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quarta-feira, 8 de junho de 2016
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Nos tornamos puros em Cristo?...A Bíblia Responde#70
Uma pessoa volta a ser pura quando aceita cristo?
Olá!
Quando recebemos a Cristo como nosso Senhor e Salvador somos
justificados, nos tornamos justificados diante de Deus por causa da
justiça de Cristo não da nossa. Sendo assim quando somos
justificados, somos santificados e somos glorificados (Rm 8.30). No
entanto o processo da santificação e glorificação, somente
acontecerão no futuro quando Cristo voltar, então seremos totalmente
libertos do pecado e nos tornaremos de fato puros. Este texto
explica a justificação e o processo de santificação:
Então apesar de sabermos que em um sentido já somos santificados em
Cristo em nossa união com Ele,este é um processo que leva a vida
inteira, nós somos chamados a buscar a santidade (Hb 12.14), somos
chamados a confessar nossos pecados que ainda cometemos (1 Jo 1.8),
somos chamados a demonstrar externamente a parte da salvação que já
tivemos internamente (Fp 2.12). Então apesar de que em Cristo, nos
tornamos justificados e nos tornamos separados (santificados) para
Deus, ainda não estamos completamente livres do pecado (Rm 7.18-23)
que é o que possivelmente você queira dizer com a palavra " puro",
entendendo que o termo que você usa "volta a ser pura" se referindo
a um estado sem pecado. Isso de fato acontecerá na volta de Cristo.
Em Cristo
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
sexta-feira, 20 de julho de 2012
A soberania de Deus na salvação
.Por Rev. Hernandes Dias Lopes
Como pode um homem sendo pecador ser salvo? Como pode um injusto ser declarado justo aos olhos do Deus santo? Como pode o homem tão vulnerável ter garantia de salvação? Paulo responde a essas questões quando escreve sua carta aos romanos. Vamos, tratar aqui de cinco afirmações categóricas que nos afirmam a soberania de Deus na salvação.
Em primeiro lugar, Deus nos conheceu desde a eternidade (Rm 8.29). Deus nos conheceu de antemão. Ele nos amou desde toda a eternidade. Amou-nos não porque viu algo em nós que despertasse seu amor, mas amou-nos incondicionalmente. Antes do sol brilhar no horizonte, Deus já havia colocado em nós seu coração. Antes dos mundos estalares virem à existência, nós já estávamos no coração de Deus. Seu amor por nós é eterno, incomensurável e incondicional.
Em segundo lugar, Deus nos predestinou para a salvação (Rm 8.30). Deus nos predestinou em Cristo, para a salvação, antes da fundação do mundo, desde o princípio, pela santificação do Espírito e fé na verdade, a fim de sermos santos e irrepreensíveis perante ele. Deus não nos escolheu porque previu que iríamos crer em Cristo; cremos em Cristo porque ele nos escolheu. A escolha divina é a causa da fé e não sua consequência. Deus não nos escolheu porque viu em nós santidade; fomos eleitos para sermos santos e irrepreensíveis e não porque éramos santos e irrepreensíveis. A santidade não é a causa da eleição, mas seu resultado. Deus não nos escolheu porque viu em nós boas obras; somos feitura dele, criados em Cristo Jesus, para as boas obras, e não porque praticávamos boas obras. As boas obras são fruto da escolha divina e não sua raiz.
Em terceiro lugar, Deus nos chamou eficazmente (Rm 8.30). Todos aqueles que são escolhidos por Deus na eternidade, por quem Cristo morreu no calvário, são chamados à salvação, e chamados eficazmente. O homem pode até resistir temporariamente a esse chamado, mas não finalmente. Jesus disse que ninguém pode vir a ele se o Pai não o trouxer. Disse, também, que suas ovelhas ouvem sua voz e o seguem. Os que Deus predestina, Deus chama. Há dois tipos de chamados: um externo e outro interno; um dirigido aos ouvidos e outro ao coração. Aqueles que são predestinados, ao ouvirem a voz do bom pastor, atendem-na e o seguem.
Em quarto lugar, Deus nos justificou por sua graça (Rm 8.30). Aqueles que são amados, escolhidos e chamados são também justificados. A justificação é uma obra de Deus por nós e não em nós; é um ato e não um processo. É uma declaração forense feita diante do tribunal de Deus e não uma infusão da graça. É completa e irrepetível. Por isso, não possui graus. O menor crente está tão justificado quanto o indivíduo mais piedoso. Pela obra substitutiva e vicária de Cristo na cruz somos declarados quites com as demandas da lei de Deus. Não pesa sobre nós mais nenhuma condenação. Nossos pecados passados, presentes e futuros já foram julgados na pessoa de Cristo, nosso substituto e fiador. Nossos pecados foram colocados na conta de Cristo e a justiça de Cristo foi colocada em nossa conta. Estamos quites com todas as demandas da justiça divina.
Em quinto lugar, Deus nos glorificou pelo seu poder (Rm 8.30). Embora a glorificação seja um fato futuro, que se dará na segunda vinda de Cristo, na mente e nos decretos de Deus já é um fato consumado. Mesmo que o caminho seja estreito e juncado de espinhos. Mesmo que os inimigos nos espreitem e toda a fúria de Satanás seja despejada contra nós, nada nem ninguém, neste mundo ou mesmo no porvir poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor. Nossa salvação foi planejada, executada, aplicada e assegurada por Deus. A Deus, portanto, a glória, agora e sempre por tão grande salvação!
Fonte: Palavra da Verdade
Divulgação: Púlpito Cristão
terça-feira, 19 de junho de 2012
A tristeza do Espírito
Efésios 4:30 E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção.
Existe uma maneira de causar a tristeza na pessoa do Espírito Santo, e apesar de sua presciência, onde essa atitude não será surpresa, mesmo assim ela o entristece, quando pensamos em quais motivos seriam conduzidos nossos corpos a ponto de causar tão repugnante atitude, pode-se com certeza vincular ao baixo padrão e até mesmo nenhum padrão de santidade, é Cristo quem começa a obra da santificação em nós , assim como a da justificação que começa em nós pela Graça livre de Deus, mediante a fé em Cristo.
Todavia elas são intimamente ligadas, mas também são distintas, enquanto na justificação não possa ser aumentado ou ganhar mais validade através dos tempos, porque se você foi alcançado pela Graça e mediante a fé, creu verdadeiramente em Cristo, este justificado para sempre, diferentemente da santificação, que é um longo e duradouro processo que exige esforço e negação própria.
Afastando-nos de toda conversa inconveniente, palavras vãs ou chocarrices, neste próprio texto de Efésios, as principais formas de entristecer o Espírito se permeiam ali, troque a mentira pela verdade, ao invés de roubar, trabalhe e ajude na causa dos necessitados e quão destrutiva pode ser a nau para o navio, o pequeno membro em nosso corpo, denominado, língua, causa muita tristeza ao Espírito Santo, porque ao invés de edificarmos, conforme a necessidade, muitas vezes tornamo-nos destrutivos e arrogantes (Ef4: 31).
Devemos perdoar, ter controle próprio, não transformar Deus em fantoche, como se isso fosse possível, e vigiar nosso comportamento e atitudes. A santidade é a única maneira de prosseguirmos em direção certa, pois não somos salvos pelas obras, sem sombra de dúvida, mas um cristão genuíno jamais terá um baixo padrão de santidade, sabendo que nesse tempo não conseguira alcançar a perfeição, mas constantemente vigia, sabendo que o tempo vindouro é a prova de sua esperança.
Exaltando e amando o padrão santo que o excelso Deus assim determinou, nos quais Deus usa seu crisol para que o cristão se torne cada vez mais parecido com seu Salvador, o crente segue seu imarcescível salvador, lutando e muitas vezes sendo derrotado, mas confia que deve seguir o padrão exigido, a fim de que não entristeça o Espírito.
Louvado seja Cristo.
Guinho
segunda-feira, 19 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
6 maneiras de ensinar a falsa segurança da salvação

Como pastor, interajo com muitas pessoas que lutaram para ter confiança na autenticidade de sua conversão. Em suas mentes, os seus pecados estão sempre por perto e suas falhas são sempre iminentes. Na maioria das vezes, percebo que são irmãos e irmãs fieis que precisam de conforto e certeza.
Mas, existe outro grupo de pessoas em muitas de nossas igrejas que são muito mais preocupantes: aqueles que têm uma confiança firme, mas infundada, de que são genuinamente convertidos. Talvez você conheça esse tipo. Eles conhecem as palavras certas. Eles estão isentos do pecado público escandaloso. E eles são pessoas morais. Mas não têm frutos, nenhuma evidência de que o Espírito transformador de Deus está trabalhando dentro deles. E frequentemente há uma área de pecado secreto sem tratamento.
6 maneiras de os pastores desenvolverem a falsa segurança
Essas pessoas são difíceis de alcançar – é como se elas já fossem imunizadas quanto ao Evangelho. Elas pensam que já têm o que mais precisam e, assim, não procuram por nada mais! E se há uma área de pecado oculto, há muito tempo fizeram as pazes com isso.
Infelizmente, nossas igrejas são parcialmente culpadas por essa presença em nosso meio. Permita-me sugerir seis maneiras que nós pastores podemos inadvertidamente ajudar a criar a falsa segurança em pessoas assim.
1. Presuma o Evangelho.
É fácil presumir que as pessoas nas nossas igrejas entendem e creem no Evangelho. Afinal, eles estão na igreja no domingo. Mas a verdade é que muitos em nossas igrejas têm a mensagem e o entendimento dela pela congregação como certos. Como resultado, nossas igrejas são cheias de pessoas que podem entender algumas das implicações do Evangelho (por exemplo, como ser um marido melhor; como controlar sua raiva) e vivem vidas morais sem apropriar-se do Evangelho.
Isso é espiritualmente mortal porque vidas morais porque vidas morais podem ser evidência da fé no Evangelho, mas também podem ser evidências de autojustificação e farisaísmo. É verdadeiramente correto enfatizar que a fé que justifica nunca vêm sozinha, que as obras acompanham a verdadeira fé. Mas devemos justificar primeiro que somos justificados pela fé somente, e enfatizar isso sempre e sempre, ou as obras que você vê não serão as obras de uma justificação salvífica. Quando o Evangelho não é esclarecido, quando o Caminho para o céu e a estrada para o inferno não são claramente enfatizados pelo pregador, então as pessoas presumirão que sua moralidade ou sua frequência na igreja lhes dão as bases da segurança.
Resumindo, não pregue o moralismo. Jamais. Pregue o Evangelho toda semana. E então, com os indicativos do Evangelho firmemente no lugar, pregue os imperativos que necessariamente se seguem.
2. Dê uma visão superficial do pecado.
A Bíblia nos ensina que o pecado não é apenas algo que fazemos, é quem somos em nosso estado caído. A Escritura nos ensina que estamos todos espiritualmente mortos (Ef 2.1-2), escravizados pelo pecado (Jo 8.34), culpados de quebrar toda a lei de Deus (Tg 2.10) e condenados a experimentar a ira justa de Deus (Rm 1.18). Somos completamente pecadores.
Pessoas com uma segurança infundada frequentemente não entendem o pecado. Se o pecado é simplesmente uma questão de comportamentos externos e observáveis, então algum esforço e disciplina poderão resolver seus problemas. Mas, se pudermos compeli-los a batalhar regularmente contra seu pecado usando o ensino bíblico, então elas se sentirão forçadas a ver sua necessidade do novo nascimento e da salvação que vem externamente a elas.
3. Trate casualmente a membresia e disciplina eclesiásticas.
Membresia em uma congregação local serve para dar aos crentes segurança da salvação. É um selo de aprovação corporativo sobre a declaração de que se é cristão. Quando uma congregação examina a profissão de fé de alguém, sua vida, a batiza e admite na Mesa do Senhor, a igreja está dizendo: “Até onde podemos dizer, e com o poder e sabedoria que nos foi dado por Cristo, você é um de nós”. Do lado oposto da moeda, quando uma igreja excomunga alguém, ela está retirando o selo de aprovação. A congregação está dizendo ao indivíduo que suas ações minaram a credibilidade de sua profissão de fé e a base de sua segurança.
Quando uma igreja é promíscua com sua membresia, quando permite que pessoas que não frequentam a igreja mantenham sua membresia, ela cria falsa segurança. Quantas pessoas irão para o inferno porque nossa preguiçosa supervisão da membresia lhes deu falsa confiança?
4. Ensine a fundamentar a segurança em uma ação externa do passado.
Como já percebemos, o Evangelho exige uma resposta da nossa parte. E algumas igrejas e programas evangelísticos às vezes acham útil apresentar algum método para que as pessoas expressem seu novo compromisso com Cristo. Algumas oferecem a chance de dizer uma “oração do pecador”. Outros dão a chance de vir até a frente ou preencher um cartão-resposta. E essas ações externas podem, de fato, ser uma resposta genuína à obra transformadora do Espírito.
Mas eles também podem ser enganadores. É possível fazer uma oração, vir à frente, assinar um cartão e ainda estar completamente perdido em seus pecados. Portanto, se encorajamos as pessoas a terem uma segurança baseada em algum tipo de atividade externa que pode ser praticada sem o novo nascimento, as colocamos em grave perigo espiritual. Quantas pessoas andam por aí completamente perdidas, mas certas que irão para o céu porque oraram uma oração quando crianças?
5. Não conecte justificação com santificação.
Num esforço bem intencionado de exaltar a graça livre de Deus, é possível ensinar a verdade da justificação pela fé somente por meio de Cristo somente sem conectar todos os pontos para seus ouvintes. Porém, o ensino da Escritura é que a obra justificadora de Cristo sempre produzirá o fruto da justiça na vida dos crentes, como eu disse antes (para um exemplo apenas, veja a lógica de Romanos 6.1-14).
Uma falta de ligação entre justificação e santificação é algo muito perigoso para os crentes. Isso solapa o entendimento da necessidade de santidade pessoal e a motivação para amar a Deus com sua obediência. Mas é duplamente perigoso para aqueles que têm falsa segurança, porque os encoraja a pensar que é possível viver em ampla rebelião contra Deus e ainda ser justo à sua vista.
6. Ensine a ignorar os alertas da Bíblia.
As Escrituras estão cheias de terríveis alertas para aqueles que abraçam o pecado e/ou deixam a fé (por exemplo, Mt 5.27-30; Hb 6.1-6). Em nossos esforços de claramente ensinar o cuidado soberano de Deus por seu povo, é possível diminuir a força desses avisos ao dar a impressão de que eles não se aplicam aos crentes.
Mas esses alertas estão na Escritura por um propósito. Eles são verdadeiros e são uma das formas de Deus guardar seu povo de afastar-se. Um pastor sábio enfatizará a gravidade do pecado e da apostasia, e chamará todos os seus ouvintes a perseverar na fé.
Michael McKinley
Traduzido por Josaías Jr | iPródigo.com | Original aqui
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
[Teologia Visual] Ordo Salutis – Infográfico
Por: Tim Challies. Copyright: © challies.comDesign: soapboxstudio.comTradução e adaptação: voltemosaoevangelho.comPermissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
A Santidade não é opcional – John MacArthur
Continuaremos no pecado?
A graça de Deus não quer dizer que a santidade seja opcional. Sempre há pessoas que abusam da graça de Deus ao assumir que ela dá espaço para o pecado. Parafraseando essa filosofia, Paulo escreve: "Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado para que seja a graça mais abundante?" (Rm 6.1) Se a graça superabundou onde o pecado abundou (Rm 5.20, 21) então nosso pecado somente magnifica a graça de Deus? Deveríamos continuar no pecado a fim de que graça de Deus seja magnificada?
"De modo nenhum!" Paulo respondeu com uma frase tão enfática que a versão King James traduziu da seguinte maneira: "Deus me livre!" A noção de que alguém usaria tal argumento para se desculpar era completamente ofensiva a Paulo. "Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? (Rm 6.3).
Paulo escreveu em outro lugar: "Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim" (Gl 2.20).
Mas em que sentido morremos para o pecado? Todos os cristãos honestos vão testemunhar que ainda somos tentados, ainda caímos e ainda sentimos culpa pelo pecado o tempo todo. O que Paulo quer dizer quando disse aos cristãos que "morremos para o pecado"?
Ele está falando sobre nossa união com Cristo. Todos os crentes são unidos a Cristo pela fé: Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição (Rm 6. 3-5).
A frase "batizado em Cristo Jesus... batizado na sua morte" não tem nada que ver com o batismo nas águas. Paulo está usando a expressão baptizo do mesmo modo que ele a empregou em 1 Coríntios 10.2, quando falou dos israelitas como sendo "batizados em Moisés". Nesse sentido batizado em significa identificado com, ligado a. Em Gálatas 3.27, Paulo diz: "Porque todos quanto fostes batizados em Cristo, de Cristo vos revestistes". Novamente ele está falando da união com Cristo: "Mas aquele que se une ao Senhor é um espírito com ele" (ICo 6.17).
Nossa união com Cristo é a premissa da qual a justificação, a santifi-cação e todos os outros aspectos da obra de salvação de Deus dependem. Se primeiro entendêssemos o que significa estar unido com Cristo, compreenderíamos a nossa salvação. Sobre essa doutrina, Martyn Lloyd-Jones escreveu: Realmente estamos em união com Cristo e para ele. Você não pode ler o Novo Testamento, até mesmo superficialmente, sem notar esta constante repetição — "em Cristo" — "em Cristo Jesus". O apóstolo continua repetindo esta frase, e ela é uma das afirmações mais significativas e mais gloriosas no campo e no âmbito da verdade. Isso significa que fomos unidos ao Senhor Jesus Cristo; tornamo-nos parte dele. Estamos nele. Pertencemos a ele. Somos membros do seu corpo.
E o ensino é que Deus nos considera assim, e isso, naturalmente, significa que agora, nessa relação, nós participamos e compartilhamos de tudo o que é verdade a respeito do próprio Senhor Jesus Cristo. "Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo" (ICo 15.22). "Em Adão" descreve o estado da pessoa não-regenerada, ainda sob a escravidão do pecado, morta, incapaz de agradar a Deus de qualquer modo. Mas "em Cristo" descreve exatamente o estado oposto, a posição do verdadeiro crente em Cristo. Somos livres da tirania do pecado, capazes de amar e obedecer a Deus de coração, participantes de todas as bem-aventuranças do próprio Cristo, objeto do amoroso favor divino, destinado a uma eternidade gloriosa. "Agora, pois, já nenhuma condenação há para aqueles que estão em Cristo Jesus" (Rm 8.1).
Nossa união com Cristo resulta em algumas mudanças muito dramáticas. Em primeiro lugar, somos justificados. A justificação tem seu lugar no tribunal de Deus. É um veredito divino de "não culpado". O termo justificação não significa a mudança atual no caráter do pecador; ele descreve a mudança na sua posição diante de Deus.
Mas porque estamos unidos com Cristo, mudanças acontecem também na nossa própria natureza. Regeneração, conversão e santificação são as palavras que descrevem essa mudança. Nascemos de novo — somos regenerados — foi nos dado um novo espírito, um novo coração e um novo amor a Deus (Ez 36.26; 1 Jo 4.19,20). Tornamo-nos participantes da natureza divina (2Pe 1.3, 4). Somos ressuscitados para andar em novidade de vida (Rm 6.4). E o velho homem pecaminoso é executado: "Sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; porquanto quem morrem está justificado do pecado" (Rm 6.6, 7).
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