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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Existe mesmo inferno?Porque Deus vai mandar as pessoas para lá?...A Bíblia responde#77










 Como Deus planeja mandar pessoas para o inferno? Proverbios 16:4


Precisamos entender o ensino da Bíblia inteiro para podermos sempre compreendermos o que ela diz sem distorções. Salomão descreve muitas vezes em provérbios, dois tipos de pessoas, os tolos (impíos) e os sábios (crentes), como é um livro de sabedoria, ele vai ensinar que o princípio da sabedoria é temer a Deus (Pv 1:7), então todos aqueles que vivem desta forma, são considerados sábios, os que vivem como se Deus não existisse são considerados tolos ou loucos (Sl 10:4). 

Então é nesse paralelo que os provérbios são descritos, em sua grande maioria entre os tolos e os sábios. Agora, vamos olhar para o ensino mais amplo da Bíblia.

O ensino da Bíblia é de que  só existem dois lugares para onde a pessoa vai após a morte, céu ou inferno.  

Todos aqueles que recebem Jesus como seu salvador pessoal irão para o céu, todos aqueles que não o recebem, serão condenados para o inferno. Porque isso acontece?

A Bíblia ensina que todos são pecadores (Rm 3:23), isso quer dizer que Deus, por sua santidade e justiça, precisa condenar aqueles que transgrediram suas leis, ou seja todos nós. Como um justo juiz, é importante entender que a comparação de quão bondosos somos não é feita entre nós homens e mulheres, mas é uma comparação que deve ser feita com Deus e suas leis, por isso todos são dignos de condenação pelo justo juiz (Deus), quer reconheçamos isso ou não, essa é a verdade ensinada pela Bíblia. Assim como um governante de uma nação estabelece leis e mesmo que nós não desejemos cumpri-las, estas leis continuam sendo verdadeiras e válidas independente de nós ou de nossas opiniões.

No entanto, por causa de seu grande amor, Deus providenciou um meio de perdão para esses pecadores, mesmo sem eles merecerem ser salvos (Jo 3:16). 

Deus, enviou seu filho Jesus, para que pagasse o preço do pecado que estava sobre nós, e nos substituísse no lugar da condenação. Então, todos aqueles que não reconhecerem sua condição pecaminosa, se arrependerem de seus maus caminhos e depositarem sua confiança (fé) em Cristo como salvador, irão para o merecido castigo eterno. Para entender mais sobre este assunto:



Jesus foi o que mais ensinou sobre o inferno e sua condenação, todos aqueles que não reconhecerem a necessidade e dependência de Jesus para serem salvos irão para lá, Jesus é o único caminho (Jo 14:6). Este texto explica bem como isso acontecerá:



"Portanto qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante do meu Pai, que está nos céus" Mt 10:32


Em Cristo




quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Deus é mais amoroso do que justo?...A Bíblia Responde#60





Que respaldo bíblico nós temos pra falar que a justiça nunca deve se sobrepor ao amor?



Obrigado pela excelente pergunta. 

Na realidade como não sei exatamente o que você está querendo dizer com o sentido de sobreposição, existem tentarei explicar como a Bíblia explica sobre o assunto.

Quando tratamos das questões de amor e justiça relacionadas a Deus, temos que falar sobre seus atributos. Não é incomum uma grande confusão em meio as Igrejas em relação a isso, geralmente quando as pessoas querem exaltar o amor de Deus acabam por diminuir a justiça, ou vice-versa. O que ocorre é que as pessoas fazem uma espécie de "fatiar" os atributos de Deus como se Deus fosse mais amoroso do que justo, em outras palavras, como se o amor de Deus se sobreposse mais do que Sua justiça, e este não é um ensino bíblico. Os atributos de Deus não são parcelas de caráter atribuídos a Deus. Para deixar mais claro, como se Deus fosse 60% amor e 40% justiça. 

A pessoa de Deus em sua unidade é 100% amor e 100% justiça, 100 % soberano, 100% santo entre ainda outros atributos.  Então, não podemos dizer que nenhum dos dois se sobrepõem diante de Deus, existe uma perfeição destes atributos na unidade da pessoa de Deus, acredito que não há base bíblica para nenhum dos casos.

Poderíamos usar de um exemplo prático para ilustrar no nosso caso. Digamos que você é juiz e que uma pessoa muito próxima de você comete algum crime que é passível de condenação (justiça). Quando encaramos dessa forma, nosso amor não irá se sobrepor a justiça, porque ela é necessária, sem com isso deixar de amar. 

 È importante sempre termos bastante claro     questões relacionadas com pecado, por exemplo: Não sermos coniventes com práticas pecaminosas em nome do amor. Isso não é amor segundo a Bíblia e sim bajulação. Muito embora exista sempre lugar para o perdão que é uma marca do povo cristão ele não irá ser conivente com o que é errado, muitas vezes a justiça será uma forma de demonstrar amor. 

 Neste casos é necessário uma análise caso a caso para poder proceder de maneira bíblica.

Então não existe uma sobreposição, muito embora em questões de perdão, é necessário que amemos aqueles a quem perdoamos mesmo que eles não sejam merecedores. Tudo isso só poderemos fazer quando tivermos claro em nossa perspectiva o perdão de Cristo através da cruz do Calvário, quando éramos merecedores apenas da justiça de Deus e no entanto por amor fomos perdoados. 

Termino com uma frase muito relevante, que resume tudo que precisamos para entender sobre a justiça e o amor de uma maneira bíblica, de D.A. Carson:

"A cruz manifesta de modo admirável o amor de Deus, mas também manifesta a ira de Deus contra o pecado; ressalta imensamente a condenação de Deus sobre o pecado".

 Em Cristo






terça-feira, 31 de março de 2015

O Plano da Salvação 3 - Babel e a Tentativa Frustrada do Homem












Fonte: http://iblmpf.blogspot.com.br/2015/03/o-plano-da-salvacao-babel-e-tentativa.html

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Como um homem pode ser justo diante de Deus?




quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Porque Deus providenciou perdão aos homens e não aos anjos caídos?





Deus, em primeiro lugar, não tem compromisso com nenhum dos dois, nem com os homens e nem com os anjos, se Deus optasse em sua Soberania por condenar a todos, mesmo assim Ele continuaria sendo justo e bom.

A Bíblia nos descreve que Deus odeia, abomina o pecado e que Ele se ira diariamente com isso. A posição dos homens pecadores diante de Deus é uma posição de condenação justa e real, toda transgressão da lei é pecado, sempre que existe uma lei, existe um legislador que exige seu cumprimento.

Sendo assim, a condenação tanto de homens, quanto de anjos é um ato condenatório jurídico, e é por isso que Deus condena,  Sua natureza santa não é compatível com o pecado, e Deus, somente Ele, pode definir o que fazer, não existe alguém ou algo que possa instruí-lo, afinal Deus é eterno e infinito, o Deus Trino é o único que sempre existiu, desde toda eternidade, Ele mostra sua bondade quando Ele é justo, ou poderíamos dizer que fazer o que é certo não é um ato bondoso? O problema está na definição de bondade, aqueles que trocam a verdade de Deus por mentira, e mesmo sabendo que estão errados, não apenas o fazem, mas ainda incentivam outros a segui-los.

Por ser assim, um Deus justo, Ele tem uma obrigação consigo mesmo por sua santidade em condenar e aplicar condenação a tudo aquilo que se opõe a Ele, então de maneira nenhuma o ato justo de Deus é desprovido de bondade, porque este ato trata pela merecida retribuição, então, repetindo, se Deus condenar a todos, Ele será justo, porque todos são merecedores de sua ira. Satanás e seus demônios, são merecedores da justa condenação destinada a eles, por serem criaturas criadas, o Criador tem direito de fazer o que quiser, ordenar regras, mas Ele jamais negará sua natureza Santa, porque Ele é o padrão máximo de justiça. Lhe aprouve usar de justiça contra esses seres celestiais que se rebelaram contra sua Santa Majestade, e para estes sua condenação já está decretada.

Por sua livre vontade, o Soberano que não depende de coerção externa ou influência fora dele, decidiu agir também com misericórdia para com a humanidade, desde os tempos eternos Ele decidiu redimir um povo, resgatar um povo da escuridão e da condenação do pecado, sem merecimento do homem, porque este é incapaz de oferecer algo que Deus precise.

Porque os homens e não os anjos, foram o alvo da misericórdia divina? Pelo menos duas respostas facilmente são encontradas nas Escrituras:

Primeiramente poderíamos nos contentar simplesmente com um: "Assim desejou o Soberano", parafraseando Paulo, Ele tem direito, ou não terá direito o oleiro sobre o vaso?

Todavia, podemos também lembrar que somente o homem é a expressão da imagem e semelhança de Deus, ele é o representante ordenado por Deus para subjugar a criação, e aprouve Deus, resgatar os seus eleitos quando eles ainda eram pecadores. Deus precisou aplacar Sua justiça, trocando de lugar a vida de Seu filho Jesus, para pagar o preço merecido dos pecadores. No filho, uma vida plena de obediência, vida por vida, o "ungido" por pecadores, todavia, não foi assim com os anjos, Deus decidiu não resgatá-los, decidiu deixá-los a sua própria destruição de conduta, com os homens não foi assim, Paulo usa um precioso adversativo para descrever a ação de Deus para com os homens:

"Mas" Deus, o Soberano, decidiu ser misericordioso para com a joia de sua criação, quanto a nós, isso não nos deveria trazer humildade e júbilo? Quanto aqueles que dia a dia, trocam as verdades do Deus Santo, pelas mentiras de suas mentes carnais, a condenação justa de Deus permanece, porque eles não deram graças a Deus, antes trocam o Criador pela criatura, comparando Deus a "coisas" criadas.

Deus se ira dia a dia contra o pecado, e conforme por vezes esses homens vão rejeitando ao Todo poderoso, dia a dia Ele vai os entregando, até o ponto de que os homens ficam entregues a si mesmos, e é desta maneira que serão condenados, entregues a seus próprios interesses, sem a graça de Deus, fadados a ira e condenação.

Aqueles que não reconhecem a misericórdia de Deus é porque continuam reivindicando a posição de deuses, procurando justificar seus próprios erros com questionamentos tolos, e seu padrão de amor, bondade e misericórdia é totalmente avesso ao padrão descrito pelo Altíssimo, achando-se sábios tornaram-se loucos, em seus corações dizem:


" Não há Deus", e para esses sua condenação os aguarda. Enquanto o homem não entender a anatomia do pecado, ele não entenderá o que esta herança maldita traz. Deus não retarda sua promessa de julgamento, ainda que alguns a tem por tardia, haverá condenação para estes que continuam se deleitando naquilo que o Senhor abomina.

Louvado seja o Senhor que nos resgatou e nos redimiu para uma nova vida, sem a sua bondade jamais conseguiríamos amá-lo, jamais conseguiríamos nos achegar até Ele, por nossa culpa, pelo merecimento de justiça de um juiz santo, esse ato de Deus é o Evangelho ! Deus é o Evangelho, Ele nos salva.

Glórias a Deus.

Guinho



sexta-feira, 20 de julho de 2012

A soberania de Deus na salvação



.Por Rev. Hernandes Dias Lopes 

Como pode um homem sendo pecador ser salvo? Como pode um injusto ser declarado justo aos olhos do Deus santo? Como pode o homem tão vulnerável ter garantia de salvação? Paulo responde a essas questões quando escreve sua carta aos romanos. Vamos, tratar aqui de cinco afirmações categóricas que nos afirmam a soberania de Deus na salvação.  
Em primeiro lugar, Deus nos conheceu desde a eternidade (Rm 8.29). Deus nos conheceu de antemão. Ele nos amou desde toda a eternidade. Amou-nos não porque viu algo em nós que despertasse seu amor, mas amou-nos incondicionalmente. Antes do sol brilhar no horizonte, Deus já havia colocado em nós seu coração. Antes dos mundos estalares virem à existência, nós já estávamos no coração de Deus. Seu amor por nós é eterno, incomensurável e incondicional.
Em segundo lugar, Deus nos predestinou para a salvação (Rm 8.30). Deus nos predestinou em Cristo, para a salvação, antes da fundação do mundo, desde o princípio, pela santificação do Espírito e fé na verdade, a fim de sermos santos e irrepreensíveis perante ele. Deus não nos escolheu porque previu que iríamos crer em Cristo; cremos em Cristo porque ele nos escolheu. A escolha divina é a causa da fé e não sua consequência. Deus não nos escolheu porque viu em nós santidade; fomos eleitos para sermos santos e irrepreensíveis e não porque éramos santos e irrepreensíveis. A santidade não é a causa da eleição, mas seu resultado. Deus não nos escolheu porque viu em nós boas obras; somos feitura dele, criados em Cristo Jesus, para as boas obras, e não porque praticávamos boas obras. As boas obras são fruto da escolha divina e não sua raiz.
Em terceiro lugar, Deus nos chamou eficazmente (Rm 8.30). Todos aqueles que são escolhidos por Deus na eternidade, por quem Cristo morreu no calvário, são chamados à salvação, e chamados eficazmente. O homem pode até resistir temporariamente a esse chamado, mas não finalmente. Jesus disse que ninguém pode vir a ele se o Pai não o trouxer. Disse, também, que suas ovelhas ouvem sua voz e o seguem. Os que Deus predestina, Deus chama. Há dois tipos de chamados: um externo e outro interno; um dirigido aos ouvidos e outro ao coração. Aqueles que são predestinados, ao ouvirem a voz do bom pastor, atendem-na e o seguem.
Em quarto lugar, Deus nos justificou por sua graça (Rm 8.30). Aqueles que são amados, escolhidos e chamados são também justificados. A justificação é uma obra de Deus por nós e não em nós; é um ato e não um processo. É uma declaração forense feita diante do tribunal de Deus e não uma infusão da graça. É completa e irrepetível. Por isso, não possui graus. O menor crente está tão justificado quanto o indivíduo mais piedoso. Pela obra substitutiva e vicária de Cristo na cruz somos declarados quites com as demandas da lei de Deus. Não pesa sobre nós mais nenhuma condenação. Nossos pecados passados, presentes e futuros já foram julgados na pessoa de Cristo, nosso substituto e fiador. Nossos pecados foram colocados na conta de Cristo e a justiça de Cristo foi colocada em nossa conta. Estamos quites com todas as demandas da justiça divina.
Em quinto lugar, Deus nos glorificou pelo seu poder (Rm 8.30). Embora a glorificação seja um fato futuro, que se dará na segunda vinda de Cristo, na mente e nos decretos de Deus já é um fato consumado. Mesmo que o caminho seja estreito e juncado de espinhos. Mesmo que os inimigos nos espreitem e toda a fúria de Satanás seja despejada contra nós, nada nem ninguém, neste mundo ou mesmo no porvir poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor. Nossa salvação foi planejada, executada, aplicada e assegurada por Deus. A Deus, portanto, a glória, agora e sempre por tão grande salvação!
Divulgação: Púlpito Cristão

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Trono de Misericórdia

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“... a própria palavra que tenho proferido, essa julgará no ultimo dia”. João 12:48

Diante desta afirmação Jesus, deixa claro, que ainda hoje, está Ele sentado em seu trono de misericórdia, já disse um grande homem temente a Deus, Leonard Ravenhill, recordando a mensagem, que no momento que Jesus, sair de seu trono de misericórdia, haverá somente justiça, santa justiça do cordeiro, onde todos os condenados diante de Cristo, não terão mais de sua misericórdia, porque o momento da misericórdia é nesses dias, então por isso nossa chance é hoje, não amanhã. 

Prostro-me diante dessa grandeza de Cristo, penso que não podemos nos acomodar com Sua grandeza, não temos medida para não ficarmos dia após dia, extasiados pelo seu amor e poder, nestes dias, encontram-se filmes de todas as naturezas, grandes sucessos de Hollywood, onde tentam forjar a grandeza e os métodos de justiça de Deus, filmes de mitologia grega, filmes de ficção sobre o inferno, mas todos eles se esquecem, que a própria palavra de Deus, a Bíblia, e tudo o que está escrita nela, hoje, será à base do santo julgamento de Deus, não existe resistência do mal, diante de Deus, a hipótese do mal se sobressair diante do todo poderoso, não passa de bilheterias de cinema, porque na vida verdadeira, Deus já decretou sua vitoria.

Que esteja claro como o amanhecer do dia, e transparente como fontes de águas puras, que Deus nunca precisara de esforço para combater o mal, Deus simplesmente pelo poder de sua palavra, Ele já destinou a iminente derrota do mal, não sejamos tolos como crianças, que quando escutam uma estória ou assistem a um filme, conseguem entrar no faz de conta e por segundos vivem o impossível, porque é isso que irá acontecer, é totalmente impossível o mal triunfar, porque nosso Salvador já reina soberano, apenas esperando o momento decretado pelo Pai, para Sua vitória final.

O próprio astuto inimigo já sabe que está derrotado, então a sua única perspectiva é de que possa conduzir todos os possíveis ao seu alcance para conduzi-los ao mesmo caminho de tormento eterno, não é por acaso que a palavra diz, vigiai e orai, para não cair em tentação, (Mt 26:41) pois o diabo anda ao de redor como um leão , somente esperando o momento por devorar,(1Pe 5:8) possamos lembrar que apesar de Satanás tentar desvirtuar a vitoria de Cristo, ele não pode , porque essa vitória na cruz, durará para sempre, porque foi, é e sempre será um Sacrifício suficiente e completo. 

Todos estes fatos estão descritos nas escrituras e inevitavelmente um dia todo joelho irá se dobrar e toda língua irá confessar, (Rom 14:11) que Cristo é o Senhor, muito diferente dos filmes de ação e ficção, porque pela Sua Palavra, Ele destitui Reis, Ele não precisara de esforço para derrotar Satanás e todos seus asseclas, porque Sua Palavra é juízo, e já esta decretada, todos os que negam o Cristo, serão negados por Ele diante do Pai,(Mt 10:33) e assim também acontecerá com os anjos caídos, serão todos lançados no lago do fogo, (Ap 20:10) e tudo isso é apenas uma questão de tempo, porque a Palavra já foi decretada.

Estejamos cientes que ainda está o Senhor em seu trono de misericórdia, e tão logo chegue o momento, esse trono se tornará em justiça, oremos e choremos diante do Senhor pelas vidas das pessoas, para que naquele Grande Dia, o dia do Senhor, não estejamos entristecidos pelo sentimento de que podíamos ter orado mais pelas pessoas, chorado mais, clamado mais diante do Altíssimo, que possamos correr como Paulo, com meta, (1 Co 9:26) de completar a carreira que nos está proposta.

Glorias a Deus

Guinho