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terça-feira, 22 de setembro de 2015
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Homeschooling: vote sim!
Há uma pesquisa no site do Senado que indaga:
"Você concorda com o projeto que prevê a possibilidade de a educação básica ser feita em casa?"
Se você está alarmado com a má qualidade da educação no Brasil e deseja que os pais brasileiros tenham um direito já garantido em vários outros países, vote SIM!
Na verdade, a proibição ao ensino em casa é ilegal, de acordo com Henrique Cunha de Lima, procurador do Ministério Público de Contas do Estado do Rio de Janeiro: o Brasil assinou tratados internacionais que são superiores ao ECA e à LDB (veja aqui). Mas precisamos de mais facilidade jurídica, pois muitos juízes não estão dispostos a abrir mão da ideia de que o Estado é o mais importante educador das crianças brasileiras - o que é um absurdo e deve ser tratado como tal. O que começou como direito não pode se transformar em obrigatoriedade!
Liberdade para homeschooling já!
Fonte: http://normabraga.blogspot.com.br/2014/12/homeschooling-vote-sim.html
terça-feira, 19 de novembro de 2013
18 coisas que não me arrependerei de fazer com meus filhos
Por Tim Challies
Como a maioria dos pais, eu tenho aqueles momentos em que culpa e arrependimento me atingem como uma onda. Eu penso, então, em como boa parte do meu tempo como pai já passou e quão pouco resta. Meu filho mais velho tem treze anos. Ele já é um adolescente, restando-lhe apenas mais um ano até o ensino médio, somente oito anos até a idade que eu tinha quando saí de casa para me casar. Minhas meninas o acompanham de perto. Quando aquela onda se levanta, quando sinto que poderia afogar-me debaixo de toda aquela tristeza, às vezes, eu considero estas coisas das quais nunca me arrependerei.
Aqui estão 18 coisas que eu sei que não me arrependerei de fazer com meus filhos.
1. Orar com eles por eles. Fico perplexo com o fato de que uma das coisas que mais me intimida é orar com meus filhos. Não estou falando de orar com toda a família antes ou depois de uma refeição, mas orar com a minha filha por minha filha ou com meu filho por meu filho. No entanto, este tipo de oração permite-lhes perceber que estou preocupado com o que lhes preocupa e permite-nos unir-se em oração por essas mesmas coisas. Eu sei que preciso priorizar isso porque nunca me arrependerei de orar com eles por eles.
2. Ler livros para eles. Quando o verão torna-se outono, quando os dias ficam mais curtos e as noites esfriam, passamos muitas das nossas noites juntos na sala de estar, enquanto eu leio livros em voz alta. Nós lemos sobre o nosso caminho por este mundo, e por muitos outros, nós lemos sobre o porvir na história e sobre dias há muito no passado; nós conhecemos heróis e vilões, e experimentamos tudo isso juntos como uma família. Eu nunca me arrependerei de ler livros para os meus filhos .
3. Dar beijos de boa noite. Os dias se alongam e eu fico tão cansado. Na hora em que as crianças vão para a cama, às vezes estou tão desgastado que a última coisa que quero fazer é vê-los na cama e dar beijos de boa noite. Mas eu sempre me alegro por fazê-lo e, muitas vezes, descubro aquele momento em que as crianças estão mais abertas, mais ansiosas para falar, e mais ansiosas para ouvir. Eu sei que nunca me arrependerei de todos aqueles beijos de boa noite.
Eu sei que nunca me arrependerei de todos aqueles beijos de boa noite.
4. Levá-los para a igreja. Há tanta alegria em estar juntos na igreja como família, adorar juntos o Senhor e juntos ouvir sobre ele em sua Palavra. Eu não levo meus filhos à igreja para que eles possam aprender boas maneiras ou serem pessoas melhores, eu os levo à igreja para que possam saber quem são, para que possam aprender sobre quem é Deus, e para que possam encontrar e experimentar a graça. Eu nunca me arrependerei de priorizar a igreja.
5. Levá-los para tomar café da manhã. Uma tradição muito amada em nossa família é levar meus filhos para tomar café nas manhãs de sábado – um deles por semana. É uma tradição que perdi, mas voltou, perdi novamente e voltou mais uma vez. É uma tradição que vale a pena manter. A despesa de 10 ou 20 dólares e o tempo que leva nada são em comparação com o investimento em suas vidas. Eu nunca me arrependerei dos nossos cafés da manhã com o papai.
6. Deixar meus amigos serem seus amigos. Adoro quando meus filhos fazem amizade e tornam-se amigos dos meus amigos. Eu quero que meus filhos tenham amigos mais velhos e mais sábios do que eles e amigos que possam ajudá-los nas áreas em que sou fraco. Eu nunca me arrependerei de incentivar meus amigos a serem amigos deles.
7. Fazer devocionais em família. Devocional em família é uma disciplina difícil de manter, especialmente quando as crianças ficam mais velhas e têm mais lição de casa e responsabilidades. Mas, nós nos comprometemos, nos re-comprometemos e perseveramos, porque estes são momentos preciosos – apenas alguns minutos juntos para ler a Bíblia, para falar sobre o que ouvimos e para orar. Eu sei que nunca me arrependerei de um único momento buscando o Senhor juntos.
8. Discipliná-los. Eu odeio disciplinar meus filhos, eu odeio ter que discipliná-los. Contudo, estou absolutamente convencido de que se recusar a discipliná-los é recusar-se a amá-los e respeitá-los. O privilégio revogado, a conversa severa, o tempo gasto sozinho em seu quarto – essas coisas são vistas como ódio no momento, porém, percebidas como amor mais tarde. Eu nunca me arrependerei de disciplinar meus filhos com amor.
9. Fazer coisas especiais. Grande parte da vida é vivida em situações cotidianas e o amor normalmente é demonstrado no dia-a-dia. Mas também há valor no jogo à tarde, na noite de balé, as viagens com o papai. Eu nunca me arrependerei de fazer essas coisas especiais com meus filhos.
10. Pedir perdão. Eu tenho mais dificuldade em pedir desculpas aos meus filhos do que a qualquer outra pessoa. Em algum lugar lá no fundo da minha mente, eu estou convencido de que desculpar-me com eles é revelar fraqueza; mas, nos meus melhores momentos, eu sei que pedir desculpas a eles – pedir perdão quando pequei contra eles – é honrar a Deus e a eles. Eu nunca me arrependerei daquelas vezes em que já pedi perdão a eles.
11. Perdoá-los. Minha grande fraqueza é um dos grandes pontos fortes dos meus filhos. Quando eles pecam, quase sempre são rápidos em buscar o meu perdão. Eu nunca me arrependerei de sincera e imediatamente conceder o perdão que eles pedem.
12. Amar a mãe deles. Eu sei que a estabilidade de uma mãe e um pai que estão firmemente comprometidos um com o outro traz estabilidade para toda a família. Eu posso amar meus filhos ao assegurar-lhes o meu amor por sua mãe por meio das minhas palavras, atos e afeição. Eu nunca me arrependerei de regularmente reafirmar o meu amor pela mãe deles.
13. Identificar a graça de Deus. Enquanto meus filhos fazem suas profissões de fé e começam a crescer em piedade , tem sido uma alegria ver a graça de Deus em suas vidas. Estou aprendendo a contar-lhes o que eu observo, a elogiá-los por isso, e apontar para Aquele que fez tudo. Eu sei que nunca me arrependerei de identificar esse tipo de graça em suas vidas.
14. Expressar afeto. Gosto de andar de mãos dadas com as minhas filhas e adoro abraçar o meu filho antes de ele ir para a escola. Esta afeição física os faz sentirem-se seguros e amados ao ensinar limites e toques apropriados e platônicos. Eu nunca me arrependerei de continuamente expressar afeto físico.
15. Planejar pequenas surpresas. Os pequenos e ocasionais presentes de quando eu volto para casa depois de uma palestra, uma rosa para minhas meninas enquanto eu compro um buquê de flores para a mamãe, o jantar no McDonalds sem qualquer motivo especial. Eu nunca me arrependerei de planejar e a executar essas pequenas surpresas especiais.
16. Dar-lhes toda a minha atenção. Eu quase sempre tenho um dispositivo eletrônico à mão e, muitas vezes, tenho dois ou três deles. É tão fácil interromper uma conversa a cada zumbido ou bip, quebrar o contato visual e perder a concentração. Eu sei que eu nunca me arrependerei de dar aos meus filhos toda a minha atenção quando eles têm algo a dizer.
17. Conduzir ao evangelho. O evangelho não é apenas uma porta de entrada para a vida cristã, mas a própria fonte de esperança e alegria na vida cristã . Precisamos voltar ao evangelho continuamente, precisamos do evangelho todos os dias. E eu nunca me arrependerei de conduzir meus filhos ao evangelho.
18. Dizer-lhes “eu te amo”. Eu amo profundamente meus filhos e posso demonstrar esse amor de cada uma das maneiras que listei acima. Mas, quando eles vão para a escola, quando eles saem com os amigos, quando me ligam do escritório, quando usamos o Skype à distância, eu nunca me arrependerei de dizer-lhes novamente: “Eu te amo”.
***
Traduzido por Josaías Jr | Reforma21.org | Original aqui.
Via: Bereianos -
http://bereianos.blogspot.com.br/2013/11/18-coisas-que-nao-me-arrependerei-de.html#.Uot8PCckrIU
quarta-feira, 29 de maio de 2013
A família sob ataque
Por Rev. Hernandes Dias Lopes
A família brasileira está encurralada por crises medonhas. Há uma orquestração perversa contra essa vetusta instituição divina, com o propósito de solapar seus alicerces e desconstruir seus valores. Abordaremos, aqui, quatro forças poderosas que se voltam contra a família nos dias presentâneo.
1. A mídia televisiva. A televisão é ainda o mais poderoso instrumento de comunicação de massa em nossa nação. É considerada o quarto poder. A televisão brasileira é conhecida em todo o mundo pela sua descompostura moral. As telenovelas brasileiras são as mais imorais do mundo. Talvez nunhum fenômeno exerça mais influência sobre a família brasileira do que as telenovelas da Rede Globo. O argumento usado para essa prática é que a televisão apenas retrata a realidade. Ledo engano. A televisão induz a opinião pública. Ela não informa, mas deforma. Não esclarece, mas deturpa. Agora, de forma desavergonhada a televisão brasileira abraçou a causa homossexual com o propósito de induzir a sociedade a aceitar como opção legítima a relação homoafetiva. Não se trata de um esclarecimento ao povo sobre o referido assunto, mas uma indução tendenciosa. Os programas que tratam da matéria são feitos com a intenção de escarnecer dos valores morais que sempre regeram a família e exaltar a prática homossexual, que a Escritura chama de um erro, uma torpeza, uma abominação, uma disposição mental reprovável, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28).
2. A Suprema Corte. A suprema corte brasileira, o Supremo Tribunal Federal, por unanimidade, legitimou os direitos da relação homoafetiva. A nação brasileira já colocou o pé na estrada do relativismo moral, da absolutização do erro, do desbarrancamento da virtude, da conspiração irremediável contra a família. Os juízes de escol da nossa nação reconheceram como legal e moral a relação de um homem com um homem e de uma mulher com uma mulher. Precisaremos, portanto, redefinir o verbete casamento e criar um novo conceito para família. Estamos colocando os valores morais de ponta cabeça. Estamos desmoronando o que Deus edificou. Estamos nos insurgindo não apenas contra a família, mas contra o próprio Deus que instituiu o casamento e estabeleceu a família. Desta forma, julgamo-nos sábios, tornamo-nos loucos, pois ninguém pode desfazer o que Deus faz e ninguém pode insurgir-se contra Deus e prevalecer.
3. O Ministério da Educação. Com os recursos suados dos trabalhadores brasileiros que, com dignidade lutam para o progresso da nação, o ministério da educação está lançando um kit gay, para ser distribuído nas escolas públicas, cuja finalidade, mais uma vez, não é esclarecer crianças e adolescentes sobre a sexualidade, mas induzi-los à prática homossexual. Querem tirar das famílias o privilégio de orientar seus filhos. Querem domesticar a consciência das nossas crianças, induzindo-as a essa prática que avilta o ser humano, escarnece da família e afronta ao criador. É preciso tocar a trombeta aos ouvidos da sociedade, para repudiar essa iniciativa infeliz do ministério da educação, que em vez de sair em defesa da família, e promover a educação, lança sobre ela seus dardos mais mortíferos. Em virtude da pressão da bancada evangélica e não por dever de consciência, nestes últimos dias, a presidente mandou suspender o referido kit.
4. O Congresso Nacional. Está na pauta do congresso nacional um projeto de lei que visa criminalizar aqueles que se manifestarem contra a prática homossexual, contrariando, assim, a constituição federal, que nos faculta a liberdade de consciência e de expressão. Contrariando, outrossim, os preceitos da Palavra de Deus que, considera a relação homossexual como algo contrário à natureza e uma abominação para Deus (Lv 18.22; Rm 1.24-28; 1Co 6.9-11). Essa lei visa não apenas legitimar o ilegítimo, tornar moral o imoral, mas também, punir com os rigores da lei, aqueles que, por dever de consciência, não podem se curvar ao erro. Povo de Deus, não podemos nos calar diante dessas ameaças!
Fonte: Palavra da Verdade
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Ensina a Criança
Que diferença no ensino dos filhos deve haver entre os cristãos e a sociedade ?
Educa a criança no caminho em que deve andar , e até envelhecer não se desviará dele. Pv 22.6
Em cima deste conselho , instrução de sabedoria, podemos sem nenhuma duvida retirar valioso ensino para os nossos filhos nos dias atuais. Algumas verdades devem ser realçadas para podermos compreender o que essa instrução nos remete.
Primeiramente devemos entender que a educação de crianças cristãs não devem ser comparadas a uma competição ou disputa entre pais crentes e descrentes ,(no caso dos cristãos), devemos sempre ter muito claro que as crianças devem ser instruídas não para vanglória pessoal , ou como intuito de mostrar que somos melhores do que os descrentes, lembrem-se, tudo isso é pela graça de Deus, e para a glória de Deus, nós não devemos mostrar o ensino cristão para sociedade como molde de disputas psicológicas, de qual pai é melhor, ou mais bondoso, porque desta forma entraremos na mesma esfera de moralidade desfigurada em que a sociedade atualmente se encontra, o dever dos pais cristãos é com longanimidade e mansidão , exemplificar o motivo da educação cristã, mostrar maneira da educação cristã e o objetivo da educação cristã.
Precisamos em seguida diferenciarmos o que o texto relaciona com instrução, e o que nossa sociedade entende como instrução, esta diferenciação é vital para um real entendimento do texto e aplicação prática na vida das crianças. Somente desta maneira elas poderão desfrutar deste conselho de sabedoria, com a aplicação prática de seus pais, que devemter um relacionamento intimo com Deus e Sua palavra.
Quando falaremos sobre a causa, a maneira e o objetivo ,de modo nenhum conseguiremos ser exaustivos e nem determinar que tudo que falaremos é todo material que abrangem estas colocações, mas sim poder mostrar quais devem ser as características que devem permear a educação das crianças:
Exemplificar o motivo:
Devemos ter consciência de que as crianças nascem em pecado e são pecadoras, e isso fará muita diferença, porque os pequenos e insignificantes erros, como uma mentirinha e coisas do tipo, são pecados contra um Deus santo e é isso que as crianças devem aprender, desde pequenos, que todo pecado que cometem contra as pessoas , primeiramente cometem contra um Deus santo, a intenção deve ser de mostrar como o coração é enganoso e inclinado desde cedo contra Deus, por este motivo, porque todos nascemos mortos em delitos e transgressões, alheios a Deus,as crianças precisam saber e entender sobre isso.
Demonstrar a maneira :
As crianças precisam ser instruídas, a maneira como serão ensinadas fará muita diferença, em última instancia, se elas não obedecerem a seus pais que enxergam, como poderão obedecer a um Deus invisível? As crianças devem desde cedo aprender que devem viver para glória de Deus, e uma vez entendendo isso, que devem fazer tudo em suas vidas para que Deus seja glorificado, é natural e óbvio que aprenderão a ter um caráter reto e honesto diante de Deus e da sociedade, não serão pessoas melhores para ganhar favor de Deus, honrarão a Deus com suas vidas e assim serão pessoas melhores para sociedade, a diferença parece sutil ,mas é muito grande, sem o manual apropriado para instrução, podemos ser inclinados a ensinar de acordo com a moda ou a cultura, e por termos este manual infalível , a bíblia, devemos conhecê-lo e apresentá-lo inteiramente a elas.
Qual o objetivo :
A causa última da vida das crianças deve ser ter comunhão com Deus e se alegrar nele eternamente, através da comunhão com Cristo desfrutar da vida eterna, vida eterna essa que é primeiramente a comunhão eterna com Cristo, confiança e deleite nele, aprender a reconhecer o estado em que se encontravam e o porque Cristo deve ser o motivo da mais alta adoração e deleite, de que adianta induzirmos nossos filhos a serem os melhores , mais inteligentes e ricos, sem Cristo em suas vidas? Não terá valido de nada, porque de que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?
Através destas colocações, o texto citado no inicio toma formato, podemos entender o que o verso fala com instrução, em contrapartida da sociedade. Devemos deixar claro que nossos filhos e filhas não são a realidade objetiva em si mesmos, existe uma realidade objetiva que governa todas as coisas fora deles, o Deus da bíblia, esta verdade deve ser escancarada e apresentada desde cedo, não devemos e nem temos o direito de procrastinar essas belezas, a beleza da glória do evangelho de Cristo, a verdadeira felicidade só será encontrada no verdadeiro caminho , Jesus Cristo, não teremos desculpas de nossos filhos conhecerem mais sobre as "curiosidades do mundo", do que do Senhor Jesus , eles entenderem mais de matemática do que de teologia.
Deixemos de lado o entendimento de que ser bons pais está relacionado somente com ensinar boa conduta e conforto a nossos filhos, toda essa moralidade sem Cristo, não passará de palha , pronta para ser queimada, porque sem Cristo ninguém poderá ser desculpável diante de Deus, não sejamos pegos envergonhados naquele dia, de que tudo que fizemos por nossos filhos foi desperdício , de que nada mais foi do que uma casa edificada em cima da areia.
Que possamos quando questionados qual a diferença entre a a maneira como ensinamos e a maneira de que o mundo ensina, tenhamos muito claro que não são os nossos méritos que farão a diferença, sempre tenhamos prontamente a resposta de que é a cruz que separa o ensino , é o evangelho, não nós, que é poderoso por si próprio, a ponto de penetrar no mais intimo, toda base da instrução estará firmada em uma rocha inabalável que nada pode destruir, através de Cristo e para glória de Deus.
Soli Del Gloria
Guinho
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Pai, Pregador, Sacerdote e Exemplo
“E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.” Deuteronômio 6:6-7
O pai é o primeiro pregador na vida de seu filho, é um sacerdote no lar, o representante de Deus na vida dos seus familiares. Deus espera isto de cada homem, de cada pai.
Vemos, seguidamente o povo de Israel se desviando dos caminhos do Senhor, geração após geração, acontecia a mesma coisa, após curto espaço de tempo. Por qual motivo? Um dos motivos é que os pais falhavam na sua missão de transmitir a Palavra de Deus para a geração seguinte, esqueciam de Dt 6:6-7.
Voltando para a nossa época, existe alguma realidade mais assustadora do que esta? Os pais nem sabem quem é Deus, não conhecem nada das Escrituras Sagradas, que triste futuro nos espera. Crianças crescendo em lares onde o próprio umbigo é deus, criadas sobre a supervisão e influência dos televisores e internet.
Nós, pais Cristãos temos a obrigação de cumprir nosso papel, de realizar aquilo que a nação de Israel tanto negligenciou. Não podemos fazer pouco caso das nossas crianças, temos que gastar tempo com nossos filhos, temos que ensinar, é um chamado de tempo integral.
Sejamos, em primeiro lugar, exemplo para os nossos filhos. Não podemos ser hipócritas em exigir algo deles se nós mesmos não vivemos o que pregamos. Você quer que seu filho tenha uma vida de oração, então tenha você uma vida de oração para que seja modelo ao seus filhos. Da mesma maneira, com a leitura e meditação nas Escrituras, com a vida de serviço na Igreja, com os relacionamentos pessoais. Enfim, em todas as áreas da vida seja exemplo, pois sempre você será o modelo a ser analisado aos olhos das crianças.
Quando falo de pais, isso inclui também as mães, obviamente Deus destinou um papel de liderança para o homem, mas necessariamente é a mãe a pessoa mais influente em nossa casa, são elas que têm a atenção das crianças. Elas exercem papel decisivo nesse processo.
Mães, não abandonem seus filhos por uma carreira de sucesso. Qualquer pessoa que passe maior tempo com seu filho exercerá maior influência sobre ele do que você. E, se isso acontecer somos indesculpáveis perante ao Senhor, pois ele delega essa função aos pais, a educação dos nossos filhos cabem única e exclusivamente a nós, pais e mães.
E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor. Efésios 6:4
Que Jesus nos ajude.
Fernando.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Qual o papel do homem na família?

IMPRESSÕES DA CONFERENCIA – Qual o papel do homem e da mulher na família?
Estivemos reunidos nesta sexta-feira dia 26-10, e realmente foi um momento muito edificante, podemos aprender mais sobre o desejo de Deus, através de sua palavra, no que diz respeito ao marido com sua esposa, e do pai com seus filhos, tivemos realmente momentos muito confrontantes com as coisas que aprendemos e fazemos errado, segundo a exposição pelo Irmão Fernando de Efésios 5-22.
Ficam algumas marcas deste encontro onde nos alertou do que realmente é o casamento cristão, principalmente relacionado à responsabilidade do marido como líder, em sua casa, nesta exposição edificante das escrituras, podemos refletir sobre:
Semelhança de Cristo coma Igreja, sendo comparada ao marido e sua esposa, ficam algumas características do amor de Cristo, que deve ser o amor do marido pela esposa, aprendi que:
---O marido como líder deve ser o servo, como Cristo foi esse é o exemplo da liderança de Cristo.
---O amor descrito em (1 Co 13,4-8), é uma amor que não espera retribuição.
---O amor é um ato de vontade, não um simples sentimento.
---O amor não necessita ser conquistado.
---O amor em santificar sua esposa.
---O marido deve levar em consideração as necessidades de sua esposa, em todos os sentidos.
---O marido deve ser cavalheiro, levar em consideração a fragilidade e delicadeza de sua esposa.
---O marido deve ter comunhão com sua esposa, a ponto de ser um grande amigo também.
Aprendi que:
O marido deve ser um pregador da palavra para sua esposa, protegendo e ensinando no caminho do Senhor.
Percebi o quanto falho sou, e o quanto tenho a melhorar para a glória de Deus e para honrar e cuidar da esposa que Ele me deu, e como é importante vigiarmos em relação a isso. Por fim a frase que realmente marcou esta conferência(junto com todo o ensino), é esta:
O modo como eu trato a minha esposa, mostra o que realmente eu penso de Cristo, afinal é esta comparação do Apóstolo Paulo.
Obrigado irmão Fernando,
Glória a Deus por essa conferência!
Guinho.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
A família em Cristo

...esposas sede submissas,... maridos amais a vossa esposa..., filhos em tudo obedeceis a vossos pais..., pais não irriteis a vossos filhos... Colossenses 3: 18-21
A sagrada escritura é uma fonte incessante de deleite e gozo em Deus, instrução e direção para uma vida reta e temente ao Senhor, a questão familiar é explicitamente declarada e exposta, porque faz parte do plano e ministério de Deus aqui na terra, como um molde e exemplo da grande família em Cristo.
O ministério do casamento é de tal forma exaltado, a ponto de ser comparado ao amor de Cristo pela Igreja, (Ef 5:25), embora nem todos sejam aptos para ele , não deixa de ter uma grande importância por isso, se em nossos dias atuais e contemporâneos, as pessoas usassem como regra de vida e confissão de verdadeira fé, a bíblia, por certo que não existiriam índices gigantescos de divórcios, filhos rebeldes e esposas autoritárias, como que disputando a liderança em seus lar , com seus esposos.
Por mais incrédulos e indispostos em relação ao evangelho, tenho por certo que se a bíblia fosse meramente usada como um manual de bons costumes, notaria com toda certeza, uma grande mudança comportamental nas nações, embora livros com sugestividade behavioristas sejam melhores aceitos entre os pais, do que um livro sagrado, que contém as palavras de vida eterna, a instrução divina revelada na sagrada escritura é completa e perfeita.
Em Adão, a família é uma grande corrente, intimamente ligada por elos dessa corrente, onde os elos são instáveis e de material frágil e corrupto, e facilmente podem se quebrar, e os elos dessa corrente, facilmente se dispersam, pai não honra seu filho, esposa não se submete ao esposo, filho tem desrespeito por ambos, tudo de forma desqualificada e volátil, esfarelando os elos com extrema rapidez, por todo vento de razões, as quais em grande maioria banais.
Todavia a família enraizada em Cristo, e na palavra de Deus, tem uma corrente forjada nas promessas, inquebrável, porque Cristo está no centro dentro dessa corrente, é Ele quem sustenta, por consequência, existe uma maneira totalmente diferente em cada membro, carinho e amor distintos do mundo, sem idolatria um pelos outros, porque sua adoração esta enraizada em Cristo e sua palavra, palavras como submissão e amor, recebem verdadeiros significado, puro limpo, não corrompido por distorções humanas, porque é restaurado na comunhão com o segundo Adão.
E assim o ministério da família é exaltado em Cristo, porque ele é feito de todo coração e entendimento, primeiramente a Cristo e não aos homens, sabendo que toda injustiça feita, ela não será esquecida, porque nisso Deus não faz acepção de pessoas, Ele sempre será santo e justo, independente do quanto os homens possam distorcer as palavras, a de Deus permanece para sempre.
Louvado seja o Senhor.
Guinho
terça-feira, 8 de maio de 2012
Como não transformar seus filhos em pequenos fariseus
Educando suas crianças no poder do evangelho
“Eu sinto que estou criando pequenos hipócritas.” Muitos pais temem que seus filhos, uma vez que lhes ensinaram formas adequadas de comportamento, crescerão como crianças bem comportadas, mas sem o senso da necessidade da graça.
O problema da hipocrisia é maior em lares que enfatizam o comportamento ao invés do coração. Se o foco da disciplina e da correção é a mudança de comportamento, você perderá o coração. Essa abordagem faz com que o problema esteja no que eu faço, não no que eu sou.
De acordo com a Bíblia, o problema que temos é mais profundo que isso. O problema não está no que eu e você ou seus filhos fazem de errado. O problema não é que nós / eles mentem ou invejam, ou desobedecem. O problema é que você, seus filhos e eu somos mentirosos, invejosos; somos desobedientes.
Pergunte a si mesmo: Um homem é um ladrão porque ele rouba, ou ele rouba porque ele é um ladrão? Ele é um mentiroso porque ele mente, ou ele mente porque é um mentiroso? A resposta da Bíblia é que ele rouba porque ele é um ladrão, mente por ser um mentiroso, desobedece por ser desobediente. Este é o testemunho da Bíblia. “Desde o nascimento os ímpios se desviam, desde o ventre são rebeldes e falam mentiras.” (Salmo 58.3).
Alguém, às vezes, poderá perguntar: “Que tal abordar o comportamento que está errado dizendo-lhes para fazer melhor. Isso não faria parte de ser um bom pai?” A resposta, claro, é que tratar o coração não significa que você não tratará o comportamento, isso apenas lhe diz como abordar com o comportamento. Uma vez que o comportamento é o motivado pelo coração, eu tenho de falar do comportamento de forma que foque a mudança do coração e não simplesmente a mudança de comportamento.
Esta verdade pode ajudá-lo a manter o centro do evangelho na correção e disciplina. Você deve ajudar seus filhos a ver os problemas ocultos do coração que estão por trás das coisas erradas que eles fazem. Você terá conversas como esta:
- Filhinho, você sabe que eu estou preocupado que você mentiu para mim. Dizer a verdade é algo que é muito importante nas relações humanas. Se você não pode confiar em mim e eu não posso confiar em você, nós não temos nenhuma cola para manter nossa relacionamento. Você entende o que estou dizendo?
- “Sim” - ele diz, balançando a cabeça.
- Mas você sabe o que me preocupa ainda mais?
- Não.
- Minha maior preocupação com você é que você é justamente igual a mim. Nós mentimos porque achamos que contar uma mentira será melhor do que dizer a verdade. E, às vezes, nós amamos mais a nós mesmos do que amamos a Deus. É por isso que contamos mentiras.
É por isso que Jesus veio. Se a nossa necessidade era de alguém nos dizer o que fazer, Deus apenas teria enviado um profeta. O problema que temos é tão grande que só saber o que devemos fazer não é suficiente. Precisamos de um Salvador do nosso pecado e precisamos de alguém que tenha poder para nos livrar.
Se você tiver uma criança precoce, a conversa poderia ser assim:
- Você nunca contou uma mentira, papai?
- Bem, filhinho, há muitas maneiras de mentir. Podemos, às vezes, contar uma mentira fazendo alguém pensar algo sobre nós que não é verdade. Por isso, sim, às vezes, o papai conta uma mentira. Então, sabe o que eu preciso fazer?
- O quê?
- Eu preciso confessar o meu pecado a Deus. Deus diz que Ele vai nos perdoar. (1 João 1.9). E eu também tenho de pedir perdão a quem eu menti. E eu preciso pensar em quem eu estava amando mais do que Deus quando eu menti, e assim posso confessar esse pecado também. Sabe de uma coisa, filhinho? Eu preciso de Deus todos os dias, tanto quanto você. Eu preciso do Seu perdão. Eu preciso dEle para me mudar por dentro, e assim eu O amarei mais que tudo. Eu preciso de Seu poder para amá-Lo e aos outros mais do que eu me amo.
Cada oportunidade de corrigir o seu filho é uma oportunidade para confrontá-lo com a sua profunda necessidade de perdão e graça. Enquanto o comportamento for a sua prioridade você nunca terá espaço para compartilhar o que realmente importa: a esperança e o poder do evangelho. Se os seus filhos forem como cãezinhos adestrados eles se tornarão pequenos fariseus, limpos por fora e sujos por dentro.
Traduzido e gentilmente cedido por Charles Grimm | iPródigo.com | Original aqui (extraído da postagem pessoal de Tedd Tripp em seu perfil do Facebook).
domingo, 8 de abril de 2012
Inocência perdida?

Chegando a páscoa vem as estranhas cobranças em relação aos nossos filhos.
Eu ensino minha filha o verdadeiro significado da páscoa, ela tem 5 anos e sabe que o coelhinho da páscoa não existe, que é o dia onde as pessoas comemoram a ressurreição de Cristo, apesar de que poucos ainda lembram disso, assim como o natal é uma data que em nada parece com o significado original.
Mas quando alguém pergunta algo do tipo: O que o coelhinho trouxe para você hoje?
Logo recebe um "nada", afinal de contas o coelho não existe. Nesse momento rola aquele desconforto e logo vem aquelas explicações do tipo: "Mas você está tirando a fantasia da criança, isso é importante para a imaginação delas". Papo furado...
Vou contar duas histórias aí peço que cada um julgue qual a história é mais atraente para uma criança:
1) Existe um coelho mágico, sim tem que ser mágico, pois ele coloca ovo de chocolate, tendo em vista que um coelho sequer coloca ovos. E esse coelho no domingo de páscoa traz ovos de chocolate para todas as crianças do mundo. Exceto claro alguns países de como China, Coreia do Norte, Cuba... (São países não-cristãos).
2) Existe um Deus que criou todas as coisas, inclusive todos nós, e por nossa própria vontade escolhemos se rebelar com esse Deus. Mas o Criador em sua infinita sabedoria e misericórdia decide regatar a comunhão perdida e envia o seu único e amado Filho para que Ele viesse pagar um preço muito alto por esse redenção.
O Deus encarnado sofreu como um de nós, viveu como um de nós e morreu como nenhum de nós. Um sacrifício perfeito, daquele que era Deus e era homem, capaz de nos unir novamente ao Deus soberano, criador de todas as coisas. Três dias depois o Filho de Deus ressuscita dentre os mortos para cumprir o plano perfeito de Deus, e neste momento está glorificado nas alturas.
E nesse domingo de páscoa comemoramos essa reconciliação através da morte e ressurreição de Jesus Cristo.
Agora pergunto, qual história seria mais interessante para o imaginário das crianças?
Fico sempre com a segunda opção, afinal de contas eu procuro não mentir para minha filha e essa é a história que ela deve amar até o fim dos seus dias.
Que nessa data possamos redimir a páscoa, que possamos usar esse momento pra falar para as pessoas o verdadeiro significado deste dia.
Feliz páscoa para todos.
Fernando.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Licenciando nossa alma

Como alguns já sabem, eu trabalho em um supermercado e como é de costume nesta época chegaram os materiais escolares. Estava cadastrando os cadernos no sistema e reparando a capa destes, a temática utilizada pelos fabricantes para alavancar as vendas.
Percebo que até mesmo nessas pequenas coisas, o mundo prova cada vez mais sua natureza caída, a temática utilizada é sempre a mesma, para as meninas desenhos de garotas com mini saia, vestidas impecavelmente, tudo pra lembrar nossas filhas do mundo consumista e cheio de vaidade em que elas vivem. Fotos dos meninos da "moda", desta vez lembrando as nossas filhas de que o ser humano é idólatra e que não é problema você idolatrar um ator ou cantor.
Para os meninos, carros, esporte, mulheres bonitas, estimulando aquilo que o homem tem de melhor, seus "instintos", mas como para as meninas, o foco é o mesmo, vaidade, consumismo, emoções...
Sem falar na diferença de preços dos produtos licenciados, como Disney, times de futebol, cantores, atores. Por exemplo o mesmo caderno, mesmo fabricante e mesmo material, o licenciado custa R$ 20,00 e o sem licenciamento com desenho qualquer do próprio fabricante custa R$ 9,90. Quanto dinheiro jogado fora, no lixo.
Porque será que os fabricantes não estampam seus cadernos com fotos de crianças passando fome, vivendo em extrema pobreza, que é a realidade de uma grande parte da população mundial? Ou então foto de jovens viciados em drogas, ou presos, enfim tudo aquilo que o mundo tenta esconder dentro do seu próprio orgulho? Ah esqueci... porque não vai vender né!
Não, não vai vender, porque queremos esconder isso dos nossos filhos, o negócio é que eles sejam felizes, que vivam num mundo de fantasia e faz de conta.
É senhores pais e mães, o que faremos?
Eu tenho uma sugestão: Quando você for comprar os materiais escolares dos seus filhos, ao invés de comprar o produto da "moda", licenciado, compre o sem licenciamento que é muito mais barato e com o dinheiro que você economizou, compre mais materiais e doe para uma criança que não tem condições de comprar os seus materiais escolares.
Temos que ensinar nossos filhos que pouco importa a capa do caderno, a marca do estojo, não podemos deixar nem incentivar que aja um disputa de vaidades, pra ver quem tem os materiais da modinha, do personagem, da marca. Temos que incentivar a humildade não o orgulho.
No mais, cuide até mesmo isso, olhe bem qual a temática que estampa a capa do caderno do seu filhos, tudo nesse mundo tenta sugar os nossos corações e os coração de toda a nossa geração. Por isso que Jesus já nos disse:
Lucas 21:36 Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem.
Que Jesus nos ajude.
Fernando.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Nosso Primeiro Dever
Narrai isto a vossos filhos, e vossos filhos o façam a seus filhos, e os filhos destes, a outra geração.
Joel 1.3
Desta maneira simples, por meio da graça de Deus, um testemunho vivo a respeito da verdade é sempre preservado na terra. O povo do Senhor tem de transmitir aos seus descendentes o testemunho do evangelho. Estes, por sua vez, compartilham a verdade com os próximos descendentes. Este é nosso primeiro dever. Aquele que não começa o seu ministério em casa é um péssimo pregador.
Os incrédulos têm de ouvir o testemunho do evangelho por meio de vários instrumentos. Nosso lar, porém, tem uma reivindicação prioritária. E ai daqueles que invertem a ordem das disposições do Senhor! Ensinar nossos filhos é um dever pessoal. Não podemos delegá-lo aos professores da Escola Dominical ou aos pastores. Eles podem auxiliar-nos, mas não podem eximir-nos deste sagrado dever.
Mães e pais devem, tal como Abraão, instruir sua família no temor de Deus e conversar com seus filhos sobre as maravilhosas obras do Altíssimo. O ensino por parte dos pais é um dever natural. Quem é mais qualificado para cuidar do bem-estar espiritual de nossos filhos do que aqueles que são os autores da existência física deles?
Negligenciar a instrução espiritual de nossos filhos é pior do que crueldade. A oração e a leitura bíblica em família são necessárias para a nação, para a família e para a igreja. O reino de Satanás está procurando avançar constantemente em nosso país. Um dos meios mais eficazes de resistirmos suas investidas quase sempre é negligenciado — a instrução dos filhos nas verdades da fé.
Charles H. Spurgeon
[Via]
terça-feira, 8 de junho de 2010
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