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terça-feira, 24 de janeiro de 2017
terça-feira, 11 de outubro de 2016
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Deus já escolheu um povo eleito para a salvação?... A Bíblia Responde #99
Minha
pergunta é baseada numa conversa que tive com um colega. É a
seguinte: é verdade que Deus já escolheu o povo eleito para ser
salvo? Ou seja, se a pessoa já estiver no livro da vida ele pode
pecar como quiser e mesmo assim já está salvo e quem já está
condenado mesmo fazendo tudo para agradar a Deus ainda assim ainda
não é digno de salvação?
A
resposta para as suas perguntas é sim e não.
Sim,
Deus elege um povo para salvação e não, não funciona dessa forma,
uma pessoa que possui uma vida na lama do pecado, que não possui
arrependimento essa pessoa não é uma eleita de Deus.
A
eleição é a causa de nossa salvação, a santificação é a
evidência. A santificação é a marca na orelha da ovelha eleita de
Cristo (2Ts 2.13).
Existem
duas verdades ensinadas na Bíblia, que Deus escolhe e predestina
livremente quem Ele quer para a salvação e que o homem é
responsável pela sua condenação, o fato de Deus eleger não
diminui a responsabilidade humana.
Pode
parecer conflitante essas duas informações e devemos reconhecer
nossas limitações humanas, pois somos seres limitados, finitos,
falíveis e corruptíveis. Diferentemente de Deus, todo poderoso,
infinito, ilimitado, criador de todas as coisas.
Não
conseguimos conciliar com nossas mentes humanas essas duas realidades
bíblicas, assim como não conseguimos explicar, ou compreender
totalmente a doutrina da trindade, ou ainda, explicar como Jesus
Cristo é totalmente homem e totalmente Deus ao mesmo tempo.
Vamos
então falar um pouco sobre essas duas verdades separadamente.
Sobre
a doutrina da eleição:
Simplificando,
os "eleitos de Deus" são aqueles que Deus predestinou para
a salvação. Eles são chamados de "eleitos" porque essa
palavra denota o conceito de escolher. A cada quatro anos, nós
"elegemos" um presidente - ou seja, escolhemos quem ocupará
esse cargo. O mesmo vale para Deus e aqueles que serão salvos; Deus
escolhe aqueles que serão salvos. Estes são os eleitos de Deus.
Vejamos
Romanos
9, a passagem mais detalhada que
lida
com a soberania de Deus na eleição.
O contexto da passagem flui de Romanos 8, que termina com um grande clímax de louvor: "Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor" (Romanos 8:38-39). Isto leva Paulo a considerar como um judeu poderia responder a essa afirmação. Embora Jesus tenha vindo aos filhos perdidos de Israel e embora a igreja primitiva tenha sido em grande parte judaica, o evangelho estava se espalhando entre os gentios muito mais rápido do que entre os judeus. Na verdade, a maioria dos judeus enxergava o evangelho como uma pedra de tropeço (1 Coríntios 1:23) e rejeitou Jesus. Isso levaria o judeu comum a se perguntar se o plano de Deus de eleição falhou, uma vez que a maioria dos judeus rejeita a mensagem do evangelho.
Ao longo de Romanos 9, Paulo sistematicamente mostra que a eleição soberana de Deus tem estado em vigor desde o início. Ele começa com uma declaração crucial: "Porque nem todos os que são de Israel são israelitas" (Romanos 9:6). Isso significa que nem todas as pessoas etnicamente de Israel (isto é, aqueles descendentes de Abraão, Isaque e Jacó) pertencem ao verdadeiro Israel (os eleitos de Deus). Revendo a história de Israel, Paulo mostra que Deus escolheu Isaque a Ismael e Jacó a Esaú. Caso alguém achasse que Deus estava escolhendo estes indivíduos com base em sua fé ou boas obras que fariam no futuro, ele acrescenta: "pois não tendo os gêmeos ainda nascido, nem tendo praticado bem ou mal, para que o propósito de Deus segundo a eleição permanecesse firme, não por causa das obras, mas por aquele que chama" (Romanos 9:11).
Neste ponto, pode-se ser tentado a acusar Deus de agir injustamente. Paulo antecipa essa acusação no versículo 14, afirmando claramente que Deus não é injusto de qualquer forma. "Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia, e terei compaixão de quem me aprouver ter compaixão" (Romanos 9:15). Deus é soberano sobre a Sua criação. Ele é livre para escolher aqueles a quem vai escolher e é livre para passar por quem quiser. A criatura não tem o direito de acusar o Criador de ser injusto. A própria ideia de que a criatura pode julgar o Criador é um absurdo para Paulo, e deve ser assim para todos os cristãos também. O equilíbrio de Romanos 9 substancia este ponto.
Há outras passagens que falam em menor medida sobre o tema dos eleitos de Deus (João 6:37-45 e Efésios 1:3-14, para citar algumas). O ponto é que Deus decidiu resgatar um resquício da humanidade para a salvação. Esses indivíduos eleitos foram escolhidos antes da criação do mundo, e a sua salvação está completa em Cristo. Como Paulo diz: "Porque os que dantes conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos; e aos que predestinou, a estes também chamou; e aos que chamou, a estes também justificou; e aos que justificou, a estes também glorificou" (Romanos 8:29-30).
Passamos
agora para o assunto da responsabilidade humana, se Deus escolheu o
homem não é responsável? Ou não precisa fazer nada para ser
salvo, pois tudo está determinado?
A
Bíblia ensina claramente que fomos eleitos para a santificação, e
que sem santificação, ninguém verá ao Senhor (Hb 12.14). A
santidade de vida – não estou falando de perfeição – é parte
integrante da fé salvadora (Romanos 6). Santidade e fé salvadora
são dois lados de uma mesma moeda. Tiago que o diga: “Fé sem
obras é morta”. E no contexto, ele não estava falando de dar
esmolas, mas de obedecer a Deus mesmo ao custo do que nos é mais
precioso, como os exemplos de Abraão e Raabe demonstram (Tiago 2).
Deixando de considerar a santificação como sinal da eleição para
a vida eterna e adotando a fé como esse sinal, adotam uma base
subjetiva para a segurança de salvação e correm o risco de se
enganarem quanto à sua experiência religiosa, pois desta forma,
podem se considerar salvos mesmo que não haja sinais visíveis da
santificação entre eles.
"Nos
chamou para a sua própria glória e virtude" (2Pe 1.3). Ele nos
chamou para a virtude, assim como para a glória. "Porquanto
Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação"
(lTs 4.7). Não temos um chamado para o pecado, podemos ser tentados,
mas não há um chamado ao pecado. Não somos chamados para ser
orgulhosos ou impuros, mas temos um chamado para a santidade.
O
pacto da graça é nosso passaporte para o céu. O acordo do pacto é
que Deus será nosso Deus. Mas, quem está interessado no pacto e
pode exigir os benefícios dele? Somente as pessoas santificadas:
"Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito
novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de
carne" (Ez 36.26).
Portanto,
não
se vai ao céu sem a santificação:
"A
santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor" (Hb 12.14).
segunda-feira, 25 de abril de 2016
segunda-feira, 7 de março de 2016
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Existe mesmo inferno?Porque Deus vai mandar as pessoas para lá?...A Bíblia responde#77
Como Deus planeja mandar pessoas para o inferno? Proverbios 16:4
Precisamos entender o ensino da
Bíblia inteiro para podermos sempre compreendermos o que ela diz
sem distorções. Salomão descreve muitas vezes em provérbios, dois
tipos de pessoas, os tolos (impíos) e os sábios (crentes), como é
um livro de sabedoria, ele vai ensinar que o princípio da
sabedoria é temer a Deus (Pv 1:7), então todos aqueles que vivem
desta forma, são considerados sábios, os que vivem como se Deus
não existisse são considerados tolos ou loucos (Sl 10:4).
Então é
nesse paralelo que os provérbios são descritos, em sua grande
maioria entre os tolos e os sábios. Agora, vamos olhar para o
ensino mais amplo da Bíblia.
O ensino da Bíblia é de que só existem dois lugares para onde a
pessoa vai após a morte, céu ou inferno.
Todos aqueles que recebem Jesus como seu salvador pessoal irão
para o céu, todos aqueles que não o recebem, serão condenados para
o inferno. Porque isso acontece?
A Bíblia ensina que todos são pecadores (Rm 3:23), isso quer dizer
que Deus, por sua santidade e justiça, precisa condenar aqueles
que transgrediram suas leis, ou seja todos nós. Como um justo
juiz, é importante entender que a comparação de quão bondosos
somos não é feita entre nós homens e mulheres, mas é uma
comparação que deve ser feita com Deus e suas leis, por isso todos
são dignos de condenação pelo justo juiz (Deus), quer reconheçamos
isso ou não, essa é a verdade ensinada pela Bíblia. Assim como um
governante de uma nação estabelece leis e mesmo que nós não
desejemos cumpri-las, estas leis continuam sendo verdadeiras e
válidas independente de nós ou de nossas opiniões.
No entanto, por causa de seu grande amor, Deus providenciou um
meio de perdão para esses pecadores, mesmo sem eles merecerem ser
salvos (Jo 3:16).
Deus, enviou seu filho Jesus, para que pagasse o preço do pecado
que estava sobre nós, e nos substituísse no lugar da condenação.
Então, todos aqueles que não reconhecerem sua condição pecaminosa,
se arrependerem de seus maus caminhos e depositarem sua confiança
(fé) em Cristo como salvador, irão para o merecido castigo eterno.
Para entender mais sobre este assunto:
Jesus foi o que mais ensinou sobre o inferno e sua condenação,
todos aqueles que não reconhecerem a necessidade e dependência de
Jesus para serem salvos irão para lá, Jesus é o único caminho (Jo
14:6). Este texto explica bem como isso acontecerá:
"Portanto qualquer que me confessar diante dos homens, eu o
confessarei diante do meu Pai, que está nos céus" Mt 10:32
Em Cristo
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
terça-feira, 9 de junho de 2015
Pregação em Áudio - João 12:44-50 (Crer ou não Crer? Eis a Questão)
"Ser ou não ser, eis a questão". Esta é uma das frases mais famosas da literatura mundial. Ela foi escrita por William Shakespeare, na peça Hamlet. Assim, sempre que ela é proferida, vem à nossa mente esta obra deste grande escritor.
O Evangelho de João, se pudesse ser resumido, teria uma frase parecida: "Crer ou não crer, eis a questão". Este resumo ocorre no texto de João 12:44-50. Neste trecho bíblico, encontramos um resumo do ensino de Jesus, que consiste em uma chamada a considerarmos esta questão: Crer ou não crer em Jesus, o Nazareno?
No sermão pregado no dia 7/06/2015, na Igreja Batista Luz do Mundo, o pr. Antônio Neto expõe o texto bíblico nos chamando a considerar a crença e a descrença. Ao final, a pergunta que nos resta é: O que faremos com Jesus de Nazaré?
Clique no link abaixo e ouça esta mensagem bíblica.
Fonte: http://iblmpf.blogspot.com.br/2015/06/pregacao-em-audio-joao-1244-50-crer-ou.html
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Posso viver da maneira que quero, sem me importar com Deus?...A Bíblia Responde#47
Deus aceita eu querer coisas diferentes para minha vida, diferentes do que todos querem e até mesmo ele planejou? Não quero viver eternamente nem ir para o céu, ao fim da vida quero fechar os olhos e não mais abri- los. Sou uma pessoa que gosta de viver sozinho e não gosto de me envolver em nada, nem em questões humanas nem espirituais. Ou seja não quero fazer parte de nada, nem de sociedade, nem de igreja. Não me importo com nada, nem com ninguém. Não que eu seja contra as pessoas ou contra a Deus, simplesmente não me importo com nada, quero apenas ter paz e em determinado tempo deixar de existir. Não quero nem Deus nem o diabo. Nem céu nem inferno. Não quero me envolver, essa guerra não é minha e não gosto dela. Como Deus vê meu posicionamento???? Ele vai me condenar por não querer fazer parte de nada????
Olá!
Apesar da resposta para sua pergunta ser muito simples, eu sinto a necessidade de explicar resumidamente o ensino Bíblico para tantas questões que você colocou.
A Bíblia nos conta a história da humanidade. Ela nos ensina que existe um criador (Deus) que criou tudo, tanto o homem quanto o universo, para Sua glória (Gn 1). A Bíblia nos conta que os primeiros pais, Adão e Eva, viviam em um estado de harmonia e presença de Deus em uma aliança de obediência.
No entanto, ela nos traz um fato. O homem desobedeceu, e assim com esta desobediência entrou o pecado no mundo, esse pecado afetou todo universo, trazendo desordem e rebeldia perante Deus (Gn 3). Esta é a notícia ruim, o homem se tornou rebelde, para com seu criador, ele se tornou inimigo de Deus. Todavia, a Bíblia nos conta que existe uma boa notícia (esse é o significado da palavra Evangelho). Deus prometeu que iria novamente proporcionar um meio para que a humanidade tivesse um relacionamento novamente com Ele. Qual a forma que isso poderia acontecer? Como pagar um preço tão elevado a um Deus Santo?
Somente com uma pessoa de igual importância, capaz de viver um vida perfeita e pagar o preço pelos pecados dos homens (Jo 1.1-5). Então Deus em Seu amor, sem merecimento nenhum por parte dos homens, envia Seu Filho Jesus, para sofrer na cruz do Calvário, uma morte de cruz, recebendo o pagamento dos pecados em si mesmo (Is 53.5), para que todo que nele crê não pereça (Jo 3,15).
Essa é a boa notícia, Cristo trouxe o Evangelho da Paz (Ef 6.15). A paz que a Bíblia se refere não diz respeito com uma paz do tipo, "me deixem quieto", ou não "mexo com ninguém". Esta paz significa que aquele que está em Cristo, tem paz com Deus, seu relacionamento foi restaurado por méritos de Cristo. A paz que a Bíblia ensina não é relacionada simplesmente com não querer indisposição com alguém, mas ela traz a ideia de reconciliação, uma reconciliação em amor, sem Cristo permanecemos inimigos de Deus.
Ensinos trazidos pela Bíblia:
*A Bíblia ensina que Deus criou todas as coisas, ele é eterno, sempre existiu e sempre existirá (Sl 145.13).
A Bíblia nos conta a história da humanidade. Ela nos ensina que existe um criador (Deus) que criou tudo, tanto o homem quanto o universo, para Sua glória (Gn 1). A Bíblia nos conta que os primeiros pais, Adão e Eva, viviam em um estado de harmonia e presença de Deus em uma aliança de obediência.
No entanto, ela nos traz um fato. O homem desobedeceu, e assim com esta desobediência entrou o pecado no mundo, esse pecado afetou todo universo, trazendo desordem e rebeldia perante Deus (Gn 3). Esta é a notícia ruim, o homem se tornou rebelde, para com seu criador, ele se tornou inimigo de Deus. Todavia, a Bíblia nos conta que existe uma boa notícia (esse é o significado da palavra Evangelho). Deus prometeu que iria novamente proporcionar um meio para que a humanidade tivesse um relacionamento novamente com Ele. Qual a forma que isso poderia acontecer? Como pagar um preço tão elevado a um Deus Santo?
Somente com uma pessoa de igual importância, capaz de viver um vida perfeita e pagar o preço pelos pecados dos homens (Jo 1.1-5). Então Deus em Seu amor, sem merecimento nenhum por parte dos homens, envia Seu Filho Jesus, para sofrer na cruz do Calvário, uma morte de cruz, recebendo o pagamento dos pecados em si mesmo (Is 53.5), para que todo que nele crê não pereça (Jo 3,15).
Essa é a boa notícia, Cristo trouxe o Evangelho da Paz (Ef 6.15). A paz que a Bíblia se refere não diz respeito com uma paz do tipo, "me deixem quieto", ou não "mexo com ninguém". Esta paz significa que aquele que está em Cristo, tem paz com Deus, seu relacionamento foi restaurado por méritos de Cristo. A paz que a Bíblia ensina não é relacionada simplesmente com não querer indisposição com alguém, mas ela traz a ideia de reconciliação, uma reconciliação em amor, sem Cristo permanecemos inimigos de Deus.
Ensinos trazidos pela Bíblia:
*A Bíblia ensina que Deus criou todas as coisas, ele é eterno, sempre existiu e sempre existirá (Sl 145.13).
*A Bíblia nos ensina que o criador tem uma Lei, mesmo quando reconhecemos isso ou não, sendo assim sua Lei é o padrão para vida do homem, não nossas opiniões, Seu julgamento é baseado em seu padrão, não no padrão de nossas mentes (Sl 19.7).
*A Bíblia ensina que Deus sempre foi e é auto-suficiente nele mesmo. Deus sem o homem continua sendo Deus, o homem sem Deus não é ninguém. O Deus da Bíblia é muito diferente dos deuses da mitologia grega, onde aqueles eram dependentes das orações dos homens para sobreviver, o Deus da Bíblia é soberano e todo poderoso (Sl 86.10).
*A Bíblia ensina que existe uma realidade futura na vida de todos os homens, quer acreditemos ou não, quer queiramos ou não. As pessoas quando morrem tem dois destinos, céu ou inferno (Mc 16.16) .
*A Bíblia ensina que o homem está em inimizade com Deus, a não ser com a reconciliação, ou paz que Cristo trouxe, não por obras, mas sim pela fé Nele (Jo 14.6).
*A Bíblia ensina que somos pecadores incapazes de pagar a pena imposta para o pecado (Rm 3.23). É impossível para o homem se tornar por si próprio, amigo de Deus, sendo assim, ele precisa de um Salvador para sua situação diante de Deus e somente Jesus pode ser este intermediador. Porque esta salvação não é adquirida por boas obras, porque ninguém é capaz de agradar a Deus pelas obras.
A Bíblia ensina que existem somente duas famílias, aqueles que estão unidos a Cristo pela fé e confiança como Seu Salvador, são chamados filhos de Deus e aqueles que são da família de Satanás(1 Jo 3.9).
Gostaria de que você soubesse e avaliasse profundamente o que vou lhe dizer:
Deus não criou o homem porque precisava do homem, o homem não tem nada para oferecer que Deus necessite, entende? Deus controla todas as coisas segundo a sua vontade, a Bíblia nos descreve que Satanás já está derrotado, embora ainda hoje tente causar o máximo de danos que conseguir. Deus já deixou descrito em Sua Palavra, a Bíblia, que chegará o momento em que Ele restaurará todas as coisas, dentro de Sua vontade, eliminando de uma vez por todas o pecado, esmagando Satanás.
A idolatria descrita pela Bíblia, não se limita a imagens feitas de pedra ou metal. Todas as vezes que colocamos algo ou alguém ocupando o lugar de Deus, isso é idolatria. Isso está acontecendo com você, quando você diz que não se importa, você simplesmente está se colocando como mais importante que Deus, mesmo que sem perceber.
Todos fazem parte de uma família, ou de Deus por causa de Cristo somente, ou do Diabo por causa do pecado. Deus como um justo juiz, santo, retribuirá a cada um segundo isso. Não existe neutralidade entende? Aos olhos de Deus, se você não tem a Seu filho, Jesus, você está condenado.
Pense com seriedade, porque o lugar preparado para todos aqueles que não entregam suas vidas em arrependimento dos seus pecados e confiança a Cristo passarão a eternidade no inferno, que será um lugar terrível, não porque o Diabo estará lá, mas porque lá será o lugar onde toda justiça de Deus será derramada. Aqueles que lá estiverem passarão 50 anos sofrendo e olharão como se fosse terminar, mas então continuarão sofrendo mais 50, 100, 1000 anos, isso é eternidade (Mc 16.16). Não tem final, não deixarão de existir, é para sempre. Espero que você possa refletir a respeito e que Deus lhe conceda o arrependimento e o desejo pela comunhão com Ele através do único caminho, Jesus Cristo.
Foi para isso que fomos criados, para glória de Deus.
Em Cristo.
Guinho
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
quarta-feira, 30 de julho de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Você Pergunta...A Bíblia Responde#31
O fato de Samuel ter dito ", e amanhã tu e teus filhos estareis comigo; 1 Samuel 28:19" a Saul, quer dizer que naquele tempo o céu e o inferno ficavam tipo no mesmo lugar? Como funcionava antes? Havia separação no lugar da habitação dos mortos? Obrigado!!
Olá!
O texto que você descreveu nos traz no contexto que Saul desobedeceu a Deus, tanto como rei contra Amaleque (v 18) , como depois tentando consultar mediuns, algo extritamente proibido pelo Senhor (Lv 20.27). Essas desobediências acarretaram na mensagem proferida através de Samuel, a certeza que em breve Saul morreria, assim como Samuel tinha morrido. Dos versos 16 a 18, vemos que Samuel repreende Saul por suas atitudes terríveis de desobediência, inclusive por tentar se comunicar com ele.
Adiante disso, vemos o que aconteceu no desfecho de 1 Sm 1.31-36, de fato Saul morre na mão dos filisteus, exatamente como Samuel disse que aconteceria. Penso que a intenção dentro do contexto era predizer a morte de Saul, não necessariamente falar do lugar em que estava Samuel, antes podemos ver no contexto do texto sobre o "estado" de Samuel, em outras palavras Samuel disse, por tudo que você fez, inclusive tentar me consultar, é certo que morrerá, o que vemos no desfecho da certeza da predição de Samuel sobre a morte de Saul do cap 31.
O local de perdição eterna em que chamamos inferno, e o local de presença do Senhor eternamente que chamamos de céu, não estavam misturados nem nunca estiveram, penso que a maior intenção dentro do contexto do capítulo inteiro era Samuel demonstrando que Saul e seus filhos morreriam, sendo que Samuel se encontrava morto fisicamente, e este seria o destino de Saul (v19).
Em Cristo
segunda-feira, 17 de junho de 2013
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Imortais
Fomos criados para sermos imortais. Ao contrário de Deus, não somos eternos pois temos um começo, um início, mas nós nunca morreremos. Isso mesmo, nossa alma permanecerá para sempre num estado de consciência.
A morte física é apenas uma passagem para a eternidade, uma porta que irá se abrir para todo ser humano que passa por esse mundo. Segundo a bíblia teremos dois destinos possíveis onde iremos passar todo o resto da eternidade.
Céu ou inferno, esses são os dois possíveis caminhos de qualquer alma que encontrar com a morte. Resta saber para qual dos dois iremos.
Todo aquele que confessar Cristo diante dos homens e depositar a sua confiança no Filhos de Deus, esse será revestido de incorruptibilidade, toda a influência do pecado, toda a natureza do pecado herdado de Adão será retirado do cristão.
É importante saber que o nosso caráter não mudará depois da morte física, nossa moralidade não mudará, a maneira de pensarmos também não sofrerá mudanças.
Se você sente prazer no pecado hoje, continuará sentindo desejo pelopecado na eternidade. Se você sente prazer na luxúria, esse desejo continuará na eternidade a diferença é que ele não poderá ser saciado.
Agora, se você sente prazer na Lei de Deus, isso continuará, e esse prazer crescerá ainda mais no céu, se você sente prazer em estar em comunhão com Cristo, quão grande alegria será morar com Ele, vendo-O face a face.
Não imagine, nem espere que na eternidade haverá uma lavagem cerebral, que se você ainda deseja mais as trevas do que a luz, isso irá mudar instantaneamente logo após a morte física.
O que você mais valoriza hoje será o que você mais vai valorizar na eternidade e é isso que irá definir o seu destino, céu ou inferno.
O que você mais valoriza?
Multidões que dormem no pó da terra acordarão: uns para a vida eterna, outros para a vergonha, para o desprezo eterno. Daniel 12:2 (NVI)
Pense nisso.
Fernando.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
Eu não Estou Salvo!
“Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos” (Jeremias 8:20)
NÃO ESTOU SALVO! Caro leitor, esta é a sua triste condição? Mesmo sendo avisado do julgamento por vir e exortado a buscar a salvação, ainda assim, até agora você não está salvo? Você sabe qual é o caminho da salvação; tem lido sobre isso na Bíblia; ouve pregações a respeito e amigos lhe explicam o assunto. Porém, apesar de tudo, você despreza e, portanto, não está salvo. Não haverá desculpas para você, quando o Senhor julgar os vivos e os mortos. O Espírito Santo tem abençoado, com maior ou menor intensidade, a Palavra que lhe é pregada; tem trazido, da presença divina, momentos de refrigério. Mesmo assim, você se encontra sem Cristo. Assim como as estações, essas oportunidades de esperança lhe chegaram e se foram - seu verão e sua colheita já passaram - e você ainda não está salvo.
Os anos se sucedem em direção à eternidade; logo chegará o último ano de sua vida. Sua juventude logo passará; sua varonilidade estará se escoando, e você ainda não está salvo. Pergunto-lhe: Você será salvo ainda? Há qualquer possibilidade disso? Mesmo as ocasiões mais propícias não lhe levaram a salvação. Seria o caso de outras oportunidades alterarem a sua condição? Vários meios já falharam com você; até mesmo o melhor dos métodos, usado com perseverança e com a maior afeição. O que mais poderá ser feito por você? A aflição e a prosperidade não mais lhe impressionam; lágrimas, orações e sermões se perderam em seu coração vazio. Não se esgotaram as probabilidades de você um dia ser salvo? Não é mais que provável que você permanecerá como está, até que a morte feche para sempre as portas da salvação? Você poderá rejeitar esta suposição; entretanto, ela é racional, pois quem não se lava em águas abundantes, quando as encontra, muito provavelmente permanecerá imundo até o fim. Se o tempo apropriado não chegou, por que haveria de chegar? É natural temer que ele nunca chegará e que, à semelhança de Félix, você nunca encontre ocasião apropriada, até que esteja no inferno. Oh! Considere o que é o inferno e a terrível possibilidade de ser em breve lançado nele!
Leitor, caso você morra sem ser salvo, não haverá palavras para descrever a sua perdição. Você deveria lamentar-se profundamente pela triste estado, falar a respeito dele com gemidos e ranger de dentes. Você será punido com a destruição eterna, banido da glória do Senhor e da glória do seu poder. Esta voz amiga deseja alertá-lo e conduzi-lo à uma vida de seriedade. Oh! Seja sábio a tempo e, antes que passe a oportunidade, creia em Jesus, que é capaz de salvá-lo completamente. Utilize o tempo presente para refletir. Se, em humilde fé em Cristo, houver arrependimento em sua vida, isto será o melhor a lhe acontecer. Não permita que este ano passe e você continue sem perdão; nem que o repicar dos sinos do ano novo o encontrem sem o gozo verdadeiro. Creia em Jesus e viva - agora, agora, agora.
Charles H. Spurgeon
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