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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

O sangue derramado na cruz era também o sangue de Maria?... A Bíblia Responde #112

Ouvi de uma pessoa o seguinte: Temos cromossomos 23 do pai e 23 da mãe. Jesus herdou os 46 cromossomos de Maria, portanto o sangue vertido na cruz também era o de Maria. Não concordei com a colocação e gostaria de refutar biblicamente, se possível.

Olá querida irmã, poderíamos facilmente refutar essa teoria sem nem mesmo precisarmos da bíblia para isso. Sinceramente, não compreendo onde essa pessoa queria chegar com isso, talvez quisera afirmar sobre a santidade de Maria, mas isso também não vem ao caso.

Possuir uma herança genética não significa dizer que o sangue que possuímos é também das pessoas das quais herdamos nossos genes. Por exemplo, eu possuo uma herança genética vinda dos meus pais, mas o sangue que corre em minhas veias é inteiramente meu, de maneira alguma o meu sangue pertence de alguma forma aos meus pais.

Outro erro da argumentação dessa pessoa foi que Jesus herdou os 46 cromossomos de Maria, isso seria uma impossibilidade biológica, uma pessoa não pode ser gerada apenas através do óvulo feminino ela precisa da semente masculina para que ocorra a fecundação.

A Bíblia nos diz em Mateus 1:18 e Lucas 1:35 que Jesus foi gerado pelo Espírito Santo, em um nascimento virginal. Possuindo em seu DNA uma semente 100% humana e 100% divina, o que na teologia chamamos de união hipostática. (Aprenda mais sobre esse assunto aqui: http://www.gotquestions.org/Portugues/uniao-hipostatica.html)

Portanto todo o sangue derramado na cruz do Calvário foi único e exclusivamente de Jesus Cristo.

Que Deus te abençoe.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Você Pergunta... A Bíblia Responde #15



SE A SALVAÇÃO, DEPENDE UNICAMENTE DE DEUS...PQ A MORTE DE CRUZ?

Encare a morte de cruz como um ato judicial de Deus para seu povo. O homem rejeitou a Deus, está em rebelião, culpado e condenado. Um homem não pode pagar a pena de condenação de outro homem pois toda a raça humana está condenada[1].

Apenas alguém que represente tanto Deus quanto a humanidade pode resolver essa equação, foi então que Deus enviou seu filho Unigênito, Jesus Cristo, totalmente homem e totalmente Deus, somente Ele pode representar Deus, pois Ele é Deus (Jo 4:26), e somente Ele pode representar a raça humana, pois é totalmente homem[2].

Dentro de sua humanidade Jesus não tinha um único delito sequer contra Deus, por isso, o seu sacrifício foi totalmente suficiente para aplacar a ira de Deus contra aqueles que o aceitam como Senhor e Salvador em suas vidas, e totalmente suficiente para pagar a nossa, impagável, dívida de pecado.

Deus olha para nós agora e vê a obra redentora de Jesus Cristo naquela cruz, é isso que nos garante livre acesso à Ele, e isso é o que nos garante o perdão divino.

Por conta disso a salvação foi uma obra inteiramente da graça divina de Deus, que interviu na história e concedeu perdão aos pecados da humanidade através da morte na cruz do seu Filho Unigênito, Jesus Cristo.

Obra redentora é o que significa a morte na cruz, o próprio Deus vindo para levar o pecado do homem cometido contra Si.


Leia mais sobre a obra de Cristo e a sua morte na cruz:



1 – Leia sobre a doutrina da depravação total aqui: http://www.editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=295


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

A maior de todas as tragédias


A dor da tragédia ocorrida em Santa Maria ainda persiste no coração de todos nós, mas existe um fato que devemos ter sempre em mente em momentos como esse; nenhuma tragédia, nenhum genocídio, catástrofe, acidente, morte ou qualquer evento, é mais grave do que a morte de Jesus Cristo o filho unigênito de Deus.

O Verbo que se fez carne, o Deus encarnado, foi morto, crucificado. A morte mais humilhante e dolorosa que alguém poderia sofrer.

Jesus Cristo, santo, justo e bom sofreu punição pelos meus e pelos seus pecados.

Lembrando que até mesmo nessa tragédia em Santa Maria, Deus era uma das vítimas, pois toda a ofensa, todo o ato de injustiça, toda ação corrupta, todo o descaso, enfim todos os fatos que culminaram nesse evento em primeira instância tudo isso é contra Deus. Deus é o mais ofendido sempre. Todo o pecado em primeiro lugar é contra Deus.

Para os familiares das vítimas isso deve servir como alento, pois Deus conhece esse sofrimento, e se nós estamos gritando por justiça, pode ter certeza que nada disso está passando desapercebido aos olhos Daquele que procede toda a justiça.

Para que tenhamos sempre em mente o tamanho do sofrimento de Cristo segue abaixo um relato do ponto de vista médico acerca da crucificação.



Entrevista do jornalista Lee Strobel com o médico ALEXANDER METHERELL à respeito da crucificação de Jesus, conforme relatada nos evangelhos.

Metherel possui um diploma de médico (pela Universidade de Miami, na Flórida) e de doutorado em engenharia (pela Universidade de Bristol, na Inglaterra). Ele é reconhecido como diagnosticador pelo American Board of Radiology e foi consultor do National Heart, Lung, e do Blood Institute dos National Institutes of Health de Bethesda, em Maryland.

Foi cientista pesquisador e professor na Universidade da Califórnia, é editor de cinco livros científicos e escreve para publicações que vão desde Aerospace Medicine até Scientific American. Seus estudos engenhosos das contrações musculares foram publicados em The Physiologist e Biophysics Journal.

O senhor poderia traçar um quadro do que aconteceu com Jesus?
Tudo começou logo depois da última ceia ele disse. Jesus foi com seus discípulos para o monte das Oliveiras, especificamente ao jardim de Getsêmani. Ali, você deve lembrar, ele orou a noite inteira. Nesse processo, ele estava antevendo os eventos que ocorreriam no dia seguinte. Como sabia quanto sofrimento teria de suportar, foi bastante natural que experimentasse muito estresse psicológico.

Os evangelhos nos contam que ele começou a suar sangue durante esse tempo. Diga-me, isso não é um mero produto da imaginação frutífera de alguém? Isso não põe em xeque a exatidão dos escritores dos evangelhos?
De jeito nenhum replicou. Essa é uma condição médica conhecida, chamada hematidrose. Não é comum, mas está ligada ao alto grau de estresse psicológico. O que acontece é que a ansiedade extrema ocasiona a liberação de produtos químicos que rompem os vasos capilares nas glândulas sudoríparas. Em conseqüência, essas glândulas sangram um pouco, e o suor brota misturado com sangue. Não estamos falando de muito sangue, só uma quantidade bem pequena.

Isso tem algum outro efeito sobre o corpo?
O efeito disso é que a pele fica muito frágil, de modo que, quando Jesus foi açoitado pelo soldado romano no dia seguinte, sua pele devia estar muito, muito sensível.

Diga-me, como foi esse açoitamento?
Os açoitamentos romanos eram famosos por serem terrivelmente brutais. O comum é que consistissem em 39 chicotadas, mas com freqüência esse número era ultrapassado, dependendo do humor do soldado que as aplicava. O soldado usava um chicote de tiras de couro trançadas, com bolinhas de metal amarradas. Quando o açoite atingia a carne, essas bolinhas causavam hematomas ou contusões profundas, que se abriam nas chicotadas seguintes. Havia também, presos ao açoite, pedaços afiados de ossos, que cortavam a carne profundamente. As costas ficavam tão maltratadas que às vezes os cortes profundos chegavam a deixar a espinha exposta. As chicotadas cobriam toda a extensão do dorso, desde a nuca até o traseiro e as pernas. Era terrível.

Um médico que estudou os castigos infligidos pelos romanos disse: "À medida que o açoitamento continuava, as lacerações atingiam os músculos inferiores que seguram o esqueleto, deixando penduradas tiras de carne ensangüentada". Um historiador do século I de nome Eusébio descreveu um açoitamento nestes termos: 'As veias do sofredor ficavam abertas, e os músculos, tendões e órgãos internos da vítima ficavam expostos". Sabemos que algumas pessoas morriam desse tipo de suplício antes de chegar a ser crucificadas. No mínimo, a vítima sofria dores terríveis e entrava em choque hipovolêmico.

O que quer dizer choque hipovolêmico?
Hipo significa "baixo", vol refere-se a "volume" e êmico significa "sangue"; portanto, choque hipovolêmico quer dizer que a pessoa está sofrendo os efeitos de perder grande quantidade de sangue explicou o médico. Isso ocasiona quatro coisas. Em primeiro lugar, o coração se esforça para bombear mais sangue, mas não tem de onde; em segundo lugar, a pressão sangüínea cai, causando desmaio ou colapso; em terceiro lugar, os rins param de produzir urina, para conservar o volume que sobrou; e em quarto lugar a pessoa fica com muita sede, pois o corpo pede por líquidos para repor o sangue que perdeu.

O senhor vê evidências nos evangelhos de que isso ocorreu?
Sim, certamente ele respondeu. Jesus estava em choque hipovolêmico quando se arrastou pela rua que subia para o lugar de execução no Calvário, carregando a viga horizontal da cruz. Ele acabou caindo, e o soldado romano ordenou a Simão que carregasse a cruz. Mais tarde lemos que Jesus disse: "Tenho sede", e uma esponja com vinagre foi estendida a ele. Por causa dos efeitos terríveis do açoitamento, não há dúvida de que Jesus já se encontrava em condição crítica mesmo antes de os pregos atravessarem suas mãos e pés.

O que aconteceu quando Jesus chegou no lugar da crucificação?
Ele deve ter sido deitado de costas, para que suas mãos pudessem ser pregadas em posição estendida na viga horizontal. Essa viga era chamada patibulum, até então separada da viga vertical, que estava fixada no chão de modo permanente.

Pregado com quê? perguntei. Pregado onde?
Os romanos usavam pregos grandes, com cerca de 15 centímetros, bem afiados. Com eles, atravessavam os pulsos Metherell disse, indicando uns dois dedos abaixo do seu pulso.

Eu pensava que os pregos haviam furado suas mãos. Isso é o que mostram todas as pinturas. Na verdade, essa se tornou uma maneira padrão de representar a crucificação.
Não, eles atravessavam os pulsos Metherell repetiu. Essa era uma posição firme que prendia a mão. Se os pregos furassem apenas a palma da mão, o peso do corpo a rasgaria e ele teria caído da cruz. Por isso perfuravam os pulsos, que eram considerados parte da mão, na linguagem da época. E é importante entender que o prego atravessava o lugar por onde passa o nervo central. Esse é o maior nervo que vai até a mão, e era esmagado pelo prego.

Que tipo de dor isso teria causado?
Deixe-me dizê-lo da seguinte maneira. Você conhece o tipo de dor que sente quando bate o cotovelo e leva um "choque"? Na verdade, você acertou um nervo, chamado ulna. A dor é muito grande quando você o acerta em cheio. Bem, imagine este nervo sendo apertado e esmagado por um alicate ele disse, enfatizando a palavra apertado enquanto girava na mão um alicate imaginário. A sensação seria semelhante à que Jesus experimentou.

A dor era totalmente insuportável Metherell continuou. Na verdade, ela está além da descrição por palavras. Foi necessário inventar uma nova palavra: dor excruciante. Essa palavra significa literalmente "da cruz". Veja só: foi necessário criar uma nova palavra, porque não havia nenhuma na língua que pudesse descrever a angústia terrível provocada pela crucificação. Depois de ter as mãos pregadas na viga transversal, Jesus foi erguido para que esta pudesse ser colocada sobre a viga vertical, e seus pés foram pregados nesta. Também os nervos dos pés foram esmagados, e a dor era semelhante à das mãos.

Nervos esmagados e cortados certamente causavam dor suficiente, mas eu precisava saber que efeito o fato de estar pendurado teria sobre Jesus.O que essa posição causa ao corpo?
Em primeiro lugar, os braços ficam imediatamente esticados, os ombros saem do lugar, as juntas se distendem 15 centímetros. Dá para calcular isso com equações matemáticas simples.

Isso cumpriu a profecia do Antigo Testamento, Salmos no salmo 22, que predisse a crucificação de Jesus séculos antes de ela ocorrer: "Todos os meus ossos estão desconjuntados".

Uma vez que a pessoa está pendurada em posição vertical esclareceu ele , a crucificação é, em essência, uma lenta agonia até a morte por asfixia. A razão para isso é que a tensão dos músculos e do diafragma deixa o peito na posição de inalar. Para exalar, a pessoa tem de firmar-se sobre os pés, para aliviar por um pouco a tensão dos músculos. Ao fazer isso, o prego rasga o pé, até se prender contra os ossos do tarso. Depois de conseguir exalar, a pessoa pode relaxar e inalar novamente. Depois tem de empurrar-se novamente para cima, para exalar, esfregando suas costas esfoladas contra a madeira áspera da cruz. Isso se repete até que a exaustão total toma conta, e a pessoa não consegue mais se erguer para respirar. Ao diminuir a respiração, ela entra no que é chamado acidose respiratória: o dióxido de carbono no sangue é dissolvido em ácido carbônico, fazendo a acidez do sangue aumentar. Isso faz o coração bater de modo irregular. Quando seu coração começou a bater irregularmente, Jesus deve ter entendido que estava chegando a hora da morte, e disse: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito". Depois morreu de ataque cardíaco.

Um pouco antes de morrer, e isso também é importante, o choque hipovolêmico deve ter feito o coração bater rapidamente por algum tempo, o que teria contribuído para fazê-lo falhar, resultando no acúmulo de líquido na membrana em torno do coração, chamado efusão pericardial, bem como em torno dos pulmões, chamado efusão pleural.

Por que isso é importante?
Por causa do que aconteceu quando o soldado romano se aproximou e, tendo quase certeza de que Jesus estava morto, confirmou a morte enfiando uma lança em seu lado. Provavelmente foi o lado direito; não temos certeza, mas pela descrição deve ter sido, entre as costelas. Ao que parece, a lança atravessou o pulmão direito e o coração, e, quando foi tirada, saiu um líquido a efusão que mencionei. Esse líquido tem aparência transparente, como água, e é seguido de um grande volume de sangue, como João, testemunha ocular, descreveu em seu evangelho.

João provavelmente não fazia nenhuma idéia da razão por que vira sangue e esse líquido transparente fluir. Certamente não era o que uma pessoa sem formação como ele poderia esperar. Mas sua descrição é coerente com o que a medicina moderna esperaria que acontecesse. A princípio, isso parecia dar credibilidade a João como testemunha ocular.

Espere um minuto, doutor protestei. Lendo com atenção o que João disse, vemos que ele viu sair "sangue e água": ele pôs as palavras intencionalmente nessa ordem. Porém, segundo o que o senhor disse, o líquido transparente teria saído primeiro. Portanto, temos uma discrepância importante aqui.
Metherell sorriu levemente.
Não sou um estudioso do grego ele respondeu , porém, de acordo com pessoas que são, a ordem das palavras no grego antigo não era determinada necessariamente pela seqüência dos fatos, mas por sua importância. Isso quer dizer que, como houve bem mais sangue do que água, para João faria sentido mencionar o sangue primeiro.

A essa altura, qual deveria ser a condição de Jesus?

Não havia absolutamente dúvida de que Jesus estava morto.

O evangelho diz que os soldados quebraram as pernas dos dois criminosos que foram crucificados com Jesus eu disse. Por que eles teriam feito isso?
Se quisessem apressar a morte, e, com o sábado e a Páscoa se aproximando, os líderes judeus com certeza queriam acabar com tudo antes do pôr-do-sol os romanos usariam o cabo de aço de uma lança romana curta para partir os ossos inferiores das pernas das vítimas. Isso as impediria de empurrar-se para cima com as pernas para respirar, e a morte por asfixia ocorreria em questão de minutos. É claro, o Novo Testamento nos diz que as pernas de Jesus não foram quebradas, porque os soldados já tinham verificado que ele estava morto e apenas usaram a lança para confirmá-lo. Isso cumpriu outra profecia do Antigo Testamento sobre o Messias, de que seus ossos não seriam quebrados.

Era um tempo de conhecimentos médicos e anatômicos muito rudimentares; como podemos estar certos de que eles não se enganaram ao declarar que Jesus não vivia mais?
Posso lhe garantir que esses soldados não freqüentaram uma faculdade de medicina. Mas lembre-se de que eles eram especialistas em matar pessoas esse era o trabalho deles, e o faziam muito bem. Eles sabiam sem sombra de dúvida quando alguém estava morto, e isso de fato não é tão difícil de determinar.
Além disso, se de algum modo um prisioneiro escapasse, o soldado responsável era morto no lugar dele, o que lhe servia de grande incentivo para certificar-se com segurança de que cada vítima estava morta antes de ser retirada da cruz.

Existe alguma mínima possibilidade, uma mínima possibilidade, de Jesus ter sobrevivido a isso?
Metherell balançou a cabeça e apontou o dedo para mim enfaticamente.
De jeito nenhum ele disse. Lembre que ele já estava em choque hipovolêmico da grande perda de sangue mesmo antes de a crucificação começar. Ele não poderia ter fraudado a morte, porque você não pode representar que não está respirando por muito tempo. Além disso, a lança enfiada em seu coração teria resolvido a questão de uma vez por todas. Os romanos também não estavam a fim de arriscar a própria vida deixando Jesus sair vivo dali.

Então arrematei quando alguém lhe diz que o que aconteceu com Jesus não passou de um desmaio na cruz …
Eu lhe digo que isso é impossível. É uma teoria fantasiosa sem nenhuma base factual possível.

Eu ainda não estava pronto para encerrar a questão. Correndo o risco de deixar frustrado o doutor, disse:
Vamos especular que o impossível tenha acontecido e que Jesus de algum jeito conseguiu sobreviver à crucificação. Digamos que ele conseguiu livrar-se dos panos em que estava enrolado, empurrar a grande pedra que foi colocada na entrada do seu túmulo e passar pelos soldados romanos que montavam guarda. Do ponto de vista médico, em que condição ele estaria quando foi encontrar seus discípulos?
Repito enfatizou que não há nenhuma possibilidade de ele ter sobrevivido à cruz. Mas, se tivesse, como poderia andar se seus pés foram perfurados daquele jeito? Como poderia aparecer na estrada para Emaús, pouco depois, e andar uma longa distância? Como poderia usar seus braços depois que eles foram distendidos e deslocados nas juntas? Lembre-se de que ele também tinha grandes ferimentos nas costas e o peito furado pela lança.

As conclusões de Metherell concordavam com as descobertas de outros físicos que estudaram o caso a fundo. Entre eles está o Dr. William D. Edwards, cujo artigo, de 1986, no Journal of the American Medical Association concluiu: "Claramente, o peso das evidências históricas e médicas indica que Jesus estava morto antes que fosse feito o ferimento em seu lado [...]. Por essa razão, inferências baseadas na pressuposição de que Jesus não morreu na cruz estão em conflito com o conhecimento médico moderno".


Definitivamente a maior de todas as tragédias.

Em Cristo.

Fernando Di Domenico

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

A Obra de Cristo foi insatisfatória?


"... o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos."Cremos que há um valor infinito na expiação de Cristo. Cremos que, por causa da morte de Cristo, há um convite genuíno a todos os homens: "Crê no Senhor Jesus, e serás salvo, tu e tua casa" (Atos 16:31). Contudo, devemos crer também que Cristo morreu apenas por aqueles que Deus escolheu, Seu povo eleito. Como seria possível que Cristo fizesse a expiação dos pecados daqueles que nunca creram nEle e que vão para o inferno? Não adianta dizer: "Mas eles não aceitariam a expiação." Pergunto: "A expiação foi satisfatoriamente feita para eles, ou não?" Certamente acontecerá que todos aqueles pelos quais Cristo fez a expiação de fato serão salvos. Ou então a obra de Cristo foi insatisfatória, até que um homem, crendo, lhe dê valor. Isso é inconcebível.

Todo homem que crê em Cristo será salvo. Cristo, pela Sua morte, fez a expiação total por aqueles que crêem. Deus seria injusto se castigasse os crentes quando Ele já castigou Seu próprio Filho pelos pecados de Seu povo. Esta segurança contra o castigo é como uma rocha sobre a qual os cristãos podem se sustentar. É um lugar de repouso seguro para todos aqueles que crêem em Cristo.

Se vocês não crêem em Cristo, devem suportar o castigo por seus próprios pecados. O sangue de Cristo não fez a expiação deles. Vocês rejeitaram o convite de Cristo e perecerão, porque transgrediram a lei de Deus e recusaram-se a ser salvos pela cruz de Cristo.

Vamos agora aplicar aos nossos corações a verdade que estivemos expondo.

Quero fazer-lhes uma pergunta. O Senhor Jesus carregou seus pecados? Vocês podem verdadeiramente afirmar, usando estas palavras: "Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho..."? Vocês sentem em seus corações que pecaram e desviaram-se do caminho? Se vocês têm uma percepção pessoal do pecado dessa forma, então minha pergunta está respondida. O Senhor fez cair sua iniqüidade sobre Cristo. Deus fez cair sobre Cristo o pecado de todos aqueles que confessam seu pecado e confiam apenas em Cristo para a salvação.

Mas se vocês não confiarem em Cristo, não posso dizer-lhes que o Senhor arrancou seu pecado e o fez cair sobre Cristo. Se vocês morrerem nessa atitude de incredulidade, serão condenados no dia do juízo. Deixem-me perguntar: vocês pretendem carregar sozinhos o seu pecado? Jesus sofreu muito quando carregou os pecados de Seu povo. O que vocês terão que sofrer se sozinhos suportarem a ira de Deus contra seu pecado? Vocês saberão então que "Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo" (Heb. 10:31). Os homens se enraivecem quando lhes falamos sobre este ensinamento do castigo eterno. Devemos dizer-lhes que esse é o ensinamento da Palavra de Deus. Sua pergunta deveria ser: "Como posso evitar o castigo?" Pensem em como Cristo era perfeito. Como podem achar que algo de bom em vocês é capaz de fazer a expiação do pecado?

Pensem no que Cristo teve que suportar a fim de fazer a expiação do pecado. Como vocês podem achar que algo que venham a fazer é capaz de efetuar a expiação de seu pecado? Se vocês não escolherem ser salvos pelo modo de Deus, não poderão absolutamente ser salvos. Não há nenhum outro caminho de salvação. Deixem-me recomendar este caminho a vocês. Confiar em Cristo, sabendo que Ele tomou meus pecados e suportou a punição por eles em meu lugar, faz com que eu me sinta muito exultante. Estou lhes falando a partir de minha própria experiência. Sei que estou salvo porque Cristo derramou Seu sangue por mim. Estou pronto para morrer e me erguer corajosamente no dia da ressurreição, porque Cristo é minha justiça e Deus não me condenará. Rogo-lhes que venham a Cristo a fim de que possam sentir a mesma confiança.

Charles H Spurgeon

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Vitoriosa Obra da Cruz

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Se Cristo morreu pelo mundo inteiro, logo nenhum poderia se perder, porque a obra da cruz foi, é, e sempre será perfeita, e se ela sendo por todos, não foi suficiente, ou as escrituras mentem, ou então entendemos distorcidamente. Sem duvidas que Cristo morreu para substituir pecadores, ele foi a expiação pelos pecados e a propiciaçao pela justiça divina. Quando João fala todo mundo, ele se refere a todo tipo de pessoas, e não a todas. De igual forma que podemos em uma sala dizer que estamos “todos” ali, mas não seriam todos que existem!

Preço esse que nunca conseguiríamos pagar, por isso, Deus enviou Seu Filho unigênito, por todo que nele crê (Jo 3:16), porem tenhamos claro, que não foi por todos e sim por aqueles que de antemão o pai predestinou (Rom8:29-30), e a esses justificou, se Cristo tivesse morrido por todos, muitos seriam condenados duas vezes, uma no Calvário e a outra pelo não crer, longe de mim tal blasfêmia, porque a morte substitutiva por pecadores, foi final e completa e se ela não é particular aos eleitos, o sangue precioso de Cristo foi derramado em vão?

De maneira banal, o sangue, a divida foi paga, e agora o pecador injusto pode escolher se quer ou não usa-lo em seu favor? Que fique bem claro que este ensino, agride e ofende a preciosa obra redentora da cruz, redentora porque éramos servos do Diabo, algemados, inclinados a todo tipo de podridão, de nossa vontade pecadora, e Cristo nos resgata desse poder maligno e liberta-nos das garras de Satanás, (Cl1:13) fique claro que a obra vicária nunca pagou preço algum a Satanás, antes nos permitiu a adoção como filhos, nos quais Deus elegeu antes da fundação do mundo. (Ef 1:4)

Se a obra de Cristo é substitutiva, logo ela resgatou os que foram predestinados a crerem. Que grande humilhação, saber que não depende de nos a tão grande salvação, que ultraje e ofensa à soberba a obra da carne em nossas vidas, acaso Deus abriria mão de Sua Gloria? Colocando essas decisões a mero cargo humano?

A única coisa que podemos ansiar é pelo crer e se arrepender, esta é a parte que nos cabe, e poder se alegrar que Deus escolha pecadores para serem justificados com a obra substitutiva, não como exemplo, mas sim como propiciaçao.

Obrigado pelo Evangelho Senhor!

Guinho

domingo, 22 de abril de 2012

Satanás fez o mal cometer suicídio na cruz

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sábado, 3 de março de 2012

Levando a nossa cruz

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Mt 16:24 Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me.

Uma pergunta me ocorre quando leio essa passagem, você se considera um discípulo de Jesus? E ama Ele com toda suas forças? Se a reposta for sim, vejamos se você se enquadra ou pelo menos tem buscado se enquadrar diariamente nestes moldes:

-Amo Cristo e sofro com Ele, quando ajudo as pessoas mesmo que isso interfira nas minhas tarefas, negando-me .

-Levo a minha cruz quando entendo que estou de passagem e por isso, todas as oportunidades de servir aos outros é uma forma de levar adiante a Cristo.

-Levo minha cruz , quando meus desejos carnais em relação ao meu sossego e descanso são substituídos por tempo de intimidade , em oração e leitura da palavra.

-Levo minha cruz quando o meu sofrimento se transforma em prazer em Cristo e que muitas coisas que não alegra o meu corpo fortalece meu espírito.

-Levo a minha cruz quando sei que meu percurso nessa vida é uma jornada pela santidade e pelo amor aos outros.

-Que com o mesmo afinco que lutamos e temos pelas coisas que vemos e almejamos, não seja sombra daquela que não vemos mas esperamos, vida eterna na cidade celestial.

-Nem todos que se dizem cristãos o são verdadeiramente, é preciso compreender que da mesma maneira como Cristo deu sua vida por nós, devemos viver para Ele.

-Levamos nossa cruz quando desejamos que as pessoas conheçam a “verdade” que liberta e não a mentira que consola.

-Quando entendo que o tempo disponibilizado pelo Senhor, é uma oportunidade que não volta mais de conversar com as pessoas e influenciá-las com nossas vidas.

-Definitivamente levo essa cruz, com amor e não a nego por nada, nem mesmo pelo perigo da morte, nem pela cultura, política, sociedade, porque sei que:

Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé no filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. Gálatas 2:20.

Glorias a Deus.

Guinho

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Loucura da cruz

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1 Co 1-18 Certamente a palavra da cruz, é loucura para os que se perdem, mas para nós que somos salvos poder de Deus.

Existem dois tipos de pessoas, os que se perdem e os que se salvam, escolhidos e não escolhidos.tudo se resume que no final das contas sempre será somente um desses dois caminhos diante de Deus.

Tudo isso é um escândalo aos perdidos, loucura quer dizer insanidade, então aos que se perdem, quer dizer que as pessoas que amam a mensagem da cruz, são insanas, tem problemas mentais, não podem ter raciocínio normal, vivem em um conto de fadas, tem comportamento de criança, acreditando em fabulas, é relacionado com algo que a mente humana não pode compreender.

Tudo isso é verdade, tanto quanto ao comportamento de criança, como a de ser loucos por amar a mensagem da cruz.(lc18:15-17) As crianças eram trazidas, e Jesus alem de ama-las advertiu que devemos ser como crianças se quisermos alcançar o Reino de Deus, as crianças não tem vergonha, as crianças não tem dificuldade de acreditar, as crianças se entregam verdadeiramente pelo que acreditam, por isso devemos ser iguais a elas.

Somente aqueles que são salvos acreditam e vivem de acordo com o evangelho(2 Co4.3-4)Os incrédulos não acreditam e nem fazem questão de acreditar. Suas escolhas antecedem sua conduta, preferem o prazer do pecado,(Gl 5:19-20), acreditam que Deus, esta sempre a sua disposição como devedor.O homem natural não consegue entender as coisas de Deus ,porque ele é Espirito e somente assim poderemos adorá-lo. (Jo4:23). Os perdidos não perdoam verdadeiramente, eles não se arrependem, porque sequer acham que estão pecando, sua própria glória é o que os move, os incentiva, seu umbigo é a direção mais desejada por eles.

Os salvos tem novo nascimento, as coisas velhas, como as praticas do pecado ficam cada vez mais distantes, a palavra de Deus é poder para eles, eles não se contentam em simplesmente permancer como crianças para sempre, eles anseiam, desejam, sentem necessidade de mais de Deus, passam do estágio de crianças para adultos, onde precisam de alimento sólido,

Os escolhidos entendem de que nada do que fizerem poderá ser passível de aceitação para salvação diante de Deus, eles entendem que a obra da cruz é, e foi suficiente, eles não pensam que suas obras os tornem pessoas mais dignas, mas sim de que se são discípulos, devem ser o mais parecidos com o mestre(1Jo2-6).

Os salvos sentem prazer de estar na presença de Deus, não trocam sua presença por coisas supérfulas e secundarias, que tanto temos a disposição no mundo. Os salvos procuram não julgar os outros, e quando o fazem, entendem que é errado e se arrependem verdadeiramente, os escolhidos sentem prazer da presença de Deus, e procuram se alimentar cada vez mais de sua palavra e tem a oração como uma fonte interminável de poder conversar com o Pai, através do Filho (Jo 14-13).

Os escolhidos sabem que a idolatria é tudo que tira o lugar de Deus, do primeiro lugar de nossas vidas e não somente imagens de escultura.Ele sabe que o viver é Cristo e o morrer é lucro, então ele não tem grandes dificuldades em sacrificar seus próprios desejos, ele tem sabedoria na aflição porque sabe que é temporário e por mais estreito e duro que possa parecer o caminho ele se alegra de estar nele,sabe porque?

Porque o escolhido tem a mente de Cristo. 
 
A Cristo seja todo louvor!

Guinho

sábado, 26 de novembro de 2011

Dois Cálices - Venenos diferentes - John Stott

A agonia no Getsêmani


[Jesus] começou a ficar aflito e angustiado. E lhes disse:
"A minha alma está profundamente triste, numa tristeza mortal".
MARCOS 14.33-34

A agonia de Jesus no jardim do Getsêmani é um exemplo vívido do paradoxo de sua pessoa. Por um lado, observamos sua sede por companhia e pelo apoio dos amigos em oração, bem como pelo reconhecimento de que a sua vontade poderia ser distinta da de seu Pai ("todavia não se faça a minha vontade, mas a tua" [Lc 22.42, ARA]). Por outro, mesmo em meio à dor, ele dirigiu-se a Deus na intimidade única da expressão "Abba, Pai" (Mc 14.36).

Mas qual era a sua angústia? As palavras gregas merecem ser mais vividamente traduzidas do que o foram na NVI. A ARC diz: "Começou a ter pavor, e a angustiar-se. E disse-lhes: A minha alma está profundamente triste até a morte" (v. 33-34). E apenas Lucas acrescenta, com seu interesse de médico, que "o seu suor era como gotas de sangue que caíam no chão" (Lc 22.44). Jesus se referiu à provação que se aproximava como um "cálice" diante do qual tremia de pavor. Seria esse cálice simplesmente a morte?

Sócrates morreu em uma cela de prisão com uma disposição de ânimo totalmente diferente. Ele bebeu seu cálice de cicuta, escreveu Platão, "sem tremer... alegre e silenciosamente". Teria Sócrates sido mais corajoso que Jesus? Não, todas as evidências são contrárias a essa possibilidade. A coragem física e moral de Jesus não vacilou por um só momento. Nesse caso, os cálices de Sócrates e de Jesus deviam conter diferentes venenos. O cálice que Jesus desejou ardentemente evitar não foi nem a dor física da crucificação nem a angústia mental da deserção por parte de seus amigos, mas o horror espiritual de carregar sobre si os pecados do mundo. No Antigo Testamento, o cálice era um símbolo da ira de Deus. Por exemplo, Isaías descreveu Jerusalém depois de sua destruição como tendo bebido "da mão do Senhor o cálice da ira dele" (Is 51.17).

Da agonia no jardim, Jesus se levantou com a determinação resoluta de ir para a cruz. Embora João não registre o episódio do Getsêmani, ele menciona uma fala de Jesus que os outros evangelistas não narram: "Acaso não haverei de beber o cálice que o Pai me deu?" (Jo 18.11).


Fonte: [Josemar Bessa]

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Os ladrões

http://multiply.com/mu/genivalalves/image/ZyoMAgqOkU6UtutIGucKoQ/photos/1M/300x300/163/crucificado.jpg?et=ZjyD2CubguWLlJph1extFw&nmid=0

Lucas 23:39-43 E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós. Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação? E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez. E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso. 
 
Existiam dois ladrões sendo crucificados com Jesus, duas pessoas diferentes e que tiveram destinos eternos diferentes. Por esse pequeno trecho do evangelho de Lucas podemos identificar características dos dois ladrões que podem justificar o porque que um foi salvo e o outro não, e a partir disto tentar identificar para nossas vidas como podemos encontrar a salvação.

Vejamos primeiro o que não foi salvo:

Ele blasfemava contra Jesus. Estava pecando diretamente contra Cristo.
Ele estava mais uma vez pecando, nesse momento diretamente contra Cristo, e não havia nenhum arrependimento.
Uma vida de pecados estava recebendo o seu salário, a morte.

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor. Romanos 6:3

E disse ele: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós.
Ele buscava algo terreno, salvação daquela dor, do momento de impotência que eles estavam vivendo, a eternidade não era uma preocupação para ele.
As preocupações dele eram apenas para a vida aqui na terra. Tudo o que ele queria era simplesmente não morrer, mas não pela consequência eterna. Ele queria continuar vivo.

Quantas pessoas hoje ainda buscam Jesus apenas por motivos terrenos, como conseguir um novo emprego, conseguir uma esposa ou um marido, sair das dívidas, se curar de alguma doença, sair do vício e tantos outros que de várias maneiras nos lembram do pedido desse ladrão, que queria apenas um alívio momentâneo.

Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. 1 João 2:15

Não podemos cometer esse mesmo erro de amar esse mundo mais do que amamos as coisas eternas, temos que ter esse desprendimento para almejar apenas as coisas do Reino de Deus. Não existe nada mais importante nessa vida do que a salvação. Esse deve ser o nosso foco a salvação, as coisas eternas, a nossa santificação.

Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; Colossenses 3:1-2

Ele não acreditava verdadeiramente em Cristo. Era uma pessoa incrédula.
A incredulidade inevitavelmente nos leva para a morte eterna.

Vejamos agora o ladrão que foi salvo:
Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação?
E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez.
E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino.
E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.

Ele tinha temor do Senhor
Jeremias 32:39-40 E lhes darei um só coração, e um só caminho, para que me temam para sempre, para seu bem e o bem de seus filhos, depois deles; e farei com eles um pacto eterno de não me desviar de fazer-lhes o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim.

Temor de Deus não é medo é reverência, respeito, é honrá-lo e reconhecer a sua glória. Medo passa com o tempo o respeito por Deus não se perde nunca. O temor é indispensável na vida de um cristão.

Ele teve humildade
Ele teve humildade em admitir que ele merecia a crucificação mas Jesus não tinha feito nada para ser morto.

A humildade é uma das principais características de um Cristão verdadeiro.
Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, Efésios 4:2

Temos que ter humildade para reconhecer nossos erros, para receber muitas vezes a crítica por parte de algum irmão, reconhecer quando estamos errados em relação a palavra de Deus, quando interpretamos da forma errada alguma passagem.

Se queremos ser discipulados, se queremos realmente aprender mais de Jesus e da sua palavra, é indispensável a humilde durante toda a nossa caminhada cristã.

Ele se arrependeu verdadeiramente
O arrependimento é prática diária na vida cristã, todo pecado é passível de perdão da parte de Deus desde que aja arrependimento genuíno.

Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento. Lucas 15:7

E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino.

O ladrão clamou a Jesus, ele orou
Ele orou sinceramente pra Jesus, conversou com Jesus, ele pediu para que o Senhor lembrasse dele quando Jesus entrasse no seu reino.

Assim tem que ser nossas orações, nosso clamor tem que ser sempre como se fosse o último, assim como era pra ele a última oportunidade da vida dele. E Jesus aceitou e recebeu a oração dele, pois foi sincera e foi precedida pelo arrependimento genuíno.

E ainda, a parte mais importante: ele conseguiu discernir a graça, coisa que muitos lutam e demoram pra perceber. Ele percebeu que nada que ele fizesse poderia salvá-lo a não ser a misericórdia de Deus.

O resultado disso tudo: é que há mais um ladrão no céu, mais um pecador no paraíso, mais um perdido que foi achado.

A graça é pra nós pecadores e não para os justos, é obvio que não existe um justo sequer conforme a própria bíblia nos afirma, mas se você acha que é uma boa pessoa que você não é um pecador, então quero te dizer que Jesus não morreu por você. Jesus morreu pelo ímpio.

Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça. Romanos 4:5

Jesus justifica o ímpio, o que se acha justo não precisa ser justificado, afinal, ele é justo, ao menos aos seus olhos. Portanto que nós tenhamos sempre a consciência de que somos pecadores, somos ímpios, pois é o ímpio que recebe a graça. Ninguém é salvo por seu uma boa pessoa, somos salvos porque Deus é bom.

Mas como Deus salva o ladrão, o assassino? Porque ele justifica o ímpio, não importa o tipo do pecado, perante Deus somos todos iguais, somos todos pecadores e todos necessitamos da graça de Deus. Somente aquele que se acha justo, que não encontra pecados em si mesmo, que acha que não necessita do perdão de Deus, somente esse não precisa da justificação. E esse vai aguardar o julgamento de Deus, e será julgado pelas leis de Deus, pois a lei serve para mostrar que ninguém é bom o bastante diante do nosso Deus Santo.

Ladrão que não foi salvo
Ladrão que foi salvo
Pecador - continuava pecando - blasfêmia
Pecador arrependido
Preocupações terrenas
Estava preocupado com a eternidade
Incrédulo
Acreditava que Jesus era filho de Deus
Não tinha temor de Deus
Tinha temor do Senhor
Não era humilde
Era humilde em reconhecer os seus crimes

Clamou a Jesus

Encontrou a graça

Um dos ladrões permaneceu impenitente na presença da cruz de Cristo, insultando o Salvador, sem ouvir a repreensão e os apelos do companheiro que também ia morrer. O outro é tocado e tem o coração quebrantado, repreendendo o companheiro, reconhecendo-se culpado, declarando a inocência de Cristo e suplicando para que o Senhor se lembrasse dele após a morte.

Em nossa resposta à pregação da cruz de Cristo hoje, podemos ou ficar petrificados por aquela terrível cena da crucificação de Jesus, assim como um dos ladrões, ou ser tocados como o outro.

O que vamos escolher?

Que Deus nos ajude a escolher o caminho do arrependimento genuíno e que todos possamos, como o ladrão que foi salvo, encontrar a Graça através de Cristo.

Somente a graça nos basta.

Fernando.