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segunda-feira, 4 de abril de 2016
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Existe crente carnal?
A existência do crente carnal a luz de 1 Co 3.1-4.
Como sabemos, a grande maioria das heresias e erros doutrinários afirmam serem baseados nas próprias Escrituras, mas que quando analisado mais profundamente de fato possuem distorções do Ensino Bíblico como um todo. A doutrina em que ensina a possibilidade de que o crente tenha recebido a Cristo como Seu Salvador, mas que ainda não o reconhece como Seu Senhor, é amplamente aceita em meios evangélicos, justamente pela má interpretação, deste principal texto de 1 Co 3.1-4, porque quando confrontados pela plenitude das Escrituras, encontramos somente duas categorias de homens, regenerados e não regenerados (Rm 8.1-9) convertidos e não convertidos.
Para podermos entender melhor é importante entendermos o contexto e propósitos da carta de Paulo aos Coríntios.
Contexto histórico e cultural.
O apóstolo Paulo escreveu a carta aos Coríntios, (1 Co 1:1-3) na década de 50 d.c, provavelmente na metade do ano de 55 d.c. A cidade de Corinto era a capital comercial da Grécia. era uma cidade muito importante e influente não só para a maior parte da Grécia, mas para muitas áreas do Mediterrâneo, através de seus portos de Cencreia na parte oriental e o de Lequeu na parte ocidental, porque era uma passagem praticamente obrigatória para os comerciantes que vinham ou iam da Espanha, Ásia Menor, Itália, Sicília, Síria, Fenícia, Egito que geralmente faziam a transferência de suas cargas para navios maiores nos oito quilômetros do istmo ou rebocavam as embarcações menores da terra para o mar sobre oito quilômetros de trilhos [1].
Sendo assim, Corinto era conhecida por sua riqueza, opulência e prosperidade em vista do comércio destes portos, esta cidade se achava tão dominada pelos vícios com as quais as cidades comerciais são infestadas, ou seja, a luxúria, a arrogância a vaidade os prazeres, a cobiça insaciável e o egoismo desfreado. Também existiam as práticas de prostitutas cultuais que em nome de Afrodite ministravam diariamente no templo depravações raramente encontradas em outros santuários gregos, a ponto de que “Viver como um coríntio”, se tornou sinônimo de vida dissoluta e libertinagem.
Objetivos da carta de Paulo.
Foi neste local que Paulo se dirigiu em 51 d.c, onde fundou uma Igreja e posteriormente escreveu uma carta que tinha como objetivo corrigir os problemas que estavam ocorrendo naquela Igreja, vícios que entraram juntamente na Igreja, fazendo com que a disciplina bíblica ficasse deteriorada, algumas destas notícias Paulo recebeu através da casa de Cloe (1 Co 1:11), entre os assuntos tratados na carta estavam as divisões dentro da Igreja que não estavam preservando a unidade, também problemas quanto a imoralidade, liberdade cristã, casamento, desordem no culto público e até mesmo um inicio de apostasia na sã doutrina, com relação a um dos fundamentos da fé, referente a ressurreição dos mortos, fortemente marcados pela exortação de Paulo do uso da sabedoria humana ao invés da de Deus.
Tendo agora entendido melhor todas as questões da situação que estava ocorrendo na Igreja de Corinto, podemos nos ater de maneira mais específica no texto em questão, é possível pela afirmação do texto de 1 Co 3:1-4, classificar uma doutrina de crentes carnais, que receberam a Cristo como Salvador apenas?
Refutações a doutrina do crente carnal
Por vezes, o entendimento distorcido deste contexto geral, traz erros danosos aos dias de hoje, e um dos casos é relacionado com a ideia de uma terceira categoria de crentes, chamados crentes carnais.
A possível doutrina do crente carnal faz um uso equivocado, tanto de uma interpretação errada, quanto da aplicação errada de 1 Co 3: 1-4:
“Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, e, sim, como a carnais, como a crianças em Cristo...não é evidente que andais segundo os homens?
È importante novamente relembrar que esta carta aos Coríntios não é primariamente uma carta doutrinaria. Tal como toda a Escritura ela contém doutrina, mas não foi escrita (como a carta aos Romanos) para lançar alicerces doutrinários. A preocupação de Paulo era tratar de problemas práticos em uma Igreja nova, neste mesmo capítulo 3 Paulo vai dar continuidade falando o motivo porque ele os esta considerando carnais (v3), eles estavam com problemas quanto a divisões partidárias, (v4), mas de fato, esquecendo os preceitos elementares de Cristo, agindo assim de maneira equivocada e se parecendo com aqueles que nem conheciam a Cristo.
Isso é totalmente diferente de se fazer uma categoria nova de crentes que possa ser intitulada de carnais, por receberem a Cristo como Salvador, mas não como Senhor.
No capítulo 2,versos 1 e 2 Paulo cita o exemplo de sua própria pregação, baseada não em sabedoria humana, mas no poder de Deus, o Evangelho de Cristo, “...fui ter convosco anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem ou sabedoria...”, agora no capítulo 3 Paulo vai fazer a aplicação sobre o que falou no capítulo 2, “...não vos pude falar como a espirituais...”(1 Co 3:1-4).
A lamentação de Paulo referente ao esquecimento do ensino da glória de Deus, desta forma gerando partidarismo e divisão, uns dizendo “sou de Paulo”e outros “ sou de Apolo” (1 Co 3:4). Sendo assim, este texto faz menção ao problema dos corintios estarem disputando, fazendo grupos para seguirem, agindo com ciumes e contendas, desta forma sendo carnais, esquecendo que os alicerces de sua fé deveriam estar somente em Cristo. (1 Co 3:3).
Existe a possibilidade de receber a Cristo como Salvador e não como Senhor?
Esta talvez seja uma entre pelo menos 9 danos desta doutrina em nossos dias [2]. È importante lembrar que quando os apóstolos pregavam, proclamavam a Cristo como Senhor.
Interessantemente este é o versículo citado na placa da Igreja onde congrego que reforça ainda mais a impossibilidade de receber a Cristo como Salvador e não como Senhor:
“Porque nós não pregamos a nós mesmos, mas a Jesus Cristo, o Senhor” (2 Co 4.5). Outro fato importante a ser levado em consideração é que a palavra Salvador ocorre apenas duas vezes em Atos dos Apóstolos (5.31 e 13.23), por outro lado o título Senhor é mencionado 92 vezes, Senhor Jesus, 13 vezes e Senhor Jesus Cristo 6 vezes no mesmo livro, o Evangelho é:
“Crê no Senhor Jesus, e serás salvo, tu e tua casa. (At 16,31)”.
“Esteja absolutamente certa, pois, toda casa de Israel de que a este Jesus que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo (At 2.36) e ainda: “Cristo morreu e ressurgiu para ser Senhor, tanto de mortos como de vivos (Rom 14,9)”.
É impossível receber a Cristo como Salvador se Ele também não for seu Senhor.
As dificuldades na vida cristã.
Com isso, não estamos afirmando que não existem dificuldades na vida do crente, tão pouco que não exista pecado na vida do crente, ou então que não existam estágios de crescimento espiritual, sabemos que em certo sentido todo crente é carnal “...a carne milita contra o Espirito (Gl 5:17)”.
Todavia, isso não quer dizer que existam três categorias de pessoas, o próprio Paulo quando trata de categorias só conhece duas, ele divide os homens em “naturais” e “espirituais” (1 Co 2:14-15). Certamente aqueles cristãos de Corinto eram imperfeitamente santificados, como, sem dúvida, são todos os crentes em maior e menor grau. Mas Paulo não estava dizendo que eles eram caracterizados pela carnalidade em todas áreas de suas vidas, Paulo estava reprovando um fruto específico da carnalidade, em um certo aspecto e não expondo uma doutrina geral da carnalidade [3].
È impossível usar este texto para dividir as pessoas em três categorias: Não convertidos, crentes carnais e crentes espirituais, e é impossível ter a Jesus como Salvador e não como Salvador.
Conclusão
Tendo esclarecido esta questão errada, podemos ver que esta doutrina do crente carnal, que considera Cristo como Salvador mas não como Senhor, não pode ser sustentada com a interpretação equivocada de 1 Co 3. Um dos principais problemas em relação a esta posição se dá relacionado a abrigar no seio da Igreja pessoas que de fato nunca foram regeneradas pelo Espírito Santo, crentes nominais.
Esta doutrina leva ao sério risco de não ver a necessidade do chamado ao arrependimento e confissão de pecados, é necessário deixar bastante claro que nem todo que chama Senhor, Senhor entrará no Reino dos céus (Mt 7.21). Que possamos exortar e chamar estes que podem se alicerçar nesta má compreensão sobre carnalidade, para viver uma vida reta diante de Deus, porque o reconhecimento dEle como Senhor é parte integral e necessária da conversão.
Termino com esta citação de A.A Hodge que escreveu: Você não pode receber a Cristo para justificação a não ser que o receba para santificação, a separação da justificação e da santificação é tão impossível de separar, quanto a circulação do sangue da inalação do ar, apesar de serem duas coisas diferentes você não pode ter uma e não ter a outra. Por igual modo a justificação e a santificação, elas se combinam e constituem uma única uma vida.
Em Cristo Senhor
Guinho
Notas
1- O Plano da Promessa de Deus-Walter C.Kaiser Jr. Pág.287,288- Ed. Vida Nova.
2- Existem pelo menos 9 danos grandes desta doutrina do crente carnal, 1-Uso errado de 1 Co 3, 2- As bençãos da Nova Aliança são distintas, 3-A fé salvadora e a fé espúria não são distinguidas, 4- A omissão do arrependimento, 5- Ensino errado sobre a segurança da salvação, 6- Conceito inadequado do pecado, 7- Necessidade da segunda operação da graça, 8- Conceito errado de Cristo, 9- Falsa espiritualidade. Extraidos de: Existe Mesmo o Crente Carnal? Ernest Reisinger- Ed. Fiel.
3- Existe Mesmo o Crente Carnal? Ernes Reisinger- Pág 17- Ed. Fiel
domingo, 31 de agosto de 2014
A verdadeira vida em Cristo.
“E não quereis vir a mim para terdes vida.” Jo 5.40
Nas palavras do Senhor Jesus existe a mais dura verdade sobre os homens. Entre as restrições das pessoas não se achegarem a Cristo a mais comum é:
Não preciso de um Deus que controla minha vida, que me diz o que fazer.
Falta a estas pessoas uma compreensão correta sobre Deus, Jesus e sua Palavra. Quando apresentado um justo julgamento diante desta rebeldia, o homem se sente injustiçado e rebela-se ainda mais contra Seu criador.
O deus deles é seu próprio umbigo,não o Deus Soberano das Escrituras que faz tudo conforme Sua livre vontade. O Jesus deles se resume ao homem que separou o calendário em antes e depois dele, mesmo quando não percebem isso e em vez de receber ao Senhor Jesus como Deus da glória, conselheiro fiel e príncipe da paz.
A Bíblia para estas pessoas não pode ser usada nem mesmo como fonte histórica, tendo em vista que a mesma se autentica pelos historiadores ao longo dos seculos, muito menos é tida como a verdade absoluta revelada de Deus que guia, ensina corrige.
Queridos, há vida no Senhor Jesus, a verdadeira vida, Ele é o caminho, corramos para o Senhor Jesus que pode, assim como tantos milagres relatados em Sua santa Palavra, nos conceder através de Seu Espírito o milagre do novo nascimento, mudando nosso coração duro de pedra rebelde contra Cristo e Sua Palavra, por um coração de carne que obedece a Cristo por amor.
Em Cristo
Guinho
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Julgai se é justo diante de Deus
Julgai se é justo diante de Deus, ouvir-vos antes a vós outros do que a Deus. Atos 4:19
Diante da ameaça, Pedro e João poderiam ter desistido da verdade, todavia não o fizeram. Ao longo de toda nossa jornada seremos tentados, humilhados, ridicularizados e até mesmo ameaçados, qual o caminho tomaremos? O mesmo de Pedro e João?
Temos que ter um compromisso coma verdade, a única verdade, que é a palavra de Deus, não abandonemos, ela sempre foi atacada e sempre será, porque ao nosso corpo mortal e consciência corrompida pelo pecado, sempre será mais fácil distorcer ou amenizar por conta de um favorecimento a nós mesmos.
Tomemos a nossa cruz e a carreguemos, sabendo que a verdade nos trará muito problemas, porem tendo certeza que somente ela nos conduz a finalmente chegar a um verdadeiro caminho, sem dor, sem tristeza, onde o próprio Cristo nos acompanhará, no nosso lar Eterno, então nesses dias pós-modernos nos defrontaremos com ameaças muito mais perigosas até mesmo das que Pedro e João passaram com as autoridades, anciãos, escribas e sacerdotes.
Ameaças disfarçadas de desejo, alegria e confortos exagerados, esquecendo que a verdadeira alegria só encontramos em Deus, lobos disfarçados em pele de cordeiro, prontos para nos afastar dos caminhos da vida eterna, porem mesmo assim ninguém ao ser tentado, reclame de Deus, porque Deus a ninguém tenta,(Tg 1:13) antes tenhamos a consciência de que cada um é tentado segundo sua própria concupiscência,(Tg 1:14) e tão logo concebido o pecado gera a morte.
Sigamos inabaláveis, defendendo a verdade em amor, mas sempre a verdade, porque ela permanece imutável, mesmo com mudanças de costumes, tendências, estações do ano que são passageiros e mudam a nossa certeza é a palavra de Deus permanece para sempre. (1Pe :25)
Glorias a Deus
Guinho
domingo, 18 de março de 2012
Perseverança em manter a Verdade
Responderam Sadraque, Mesaque e Abede-Nego... fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses.
Daniel 3.16,18
A coragem ousada e o livramento maravilhoso desses três jovens hebreus ilustra a firmeza e a perseverança em manter a verdade ante as garras da tirania e as presas da morte. Tanto na questão da fé em Deus quanto na questão da retidão nos negócios, nunca sacrifique a sua consciência. E melhor perder tudo do que perder a sua integridade.
Quando tudo houver passado, o manter-se apegado a uma consciência limpa, como uma jóia rara, ainda poderá adornar o coração de uma pessoa. Não seja guiado pelas areias instáveis da sagacidade; em vez disso, siga a estrela inabalável da autoridade divina. Quando você não divisa nenhuma vantagem presente, ande pela fé e não por vista. Honre a Deus confiando nEle, quando você se deparar com alguma perda por causa do amor á um princípio espiritual.
Deus comprovará o que a sua Palavra afirma: "Grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento" (1 Timóteo 6.6); "Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas" (Mateus 6.33). Pode acontecer que, na providência de Deus, você sofra uma perda por seguir a sua consciência. Você descobrirá que o Senhor não recompensa com a prata das riquezas terrenas; Ele cumprirá sua promessa com o ouro da alegria espiritual. Lembre-se de que "a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui" (Lucas 12.15).
Um espírito honesto, um coração isento de ofensas e o favor de Deus são riquezas maiores do que minas de diamantes. "Melhor é um prato de hortaliças onde há amor do que o boi cevado e, com ele, o ódio" (Provérbios 15.17). A paz permanente e profunda é mais valiosa do que toneladas de ouro.
Charles H. Spurgeon
[Via]
sábado, 3 de março de 2012
Levando a nossa cruz

Mt 16:24 Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me.
Uma pergunta me ocorre quando leio essa passagem, você se considera um discípulo de Jesus? E ama Ele com toda suas forças? Se a reposta for sim, vejamos se você se enquadra ou pelo menos tem buscado se enquadrar diariamente nestes moldes:
-Amo Cristo e sofro com Ele, quando ajudo as pessoas mesmo que isso interfira nas minhas tarefas, negando-me .
-Levo a minha cruz quando entendo que estou de passagem e por isso, todas as oportunidades de servir aos outros é uma forma de levar adiante a Cristo.
-Levo minha cruz , quando meus desejos carnais em relação ao meu sossego e descanso são substituídos por tempo de intimidade , em oração e leitura da palavra.
-Levo minha cruz quando o meu sofrimento se transforma em prazer em Cristo e que muitas coisas que não alegra o meu corpo fortalece meu espírito.
-Levo a minha cruz quando sei que meu percurso nessa vida é uma jornada pela santidade e pelo amor aos outros.
-Que com o mesmo afinco que lutamos e temos pelas coisas que vemos e almejamos, não seja sombra daquela que não vemos mas esperamos, vida eterna na cidade celestial.
-Nem todos que se dizem cristãos o são verdadeiramente, é preciso compreender que da mesma maneira como Cristo deu sua vida por nós, devemos viver para Ele.
-Levamos nossa cruz quando desejamos que as pessoas conheçam a “verdade” que liberta e não a mentira que consola.
-Quando entendo que o tempo disponibilizado pelo Senhor, é uma oportunidade que não volta mais de conversar com as pessoas e influenciá-las com nossas vidas.
-Definitivamente levo essa cruz, com amor e não a nego por nada, nem mesmo pelo perigo da morte, nem pela cultura, política, sociedade, porque sei que:
Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé no filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. Gálatas 2:20.
Glorias a Deus.
Guinho
domingo, 13 de novembro de 2011
Transigência - A palavra que o mundo ama
Somente que, saindo, não vades muito longe.
Êxodo 8.28
Eiste foi um pedido astuto do malicioso tirano Faraó. Se os pobres e servis israelitas têm de sair do Egito, então, Faraó barganha com eles para que não se afastem muito — pelo menos não muito longe para escaparem do terror das mãos de Faraó e da observação de seus espias.
De modo semelhante, o mundo não ama a falta de conformidade dos não-conformistas ou a dissidência dos dissidentes. O mundo deseja que sejamos mais delicados e não realizemos nossas tarefas com mão árdua. A morte para o mundo e o sepultamento com Cristo são experiências que mentes carnais tratam com escárnio.
A sabedoria mundana recomenda a transigência e fala em moderação. De acordo com a política carnal, a pureza é admitida como algo bastante desejável, mas somos advertidos a não sermos muito exatos em nossa pureza. A verdade tem de ser seguida, porém os erros não precisam ser denunciados com severidade. O mundo afirma: "Sim, tenha uma mentalidade espiritual, todavia, não se esqueça de um pouco de frivolidade.
Que proveito há em criticar alguém, quando o que ele faz está na moda e todas as pessoas também o fazem?" Multidões de crentes professos se rendem a este conselho sagaz, para a sua própria ruína eterna. Se desejamos seguir completamente o Senhor, temos de sair ao deserto de separação e deixar para trás o Egito do mundo carnal. Temos de abandonar as máximas, os prazeres e a religiosidade do mundo, indo para muito longe, ao lugar para o qual o Senhor chama os seus santificados.
Quando a cidade está pegando fogo, a nossa casa nunca está longe demais das chamas. Quando uma praga circula por perto, um homem nunca está longe demais de seus temores. Quanto mais longe estivermos de uma víbora, melhor; e quanto mais longe da conformidade com o mundo, melhor. Para todos os verdadeiros crentes, a voz da trombeta deve ser ressoada: "Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras; e eu vos receberei" (2 Coríntios 6.17).
Charles H. Spurgeon
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sábado, 22 de outubro de 2011
Há Novas Revelações?
Aqueles que negligenciam as Escrituras, e procuram revelações novas, transtornam todos os princípios da piedade.
Certos homens tolos surgiram recentemente, os quais orgulhosamente fingem ser guiados pelo Espírito e desprezam a simplicidade daqueles que ainda se apegam à “letra morta – letra que mata”. Gostaria que me dissessem qual é o espírito cujo sopro os leva a uma altura tão estonteante para que ousem menosprezar a doutrina das Escrituras como sendo infantil e desprezível.
Se responderem que é o Espírito de Cristo, quão absurda é a presunção! Eles mesmos devem reconhecer que os apóstolos e os crentes primitivos foram iluminados por aquele Espírito; no entanto, nenhum deles aprendeu dEle a desprezar a Palavra de Deus; mas todos a consideravam com a mais profunda reverência. E isto concorda com a predição de Isaías: “O meu Espírito, que está sobre Ti e as minhas palavras, que pus na tua boca, não se desviarão da tua boca nem da boca da tua posteridade, nem da boca posteridade da tua posteridade, diz o Senhor, desde agora e para todo o sempre” (Is 59.21).
O profeta predisse, portanto, que no reino de Cristo seria a mais alta felicidade da Sua Igreja ser guiada tanto pela Palavra quanto pelo Espírito de Deus. Logo, concluímos que estes zombadores ímpios separam aquilo que o profeta juntara por um vínculo sagrado. Além disso, embora Paulo tenha sido arrebatado até o terceiro céu, não cessou de fazer uso proveitoso da lei e dos profetas, e exortou a Timóteo a dar a atenção à leitura. Ademais, ele atribui honra singular às Escrituras ao dizer que são úteis: “para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2Tm 3.16-17).
Certamente é o máximo da maldade e da loucura atribuir um uso rápido e temporário àquelas Escrituras que guiam os filhos de Deus até o fim da sua viagem. Aqueles fanáticos teriam bebido de um espírito diferente daquele que o Senhor prometeu aos Seus próprios discípulos? Um que não falaria de Si mesmo, mas sim relembraria o que o próprio Cristo ensinara verbalmente. Portanto, não é papel do Espírito prometido dar revelações estranhas e esquisitas, ou fabricar algum novo tipo de doutrina para nos desviar do evangelho que recebemos; pelo contrário, a função do Espírito é selar em nossos corações aquela mesma doutrina que o evangelho de Cristo nos entregou.
É claro, portanto, que os que desejam receber proveito e bênção do Espírito de Deus devem ser diligentes em ler as Escrituras e em ouvir sua voz. Assim sendo, Pedro recomenda o zelo daqueles que prestam atenção à palavra da profecia, embora os escritos dos profetas pudessem ter sido considerados ultrapassados, ‘pela nova luz do evangelho’ (2Pe 1.19). Se, por outro lado, alguém descarta a sabedoria da Palavra de Deus e impinge sobre nós uma outra doutrina, podemos suspeita-lo, com justiça, de ser vaidoso e falso. O próprio Satanás se transforma em anjo de luz; como, pois, podemos curvar-nos diante da autoridade de qualquer espírito, a não ser que seja evidenciado por algum sinal como sendo o Espírito de Deus? Este sinal se manifesta na medida em que concorda com a Palavra do Senhor. Todavia, estes infelizes deliberadamente se desviam para sua própria ruína, procurando orientação do seu próprio espírito ao invés do Espírito do Senhor.
Argumentam que é uma indignidade ao Espírito de Deus que Ele – Ele que está acima de todas as coisas – seja sujeito às Escrituras. Mas, pergunto, é um desonra ao Espírito Santo ser em todas as instâncias o que Ele é – sempre consistente, sempre imutável? Se, na realidade, procurássemos testar o Espírito por qualquer regra estabelecida pelos homens ou pelos anjos, haveria certa força nesta acusação para desonra-lo; mas se O compararmos com Ele mesmo, como se pode dizer que O estamos desonrando? A verdade é que o Espírito se alegra em ser reconhecido pela semelhança que tem com Sua própria imagem imprimida por Ele sobre as Escrituras. Ele é o Autor das Escrituras e não pode mudar; logo, sempre deve permanecer tal qual Se revelou ali.
Quanto à objeção capciosa de que estamos escravizados à letra que mata, os que empregam tal linguagem são culpados de desprezarem a Palavra de Deus. Quando Paulo disse que a letra mata (2Cor 3.6), estava se opondo a certos falsos apóstolos que ainda se apegavam alei e que teriam privado o povo do benefício da nova aliança, na qual Deus declara que colocará Sua lei nas mentes dos fiéis, e que a escreverá em seus corações. Segue-se, portanto, que a lei do Senhor é uma letra morta que mata quando ela é separada da graça de Cristo, e que simplesmente soa ao ouvido sem tocar o coração; por outro lado, se for poderosamente implantada no coração pelo Espírito e se proclama a Cristo, é a palavra da vida, a qual converte as almas dos homens e que dá sabedoria aos símplices. No mesmo capítulo, Paulo chama sua própria pregação de o ministério do Espírito, significando assim que o Espírito Santo permanece na verdade que revelou nas Escrituras, e somente revela Seu poder àqueles que tratam Sua Palavra com a reverência e honra a ela devida . E isto não está em desacordo com aquilo que eu disse antes, que a Palavra de Deus não ganha nossa confiança a não ser que seja confirmada pelo testemunho do Espírito; porque o Senhor ligou juntas, por um tipo de vínculo mútuo, a certeza da Sua Palavra e a autoridade do Seu Espírito.
Reverência verdadeira á Palavra domina nossos corações quando a luz do Espírito nos capacita a ver Deus nas Escrituras; e, por outro lado, damos boas-vindas sem temor de sermos enganados, àquele Espírito que reconhecemos pela Sua semelhança à Sua própria Palavra.
Os filhos de Deus sabem que Sua Palavra é o instrumento mediante o qual Ele comunica ao entendimento deles a luz do Seu Espírito; e não reconhecem nenhum outro espírito senão o Espírito que habitava nos apóstolos e falava através deles.
João Calvino
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Ousados em favor da Verdade
Todos os crentes ocupam um lugar semelhante ao de Paulo. Nenhum de nós é chamado ao apostolado, nem todos somos chamados à pregação pública da Palavra de Deus. No entanto, somos todos encarregados de sermos ousados em favor da verdade, na terra, e de batalharmos diligentemente pela fé que uma vez foi entregue aos santos. Oh! que façamos isso no mesmo espírito do apóstolo dos gentios! Como crentes, somos chamados a algum tipo de ministério. Isso deve fazer de nossa vida uma carreira e uma causa que nos levem a considerar-nos guardiões do evangelho, assim como um soldado que porta as insígnias de um regimento se considera obrigado a sacrificar tudo em favor de sua preservação.
O que era esse evangelho pelo qual Paulo estava disposto a morrer? Não era qualquer coisa chamada “evangelho” que produzia esse entusiasmo. Em nossos dias, temos evangelhos pelos quais eu não morreria, nem recomendaria a qualquer de vocês que vivessem por eles, pois são evangelhos que se extinguirão em poucos anos. Nunca é digno que morramos por uma doutrina que morrerá por si mesma. Já vivi tempo suficiente para ver o surgimento, o florescimento e a decadência de vários evangelhos. Há muito disseram-me que minha velha doutrina calvinista estava ultrapassada, era uma coisa desacreditada. Em seguida, ouvi que o ensino evangélico, em qualquer forma, era uma coisa do passado que seria suplantada por “pensamentos avançados”.
No entanto, costumava haver no mundo um evangelho que consistia de fatos nunca duvidados pelos verdadeiros cristãos. Na igreja havia um evangelho que os crentes abrigaram no coração como se fosse a vida de sua alma. No mundo, costumava haver um evangelho que provocava entusiasmo e recomendava o sacrifício. Milhares e milhares se reuniam para ouvir esse evangelho ao risco de sua própria vida. Homens o pregaram, mesmo em face da oposição dos tiranos; sofreram a perda de todas as coisas, foram presos e mortos por causa desse evangelho, cantando salmos em todo o tempo. Não há remanescente desse evangelho? Ou chegamos à terra da ilusão, na qual as almas passam fome, alimentando-se de suposições, e se tornam incapazes de ter confiança ou zelo? Os discípulos de Jesus estão agora se alimentando da espuma do “pensamento” e do vento da imaginação, nos quais os homens se enlevam e ficam exaltados? Ou retornaremos ao alimento substancial da revelação infalível e clamaremos ao Espírito Santo que nos alimente com sua própria Palavra inspirada?
Charles H. Spurgeon
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sábado, 13 de agosto de 2011
Paul Washer – Um Evangelho Escandaloso
“Não me envergonho do Evangelho de Cristo,
pois é o poder de Deus para salvação de todo
aquele que crê; primeiro do judeu, e também
do grego.” Romanos 1:16
pois é o poder de Deus para salvação de todo
aquele que crê; primeiro do judeu, e também
do grego.” Romanos 1:16
Paulo, na carne, tinha razões para se envergonhar do Evangelho que pregava, porque contradizia tudo o que se cria ser verdadeiro e sagrado entre os seus contemporâneos. Para os judeus, o Evangelho era a pior blasfêmia porque reivindicava que o Nazareno que morreu amaldiçoado no Calvário era o Messias. Para os gregos, era o pior absurdo porque reivindicava que este Messias Judeu era Deus feito carne. Assim, Paulo sabia que quando abrisse a boca para falar o Evangelho, seria completamente rejeitado e ridicularizado, desprezado, a menos que o Espírito Santo interviesse e se movesse nos corações e mentes dos seus ouvintes. Nos nossos dias, o Evangelho primitivo não é menos ultrajante, pois ainda contradiz os princípios, ou os “-ismos”, da cultura contemporânea: o relativismo, o pluralismo e o humanismo.
NÃO É TUDO RELATIVO
Vivemos na era do Relativismo – um sistema de crenças baseado na absoluta certeza de que não há absolutos. Hipocritamente aplaudimos homens que buscam a verdade, mas executamos em praça pública qualquer um que seja arrogante o suficiente para acreditar que a encontrou. Vivemos numa era de trevas auto-impostas, e a razão disso acontecer é clara. O homem natural é uma criatura decaída, é moralmente corrupto, obstinado na sua autonomia (i.e.,no seu auto-governo). Odeia a Deus porque Ele é Justo, e odeia as Suas leis porque censuram e restringem a sua maldade. Ele odeia a verdade porque revela o que ele realmente é. Ele quase acaba com o que ainda permanece na sua consciência. Portanto, o homem decaído busca empurrar a verdade – especialmente a verdade sobre Deus – para o mais longe possível. Ele vai até onde for preciso para suprimir a verdade, mesmo a ponto de fingir que tal coisa não existe ou que, se existe, não pode ser conhecida nem ter alguma coisa a ver com as nossas vidas. Não é Deus que se esconde, é o homem. O problema não é o intelecto, é a vontade. Como um homem que esconde a sua cabeça na areia para evitar o ataque de um rinoceronte, o homem moderno nega a verdade de um Deus justo e os Seus absolutos morais, na esperança de silenciar a sua consciência e de esquecer o julgamento que ele sabe ser inevitável. O Evangelho cristão é um escândalo para o homem e para a sua cultura, porque faz a única coisa que ele mais quer evitar – desperta-o do seu auto-imposto “sono” para a realidade da sua situação decaída, da sua rebelião; chama-o à rejeição da sua autonomia e à submissão a Deus, através do arrependimento e fé em Jesus Cristo.
NÃO ESTÃO TODOS CORRETOS
Vivemos numa era de Pluralismo – um sistema de crenças que põe fim à verdade, declaran do que tudo é verdade, especialmente no que diz respeito à religião. Pode ser difícil para o cristão contemporâneo entender, mas os cristãos que viveram nos primeiros séculos da fé foram marcados e perseguidos como se fossem ateus. A cultura que os envolvia estava imersa em teísmo. O mundo estava cheio de imagens de deuses, a religião era um negócio crescente. Os homens não só toleravam os deuses uns dos outros, como também os trocavam e partilhavam. O mundo religioso ia muito bem até chegarem os cristãos e declararem que “deuses feitos com as mãos não são deuses.” Eles negaram aos Césares as honras que eles exigiam, recusaram dobrar os joelhos aos outros ditos “deuses”, e confessaram Jesus apenas como Senhor de tudo. O mundo inteiro assistiu boquiaberto a tal arrogância e reagiu com fúria contra a intolerável intolerância dos cristãos à tolerância.
Este mesmo cenário abunda no nosso mundo hoje em dia. Contra toda a lógica, dizem-nos que todas as posições em relação à religião e moralidade são verdadeiras, não importa quão radicalmente diferente se contraditórias possam ser. O aspecto mais espantoso de tudo isto é que, através dos incansáveis esforços da mídia e do mundo acadêmico, isto rapidamente se tornou a opinião da maioria. Contudo, o pluralismo não lida com o problema nem cura a maleita. Apenas anestesia o paciente para que já não sinta nem pense mais. O Evangelho é um escândalo porque despertao homem do seu sono e recusa-se a deixá-lo descansar numa base tão ilógica. Força-o a chegar a alguma conclusão – “Até quando vão coxear entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus, sigam-no; mas se é Baal, sigam-no.”
O verdadeiro Evangelho é radicalmente exclusivo. Jesus não é “um” caminho, mas “o” caminho.3 E todos os outros caminhos não são o caminho. Se o cristianismo desse mais um pequeno passo que fosse no sentido de um ecumenicalismo mais tolerante, e trocasse o artigo definido “o” pelo artigo indefinido “um”, o escândalo desapareceria; o mundo e o cristianismo podiam ser amigos. Contudo, quando isto acontecer, o cristianismo deixou de ser cristianismo. Cristo é negado e o mundo fica sem Salvador.
O HOMEM NÃO É A MEDIDA
Vivemos numa era de Humanismo. Nas últimas décadas, o homem tem lutado para expurgar Deus da sua consciência e da sua cultura. Derrubou todos os altares visíveis ao “Único Deus Vivo” e ergueu monumentos para si mesmo, com o zelo de um religioso fanático.Fez de si próprio o centro, a medida e o fim de todas as coisas. Louva o seu mérito inato, exige honra à sua auto-estima e promove a sua auto-satisfação e auto-realização como o maior bem. Justifica a sua consciência culpada com os resquícios de uma antiquada religião de culpa. Procura livrar-se de qualquer responsabilidade pelo caos moral que o envolve, culpando a sociedade, ou pelo menos a parte da sociedade que ainda não atingiu o seu nível de entendimento. A mínima sugestão de que a sua consciência pudesse estar certa no seu testemunho contra ele, ou que ele pudesse ser responsável pelas quase infinitas doenças que há no mundo, é impensável. Por este motivo, o Evangelho é um escândalo para o homem decaído, pois expõe a sua ilusão acerca de si mesmo e convence-o da sua situação decaída e da sua culpa. Esta é, essencialmente, a “primeira ação” do Evangelho; é por isso que o mundo detesta tanto a pregação do verdadeiro Evangelho. Arruína a sua festa – estraga prazeres – destrói a sua fantasia e expõe que “o rei vai nu”.
As Escrituras reconhecem que o Evangelho de Jesus Cristo é uma “pedra de tropeço”4 e “loucura” para os homens, em todas as gerações e culturas. Contudo, tentar remover o escândalo da mensagem é invalidar a cruz de Cristo e o seu poder salvador. Temos que entender que o Evangelho não apenas é escandaloso, mas que é suposto que o seja!Através da loucura do Evangelho, Deus destruiu a sabedoria dos sábios, frustrou a inteligência das grandes mentes e abateu o orgulho de todos os homens, para que no fim nenhuma carne se possa gloriar na Sua presença, mas como está escrito: “Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor.”
O Evangelho de Paulo não só contradizia a religião, a filosofia e a cultura dos seus dias, mas declarava-lhes guerra. Recusava tréguas ou tratados com o mundo e satisfazia-se com nada menos do que absoluta rendição da cultura ao senhorio de Jesus Cristo. Fazemos bem em seguir o exemplo de Paulo. Temos que ser cuidadosos para evitar qualquer tentação de conformarmos o nosso Evangelho às modas de hoje ou aos desejos de homens carnais. Não temos o direito de deturpar, de suavizar a sua ofensa nem de civilizar as suas exigências radicais, para o tornarmos mais atraente a um mundo caído ou a carnais membros de igrejas. As nossas igrejas estão cheias de estratégias para serem mais “agradáveis”, pondo o Evangelho noutra embalagem, removendo a pedra de tropeço e amaciando o gume da espada, para ser mais aceitável aos homens carnais. Devemos ser sensível ao que busca, mas devemos perceber que: há só Um que busca e este é Deus. Se nos esforçamos para fazer nossas igrejas e mensagens confortáveis, façamos confortáveis para Ele. Se queremos erguer uma igreja ou ministério, vamos fazê-lo com uma paixão por glorificar a Deus e com um desejo de não ofender a Sua glória. Não importa o que o mundo vai pensar de nós! Não buscamos honras na terra, mas a honra do céu deve ser o nosso desejo.
Por Paul Washer | HeartCry Magazine Nov-Dez 2008, nº59, “AscandalousGospel”, usado com permissão.Disponível em www.heartcrymissionary.com
Tradução: portal-cristao.blogspot.com
Revisão: voltemosaoevangelho.com
Fonte: [ Voltemos ao Evangelho ]
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terça-feira, 9 de agosto de 2011
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