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sexta-feira, 20 de março de 2020

O testemunho da esposa no lar (1 Pedro 3:1-6)


                  



                                      O TESTEMUNHO DA ESPOSA NO LAR

          Texto 1 Pedro 3 :1-6

Igualmente, vocês esposas, estejam sujeitas, cada uma a seu próprio marido, para que, se ele ainda não obedece à palavra, seja ganho sem palavra alguma, por meio da conduta de sua esposa, 2ao observar o comportamento honesto e cheio de temor que vocês têm3Que a beleza de vocês não seja exterior, como tranças nos cabelos, joias de ouro e vestidos finos, 4mas que ela esteja no ser interior, uma beleza permanente de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus. 5Pois foi assim também que, no passado, costumavam se enfeitar as santas mulheres que esperavam em Deus, estando cada qual sujeita a seu próprio marido6Foi o que fez Sara, que obedeceu a Abraão, chamando-o de “senhor”, da qual vocês se tornaram filhas, praticando o bem e não temendo perturbação alguma.
          
                                  Explicação contexto imediato da carta

A carta de Pedro tem a intenção de incentivar os crentes a viverem vidas de acordo com tão grande salvação que eles têm em Cristo. Pedro,  a partir do capítulo 2, trata sobre os vários níveis de submissão que os crentes devem ter como forma de um bom testemunho. Ele já falou sobre a submissão aos governantes (2:13), ele já falou sobre a submissão aos chefes (2 :18), e agora Pedro entra no assunto de submissão das esposas aos seus esposos.

“A submissão bíblica envolve obedecer a palavra de Deus por confiança na soberania de Deus em todas as coisas.”

A importância do testemunho da esposa no lar.

Em primeiro lugar:

A testemunho de vida da esposa é uma ferramenta usada por Deus:

“Igualmente, vocês esposas, estejam sujeitas, cada uma a seu próprio marido, para que, se ele ainda não obedece à palavra, seja ganho sem palavra alguma, por meio da conduta de sua esposa”

    A esposa deve desejar a conversão de seu marido, porem da maneira correta, deve ser bíblica, deve realmente seguir as instruções bíblicas, aqui aprendemos que o testemunho fala sem PALAVRAS. Essa ênfase no procedimento em lugar das palavras também é aplicável a outras situações que os cristãos se vêm no contato regular diário com incrédulos (trabalho, família, colégio).

       Muitas vezes a vontade e o desejo é correto, mas a atitude é errada porque ela não é bíblica, o proceder é equivocado.

             Embora exista logicamente momentos para expor a palavra, Pedro indica que geralmente o proceder, a conduta que é a maneira que irá “ganhá-lo” para Cristo. Então se seu marido for descrente, (não obedece a palavra), ele está em rebelião contra DEUS, argumentar com ele de nada vai adiantar, porem suas atitudes, sua conduta, sua semelhança a Cristo, isso é o que segundo o texto, o ESPÍRITO SANTO usará para convencê-lo.

                                  ADVERTÊNCIA DO QUE NÃO FAZER:  

Quanto mais amarga ou ríspida, pior é, quanto mais você tentar sendo grosseira impondo suas vontades, pior será o tratamento dele com você, é um círculo vicioso.  

Vocês não devem viver suas vidas baseadas no que seu marido faz ou não faz, e sim nos mandamentos de CRISTO, seja piedosa mesmo que ele não seja.

“Aquele que está em Cristo deve andar como ele andou. 1 Jo 2.6”

 “O proceder deve começar por nós mesmos, não nos outros. A Bíblia não nos ordena esperamos os outros mudarem para então mudarmos. Pedro está deixando isso bem claro aqui.”

Em segundo lugar:

 2- A maneira de viver da esposa é uma pregação sem palavras.

   “2ao observar o comportamento honesto e cheio de temor que vocês têm...”

Pedro nos ensina que o esposo está “observando”, a maneira como esta palavra é utilizada no grego, traz a ideia de alguém que para e fica reparando. Alguém está analisando algo por meio da observação. Neste caso é necessário ver um comportamento que tem reverência por Deus e que é transmitido pelo testemunho de vida.

Pedro também pode estar orientando as mulheres cristas a não se tornarem um obstáculo a conversão do marido pelas tentativas constantes de ganhá-los com argumentos, discussões, disputas e até mesmo ameaças. Muitas esposas bem intencionadas acabam afastando o marido descrente mais e mais pela maneira insistentemente irritante de convencê-lo por argumentos.

                               A IMPORTANCIA DA AUTO ANÁLISE

Existem pelo menos duas boas perguntas para serem feitas a todas as mulheres, qual tipo se encaixa melhor a você:

A- Um exemplo de testemunho:

Seu esposo enxerga em você, embora ele não conheça a CRISTO, uma serva de CRISTO, ele sabe que suas atitudes estão baseadas na palavra dele, que você tem como verdadeiros princípios de vida firmados na palavra de DEUS?

B- Uma pedra de tropeço:

Seu esposo enxerga em você uma mulher que parece uma goteira, que está sempre questionando todas as decisões, que não se comporta com doçura, com mansidão. Em outras palavras uma mulher chata.... uma mulher briguenta, uma mulher que não aceita nenhuma decisão que venha de seu marido e assim desobedecendo aquilo que Deus ordenou.

“A sua conduta diária será a parte visível de uma ação sobrenatural invisível que acontecer quando você creu em Cristo como Seu salvador”

Em terceiro lugar:   

3- A esposa deve se preocupar com a beleza que agrada a DEUS.

“3Que a beleza de vocês não seja exterior, como tranças nos cabelos, joias de ouro e vestidos finos, 4mas que ela esteja no ser interior, uma beleza permanente de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus”

 Pedro ensina que a beleza que realmente deve ocupar a mente e o coração das mulheres que são cristas. A maior preocupação não de consistir em coisas visíveis e externas, que perecem, mas em realidades espirituais invisíveis que são eternas. A principal beleza não é a que por vezes achamos ser a mais importante, porque essa com o tempo se desgasta, é passageira.

                                                   UM ALERTA:

 Não é uma condenação a beleza exterior, não confundir deixar de se arrumar, se cuidar, até mesmo uma melhor saúde para poder servi-lo melhor a Deus.

“Mas sim dando o verdadeiro valor pra cada uma delas, o que realmente fará a diferença para a vida de seu marido é você se preocupar primeiramente com o seu coração, uma beleza que não perece, que tem valor eterno que é vista em um espírito manso (humilde) e tranquilo (sua maneira e reagir em relação ao marido e ao mundo)  E ISSO É O CARATER DE CRISTO.”
  
                    O exemplo do passado serve de exemplo para o presente

5Pois foi assim também que, no passado, costumavam se enfeitar as santas mulheres que esperavam em Deus, estando cada qual sujeita a seu próprio marido”

    Esse é o exemplo das mulheres santas de Deus no passado, que tem em Sara o exemplo de uma beleza que agrada a Deus, que não é o exterior.Mulheres que “esperavam em deus” (confiavam e obedeciam a Deus) e assim essas mulheres se vestiam com um espírito manso e tranquilo, se sujeitando a seus maridos, pela confiança e obediência a palavra de Deus.

                “Enquanto cultivar um espírito manso e humilde tem valor eterno, o cultivar da beleza de joias, roupas irá perecer e desaparecer.”

             Talvez muitas mulheres reconheçam a necessidade da mudança, mas nunca coloquem em prática. Uma vez que a verdade exposta alcançou o alvo do coração, é necessário partir do conhecimento para a prática.

                               SUGESTOES PRÁTICAS PARA O COMBATE:

11-    Organize sua vida de tal forma a você ter um momento íntimo e diário em oração a Deus.
2
22-  Programe sua rotina diária de tal forma que você terá tempo para ouvir a voz de Deus através da leitura Bíblia.
33-   Não subestime jamais que você está em guerra, guerra contra o pecado, contra o mundo e contra Satanás, vigie diariamente o que você vê e o que você faz.

“Peca a Deus diariamente que lhe conceda a alegria que está em Cristo como seu maior tesouro e insista em pedir a Deus que lhe dê esse vislumbre da glória que está em Cristo para que o pecado se torne cada vez mais amargo e Cristo cada vez mais doce.”

Por isso a importância do testemunho da esposa no lar é uma ferramenta utilizada por Deus para conversão dos maridos descrentes. O testemunho de vida tem o poder de ser uma pregação diária sem palavras e as mulheres devem se preocupar com a beleza que não perece, a preocupação da beleza que agrada a Deus.

Em Cristo

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Evidência de Conversão


segunda-feira, 25 de abril de 2016

Cristãos Desviados, Conversão e Inferno - Tiago 5.19-20


domingo, 26 de janeiro de 2014

Discípulo Radical - Parte 3/4








Jesus disse que somente aquele que entende sua importância, está disposto a renunciar tudo (Lc 14.33).

Jesus faz, nesta declaração, talveza mais dura e radical coisasobre segui-lo, renunciar a tudo, Jesus não estava fazendo aqui uma descrição apenas exterior de regras, ele estava lidando com a vida da pessoa por inteiro,porque ele vincula tudo isso sobre sua própria importância, Ele é mais importante do que todos, a ponto de que o amor pelos outros quando comparado a Ele, deveria ser como ódio e que isto teria um custo (estar disposto a abandonar a si mesmo, tomando sua cruz, se despojando de si próprio, quanto ao orgulho da auto-suficiência,ao ponto de até morrer por Ele).

Nas palavras do Senhor Jesus “ Ninguém que coloca a mão no arado e olha para trás é digno de confiança, porque desta forma o trabalho não é confiável (Lc 9.2).

Jesus sabe que seus discípulos, deverão estar dispostos a terem um Senhor, e a relação de Senhor nos tempos de Jesus, estava relacionada com a escravidão, ser servo, era sinônimo de ser “escravo”. Antes, em Adão,escravos do pecado, do mundo e de Satanás, agora libertos, escravo de Cristo.

Em outra palavras, Jesus afirma que para ser seu discípulo a pessoa tem que estar disposta a se humilhar, a ter a convicção das coisas humilhadas, reconhecer que não são seus pensamentos, tradições, ou sua conduta de vida, antes, reconhecer que as Escrituras ensinam o “norte”, seu discípulo vivera debaixo da autoridade das Escrituras “Sola Scriptura”, viver sob a luz de seus mandamentos.
Jesus estava falando em meio a uma multidão de judeus, religiosos, pessoas que diziam amar a Deus, não era o tipo de pessoas que chamamos de “ateus”, todavia o Senhor Jesus declara:

Aquele que não renunciar a tudo, não pode ser meu discípulo, ou seja, Jesus novamente chama as pessoas a avaliarem o custo de serem seus discípulos, porque não se refere somente a uma área da vida, não se refere simplesmente a seguir a Cristo para ficar rico, como vemos nos nossos dias com a praga da teologia da prosperidade (os discípulos não eram ricos, eram pescadores), todavia esta é uma causa muito vista nas Escrituras, onde o dinheiro ocupa o lugar de Deus. Lembrem-se do jovem rico, não abriu mão de suas posses para seguir a Jesus, foi embora triste e não o seguir porque tinha muitas posses (Mt 19.22).

Também não se refere somente a parte “religiosa”, não podemos ser discípulos somente nodomingo, tendo por fora aparência de moralidade, mas por dentro idolatria constante, como estes do texto que estamos aprendendo, onde exteriormente diziam amar a Deus, mas que interiormente não reconheciam a Cristo como Senhor, como a pessoa mais importante.

Jesus nos ensina que não pode haver separação em nossas vidas, de escolher onde servir-lo, de coisas consagradas a Deus e coisas mundanas, para o discípulo tudo é por Cristo, para Cristo e de Cristo.

O tudo deve incluir até mesmo nossos pensamentos, sendo levadosa obediência de Cristo, será que fazemos isso? Avaliamos se Cristo é honradoem nossas atitudes e decisões?

O “tudo” é uma rendição Absoluta e Incondicional de colocar Jesus em primeiro lugar, investir todo seu empenho e esforço em prol do reino de Cristo, para o discípulo não existe, “...deixa eu primeiro enterrar meu pai... ou então: Eu acredito em Cristo, mas deixa eu fazer um pouco mais da minha maneira... Não existe espaço para dois Senhores no coração do homem, porque há de amar um mais que o outro (Mt 6:24).

As multidões seguiam a Jesus, hoje também vemos isso, não vemos? Multidões seguem a Cristo, todavia, assim como na multidão, a maioria segue a Cristo, não porque Ele é Senhor de suas vidas, e seu Salvador dos pecados, pessoas tem seguido a Cristo, como aqueles da multidão, somente para ter alguma vantagem por segui-lo.

No entanto, o Senhor Jesus fala que todo aquele que não renunciar a tudo, não pode segui-lo. Para renunciar a tudo, nos leva a pensar em alguém muito importante, em quem temos prazer, para renunciar a tudo.

A importância que damos a algo ou alguém está relacionada com pelo menos 3 aspectos em nossas vidas, que geralmente são quase inseparáveis, ou que são tão intensamente ligadas que não percebemos a diferença:

Valorque tem para nós------- O quanto desejamos?
Afeto, apreço, carinho que temos por ela (pessoa, coisa) ------ O quanto amamos?

Prazer, alegriaque nos proporciona--- O quanto desfrutamos?

Essa seráa maneira como viveremos as nossas vidas, de forma consciente ou inconsciente, por alguma destas 3 razões nós atribuímos IMPORTÂNCIAem nossas vidas. Quando alguma delas, ou todas elas estãoincluídas, somos capazes de avaliar o custo,  conforme o que isso representará para nós, simplificando se algo vale ou não a pena.

O que mudará de uma pessoa para a outrasãoos personagens que ocupam o centro de cada um desses lugares (valor, afeto, prazer), por vezes são todosao mesmo tempo, mas mesmo quando não são, eles estão sempre relacionados com a IMPORTÂNCIA que damos a elas.

Varias coisas podem ocupar o lugar de maior IMPORTÂNCIAna vida das pessoas, quando isso acontece, sem ser Deus, as Escrituras descrevem com o nome de idolatria. Tudo aquilo que recebe a glóriadevida somente a Deus, diferentemente do que as pessoas pensam que é somente quando nos curvamos diante de uma estatua sem vida, a idolatria no coração do homem é muito mais abrangente que isso, tudo que ocupa o lugar de Cristo como primazia em sua vida, é segundo a Bíblia, idolatria.

O verdadeiro discípulode Cristo, tem seu Senhor como seu tesouro mais precioso, o valor de Cristo, o apreço por Cristo e o prazer por Cristo, ele reconhece que foi resgatado de um lamaçal de pecadoque ele jamais conseguiria sair por si mesmo, o que as Escrituras descrevem como trevas, e agora enxergando a luz de Cristo, ele sente desejo de viver para glória de seu Senhor, não para ser merecedor de salvação, mas porque sua salvação pode ser demonstrada por sua vida.

Este texto nos desperta e desafia, para uma reflexão honesta no íntimo de nosso coração:

1-Existe alguma área em nossas vidas em que Cristo não é Senhor?

2-O que tem nosso maior prazer, afeto, valor?

3-Vivemos com o entendimento de que sempre que colocamos algo ou alguém com mais importância que Cristo, isso e idolatria?

http://www.respirandodeus.blogspot.com.br/2013/11/discipulo-radical-parte-14.html

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Discipulo Radical -Parte 2/4


 
 
Jesus demonstrou o preço de ser seu discípulo (Lc 14.25-35)

Jesus confrontou as multidões que o seguiam, e fica muito claro que ele jamais adaptou sua mensagem para a maioria, para ser influente, famoso, seu objetivo não era de reunir multidõessimplesmente para o escutar, mas sim para fazer verdadeiros discípulos.

Jesusnão acomodou sua mensagem nem mesmo a sua mãe e seus irmãos (Mc 3-31), quando ele estava pregando e apareceram no lugar em que ele pregava, porque achavam que Jesus estava sendo muito radical, porque ele levava muito a sério o que pregava, sobre a maneira de como deveriam viver, sobre a entrega da vida de maneira incondicional a Deus, as palavras deles para Jesus: “estáfora de si”, então as pessoas que o escutavam o chamaram e disseram:

Sua mãe e irmãos estão lá fora. Jesus respondeu: “aqueles que fazem a vontade de meu Pai, são minha mãe e meus irmãos,” Jesus não acomodava sua pregação com intenção de ser mais querido, igual vemos em nossos dias, pessoas reclamando e interpretando as passagens das Escrituras distorcidas sobre o compromisso de viver para ele.

Jesus sabia que a grande maioria da multidão era de crentes nominais, era de supostos discípulos de boca, que assim como na parábola da semente que ele ensinou (Mt 13), muitos escutam a mensagem do Evangelho, alguns se afastam pelas dificuldades, outros se sufocam pelos prazeres que o mundo oferece. Jesus sabia que muitos o seguiam pelos milagres e ele coloca uma situação bem clara para demonstrar que tipo de discípulos ele estava buscando:

Aquele que não aborrece, ou seja, aquele que ama mais a irmão, pai, mãe, filho, a si mesmo não pode ser meu discípulo (Lc 14.25-35).

Jesus coloca esses que estavam a segui-lo a avaliar o custo, a medir o preço.

Ele diz: Aquele que vem a mim, ou seja, aquele que vai me seguir, Jesus faz uma comparação com as pessoas da família,

Jesus deixa claro que se algum desses (Lc 14.26), tem mais valor que Ele mesmo, estes que pensam assim, não podem ser seus discípulos. Jesus usa uma verdade pesada para falar, ele não amacia, para não ser taxado de radical, todavia, por mais difícil que possa parecer abrir mão de pai, mãe, filho, Jesus conhecendo o interior das pessoas, vai além, coloca em xeque e diz:

 Aquele que ama mais a si mesmo, este também não pode ser meu discípulo, qualquer um que não tomar a sua cruz, aqui é interessante que apesar de vermos as pessoas pegando capital emprestado do cristianismo quando elas ensinam atitudes altruístas (amar ao próximo como a nós mesmos), podemos ver que a ideia da vantagem por si mesmo é algo impregnado dentro de nós, por causa do pecado, Jesus, como grande conhecedor da humanidade, faz exatamente isso, coloca uma medida, quem não tomar a sua cruz, trazendo a ideia de que ser seu discípulo é estar disposto a obedecer seusmandamentos, sofrer e até mesmo morrer por ele se necessário, a morte de cruz era a representação mais vil, mais humilhante, mais dolorosa para um criminoso, neste momento, os discípulos ainda não tinham entendido completamente que Jesus seria crucificado, então Jesus estava ampliando a colocação de ser seu discípulo dizendo:
 
Vocês estão dispostos a abrir mão de seus próprios desejos e morrer por mim, se necessário for? Seu amor por mim é desse tamanho?

Jesus não se preocupou se as multidões não o seguiriam, pelo contrário, sua intenção era exatamente esta, aqueles que desejam segui-lo deveriam medir o custo. Por isso o Evangelho não é maleável aos nossos desejos ou opiniões pessoais, por mais sinceros que possam ser.

Aprendemos que:
1- Devemos medir o preço do discipulado.

2-Jesus colocou parâmetros bastante claros, para podermos diferenciar os discípulos das multidões.
3-Não existe ninguém mais importante para um discípulo do que seu Senhor, Jesus.

Em Cristo
Guinho

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Discípulo Radical -Parte 1/4




                           

Em nossos dias, existe um problema quanto ao entendimento de ser um discípulo de Cristo, do arrependimento genuíno e do peso do pecado, muitas pessoas pensam que fazer uma oração de “aceitar Jesus”, é suficiente para ser salvo, fazendo na maioria das vezes uma enganosa confissão sem nunca ter compreendido o significado do Evangelho, as Igrejas tem criado cristãos nominais, mas que nunca foram regenerados pelo Espírito, contrariando as afirmações do próprio Jesus, sobre as características de um verdadeiro discípulo, que acompanham as vidas daqueles que professam uma fé genuína e que verdadeiramente foram alcançados pela graça de Deus. Nestes estudos gostaria de demonstrar o ensino bíblico de quatro situações em que o Senhor Jesus demonstrou as características de seus discípulos, depois, comparemos se é o que temos visto em nossos dias.
1-Jesus provou as multidões (Lc 9.23-25; Lc 9.57-62).
Jesus se encontrava na Galiléia e decidiu ir até Jerusalém, para cumprir o propósito de sua vinda, havia chegado o momento, exatamente como as Escrituras haviam descrito, através da Lei e dos Profetas (divisão do AT). Então, neste caminho, ele passou pelas cidades de Samaria e já por lá mesmo ele vinha provando as multidões, provando aqueles que realmente o seguiriam, para ver se realmente estavam dispostos a segui-lo :

Um diz: Seguirte-ei para onde fores... para outro Jesus diz: Me segue, e ele diz “deixa primeiro eu sepultar meu Pai, então Jesus replica: “deixa os mortos sepultarem eles mesmos” (Lc 9. 57-62). Era um costume da época “sepultar o Pai”, isso queria dizer respeito a pegar a herança, mas Jesus enfaticamente diz: “Deixa aqueles que já estão mortos, viverem de acordo com os mortos, você, antes, vem e prega o Reino de Deus”, em outras palavras, aqueles que vivem suas vidas com sua perspectiva no agora, são incapazes de perceber as coisas que Jesus anunciara.
Depois disso, continuando a jornada para Jerusalém, Jesus passou pela Judeia ate chegar na Pereia, onde foi comer na casa de um Fariseu, e por causa da grande importância que Jesus viu que eles davam para a aparência, por sentarem nos primeiros lugares,todavia internamente não o enganavam, ou seja, por fora diziam uma coisa, mas que internamente não correspondia ao exterior, era uma aparência religiosa de amar a Deus, mas Jesus, conhecedor do coração dos homens, contou uma parábola (Lc 14.7-14) e da grande ceia (Lc 14.15-24), para demonstrar a importância de uma mudança principalmente interna, refletida também externamente. Jesus deixou claro a importância não só de reconhecer a necessidade de um Salvador, mas que o próprio Jesus, é o Messias, o Salvador prometido, ou seja, dizer que ama a Deus é fácil, mas amar Jesus internamente como seu Deus, faz toda diferença.
Assim como com os fariseus, existem problemas em nossos dias muito grandes para refletirmos se acontece com nós:

1- Dizer que cremos em Deus externamente, quando de fato não amamos, estamos somente enganando nós próprios, porque Deus não é homem para ser enganado.
2-Não reconhecer a Cristo como Deus, é continuar inimigo de Deus.
3-Seguir a Cristo por fama, riqueza ou milagres, é estar dentro das multidões que o seguem por benefícios próprios, não pelo desejo de serem discípulos.
Em Cristo.


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Falsas Conversões: O Suicídio da Igreja - Mark Dever




domingo, 10 de fevereiro de 2013

Em Defesa de Cristo - Lee Strobel


O jornalista Lee Strobel, que considerava-se ateu, investigou as evidências de Jesus a partir de fatos que pudessem provar a veracidade do cristianismo, ou desmascará-lo. Preparado para saber o que ele descobriu e o que as provas indicam? Então acompanhe ao documentário no vídeo abaixo.

O documentário resume a pesquisa de Lee sobre as seguintes abordagens:

1 - AS FONTES:

Pode-se confiar nas biografias de Jesus?
As biografias de Jesus resistem à investigação minuciosa?
As biografias de Jesus foram preservadas de modo confiável?
Existem evidências confiáveis a favor de Jesus além de suas biografias?
A arqueologia confirma ou contradiz as biografias de Jesus?

2 - JESUS

Jesus estava realmente convicto de que era o Filho de Deus?
Jesus estava louco quando afirmou ser o Filho de Deus?
Jesus apresentou os atributos de Deus?
Jesus — e só ele — enquadra-se no perfil do Messias?

3 - A RESSURREIÇÃO

A morte de Jesus foi uma fraude e sua ressurreição, um logro?
O corpo de Jesus realmente desapareceu do túmulo?
Jesus foi visto vivo depois de sua morte na cruz?
Existem fatos secundários que apontam para a ressurreição?

Documentário baseado no Livro "Em Defesa de Cristo" de Lee Strobel.

"Esta investigação acabou tomando mais de dois anos da minha vida. De certa forma foi a história mais estimulante que eu já pesquisei como jornalista" Lee Strobel

Assista:
 
 
 
Fonte: http://bereianos.blogspot.com.br/2013/02/em-defesa-de-cristo-lee-strobel.html#.URdmLfKlvIV

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Você não fez a si mesmo um Cristão

http://sumosacerdote.files.wordpress.com/2012/03/03-ser_cristao.jpg

segunda-feira, 2 de julho de 2012

A vontade do homem não é livre


O povo de Deus é um povo voluntário. A Bíblia nos diz que por natureza os homens não são voluntários: "... não quereis vir a mim para terdes vida" (João 5:40). O Senhor Jesus também disse: "Ninguém pode vir a mim se o Pai que me enviou não o trouxer" (João 6:40). Estas passagens do Novo Testamento concordam com nossa passagem do Velho Testamento. Todas elas dizem que o povo de Deus será voluntário no dia do poder de Deus. Pelo fato de nenhum homem ser voluntário por natureza, tem que haver uma obra da graça de Deus no coração de um homem. Somente quando houver esta obra da graça os homens serão voluntários no dia do poder de Deus. O povo de Deus deve ser um povo voluntário. Podemos dizer quem são os filhos de Deus pelo fato de serem voluntários. Prego a muitas pessoas diversas vezes. Falo a elas sobre o inferno. Aviso-as para fugirem dele. Falo a elas sobre Cristo, imploro-lhes que olhem para Cristo para serem salvas. Mas às pessoas não estão dispostas a olhar para Cristo. Ou o dia do poder de Deus ainda não veio ou elas não são o povo de Deus. Seu povo será voluntário no dia do Seu poder. Naquele dia, as pessoas confiarão suas vidas à graça de Deus; confiarão em Cristo que morreu na cruz para salvá-las.

O que tornou essas pessoas voluntárias? A única resposta é que a graça de Deus transformou sua relutância em voluntariedade. Se a vontade do homem é livre para agir certo ou errado, por que as pessoas não se voltam para Deus? A razão é que a vontade do homem não é livre. A graça de Deus deve vir e agir no coração, Somente então um homem será voluntário no dia do poder de Deus.

O povo de Deus deseja ser salvo. Assim, as pessoas desejam trabalhar para Deus. Elas vão voluntariamente à casa de Deus para adorá-lO. Elas dão generosamente quando há necessidade de dinheiro na igreja. Elas servem a Deus de várias formas, com alegria e espontaneidade, no dia do poder de Deus.

Devemos notar o caráter desse povo. Ele "se apresentará voluntariamente no dia do teu poder". Ele "se apresentará voluntariamente... com santos ornamentos". Este povo voluntário estará vestido com santidade. Estará vestido com a justiça, a santidade de Cristo. A graça de Cristo lhe é concedida. O povo de Cristo não tem santidade em si próprio. A santidade que tem lhe é dada por Deus. Deus transforma pecadores em santos. Somente o povo cristão tem verdadeira santidade. O povo de Cristo é um povo voluntário e santo.

As próximas palavras são difíceis de se entender: "...como vindo do próprio seio da alva...". O que elas significam? Algumas pessoas dizem que estas palavras significam que o povo de Deus será voluntário desde o início da vida. A passagem não significa isso. De onde virá o povo de Deus? Como deve ser trazido? Você já viu gotas de orvalho de manhã bem cedo? Há muitas. São belíssimas. De onde vieram? A resposta da natureza é que vieram "do próprio seio da alva". O povo de Deus virá dessa mesma forma. Virá de maneira muito rápida e misteriosa, como se viesse "do próprio seio da alva", como as gostas de orvalho. As gotas de orvalho são algo misterioso. Ninguém realmente sabe como vêm. O povo de Deus também vem misteriosamente. Um pregador pode não ser eloqüente ou poderoso. Então, como foram as pessoas convertidas quando este homem pregou? Elas vieram " do próprio seio da alva", misteriosamente. Quem fez as gotas de orvalho? Deus fez a gotas de orvalho. Ele não precisa do homem para ajudá-lO. O povo de Deus é salvo da mesma forma. As pessoas são chamadas por Deus e são trazidas por Deus. Elas são abençoadas por Deus. O povo de Deus vem "do próprio seio da alva".

Vocês já notaram quantas gotas de orvalho há na manhã? Há uma grande quantidade ao mesmo tempo. Todavia tudo é feito silenciosamente. Assim também os filhos de Deus virão "do próprio seio da alva". Nenhuma palavra pode realmente explicar o que isto significa. Vocês podem ficar ao ar livre de manhã cedo, quando o sol está começando a raiar. Os campos estarão brilhando com gotas de orvalho. Vocês perguntarão: "De onde vieram todas essas gotas de orvalho?" A resposta é que vieram "do próprio seio da alva"! Quando muitas pessoas são salvas, quando vocês as vêem vindo de maneira misteriosa e silenciosa, podem compará-las ao orvalho da alva. Vocês perguntam: "De onde vieram essas pessoas remidas?" A resposta é que vieram "do próprio seio da alva."

Charles H. Spurgeon

terça-feira, 15 de maio de 2012

Para Ele - Paul Washer

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segunda-feira, 30 de abril de 2012

É Tudo ou Nada!




Então, eles deixaram imediatamente as redes e o seguiram.
Mc 1.18

 Quando ouviram o chamado de Cristo, Simão e André obedeceram imediatamente, sem questionar. Se colocássemos sempre em prática, sem demora e com zelo resoluto, aquilo que ouvimos, a nossa leitura bíblica não falharia em enriquecer nossa vida espiritual. Um homem não perderá seu pão, se o comer imediatamente.

Ele também não ficará destituído do benefício da doutrina, se já agiu motivado por ela. Muitos leitores e ouvintes tornam-se comovidos por uma mensagem e demonstram a intenção de mudar de atitude. Mas o propósito é um botão que logo cai da árvore e do qual não se colhe nenhum fruto. Tais pessoas esperam, vacilam e, por fim, esquecem. Assim como poças de água em noites de frio intenso e dias de sol, tais pessoas são descongeladas por um pouco, para serem congeladas novamente. Aquele amanhã fatal é o assassino das resoluções instáveis; é o matadouro das boas intenções.

Devemos ser cumpridores da Palavra. A verdade mais proveitosa é a verdade obedecida e praticada. Se você foi impressionado por algum dever, enquanto estava meditando nas Escrituras, apresse-se em cumprir tal dever, antes que a iluminação santa se afaste de sua alma. Deixe a sua rede e tudo o que você tem, ao invés de ser encontrado como uma pessoa rebelde à chamada do Senhor. Por meio da demora, não dê lugar ao diabo! Apresse-se, enquanto a oportunidade e o desejo estão em bendita conexão. Não seja apanhado em sua própria rede; quebre a malha do mundanismo e venha para onde a glória o chama.

Charles H. Spurgeon

[Via]

segunda-feira, 23 de abril de 2012

E Quem Nunca Ouviu o Evangelho?

http://andreestefane.files.wordpress.com/2012/04/bebe-com-fone-de-ouvido_1_thumb7.jpg

quinta-feira, 22 de março de 2012

Conversões Superficiais, Cristianismo Superficial - Vídeo

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

[Teologia Visual] Ordo Salutis – Infográfico




Por: Tim Challies. Copyright: © challies.com
Tradução e adaptação: voltemosaoevangelho.com
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Nunca Seremos Lançados Fora


O que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora.

João 6.37
Existe alguma ocorrência de nosso Senhor ter lançado fora alguém que veio a Ele? Se existe, gostaríamos de conhecê-la. No entanto, não existe qualquer dessas ocorrências, e nunca existirá. Entre as almas perdidas no inferno, não há alguém que possa dizer: "Fui a Jesus, e Ele me rejeitou". Não é possível que você e eu sejamos os primeiros a quem Jesus quebrará sua promessa. Não alimentemos esta suposição tão infeliz.

Imaginemos que buscamos a Jesus para falar-Lhe sobre os males de hoje. Podemos estar certos disso: Ele não nos recusará uma audiência, nem nos lançará fora de sua presença. Aqueles que com frequência têm vindo e aqueles que nunca vieram a Cristo, vamos juntos e perceberemos que Ele não fechará a porta de sua graça diante de qualquer um de nós.

Este homem "recebe pecadores" (Lc 15.2), mas não rejeita qualquer deles. Nós O buscamos em nossa fraqueza e pecado, com temor, tremor, com pouco conhecimento e pouca esperança; todavia, Ele não nos rejeita. Vamos a Ele através da oração — oração contrita; com confissão — confissão imperfeita; com adoração — adoração aquém da dignidade de Cristo; apesar disso, Ele nos recebe. Nós O procuramos estando enfermos, fatigados e indignos, mas Ele não nos lança fora, de maneira alguma. Hoje mesmo venhamos a Ele, que nunca nos lança fora.


Charles H. Spurgeon

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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Há muito mais para ver


Maiores coisas do que estas veras.

João 1.50


Estas palavras foram ditas a um crente que tinha a atitude de uma criança, um crente que estava pronto para aceitar Jesus como Filho de Deus, o Rei de Israel, fundamentado em um convincente argumento. Aqueles que estão dispostos a ver hão de ver; porque, se fechamos os nossos olhos, nos tornamos profundamente cegos.


Já vimos muitas coisas. O Senhor nos tem mostrado grandes e inescrutáveis coisas, pelas quais adoramos o seu nome. No entanto, existem maiores verdades em sua Palavra, experiências mais profundas, maiores níveis de comunhão, mais utilidade, maiores descobertas de poder, amor e sabedoria.


Veremos essas coisas, se estivermos dispostos a crer em nosso Senhor. A capacidade de inventar falsa doutrina é desastrosa, mas o poder para enxergar a verdade é uma bênção. No Filho do homem, o céu se abrirá para nós, o caminho que a ele conduz se tornará claro, e o trânsito de anjos que sobem e descem ao reino celestial e ao reino terreal se tornará mais evidente para nós.


Conservemos nossos olhos voltados para as coisas espirituais, esperando contemplar mais e mais. Não creiamos que nossas vidas acabarão em nada, e sim que sempre estaremos crescendo, vendo coisas maiores, cada vez mais, até que vejamos o grande Deus e nunca mais o percamos de vista.


Charles H. Spurgeon




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