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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Metas Espirituais para 2017 - 1João 4.7-12


sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Posso ser salvo apenas acreditando que Jesus existe?... A Bíblia Responde #114

Se eu apenas crer em Jesus, acreditar que ele existe, e não for regenerado pelo e evangelho e não viver em santidade nem me tornar uma nova criatura, e continuar vivendo no pecado? Sem regeneração mais crendo no seu nome no seu poder a na sua salvação, Sou salvo?

Não! A bíblia é muito clara nesse sentido, em João 3:16 diz que “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

A palavra “crê” nesse texto não possui apenas o sentido de convencimento intelectual, um simples acreditar que Jesus existiu, as Escrituras dizem que até mesmo os demônios creem nisso.

A palavra “crê” possui na Bíblia o sentido de comprometimento, significa que eu acredito em Cristo de tal forma que me comprometo com Ele. Nós vemos esse ensino muito claro em João 14:21, quando Jesus responde como seria possível conhecer os que O amariam: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele.

O verdadeiro cristão é aquele que se compromete com as Escrituras e obedece-a por amor ao seu Salvador, pois como diz Hebreus 12:14 “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor,

Em Cristo.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Onde Estão as Marcas?


terça-feira, 22 de novembro de 2016

O Dever de Um Bom Testemunho - 1Pedro 2.11-12


terça-feira, 14 de junho de 2016

E Se Pecarmos? - 1João 2.1-2


segunda-feira, 9 de maio de 2016

Deus é Luz! - 1João 1.5


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Nos tornamos puros em Cristo?...A Bíblia Responde#70







 Uma pessoa volta a ser pura quando aceita cristo?




Olá!

Quando recebemos a Cristo como nosso Senhor e Salvador somos justificados, nos tornamos justificados diante de Deus por causa da justiça de Cristo não da nossa. Sendo assim quando somos justificados, somos santificados e somos glorificados (Rm 8.30). No entanto o processo da santificação e glorificação, somente acontecerão no futuro quando Cristo voltar, então seremos totalmente libertos do pecado e nos tornaremos de fato puros.  Este texto explica a justificação e o processo de santificação:



Então apesar de sabermos que em um sentido já somos santificados em Cristo em nossa união com Ele,este é um processo que leva a vida inteira, nós somos chamados a buscar a santidade (Hb 12.14), somos chamados a confessar nossos pecados que ainda cometemos (1 Jo 1.8), somos chamados a demonstrar externamente a parte da salvação que já tivemos internamente (Fp 2.12). Então apesar de que em Cristo, nos tornamos justificados e nos tornamos separados (santificados) para Deus, ainda não estamos completamente livres do pecado (Rm 7.18-23) que é o  que possivelmente você queira dizer com a palavra " puro", entendendo que o termo que você usa "volta a ser pura" se referindo a um estado sem pecado. Isso de fato acontecerá na volta de Cristo.


Em Cristo




quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Top5 - Palavras Que Perderam o Significado Bíblico


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Como ser um jovem cheio do Espírito?... A Bíblia Responde #41



Quais os principais passos, para se tornar um jovem cheio do Espírito Santo e da presença de Deus?

Olá, fico muito contente em ajudar um jovem em busca de santidade.

Basicamente quero falar com você sobre crescimento espiritual. Deus deseja que todo crente atinja a maturidade espiritual. Sua Palavra nos ordena: “Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” 2Pe 3:18. Esta é nossa obrigação e privilégio. A cada dia podemos progredir em nossa vida espiritual, prosseguindo em um conhecimento mais pleno, mais elevado, mais pessoal e mais experimental a respeito de Deus e de Cristo.

O pastor americano John MacArthur define crescimento espiritual por prática aliada a posição. Em Cristo, nossa posição é de absoluta perfeição. Agora, Deus quer que manifestemos essa posição através de uma experiência progressiva. Tal crescimento é essencial.

O crescimento espiritual não é místico, sentimental, devocional, psicológico ou resultado de truques secretos. Vem através da compreensão e da prática de princípios fornecidos pela Palavra de Deus. Dentre esses princípios quero destacar brevemente ao menos três deles.

1) Estudo da Palavra de Deus – não podemos conhecer a Deus, nem termos intimidade com Ele se não tivermos um relacionamento verdadeiro e sincero com as Escrituras Sagradas. Deus se revelou por meio de um livro e todo livro deve ser lido e estudado.

Seja um estudante eterno da Bíblia, leia, medite, se possível invista em bons livros que nos auxiliam a entender as Escrituras.

2) Oração – a Bíblia é a maneira de Deus falar conosco e a oração é nossa maneira de conversar com Deus. Gaste tempo em oração, inclusive antes de ler as Escrituras, ore pedindo discernimento e entendimento. Peça a Deus para ser cheio do Espírito Santo, confesse seus pecados a Ele.

3) Comunhão – Deus nos criou para vivermos em comunidade, Deus ordenou que fizéssemos discípulos e consequentemente que fossemos discípulos de alguém.

Não sei como é a sua Igreja, nem se de fato você frequenta uma, mas é essencial que o lugar onde você congregue priorize o ensino das Escrituras, uma boa pregação é aquela que você sai tendo aprendido um pouco mais da Bíblia.


Leve a sério o estudo das Escrituras, sua vida de oração e a comunhão com outros cristãos. Fazendo isso você certamente, mediante a graça de Deus, crescerá espiritualmente. O crescimento espiritual não vem por passe de mágica, requer dedicação e esforço da nossa parte.

Quero também te indicar alguns blogs (além do GotQuestions) e editora para te ajudar nessa questão, e te ajudar a conhecer a Deus de maneira Bíblica.


Que Deus te abençoe.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O Que a Bíblia Diz Sobre... Pular Carnaval?


Sem entrarmos no mérito da origem do carnaval, ou da definição etimológica do termo “carnaval”, todos sabemos que esta festa está estritamente relacionada a práticas imorais. Não é à toa que o governo realiza campanhas em favor do uso de preservativos neste período. Também, é neste período que mulheres desfilam praticamente nuas em uma avenida. Enfim, não seria nada difícil provar que o período carnavalesco é um período onde as pessoas dão vazão à imoralidade sem os devidos constrangimentos típicos da sociedade.
Por conta disso, não seria difícil também concluir que um crente no Senhor Jesus não deve querer participar desta festa, visto ordens bíblicas como “Fugi da impureza” (1 Coríntios 6:18) e “vos abstenham da prostituição” (1 Tessalonicenses 4:3). Porém, alguém pode ainda pensar em assistir aos “belos” desfiles das escolas de samba na TV, ou mesmo que mal haveria em ir a uma “confraternização” de carnaval da empresa. Por mais absurdo que pareça, não custa nada pensarmos: o crente pode pular carnaval?
Em primeiro lugar, é importante que se diga que a Bíblia não fala da festa do carnaval. Esta festividade é bem mais recente do que a Bíblia. Porém, a Bíblia fala com clareza sobre o que se fazno carnaval. O texto que me vem à mente é o de Efésios 5:3-11.
Neste trecho desta carta de Paulo, ele está falando sobre a santidade requerida daqueles que foram unidos a Cristo e unidos aos demais irmãos no Corpo de Cristo, que é a Igreja. Esta dupla união deve nos levar a “não mais andar como andam os gentios” (4:17). Como o próprio apóstolo enfatiza em 5:8 “outrora, ereis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz”.
Com isso em mente, chegamos ao versículo que, entendo eu, aplica-se perfeitamente à questão do carnaval. Veja o que o texto bíblico diz nos versículo 11.
“E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém reprovai-as”.
A palavra “cúmplice” possui a ideia de uma participação com alguém. É como ser cúmplice de um crime. É qualquer forma de participação intencional. E a exortação bíblica é que não devemos participar intencionalmente das obras infrutíferas das trevas. O pr John Macarthur, na sua Bíblia comentada, nos explica bem este trecho. Ele diz “os cristãos [..] não devem se envolver, de modo algum, com os caminhos maus e com as obras de Satanás e do mundo” (pg 1608). Portanto, ser cúmplice das obras infrutíferas das trevas é associar-se intencionalmente com qualquer prática que se origina de uma fonte contrária a Deus, como o mundo e o diabo.
O carnaval, claramente, é uma festa originada “nas trevas”. É uma festividade que em absolutamente nada glorifica a Deus, mas exalta o pecado, especialmente a imoralidade, a lascívia, a impureza. Desta maneira, podemos dizer que não deve haver nenhuma cumplicidade, ou nenhuma associação intencional entre o crente e o carnaval. Associações do tipo assistir aos desfiles na TV ou na cidade, ir a alguma festividade em praias, clubes ou praças, não seriam, portanto, recomendadas. Pelo contrário, o dever do crente é “reprovar”, rejeitar, acusar como ruim todas estas coisas.
Geralmente, as igrejas promovem retiros neste período para que os jovens, ou mesmo as famílias das igrejas tenham um tempo de reclusão deste período tão marcado pelo pecado. Esta é uma boa estratégia. Porém, se você não vai participar de um retiro assim no carnaval, retire-se a si mesmo e à sua família. Desligue a sua TV neste período. Evite praias, clubes, ou qualquer ambiente onde você sabe que está havendo festejos. Se possível, combine com sua igreja momentos de comunhão. Aproveite os feriados para ficar com sua família e com seus irmãos em Cristo.
Portanto, o que a Bíblia diz sobre pular carnaval? Ela diz que isso é associar-se com aquilo que não agrada a Deus e, por isso, não é recomendável àqueles que desejam andar na luz. Que este seja, enfim, o desejo e a postura de todos que queremos honrar ao Deus Santo.
Pr.Antônio Neto

[Via]

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

A iniquidade concernente às coisas santas



A iniquidade concernente às coisas santas. Êxodo 28:38

Que véu é levantado por estas palavras e que revelação elas nos fazem! Parar um pouco e contemplar esta cena desagradável nos traria humildade e proveito – as iniquidades de nossa adoração coletiva, sua hipocrisia, formalidade, indiferença, irreverência, negligência e esquecimento de Deus – quanta abundância temos aqui! Nosso trabalho para o Senhor, a rivalidade, o egoísmo que caracteriza esse trabalho, a falta de cuidado, a descrença – que multidão de profanação!

Nossas devoções particulares, frieza, falta de zelo, indiferença, morosidade e vaidade – que montanha de lixo! Se observássemos com mais cuidado, essa “iniquidade concernente às coisas santas” pareceria muito maior do que quando a olhamos pela primeira vez.

O Dr.Payson, escrevendo ao seu irmão, disse: “Minha igreja, assim como o meu coração, parece o jardim do preguiçoso. E o que é pior, acho que muitos dos meus desejos referente à melhora de ambos, procede do orgulho, da vaidade ou da indolência. Procuro as ervas daninhas que arruínam meu jardim, exalando um desejo sincero de que elas sejam arrancadas. Mas, por que? O que causa este desejo? Talvez, a vontade de poder sair e dizer para mim mesmo: 'Em que excelente estado o meu jardim é mantido!' Isto é orgulho. Pode acontecer que os meus vizinhos olhem por cima do muro e digam: 'Ora, veja como seu jardim está florescendo!' Isto é vaidade! Ou talvez esteja desejando a destruição das ervas daninhas, porque estou cansado de arrancá-las. Isto é indolência!”

Até o nosso desejo por santidade pode estar contaminado por motivos errados. Sob o mais verde gramado, vermes escondem-se, não é preciso procurar muito para os encontrarmos. Quão reconfortante é o pensamento de que, quando o sumo sacerdote levava a iniquidade das coisas santas, ele tinha sobre a sua testa as palavras “Santidade ao Senhor” (Êxodo 28:36). Quando o Senhor Jesus leva nosso pecado, Ele apresenta ao seu Pai não a nossa falta de santidade, e sim a sua própria santidade. Ó, quanto precisamos de graça para ver, com olhos de fé, o nosso Grande Sacerdote!

Charles H. Spurgeon

Leituras Diárias Vol.II, 2006 Ed. Fiel.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Você Pergunta... A Bíblia Responde #20



1 - Eu e a minha noiva somos cristãos, embora a minha noiva tenha abraçado a fé à menos tempo, mas penso que todo o cristão vai crescendo e por isso o nosso jugo é o mesmo. Estarei certo? 2 - Quem devem os cristãos convidar para o seu casamento?

Primeiramente vamos definir o que torna uma pessoa cristã, Jesus disse que quando uma pessoa de fato O ama, esse guarda os seus mandamentos (Jo 14:15, 1Jo 3:24). Uma pessoa que confessa publicamente a Cristo, e isso não significa fazer uma oração de “aceitação”, mas sim viver de acordo com os ensinos de Jesus Cristo (1Jo 2:6), esse é um discípulo do Senhor Jesus Cristo e pode ser chamado de cristão.

Isso acontece a partir do momento que você é compelido pelo Espírito Santo de Deus e decide andar em comunhão com Cristo, o passo posterior e contínuo é chamado de santificação, estaremos nos aperfeiçoando diariamente em um caminho de santidade que nos leva cada dia mais próximo do caráter de Cristo. A santificação é um processo que acontece no presente e é um processo incompleto e imperfeito, isso ocorrerá até o dia em que seremos glorificados, ato único realizado de uma vez para sempre.

Certamente todos nós cristão estamos em momentos distintos de maturidade e santificação. O meu momento é diferente do seu, e o seu da sua noiva, assim por diante. O ponto chave é: ambos creem que Jesus Cristo é o nosso Senhor e Salvador? Ambos possuem o desejo de aprender mais e crescer mais em santidade dia a dia? Caso a resposta para ambas as perguntas for SIM, então direi que ambos estão no caminho certo e não existe jugo desigual que impediria o seu casamento.

Respondendo agora a sua segunda pergunta, a Bíblia nos afirma que aqueles que condenam publicamente Jesus Cristo e suas doutrinas, que fazem propaganda contra o evangelho, que ensinam falsas doutrinas, com essas pessoas não devemos nem receber em casa, nem dar as boas vindas (2Jo 10).

Quando João escreveu essas palavras ele estava combatendo falsos mestres, pessoas que ensinavam falsas doutrinas como se fossem doutrinas vindas de Jesus Cristo. Uma pessoa que não é cristã não necessariamente é um falso mestre ou falso profeta, pelo contrário, as pessoas precisam (por mais que não saibam) das boas novas, e um casamento cristão é uma excelente forma de mostrar um pouco do Evangelho para pessoas incrédulas.

Em Cristo.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

18 coisas que não me arrependerei de fazer com meus filhos

Por Tim Challies


Como a maioria dos pais, eu tenho aqueles momentos em que culpa e arrependimento me atingem como uma onda. Eu penso, então, em como boa parte do meu tempo como pai já passou e quão pouco resta. Meu filho mais velho tem treze anos. Ele já é um adolescente, restando-lhe apenas mais um ano até o ensino médio, somente oito anos até a idade que eu tinha quando saí de casa para me casar. Minhas meninas o acompanham de perto. Quando aquela onda se levanta, quando sinto que poderia afogar-me debaixo de toda aquela tristeza, às vezes, eu considero estas coisas das quais nunca me arrependerei.

Aqui estão 18 coisas que eu sei que não me arrependerei de fazer com meus filhos.

1. Orar com eles por eles. Fico perplexo com o fato de que uma das coisas que mais me intimida é orar com meus filhos. Não estou falando de orar com toda a família antes ou depois de uma refeição, mas orar com a minha filha por minha filha ou com meu filho por meu filho. No entanto, este tipo de oração permite-lhes perceber que estou preocupado com o que lhes preocupa e permite-nos unir-se em oração por essas mesmas coisas. Eu sei que preciso priorizar isso porque nunca me arrependerei de orar com eles por eles.

2. Ler livros para eles. Quando o verão torna-se outono, quando os dias ficam mais curtos e as noites esfriam, passamos muitas das nossas noites juntos na sala de estar, enquanto eu leio livros em voz alta. Nós lemos sobre o nosso caminho por este mundo, e por muitos outros, nós lemos sobre o porvir na história e sobre dias há muito no passado; nós conhecemos heróis e vilões, e experimentamos tudo isso juntos como uma família. Eu nunca me arrependerei de ler livros para os meus filhos .

3. Dar beijos de boa noite. Os dias se alongam e eu fico tão cansado. Na hora em que as crianças vão para a cama, às vezes estou tão desgastado que a última coisa que quero fazer é vê-los na cama e dar beijos de boa noite. Mas eu sempre me alegro por fazê-lo e, muitas vezes, descubro aquele momento em que as crianças estão mais abertas, mais ansiosas para falar, e mais ansiosas para ouvir. Eu sei que nunca me arrependerei de todos aqueles beijos de boa noite.

Eu sei que nunca me arrependerei de todos aqueles beijos de boa noite.

4. Levá-los para a igreja. Há tanta alegria em estar juntos na igreja como família, adorar juntos o Senhor e juntos ouvir sobre ele em sua Palavra. Eu não levo meus filhos à igreja para que eles possam aprender boas maneiras ou serem pessoas melhores, eu os levo à igreja para que possam saber quem são, para que possam aprender sobre quem é Deus, e para que possam encontrar e experimentar a graça. Eu nunca me arrependerei de priorizar a  igreja.

5. Levá-los para tomar café da manhã. Uma tradição muito amada em nossa família é levar meus filhos para tomar café nas manhãs de sábado – um deles por semana. É uma tradição que perdi, mas voltou, perdi novamente e voltou mais uma vez. É uma tradição que vale a pena manter. A despesa de 10 ou 20 dólares e o tempo que leva nada são em comparação com o investimento em suas vidas. Eu nunca me arrependerei dos nossos cafés da manhã com o papai.

6. Deixar meus amigos serem seus amigos. Adoro quando meus filhos fazem amizade e tornam-se amigos dos meus amigos. Eu quero que meus filhos tenham amigos mais velhos e mais sábios do que eles e amigos que possam ajudá-los nas áreas em que sou fraco. Eu nunca me arrependerei de incentivar meus amigos a serem amigos deles.

7. Fazer devocionais em família. Devocional em família é uma disciplina difícil de manter, especialmente quando as crianças ficam mais velhas e têm mais lição de casa e responsabilidades. Mas, nós nos comprometemos, nos re-comprometemos e perseveramos, porque estes são momentos preciosos – apenas alguns minutos juntos para ler a Bíblia, para falar sobre o que ouvimos e para orar. Eu sei que nunca me arrependerei de um único momento buscando o Senhor juntos.

8. Discipliná-los. Eu odeio disciplinar meus filhos, eu odeio ter que discipliná-los. Contudo, estou absolutamente convencido de que se recusar a discipliná-los é recusar-se a amá-los e respeitá-los. O privilégio revogado, a conversa severa, o tempo gasto sozinho em seu quarto – essas coisas são vistas como ódio no momento, porém, percebidas como amor mais tarde. Eu nunca me arrependerei de disciplinar meus filhos com amor.

9. Fazer coisas especiais. Grande parte da vida é vivida em situações cotidianas e o amor normalmente é demonstrado no dia-a-dia. Mas também há valor no jogo à tarde, na noite de balé, as viagens com o papai. Eu nunca me arrependerei de fazer essas coisas especiais com meus filhos.

10. Pedir perdão. Eu tenho mais dificuldade em pedir desculpas aos meus filhos do que a qualquer outra pessoa. Em algum lugar lá no fundo da minha mente, eu estou convencido de que desculpar-me com eles é revelar fraqueza; mas, nos meus melhores momentos, eu sei que pedir desculpas a eles – pedir perdão quando pequei contra eles – é honrar a Deus e a eles. Eu nunca me arrependerei daquelas vezes em que já pedi perdão a eles.

11. Perdoá-los. Minha grande fraqueza é um dos grandes pontos fortes dos meus filhos. Quando eles pecam, quase sempre são rápidos em buscar o meu perdão. Eu nunca me arrependerei de sincera e imediatamente conceder o perdão que eles pedem.

12. Amar a mãe deles. Eu sei que a estabilidade de uma mãe e um pai que estão firmemente comprometidos um com o outro traz estabilidade para toda a família. Eu posso amar meus filhos ao assegurar-lhes o meu amor por sua mãe por meio das minhas palavras, atos e afeição. Eu nunca me arrependerei de regularmente reafirmar o meu amor pela mãe deles.

13. Identificar a graça de Deus. Enquanto meus filhos fazem suas profissões de fé e começam a crescer em piedade , tem sido uma alegria ver a graça de Deus em suas vidas. Estou aprendendo a contar-lhes o que eu observo, a elogiá-los por isso, e apontar para Aquele que fez tudo. Eu sei que nunca me arrependerei de identificar esse tipo de graça em suas vidas.

14. Expressar afeto. Gosto de andar de mãos dadas com as minhas filhas e adoro abraçar o meu filho antes de ele ir para a escola. Esta afeição física os faz sentirem-se seguros e amados ao ensinar limites e toques apropriados e platônicos. Eu nunca me arrependerei de continuamente expressar afeto físico.

15. Planejar pequenas surpresas. Os pequenos e ocasionais presentes de quando eu volto para casa depois de uma palestra, uma rosa para minhas meninas enquanto eu compro um buquê de flores para a mamãe, o jantar no McDonalds sem qualquer motivo especial. Eu nunca me arrependerei de planejar e a executar essas pequenas surpresas especiais.

16. Dar-lhes toda a minha atenção. Eu quase sempre tenho um dispositivo eletrônico à mão e, muitas vezes, tenho dois ou três deles. É tão fácil interromper uma conversa a cada zumbido ou bip, quebrar o contato visual e perder a concentração. Eu sei que eu nunca me arrependerei de dar aos meus filhos toda a minha atenção quando eles têm algo a dizer.

17. Conduzir ao evangelho. O evangelho não é apenas uma porta de entrada para a vida cristã, mas a própria fonte de esperança e alegria na vida cristã . Precisamos voltar ao evangelho continuamente, precisamos do evangelho todos os dias. E eu nunca me arrependerei de conduzir meus filhos ao evangelho.

18. Dizer-lhes “eu te amo”. Eu amo profundamente meus filhos e posso demonstrar esse amor de cada uma das maneiras que listei acima. Mas, quando eles vão para a escola, quando eles saem com os amigos, quando me ligam do escritório, quando usamos o Skype à distância, eu nunca me arrependerei de dizer-lhes novamente: “Eu te amo”.

***
Traduzido por Josaías Jr | Reforma21.org | Original aqui.
 
Via: Bereianos - 
http://bereianos.blogspot.com.br/2013/11/18-coisas-que-nao-me-arrependerei-de.html#.Uot8PCckrIU

sábado, 13 de julho de 2013

A vida começa na concepção!




O valor da vida humana aos olhos de Deus, é tão maior do que qualquer animal, que em Sua Palavra, o homem é descrito como feito “a Sua imagem e semelhança.” 

Isso deixa muito claro e evidente a Sua norma para a vida, sabemos que é na concepção que a vida é gerada, a Palavra nos descreve,(Sl 139.13; Gn 25.22-23) e cientificamente falando, o embrião, a partir da concepção não recebe mais nenhum material genético até sua morte, a única coisa que ele recebe é alimento, para seu crescimento, todas as características humanas estão na concepção.

De maneira nenhuma não podemos considerá-lo como não sendo humano, porque o próprio Deus assim não considera. Também não carecemos de alimento e não mudamos nossa aparência conforme crescemos? As mudanças extrínsecas não mudam a substancia essencial do ser.

Que repudiemos o aborto, assim como valorizamos a vida humana, porque ela é a imagem e semelhança de Deus, distorcida pelo pecado, mas ainda a Imagem. O fundamento em oposição ao aborto deve ser caracterizado pela princípio da santidade da vida.

Segue um testemunho vivido da plena humanidade da criança antes de nascer (uma menina por exemplo)¹.

Primeiro mês: A realidade

Concepção: Todas as características humanas estão presentes.
Ela se implanta ou se “aninha” no útero de sua mãe(uma semana ou pouco mais).
Seu músculo cardíaco pulsa(três semanas).
Sua cabeça, seus braços e pernas começam a aparecer.

Segundo mês: Desenvolvimento
Suas ondas cerebrais podem ser detectadas (40 a 42dias).
Seu nariz, olhos, ouvidos e dedos aparecem.
Seu coração bate e seu sangue (do seu próprio tipo sanguíneo) flui.
Seu esqueleto se desenvolve.
Ela tem impressões digitais únicas.
Ela é sensível ao toque em seus lábios e apresenta reflexos.
Todos os seus sistemas corporais estão presentes e em funcionamento.

Terceiro mês: Movimento
Ela engole, faz caretas e nada ao redor.
Ela segura com suas mãos e movimenta sua língua.
Ela até consegue chupar o dedão.
Ela pode sentir dor orgânica (8 a 12 semanas).

Quarto mês: Crescimento
Concepção: Todas as características humanas estão presentes.
Seu peso aumenta seis vezes.
Ela cresce ate atingir 20 a 25 cm comprimento.
Ela pode ouvir a voz da sua mãe.

Quinto mês: Viabilidade
Sua pele, seus cabelos e suas unhas se desenvolvem.
Ela sonha (sono do tipo MRO).
Ela pode chorar (se houver ar presente).
Ela pode viver fora do ventre.
Ela está a meio caminho da data marcada para seu nascimento.

Aquela foto, é de um bebe de 12 semanas, não parece de um ser humano?

Do ponto de vista bíblico, Deus é soberano sobre a vida, não os seres humanos. Nós crentes devemos ter a seguinte atitude:

O Senhor o deu, e o Senhor o tirou; bendito seja o nome do Senhor”. Jó 1.21


Guinho

1- Ética Cristã, Norman Geisler, Ed. Vida Nova.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Qual é o padrão bíblico para a santificação?

http://monergismo.com/wp-content/uploads/deus-glorificado-santificacao-riddlebarger.jpg


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Mensagem de Paul Washer para os Cristãos Brasileiros


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sábado, 21 de julho de 2012

As Palavras Duras de Jesus Cristo

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhrVVIudQzea8LUftuFpptEHvyA2I07-9hPaOfQYn9Q5OINXnJfukYuQwthuBfDabZiIjmnn045yCIwFqMWC5Za2leNQfN7bZETrHc78mrTsB_RqcplpBaQVtIpOz1tylmrWs2G4Eo366U/

sábado, 14 de julho de 2012

Deus espera frutos de você



Assim como Cristo tinha o direito de esperar fruto de uma figueira que trazia folhas, assim também Ele tem o direito de esperar grandes coisas daqueles que se declaram Seus seguidores que nEle confiam. Oh, como esse fato deve levar o pregador a tremer! Não deveria afetar um bom número de vocês da mesma maneira?

Fruto é o que o Senhor deseja ardentemente. O Salvador, quando chegou até à figueira, não estava desejando folhas; porque lemos que Ele teve fome, e a fome humana não pode ser removida pelas folhas de uma figueira. Desejava comer alguns figos; e Ele anseia por receber frutos de nós, também. Ele sente fome de termos santidade: Ele anseia para que o Seu gozo esteja em nós, para que o nosso gozo seja completo. Ele Se aproxima de cada um de vocês que são membros da Sua Igreja, e especialmente de'cada um de vocês que são líderes do Seu povo, e procura ver em vocês as coisas em que a Sua alma se deleita. Ele quer ver em nós o amor a Ele mesmo, o amor ao nosso próximo, a fé forte na revelação, a luta sincera a favor da fé que uma vez foi entregue aos santos, os rogos importunos na oração, e o viver cuidadoso em todas as áreas da nossa existência. Espera de nós ações que são de acordo com a lei de Deus e com a mente do Espírito de Deus; e se Ele não as receber, estará sendo privado daquilo que Lhe é devido. Para que Ele morreu, senão para tornar santo o Seu povo? Para que Ele Se entregou, senão para santificar para Si um povo zeloso de boas obras? Qual foi a recompensa do suor sanguinolento das cinco feridas e da agonia da morte, senão que por tudo isso fomos comprados por um preço? Nós O despojaremos da Sua recompensa se não O glorificarmos, e por isso o Espírito de Deus fica entristecido diante da nossa conduta se não proclamarmos os Seus louvores por meio de nossas vidas piedosas e zelosas.

E notem bem quando Cristo Se aproxima de uma alma Ele a examina com discernimento agudo. DEle não se zomba. Não é possível enganá-lo. Já pensei ser figo aquilo que acabou se revelando mera folha — mas nosso Senhor não comete nenhum engano assim; nem deixará desapercebidos os figos pequenos, que acabam de brotar. Ele conhece o fruto do Espírito, seja em que estágio este se achar; Ele nunca confunde a expressão fluente com a possessão real no coração, nem a graça real com a mera emoção. Amados, vocês estão em boas mãos quanto à prova da sua condição quando o Senhor Jesus vem lidar com vocês. Seus companheiros são apressados em seus julgamentos, e podem ser censuradores, ou parciais; mas o Rei pronuncia uma sentença justa. Ele sabe exatamente onde estamos, e o que somos; julga, não segundo a aparência, mas segundo a verdade. Quem dera que nossa oração subisse ao céu nesta manhã: "Jesus, Mestre, vem lançar Teu olhar perscrutador sobre mim, e julga se estou vivendo para Ti, ou não! Conceda-me que eu veja a mim mesmo conforme Tu me vês, a fim de que meus erros sejam corrigidos, e minhas graças nutridas. Senhor faça com que eu seja realmente aquilo que professo ser; e se ainda não o sou, convença-me da minha falsa condição, e comece uma obra genuína na minha alma. Se eu sou Teu, e se estou certo aos Teus olhos, conceda-me uma palavra bondosa de segurança para cessar os meus temores, e alegremente me regozijarei em Ti como o Deus da minha alma.

Charles H Spurgeon

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Um Chamado a Santidade

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjZ7Av60xXJXcLtnfzgURjIuyu09dqnVaHHIa9ULfKjxq2q7NJvw5VEZT1Gt6qpbnZ-QucUs1Kw8XN5L1vJsAHCZIHAptyQp79H7yTwjuJLXWBFWYEe7S9S5TS1XMNOwDygjX0aZVgM25s/s400/pecado-original.jpg


"Deus não nos chamou para impureza, e sim para santificação" 1 tessalonicenses 4:7

Em cada espaço do atribulado e corrido tempo, no jogo falível da vida mortal, o dono, criador, Imortal, atemporal, inefável e imutável Deus, chama os homens e mulheres a santidade. Em meio a um mundo corrupto, que se regozija estarem em constante comunhão com o pecado, mantendo seu estado em constante alegria e gozo pelo pecado, atitudes essas que demonstram a maratona de passos largos, com destino certo para o Inferno.

Todas essas coisas, esse transitar pela corrida da perdição eterna, por sua própria corruptibilidade e anseio maligno, herdados estes em Adão, nosso primeiro pai, os norteiam a um caminho que aos olhos podem parecer agradáveis, mas o seu fim é morte(Pv 16 :25).

Quando um homem cristão é levado a exortar uma criatura, não deve ter, como propósito, intuito moral ou estético, antes, procurar instruir segundo mandamento de DEUS, sede santos!

Que se pareça visível aos olhos humanos, que todo desejo de lascívia, desonra, impiedade terá um justo vingador, e quando alguém não deseja obediência e reverencia a um caminho santo, este não esta desobedecendo e rejeitando a homens e sim a DEUS, que é quem ordena santidade (1 ts 4-8).

Porque como diz o apóstolo, se dizemos que estamos nele, devemos andar como Ele andou (1 Jo 2:6).

Que Deus nos ajude!

Guinho

terça-feira, 26 de junho de 2012

O Evangelho Salva do Moralismo

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