Deus
Não tinha temor de Deus
Tinha temor do Senhor
Não era humilde
Era humilde em reconhecer os seus crimes

Clamou a Jesus

Encontrou a graça

Um dos ladrões permaneceu impenitente na presença da cruz de Cristo, insultando o Salvador, sem ouvir a repreensão e os apelos do companheiro que também ia morrer. O outro é tocado e tem o coração quebrantado, repreendendo o companheiro, reconhecendo-se culpado, declarando a inocência de Cristo e suplicando para que o Senhor se lembrasse dele após a morte.

Em nossa resposta à pregação da cruz de Cristo hoje, podemos ou ficar petrificados por aquela terrível cena da crucificação de Jesus, assim como um dos ladrões, ou ser tocados como o outro.

O que vamos escolher?

Que Deus nos ajude a escolher o caminho do arrependimento genuíno e que todos possamos, como o ladrão que foi salvo, encontrar a Graça através de Cristo.

Somente a graça nos basta.

Fernando.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Você tenta melhorar o seu pecado?



Como a vida seria diferente se realmente crêssemos nesse versículo como prática verdadeira na vida: “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e DEIXA alcançará misericórdia” (Pv 28.13).


Neste versículo se encontra o caminho de misericórdia para o pecador culpado e arrependido. Ele tem de acabar com o hábito de encobrir o pecado. Ele tenta fazer isso por meio da mentira, que nega o pecado; por meio da hipocrisia, que o encobre; por meio do orgulho, que o justifica; e por meio de confissões altissonantes, que procuram fazer pequenas melhorias no pecado.


O dever do pecador é confessar seu pecado e abandoná-lo. Essas duas atitudes têm de andar juntas. A confissão precisa ser feita com a sinceridade ao próprio Senhor Jesus; ela tem de incluir em si mesma o reconhecimento do erro, um sentimento de sua malignidade e um ódio contra o erro.


Não podemos lançar a culpa nos outros, nem nas circunstâncias, nem nas fraquezas naturais. Precisamos confessá-lo totalmente e reconhecer-nos culpados da acusação. Não haverá misericórdia até que isso seja feito.


Além disso, temos de abandonar o pecado. Tendo reconhecido nosso erro, devemos rejeitar toda intenção presente e futura de permanecermos nele. Não podemos viver em rebeldia e, ao mesmo tempo, habitar com a Majestade Real. O hábito de pecado precisa ser abandonado, juntamente com todos os lugares, companheiros, atividades e livros que podem nos fazer voltar atrás.


Não é apenas por meio da confissão ou apenas por meio da mudança de atitude, e sim por meio de uma conexão de ambas que alcançamos o perdão pela fé no sangue de Cristo.

Charles H. Spurgeon

[Via]

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Confesse Agora!!


O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.

Provérbios 28.13
Neste versículo se encontra o caminho de misericórdia para o pecador culpado e arrependido. Ele tem de acabar com o hábito de encobrir o pecado. Ele tenta fazer isso por meio da mentira, que nega o pecado; por meio da hipocrisia, que o encobre; por meio do orgulho, que o justifica; e por meio de confissões altissonantes, que procuram fazer pequenas melhorias no pecado.

O dever do pecador é confessar seu pecado e abandoná-lo. Essas duas atitudes têm de andar juntas. A confissão precisa ser feita com sinceridade ao próprio Senhor Jesus; ela tem de incluir em si mesma o reconhecimento do erro, um sentimento de sua malignidade e um ódio contra o erro. Não podemos lançar a culpa nos outros, nem nas circunstâncias, nem nas fraquezas naturais. Precisamos confessá-lo totalmente e reconhecer-nos culpados da acusação. Não haverá misericórdia até que isto seja feito.

Além disso, temos de abandonar o pecado. Tendo reconhecido nosso erro, devemos rejeitar toda intenção presente e futura de permanecermos nele. Não podemos viver em rebeldia e, ao mesmo tempo, habitar com a Majestade Real.

O hábito de pecado precisa ser abandonado, juntamente com todos os lugares, companheiros, atividades e livros que podem nos fazer voltar atrás. Não é simplesmente por meio da confissão ou apenas por meio da mudança de atitude, e sim por meio de uma conexão de ambas que alcançamos o perdão pela fé no sangue de Cristo.

Charles H. Spurgeon

[Via]

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

A nós pertence o corar de vergonha


Ó SENHOR, a nós pertence o corar de vergonha... porque temos pecado contra ti.
Daniel 9.8

Um profundo senso do pecado, da sua infelicidade e da punição que ele merece deve fazer com que nos prostremos diante do trono de Deus. Temos pecado como crentes. Embora tenhamos sido abundantemente abençoados, temos sido ingratos.

Privilegiados ao máximo, não temos produzido frutos proporcionais ao benefício recebido. Do que o crente não se envergonhará, quando considerar o seu passado? Os nossos dias passados, quando não éramos salvos, têm de ser perdoados e esquecidos. No entanto, desde o dia de nossa conversão, temos pecado contra a luz e contra o amor — a luz que iluminou nossas mentes e o amor no qual nos regozijamos.

O pecado cometido por um pecador não-perdoado possui consequências leves, se comparado com um pecado de um dos próprios eleitos de Deus que tem desfrutado de comunhão com Cristo. Pense em Davi! Muitos falarão a respeito do pecado de Davi, mas considere o seu arrependimento!

Ouça os ossos feridos de Davi, quando cada um deles profere os gemidos de sua dolorosa confissão! Veja as lágrimas de Davi, quando elas caem no chão, e escute os profundos suspiros que acompanham a música branda de sua harpa! Nós temos pecado; busquemos, pois, o espírito de arrependimento. Pensemos no apóstolo Pedro. Falamos sobre o seu pecado de negar a Cristo.

Lembremo-nos de que ele chorou amargamente (Lucas 22.62). Não temos qualquer negação de nosso Senhor da qual temos de nos lamentar com lágrimas? Os nossos pecados, antes e depois de nossa conversão, poderiam nos mandar para o lugar de fogo inextinguível, se não fosse por causa da soberana misericórdia de Deus. Prostre-se com um senso de pecaminosidade e adore a Deus. Admire a graça que o salvou, a misericórdia que o poupou e o amor que o perdoou!

Charles H Spurgeon

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O Amor Incondicional de Cristo

sábado, 16 de outubro de 2010

Remissão


A remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça.
(Efésios 1.7)


Poderia haver, em qualquer idioma, uma palavra mais agradável do que a palavra remissão, quando proferida aos ouvidos de um pecador culpado? Bendita seja para sempre aquela preciosa luz de perdão que resplandece na cela de um homem condenado, proporcionando ao que perece um raio de esperança na meia-noite de desespero. Pode ser possível que meus pecados são perdoados para sempre? O inferno é meu destino, pois sou um pecador — não existe possibilidade de escape, enquanto meu pecado permanece sobre mim. O fardo de culpa pode ser removido e a mancha carmesim, apagada? Jesus me diz que eu posso ser justo por causa dEle.

A revelação do amor que expia o pecado não somente me diz que o perdão é possível, mas também que ele é garantido a todos os que confiam em Jesus. Eu creio na expiação que Jesus realizou por meio do seu sangue; portanto, os meus pecados estão perdoados para sempre, por causa de seus sofrimentos e de sua morte expiatória. Minha alma dedica todo o seu louvor Àquele que, por causa de seu amor, tornou-se meu substituto e realizou a minha redenção.

Que abundância de graça o perdão gratuito revela! A graça perdoa tudo, perdoa gratuitamente, perdoa completamente, perdoa para sempre! Quando eu penso na grandeza de meus pecados de outrora, quão preciosas são aquelas gotas de misericórdia que me limparam deles e aquele gracioso ato que selou o meu perdão. Estou cheio de admiração e de afeição que me levam a adorar. Prostro-me diante do trono que me absolve. Abraço aquela cruz que me liberta. Sirvo o Deus encarnado, por meio de Quem sou uma alma perdoada.
 
Charles H. Spurgeon

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Como Perdoar Setenta vezes Sete

A parábola conta a história de um rei cujo servo lhe devia a quantia espantosa de 10 mil talentos (18.24). "Para compreender a exorbitância dessa quantia, basta dizer que o rei Herodes tinha uma renda anual de cerca de 900 talentos, e que a Galileia e a Peréia [a 'terra além do Jordão'], no ano 4 a.C, pagaram 200 talentos em impostos." Aparentemente, a quantia foi exagerada de propósito (assim como dizemos "zilhões" de dólares) ou o servo era um oficial de alta patente que conseguiu apropriar-se de quantias enormes do tesouro do rei ao longo dos anos. Seja como for, Jesus descreve essa dívida como praticamente incalculável.

O rei ameaçou vender o servo e sua família. Mas "o servo prostrou-se diante dele e lhe implorou: 'Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo' [uma promessa aparentemente impossível de ser cumprida, em vista da quantia]. O senhor daquele servo teve compaixão dele, cancelou a dívida e o deixou ir" (v. 26,27). Esse perdão é tão grandioso quanto o tamanho da dívida, e esse é o ponto principal. Jesus quer incutir em nossa mente que o pecado é uma dívida incalculável para com Deus. Jamais poderemos saldá-la. Jamais teremos condições de acertar as contas com Deus. Não há penitência, boas obras ou justificativas capazes de pagar a dívida da desonra que lançamos sobre Deus com nossos pecados.

O servo, porém, não recebeu aquele perdão pelo que este representava: magnífico, imerecido, destinado aos humildes de coração ou a quem suscita misericórdia. Jesus não relata nenhuma palavra de gratidão ou de admiração daquele servo. Incrível! Simplesmente relata acontecimentos incompreensíveis logo após o perdão.

Mas quando aquele servo saiu, encontrou um de seus conservos, que lhe devia cem denários. Agarrou-o e começou a sufocá-lo, dizendo: "Pague-me o que me deve!" Então o seu conservo caiu de joelhos e implorou-lhe: "Tenha paciência comigo, e eu lhe pagarei". Mas ele não quis. Antes, saiu e mandou lançá-lo na prisão, até que pagasse a dívida, (v. 28-30)

O "perdão" recebido por aquele homem não lhe abrandou a ira. Ele agarrou o conservo e começou a sufocá-lo.

O rei tomou conhecimento do caso e ficou (legitimamente) irado (v. 34). Disse ao servo: " 'Servo mau, cancelei toda a sua dívida porque você me implorou. Você não devia ter tido misericórdia do seu conservo como eu tive de você?' Irado, seu senhor entregou-o aos torturadores, até que pagasse tudo o que devia" (v. 32-34). A conclusão da parábola atinge em cheio a questão da ira e do perdão. Jesus diz: "Assim também lhes fará meu Pai celestial, se cada um de vocês não perdoar de coração a seu irmão" (v. 35).

A mensagem principal da parábola é que Deus não tem obrigação de salvar quem diz ser seu discípulo, se esse pretenso discípulo não tiver recebido a dádiva do perdão pelo que ele realmente representa — infinitamente precioso, estupendo, imerecido, destinado aos humildes de coração e a quem suscita misericórdia. Se dissermos que fomos perdoados por Jesus, mas não houver em nosso coração nenhuma brandura para perdoar os outros, não receberemos o perdão de Deus (v. Mateus 6.14,15; Marcos 11.25).

Lembre-se, a parábola foi contada para ajudar Pedro a entender o mandamento de Jesus de perdoar setenta vezes sete (Mateus 18.22). Isto é, foi contada para ajudar-nos a lidar com a ira que surge naturalmente em nosso coração quando alguém nos ofende centenas de vezes. A solução, diz Jesus, é viver com plena consciência desta maravilhosa dádiva: fomos perdoados de uma dívida muito maior que todos os erros cometidos contra nós. Explicando melhor: devemos viver com plena consciência de que a ira de Deus contra nós foi eliminada, apesar de termos pecado contra ele muito mais que setenta vezes sete. Esse modo de viver produzirá um coração quebrantado, contrito, alegre e terno, que governará nossa ira. A única ira benéfica é a ira moldada por um coração humilde.

John Piper

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