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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Top5 - Erros Que os Maridos Não Devem Cometer


terça-feira, 19 de novembro de 2013

18 coisas que não me arrependerei de fazer com meus filhos

Por Tim Challies


Como a maioria dos pais, eu tenho aqueles momentos em que culpa e arrependimento me atingem como uma onda. Eu penso, então, em como boa parte do meu tempo como pai já passou e quão pouco resta. Meu filho mais velho tem treze anos. Ele já é um adolescente, restando-lhe apenas mais um ano até o ensino médio, somente oito anos até a idade que eu tinha quando saí de casa para me casar. Minhas meninas o acompanham de perto. Quando aquela onda se levanta, quando sinto que poderia afogar-me debaixo de toda aquela tristeza, às vezes, eu considero estas coisas das quais nunca me arrependerei.

Aqui estão 18 coisas que eu sei que não me arrependerei de fazer com meus filhos.

1. Orar com eles por eles. Fico perplexo com o fato de que uma das coisas que mais me intimida é orar com meus filhos. Não estou falando de orar com toda a família antes ou depois de uma refeição, mas orar com a minha filha por minha filha ou com meu filho por meu filho. No entanto, este tipo de oração permite-lhes perceber que estou preocupado com o que lhes preocupa e permite-nos unir-se em oração por essas mesmas coisas. Eu sei que preciso priorizar isso porque nunca me arrependerei de orar com eles por eles.

2. Ler livros para eles. Quando o verão torna-se outono, quando os dias ficam mais curtos e as noites esfriam, passamos muitas das nossas noites juntos na sala de estar, enquanto eu leio livros em voz alta. Nós lemos sobre o nosso caminho por este mundo, e por muitos outros, nós lemos sobre o porvir na história e sobre dias há muito no passado; nós conhecemos heróis e vilões, e experimentamos tudo isso juntos como uma família. Eu nunca me arrependerei de ler livros para os meus filhos .

3. Dar beijos de boa noite. Os dias se alongam e eu fico tão cansado. Na hora em que as crianças vão para a cama, às vezes estou tão desgastado que a última coisa que quero fazer é vê-los na cama e dar beijos de boa noite. Mas eu sempre me alegro por fazê-lo e, muitas vezes, descubro aquele momento em que as crianças estão mais abertas, mais ansiosas para falar, e mais ansiosas para ouvir. Eu sei que nunca me arrependerei de todos aqueles beijos de boa noite.

Eu sei que nunca me arrependerei de todos aqueles beijos de boa noite.

4. Levá-los para a igreja. Há tanta alegria em estar juntos na igreja como família, adorar juntos o Senhor e juntos ouvir sobre ele em sua Palavra. Eu não levo meus filhos à igreja para que eles possam aprender boas maneiras ou serem pessoas melhores, eu os levo à igreja para que possam saber quem são, para que possam aprender sobre quem é Deus, e para que possam encontrar e experimentar a graça. Eu nunca me arrependerei de priorizar a  igreja.

5. Levá-los para tomar café da manhã. Uma tradição muito amada em nossa família é levar meus filhos para tomar café nas manhãs de sábado – um deles por semana. É uma tradição que perdi, mas voltou, perdi novamente e voltou mais uma vez. É uma tradição que vale a pena manter. A despesa de 10 ou 20 dólares e o tempo que leva nada são em comparação com o investimento em suas vidas. Eu nunca me arrependerei dos nossos cafés da manhã com o papai.

6. Deixar meus amigos serem seus amigos. Adoro quando meus filhos fazem amizade e tornam-se amigos dos meus amigos. Eu quero que meus filhos tenham amigos mais velhos e mais sábios do que eles e amigos que possam ajudá-los nas áreas em que sou fraco. Eu nunca me arrependerei de incentivar meus amigos a serem amigos deles.

7. Fazer devocionais em família. Devocional em família é uma disciplina difícil de manter, especialmente quando as crianças ficam mais velhas e têm mais lição de casa e responsabilidades. Mas, nós nos comprometemos, nos re-comprometemos e perseveramos, porque estes são momentos preciosos – apenas alguns minutos juntos para ler a Bíblia, para falar sobre o que ouvimos e para orar. Eu sei que nunca me arrependerei de um único momento buscando o Senhor juntos.

8. Discipliná-los. Eu odeio disciplinar meus filhos, eu odeio ter que discipliná-los. Contudo, estou absolutamente convencido de que se recusar a discipliná-los é recusar-se a amá-los e respeitá-los. O privilégio revogado, a conversa severa, o tempo gasto sozinho em seu quarto – essas coisas são vistas como ódio no momento, porém, percebidas como amor mais tarde. Eu nunca me arrependerei de disciplinar meus filhos com amor.

9. Fazer coisas especiais. Grande parte da vida é vivida em situações cotidianas e o amor normalmente é demonstrado no dia-a-dia. Mas também há valor no jogo à tarde, na noite de balé, as viagens com o papai. Eu nunca me arrependerei de fazer essas coisas especiais com meus filhos.

10. Pedir perdão. Eu tenho mais dificuldade em pedir desculpas aos meus filhos do que a qualquer outra pessoa. Em algum lugar lá no fundo da minha mente, eu estou convencido de que desculpar-me com eles é revelar fraqueza; mas, nos meus melhores momentos, eu sei que pedir desculpas a eles – pedir perdão quando pequei contra eles – é honrar a Deus e a eles. Eu nunca me arrependerei daquelas vezes em que já pedi perdão a eles.

11. Perdoá-los. Minha grande fraqueza é um dos grandes pontos fortes dos meus filhos. Quando eles pecam, quase sempre são rápidos em buscar o meu perdão. Eu nunca me arrependerei de sincera e imediatamente conceder o perdão que eles pedem.

12. Amar a mãe deles. Eu sei que a estabilidade de uma mãe e um pai que estão firmemente comprometidos um com o outro traz estabilidade para toda a família. Eu posso amar meus filhos ao assegurar-lhes o meu amor por sua mãe por meio das minhas palavras, atos e afeição. Eu nunca me arrependerei de regularmente reafirmar o meu amor pela mãe deles.

13. Identificar a graça de Deus. Enquanto meus filhos fazem suas profissões de fé e começam a crescer em piedade , tem sido uma alegria ver a graça de Deus em suas vidas. Estou aprendendo a contar-lhes o que eu observo, a elogiá-los por isso, e apontar para Aquele que fez tudo. Eu sei que nunca me arrependerei de identificar esse tipo de graça em suas vidas.

14. Expressar afeto. Gosto de andar de mãos dadas com as minhas filhas e adoro abraçar o meu filho antes de ele ir para a escola. Esta afeição física os faz sentirem-se seguros e amados ao ensinar limites e toques apropriados e platônicos. Eu nunca me arrependerei de continuamente expressar afeto físico.

15. Planejar pequenas surpresas. Os pequenos e ocasionais presentes de quando eu volto para casa depois de uma palestra, uma rosa para minhas meninas enquanto eu compro um buquê de flores para a mamãe, o jantar no McDonalds sem qualquer motivo especial. Eu nunca me arrependerei de planejar e a executar essas pequenas surpresas especiais.

16. Dar-lhes toda a minha atenção. Eu quase sempre tenho um dispositivo eletrônico à mão e, muitas vezes, tenho dois ou três deles. É tão fácil interromper uma conversa a cada zumbido ou bip, quebrar o contato visual e perder a concentração. Eu sei que eu nunca me arrependerei de dar aos meus filhos toda a minha atenção quando eles têm algo a dizer.

17. Conduzir ao evangelho. O evangelho não é apenas uma porta de entrada para a vida cristã, mas a própria fonte de esperança e alegria na vida cristã . Precisamos voltar ao evangelho continuamente, precisamos do evangelho todos os dias. E eu nunca me arrependerei de conduzir meus filhos ao evangelho.

18. Dizer-lhes “eu te amo”. Eu amo profundamente meus filhos e posso demonstrar esse amor de cada uma das maneiras que listei acima. Mas, quando eles vão para a escola, quando eles saem com os amigos, quando me ligam do escritório, quando usamos o Skype à distância, eu nunca me arrependerei de dizer-lhes novamente: “Eu te amo”.

***
Traduzido por Josaías Jr | Reforma21.org | Original aqui.
 
Via: Bereianos - 
http://bereianos.blogspot.com.br/2013/11/18-coisas-que-nao-me-arrependerei-de.html#.Uot8PCckrIU

quarta-feira, 29 de maio de 2013

A família sob ataque




Por Rev. Hernandes Dias Lopes


A família brasileira está encurralada por crises medonhas. Há uma orquestração perversa contra essa vetusta instituição divina, com o propósito de solapar seus alicerces e desconstruir seus valores. Abordaremos, aqui, quatro forças poderosas que se voltam contra a família nos dias presentâneo.

1. A mídia televisiva. A televisão é ainda o mais poderoso instrumento de comunicação de massa em nossa nação. É considerada o quarto poder. A televisão brasileira é conhecida em todo o mundo pela sua descompostura moral. As telenovelas brasileiras são as mais imorais do mundo. Talvez nunhum fenômeno exerça mais influência sobre a família brasileira do que as telenovelas da Rede Globo. O argumento usado para essa prática é que a televisão apenas retrata a realidade. Ledo engano. A televisão induz a opinião pública. Ela não informa, mas deforma. Não esclarece, mas deturpa. Agora, de forma desavergonhada a televisão brasileira abraçou a causa homossexual com o propósito de induzir a sociedade a aceitar como opção legítima a relação homoafetiva. Não se trata de um esclarecimento ao povo sobre o referido assunto, mas uma indução tendenciosa. Os programas que tratam da matéria são feitos com a intenção de escarnecer dos valores morais que sempre regeram a família e exaltar a prática homossexual, que a Escritura chama de um erro, uma torpeza, uma abominação, uma disposição mental reprovável, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28).

2. A Suprema Corte. A suprema corte brasileira, o Supremo Tribunal Federal, por unanimidade, legitimou os direitos da relação homoafetiva. A nação brasileira já colocou o pé na estrada do relativismo moral, da absolutização do erro, do desbarrancamento da virtude, da conspiração irremediável contra a família. Os juízes de escol da nossa nação reconheceram como legal e moral a relação de um homem com um homem e de uma mulher com uma mulher. Precisaremos, portanto, redefinir o verbete casamento e criar um novo conceito para família. Estamos colocando os valores morais de ponta cabeça. Estamos desmoronando o que Deus edificou. Estamos nos insurgindo não apenas contra a família, mas contra o próprio Deus que instituiu o casamento e estabeleceu a família. Desta forma, julgamo-nos sábios, tornamo-nos loucos, pois ninguém pode desfazer o que Deus faz e ninguém pode insurgir-se contra Deus e prevalecer.

3. O Ministério da Educação. Com os recursos suados dos trabalhadores brasileiros que, com dignidade lutam para o progresso da nação, o ministério da educação está lançando um kit gay, para ser distribuído nas escolas públicas, cuja finalidade, mais uma vez, não é esclarecer crianças e adolescentes sobre a sexualidade, mas induzi-los à prática homossexual. Querem tirar das famílias o privilégio de orientar seus filhos. Querem domesticar a consciência das nossas crianças, induzindo-as a essa prática que avilta o ser humano, escarnece da família e afronta ao criador. É preciso tocar a trombeta aos ouvidos da sociedade, para repudiar essa iniciativa infeliz do ministério da educação, que em vez de sair em defesa da família, e promover a educação, lança sobre ela seus dardos mais mortíferos. Em virtude da pressão da bancada evangélica e não por dever de consciência, nestes últimos dias, a presidente mandou suspender o referido kit.

4. O Congresso Nacional. Está na pauta do congresso nacional um projeto de lei que visa criminalizar aqueles que se manifestarem contra a prática homossexual, contrariando, assim, a constituição federal, que nos faculta a liberdade de consciência e de expressão. Contrariando, outrossim, os preceitos da Palavra de Deus que, considera a relação homossexual como algo contrário à natureza e uma abominação para Deus (Lv 18.22; Rm 1.24-28; 1Co 6.9-11). Essa lei visa não apenas legitimar o ilegítimo, tornar moral o imoral, mas também, punir com os rigores da lei, aqueles que, por dever de consciência, não podem se curvar ao erro. Povo de Deus, não podemos nos calar diante dessas ameaças!

sábado, 5 de janeiro de 2013

O papel do homem e da mulher no casamento - Pr. John Piper

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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Qual o papel do homem na família?

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IMPRESSÕES DA CONFERENCIA – Qual o papel do homem e da mulher na família?

Estivemos reunidos nesta sexta-feira dia 26-10, e realmente foi um momento muito edificante, podemos aprender mais sobre o desejo de Deus, através de sua palavra, no que diz respeito ao marido com sua esposa, e do pai com seus filhos, tivemos realmente momentos muito confrontantes com as coisas que aprendemos e fazemos errado, segundo a exposição pelo Irmão Fernando de Efésios 5-22.

Ficam algumas marcas deste encontro onde nos alertou do que realmente é o casamento cristão, principalmente relacionado à responsabilidade do marido como líder, em sua casa, nesta exposição edificante das escrituras, podemos refletir sobre:

Semelhança de Cristo coma Igreja, sendo comparada ao marido e sua esposa, ficam algumas características do amor de Cristo, que deve ser o amor do marido pela esposa, aprendi que:

---O marido como líder deve ser o servo, como Cristo foi esse é o exemplo da liderança de Cristo.

---O amor descrito em (1 Co 13,4-8), é uma amor que não espera retribuição.

---O amor é um ato de vontade, não um simples sentimento.

---O amor não necessita ser conquistado.

---O amor em santificar sua esposa.

---O marido deve levar em consideração as necessidades de sua esposa, em todos os sentidos.

---O marido deve ser cavalheiro, levar em consideração a fragilidade e delicadeza de sua esposa.

---O marido deve ter comunhão com sua esposa, a ponto de ser um grande amigo também.

Aprendi que:

O marido deve ser um pregador da palavra para sua esposa, protegendo e ensinando no caminho do Senhor.

Percebi o quanto falho sou, e o quanto tenho a melhorar para a glória de Deus e para honrar e cuidar da esposa que Ele me deu, e como é importante vigiarmos em relação a isso. Por fim a frase que realmente marcou esta conferência(junto com todo o ensino), é esta:

O modo como eu trato a minha esposa, mostra o que realmente eu penso de Cristo, afinal é esta comparação do Apóstolo Paulo.

Obrigado irmão Fernando, 
 
Glória a Deus por essa conferência!

Guinho.


quinta-feira, 14 de junho de 2012

A família em Cristo

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...esposas sede submissas,... maridos amais a vossa esposa..., filhos em tudo obedeceis a vossos pais..., pais não irriteis a vossos filhos... Colossenses 3: 18-21

A sagrada escritura é uma fonte incessante de deleite e gozo em Deus, instrução e direção para uma vida reta e temente ao Senhor, a questão familiar é explicitamente declarada e exposta, porque faz parte do plano e ministério de Deus aqui na terra, como um molde e exemplo da grande família em Cristo.

O ministério do casamento é de tal forma exaltado, a ponto de ser comparado ao amor de Cristo pela Igreja, (Ef 5:25), embora nem todos sejam aptos para ele , não deixa de ter uma grande importância por isso, se em nossos dias atuais e contemporâneos, as pessoas usassem como regra de vida e confissão de verdadeira fé, a bíblia, por certo que não existiriam índices gigantescos de divórcios, filhos rebeldes e esposas autoritárias, como que disputando a liderança em seus lar , com seus esposos.

Por mais incrédulos e indispostos em relação ao evangelho, tenho por certo que se a bíblia fosse meramente usada como um manual de bons costumes, notaria com toda certeza, uma grande mudança comportamental nas nações, embora livros com sugestividade behavioristas sejam melhores aceitos entre os pais, do que um livro sagrado, que contém as palavras de vida eterna, a instrução divina revelada na sagrada escritura é completa e perfeita.

Em Adão, a família é uma grande corrente, intimamente ligada por elos dessa corrente, onde os elos são instáveis e de material frágil e corrupto, e facilmente podem se quebrar, e os elos dessa corrente, facilmente se dispersam, pai não honra seu filho, esposa não se submete ao esposo, filho tem desrespeito por ambos, tudo de forma desqualificada e volátil, esfarelando os elos com extrema rapidez, por todo vento de razões, as quais em grande maioria banais.

Todavia a família enraizada em Cristo, e na palavra de Deus, tem uma corrente forjada nas promessas, inquebrável, porque Cristo está no centro dentro dessa corrente, é Ele quem sustenta, por consequência, existe uma maneira totalmente diferente em cada membro, carinho e amor distintos do mundo, sem idolatria um pelos outros, porque sua adoração esta enraizada em Cristo e sua palavra, palavras como submissão e amor, recebem verdadeiros significado, puro limpo, não corrompido por distorções humanas, porque é restaurado na comunhão com o segundo Adão.

E assim o ministério da família é exaltado em Cristo, porque ele é feito de todo coração e entendimento, primeiramente a Cristo e não aos homens, sabendo que toda injustiça feita, ela não será esquecida, porque nisso Deus não faz acepção de pessoas, Ele sempre será santo e justo, independente do quanto os homens possam distorcer as palavras, a de Deus permanece para sempre.

Louvado seja o Senhor.

Guinho

terça-feira, 8 de maio de 2012

Como não transformar seus filhos em pequenos fariseus


Como não transformar seus filhos em pequenos fariseus

Educando suas crianças no poder do evangelho

“Eu sinto que estou criando pequenos hipócritas.” Muitos pais temem que seus filhos, uma vez que lhes ensinaram formas adequadas de  comportamento, crescerão como crianças bem comportadas, mas sem o senso da necessidade da graça.

O problema da hipocrisia é maior em lares  que enfatizam o comportamento ao invés do coração. Se o foco da disciplina e da correção é a mudança de comportamento, você perderá o coração. Essa abordagem faz com que o problema esteja no que eu faço, não no que eu sou.

De acordo com a Bíblia, o problema que temos é mais profundo que isso. O problema não está no que eu e você ou seus filhos fazem de errado. O problema não é que nós / eles mentem ou invejam, ou desobedecem. O problema é que você, seus filhos e eu somos mentirosos, invejosos; somos desobedientes.
Pergunte a si mesmo: Um homem é um ladrão porque ele rouba, ou ele rouba porque ele é um ladrão? Ele é um mentiroso porque ele mente, ou ele mente porque é um mentiroso? A resposta da Bíblia é que ele rouba porque ele é um ladrão, mente por ser um mentiroso, desobedece por ser desobediente. Este é o testemunho da Bíblia. “Desde o nascimento os ímpios se desviam, desde o ventre são rebeldes e falam mentiras.” (Salmo 58.3).

Alguém, às vezes, poderá perguntar: “Que tal abordar o comportamento que está errado dizendo-lhes para fazer melhor. Isso não faria parte de ser um bom pai?” A resposta, claro, é que tratar o coração não significa que você não tratará o comportamento, isso apenas lhe diz como abordar com o comportamento. Uma vez que o comportamento é o motivado pelo coração, eu tenho de  falar do comportamento de forma que foque a mudança do coração e não simplesmente a mudança de comportamento.

Esta verdade pode ajudá-lo a manter o centro  do evangelho na correção e disciplina. Você deve ajudar seus filhos a ver os problemas ocultos do coração que estão por trás das coisas erradas que eles fazem. Você terá conversas como esta:

- Filhinho, você sabe que eu estou preocupado que você mentiu para mim. Dizer a verdade é algo que é muito importante nas relações humanas. Se você não pode confiar em mim e eu não posso confiar em você, nós não temos nenhuma cola para manter nossa relacionamento. Você entende o que estou dizendo? 

- “Sim” -  ele diz, balançando a cabeça.

- Mas você sabe o que me preocupa ainda mais?

- Não.

- Minha maior preocupação com você é que você é justamente igual a mim. Nós mentimos porque achamos que contar uma mentira será melhor do que dizer a verdade. E, às vezes,  nós amamos mais a nós mesmos do que amamos a Deus. É por isso que contamos mentiras. 

É por isso que Jesus veio. Se a nossa necessidade era de alguém nos dizer o que fazer, Deus apenas teria enviado um profeta. O problema que temos é tão grande que só saber o que devemos fazer não é suficiente. Precisamos de um Salvador do nosso pecado e precisamos de alguém que tenha poder para nos livrar.

Se você tiver uma criança precoce, a conversa poderia ser assim:

-  Você nunca contou uma mentira, papai?

- Bem, filhinho, há muitas maneiras de mentir. Podemos, às vezes, contar uma mentira fazendo alguém pensar algo sobre nós que não é verdade. Por isso, sim, às vezes, o papai conta uma mentira. Então, sabe o que eu preciso fazer?

- O quê?

- Eu preciso confessar o meu pecado a Deus. Deus diz que Ele vai nos perdoar. (1 João 1.9). E eu também tenho de pedir perdão a quem eu menti. E eu preciso pensar em quem eu estava amando mais do que Deus quando eu menti, e assim posso confessar esse pecado também. Sabe de uma coisa, filhinho? Eu preciso de Deus todos os dias, tanto quanto você. Eu preciso do Seu perdão. Eu preciso dEle para me mudar por dentro, e assim eu O amarei mais que tudo. Eu preciso de Seu poder para amá-Lo e aos outros mais do que eu me amo.

Cada oportunidade de corrigir o seu filho é uma oportunidade para confrontá-lo com a sua profunda necessidade de perdão e graça. Enquanto o comportamento for a sua prioridade você nunca terá espaço para compartilhar o que realmente importa: a esperança e o poder do evangelho.  Se os seus filhos forem como cãezinhos adestrados eles se tornarão pequenos fariseus, limpos por fora e sujos por dentro.

Traduzido e gentilmente cedido por Charles Grimm | iPródigo.com | Original aqui (extraído da postagem pessoal de Tedd Tripp em seu perfil do Facebook).

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Casamento Cristão

http://casamento.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/aliancas-de-casamento/foto-alincas-casamento-11.jpg


QUAL A IMPORTANCIA DO CASAMENTO ?

*Muitas vezes as pessoas pensam em casamento como sendo algo para se mostrar. Exibir sua festa, mostrar quem pode mais, mostrar as melhores bebidas, as melhores comidas. Quando isso pra Deus não tem nenhum valor, o que realmente importa é, a intimidade dos noivos com ELE.

Deus não abençoa um casamento pela importância social de uma pessoa, também não abençoa o casamento somente pela inteligência da pessoa, Deus não abençoa o casamento pela religiosidade de quem esta casando. Ele abençoa o casamento pelo compromisso que aqueles que estão casando tem com Ele, é isso o que realmente importa.

Deus se importa com a família.

Deus sempre teve desejo de que existisse a instituição família!

No inicio de tudo Ele criou o homem,Adão o primeiro ser humano vivente, Deus se agradou de sua criação, mas viu que era necessário uma auxiliadora para o homem, então de um profundo sono, de Adão ele fez Eva, retirando parte de sua costela, e ordenou sejam felizes e se multipliquem. Porém uma única ordem lhes deu:Não comam da arvore da ciência do bem e do mal , o bem eles já conheciam, porém o mal não .

Uma única ordem, mesmo assim não foram capazes de obedecer e através dessa desobediência, o pecado entrou no mundo e junto dele a morte...e por varias vezes Deus tentou fazer com que os seres humanos tivesses a família perfeita, porém era impossível, porque a natureza humana se tornou pecaminosa.

Assim como a morte entrou no mundo por meio de um homem(Adão), a verdadeira vida também veio por um homem, Jesus Cristo, e houve novamente esperança e salvação para os homens.

Nova Aliança de Deus para nós somente através de Jesus.

Cristo veio ao mundo, sofreu e passou tudo que um homem comum passa e foi morto injustamente com morte de cruz, para que através de sua morte todos nossos pecados fossem perdoados, para que todo que nele crê não pereça ,mas tenha vida eterna.(jo3:15)

Essa foi a aliança que Deus fez conosco, a aliança através de seu filho Jesus.

Assim como na criação de um Deus fez dois, no casamento ele faz de dois um (Gn 2:24), o casamento Cristão deve ter como base fundamental, e indispensável para um casamento feliz e verdadeiro:

Essa aliança com Cristo em primeiro lugar. Todas as decisões devem ser tomadas mediante o amor em Jesus, porque:

*Essa aliança não é feita por mãos humanas. Essa aliança não é abençoada por homens. Ela não é uma aliança que pode ser quebrada. Porque ela é feita diante do próprio Deus. O Criador dos céus e da terra.

Promessas de Deus para o casamento

*Nesta aliança Deus não promete que não haverá dificuldades. Não promete riquezas matérias, não promete sucesso profissional e grandes cargos, não que Deus não queira que seus filhos sejam prósperos, mas sim que possam confiar Nele, em que Deus sabe o que é melhor!!!(Mt6:33) Buscai em primeiro lugar o reino de Deus ,e sua justiça, e todas as demais coisas vos serão acrescentadas.

Deus promete que se o cristão se mantiver em Cristo no centro de seu casamento,nada poderá abalá-los, e nenhuma tentação será insuportável, antes Deus provera livramento, com o mesmo Espírito que mora dentro do cristão, o Espírito Santo, sabendo diferenciar os papeis de marido e esposa, em um relacionamento com Cristo no centro. Apesar de unidos e serem uma só carne, as responsabilidades são distintas para cada um, O marido deve ser a cabeça de sua esposa, provendo liderança e assumindo as responsabilidades pela direção da família(Ef5:19-24). Amando sua esposa sacrificialmente, assim como Cristo amou a Igreja, vislumbrando sempre a santidade de sua esposa.

A mulher deve estar disposta a se submeter a liderança de seu marido(Ef5:19), a submissão bíblica de nada tem haver com machismo ou feminismo e sim com complementariedade, ou seja completar seu marido e aceitar a missão de Deus para auxiliá-lo, essa submissão é linda porque não tem princípios humanos e sim de Deus.

Se os casamentos de hoje em dia se baseassem em Jesus e não somente nas pessoas, não haveriam divórcios e muito menos, negócios ao invés de relacionamento em um casamento.
Ao Senhor seja toda gloria!
Guinho

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Como Ser um Refúgio para seus Filhos

Penetrado pela Palavra - John Piper
Como Ser um Refúgio para seus Filhos

por John Piper

Se papai está com medo, para quem o filhinho se voltará? Supõe-se que os pais são seguros; que eles sabem o que fazer, como resolver problemas, consertar as coisas e, mais importante do que tudo, como proteger os filhos dos perigos. Mas, o que acontece quando uma criança vê o medo na face de seu pai? O que acontece se o pai está tão atemorizado quanto a criança e não sabe o que fazer? Então, ela fica perturbada e sente pânico.

No entanto, se o pai é confiante, o filho têm um refúgio. Se o pai não está apavorado, e sim calmo e firme, todas as muralhas podem ruir; todas as ondas, quebrar-se; todas as serpentes podem sibilar; os leões, rugir; e os ventos, soprar, não haverá lugar mais seguro do que os braços do pai. O pai é um refúgio, enquanto está confiante. Esta é a razão por que Provérbios 14.26 diz: “Isso é refúgio para seus filhos”, se o pai tem forte confiança. A confiança do pai é um refúgio para o filho.

Pais, a batalha para sermos confiantes não é apenas a respeito de nós mesmos; é a respeito da segurança de nossos filhos. É uma batalha que se refere ao senso de segurança e felicidade deles. E sobre a questão se eles crescerão vacilantes ou firmes na fé. Até que os filhos conheçam a Deus, de maneira profunda e pessoal, somos a imagem e a incorporação de Deus na vida deles. Sendo pessoas confiantes, confiáveis e seguras para eles, é mais provável que eles se acheguem a Deus para tê-Lo como seu refúgio, quando as tempestades lhes sobrevierem.

Então, como podemos ter forte confiança? Antes de tudo, nós também somos crianças; vasos de barro, frágeis e quebradiços, que lutam com ansiedades e dúvidas. A melhor solução é usarmos a melhor aparência que tivermos e ocultarmos nosso verdadeiro “eu”? Na melhor das hipóteses, isso nos causará úlceras e, na pior, nos levará a uma duplicidade que desonra a Deus e repele os adolescentes. Esta não é a resposta.

Provérbios 14.26 nos oferece outra resposta: “No temor do Senhor, tem o homem forte amparo”. Isto é muito estranho. Este versículo nos diz que a solução para o medo é o temor. A solução para a timidez é o temor. A solução para a incerteza é o temor. A solução para a dúvida é o temor.

Como pode ser isto?

Parte da resposta é que o “temor do Senhor” significa temer desonrar o Senhor; e isso implica ter medo de temer aquelas coisas sobre as quais o Senhor nos prometeu ajuda para vencê-las. Em outras palavras, o temor do Senhor é um grande destruidor de temores.

Se o Senhor diz: “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel” (Is 41.10), é algo temeroso inquietar-nos a respeito do problema sobre o qual Ele diz que nos ajudará. Temer esse problema, quando Ele diz: “Não temas, porque eu te ajudo”, é um voto de desconfiança contra a Palavra de Deus e uma grande desonra para Ele. E o temor do Senhor treme desonrar a Deus.

O Senhor diz: “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei”. Portanto, afirmemos confiantemente: “O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?” (Hb 13.5,6.) Se o Senhor lhe diz isso, não confiar na presença e ajuda dEle, conforme nos prometeu, é um tipo de orgulho. Coloca a nossa avaliação do problema acima do próprio Deus. Esta é a razão por que lemos estas admiráveis palavras do Senhor: “Eu, eu sou aquele que vos consola; quem, pois, és tu, para que temas o homem, que é mortal, ou o filho do homem, que não passa de erva?” (Is 51.12.) Quem é você para temer o homem, quando Deus prometeu ajudá-lo? É orgulho temer o homem. E o orgulho é oposto do temor do Senhor.

Sim, este Provérbio é verdadeiro e grande ajuda para nós. Pai, tema a Deus. Sim, tema a Deus. Tema desonrá-Lo. Tema desconfiar dEle. Tema colocar a sua avaliação do problema acima do próprio Deus. Deus afirma que pode ajudá-lo. Ele é mais sábio do que você, mais forte e mais generoso. Confie nEle. Tema não confiar nEle.

Por quê? Deus trabalha por aqueles que esperam nEle (Is 64.4). Deus resolverá o problema. Ele salvará a família. Cuidará dos pequeninos. Suprirá as necessidades de vocês. Tema desconfiar dessa promessa. Então, os seus filhos terão um refúgio. Eles terão um pai que tem firme confiança — não em si mesmo, e sim nas promessas de Deus, perante o Qual ele treme, se não confiar.


Extraído do livro:
Penetrado pela Palavra, de John Piper
Copyright: © Editora FIEL 2009.
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Ensina a criança no caminho que deve andar

Dica da Criscie!