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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Por que os demônios não aparentam ser inteligentes?... A Bíblia Responde #88

Por que os espíritos imundos não aparentam serem seres inteligentes? Se eram anjos, não deveriam eles pensar em algo maior do que ficar invadindo corpos e se comportando como animais? Obrigado


Primeiramente, devemos compreender como podemos saber se uma “possessão demoníaca” é de fato verdadeira? Tudo em nossas vidas devem ser baseadas nas Escrituras Sagradas, cada experiência pessoal, cada passo que dou em minha vida cristã e na vida da minha Igreja deve sempre ter como balizador a Bíblia, tudo deve estar de acordo com ela.

Pelo seu breve relato consigo imaginar o tipo de manifestações demoníacas que você tem observado. A pergunta que você deve fazer é: será que essas manifestações estão de acordo com as manifestações relatadas na Bíblia?

A Bíblia dá alguns exemplos de pessoas sendo possuídas ou influenciadas por demônios. Nestes relatos podemos encontrar alguns sintomas de influência demoníaca e também ter entendimento de como um demônio possui alguém. Seguem-se algumas passagens bíblicas: Mateus 9:32-33; 12:22; 17:18; Marcos 5:1-20; 7:26-30; Lucas 4:33-36; Lucas 22:3; Atos 16:16-18. Em algumas destas passagens, a possessão demoníaca causa enfermidade física, como inaptidão para falar, sintomas de epilepsia, cegueira, etc. Em outros casos, faz com que a pessoa faça o mal, e disso Judas é o maior exemplo. Em Atos 16:16-18 o espírito aparentemente dá à menina escravizada a habilidade de conhecer coisas além de seu próprio entendimento. No caso do endemoniado da província dos gadarenos, que estava possuído por um grande número de demônios, ele tinha força sobre-humana, vivia nu e tinha sua morada nas sepulturas. O Rei Saul, depois de se rebelar contra o SENHOR, foi perturbado por um espírito do mal (I Samuel 16:14-15; 18:10-11; 19:9-10), com o efeito aparente de uma depressão e crescente desejo e disposição para matar Davi.

Desta forma, há uma grande variedade de possíveis sintomas de possessão demoníaca, como um dano físico que não possa ser atribuído a nenhum problema fisiológico real, mudanças de personalidade tais como grande depressão ou agressividade fora do normal, força sobrenatural, uma falta de modéstia ou “normal” interação social, e talvez a capacidade de compartilhar informações que ninguém poderia saber naturalmente. É importante notar que quase todas, se não todas destas características podem ter outras explicações, sendo assim importante que não se rotule cada pessoa deprimida ou epilética como sendo possuída por demônios. Por outro lado, penso que em nossa cultura ocidental, nós provavelmente não levamos suficientemente a sério o envolvimento satânico na vida das pessoas.

Somando-se a estas características físicas e emocionais, pode-se olhar para atributos espirituais como demonstrando influência demoníaca. Tais podem incluir uma recusa a perdoar (II Coríntios 2:10-11) e a crença e disseminação de falsas doutrinas, em particular a respeito de Jesus Cristo e Sua obra expiatória (II Coríntios 11:3-4,13-15; I Timóteo 4:1-5; I João 4:1-3).

Portanto, qualquer manifestação que fuja do padrão bíblico não deve ser considerada como verdadeira, pois contradiz as Escrituras. Não creio nesses shows onde pessoas são incrivelmente influenciadas por uma atmosfera emocional nos chamados cultos de libertação, e acabam sendo induzidas a fazerem um teatro para as outras pessoas.

Você tocou num ponto muito pertinente e um forte argumento contra esse tipo de manifestação, sejamos racionais, um demônio é um anjo criado por Deus que se rebelou contra Ele, anjos são imortais, ou seja, todos os demônios estão aqui desde o início da criação, os demônios são extremamente inteligentes e sabem antecipar cada passo ou decisão que alguém vai tomar, pois conhecem o ser humano muito melhor do que nós mesmos conhecemos.

Quero ainda, deixar alguns bons textos sobre o assunto para a sua leitura:



Que Deus te abençoe.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Um anjo pode possuir uma pessoa?... A Bíblia Responde #40



OS ANJOS DE DEUS PODEM POSSUIR UMA PESSOA E FALAR ATRAVÉS DELA? Preciso de fundamentação bíblica. Obrigado.

Olá, nas Escrituras não existe nenhum relato de um Anjo (bom) de Deus possuindo uma pessoa, os casos de possessão estão diretamente relacionados com os anjos caídos (demônios).

Apesar de terem vontade, os anjos são, como todas as criaturas, sujeitos à vontade de Deus. Os anjos bons são enviados por Deus para ajudar os crentes (Hebreus 1:14). A seguir, algumas atividades que a Bíblia atribui aos anjos:

A. Eles louvam a Deus (Salmos 148:1,2; Isaías 6:3).
B. Eles adoram a Deus (Hebreus 1:6; Apocalipse 5:8-13).
C. Eles se regozijam nos feitos de Deus (Jó 38:6-7).
D. Eles servem a Deus (Salmos 103:20; Apocalipse 22:9).
E. Eles se apresentam perante Deus (Jó 1:6; 2:1).
F. Eles são instrumentos dos julgamentos de Deus (Apocalipse 7:1; 8:2).
G. Eles trazem respostas às orações (Atos 12:5-10).
H. Eles ajudam a ganhar pessoas para Cristo (Atos 8:26; 10:3).
I. Eles observam a ordem cristã, obra e sofrimento (I Coríntios 4:9; 11:10; Efésios 3:10; I Pedro 1:12).
J. Eles dão encorajamento em tempos de perigo (Atos 27:23-24).
K. Eles cuidam dos justos no momento da morte (Lucas 16:22).

Os anjos são de uma ordem completamente diferente da dos humanos. Os seres humanos não se tornam anjos após a morte. Os anjos nunca se tornam e nunca foram seres humanos. Deus criou os anjos da mesma forma que criou a humanidade. Em nenhum lugar a Bíblia afirma que os anjos foram criados à imagem e semelhança de Deus, como foram os humanos (Gênesis 1:26). Os anjos são seres espirituais que podem, até certo ponto, assumir forma humana. Os humanos são basicamente seres físicos, mas com um aspecto espiritual. A maior coisa que podemos aprender dos anjos é sua obediência instantânea e sem questionamentos às ordens de Deus.

Deus te abençoe.


sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Podemos repreender Satanás e os demônios?

Por Leonardo Dâmaso


A prática de repreender Satanás em nome de Jesus, bem como os seus demônios que causam ou são os demônios da doença, da miséria, da prostituição, do adultério e dos vícios em geral [que são obras da carne, e não espíritos malignos Gl 5.19-21], determinando que eles vão embora da vida da pessoa vitimada por eles, é vista exclusivamente no meio evangélico pentecostal e neopentecostal. Muitas destas denominações religiosas, com algumas poucas exceções por parte dos pentecostais tradicionais da primeira fase do pentecostalismo que conservaram suas doutrinas iniciais, são aderentes do movimento de batalha espiritual, difundido mundialmente a partir da década de 1960.

Origem do conceito de repreender demônios

O movimento herético animista de batalha espiritual alcançou grande popularidade mediante dois romances escritos por um novelista – Frank Perretti, chamados Este Mundo Tenebroso (vols. 1 e 2), os quais relatam o renhido confronto espiritual de um grupo de cristãos contra espíritos malignos territoriais que tentavam estabelecer domínio em pequenas cidades nos Estados Unidos. Todavia, o conceito de batalha espiritual [especificamente o da quarta linha, caracterizada pela terceira fase do Espírito] envolvendo a luta com demônios, ministério de libertação, quebra de maldições e mapeamento espiritual ganhou destaque, tendo maior popularidade no Brasil, através do seu maior precursor, o teólogo Peter Wagner, que escreveu muitos artigos e livros sobre o tema. 
     
Não obstante, algumas das principais “doutrinas” do movimento de batalha espiritual já era praticada no início do século 20. “Nas três primeiras décadas, o missionário inglês James O. Fraser, trabalhando em meio ao povo Lisu, na China, um povo envolvido com magia negra, espiritismo e animismo, utilizou estratégias como dar ordens em voz alta a Satanás e seus demônios para quebrar o domínio desses espíritos sobre os Lisu. Partindo de sua experiência no campo missionário Fraser desenvolveu na base da “tentativa e erro”, alguns métodos para combater, pela oração, a influência dos espíritos malignos que atormentavam esse povo tribal. O que convenceu Fraser de que estava no caminho certo foi que esse método “funcionava”.¹ Apesar de existir 4 linhas dentro do movimento de batalha espiritual que diferem umas das outras [os carismáticos, dispensacionalistas, batalha espiritual moderada e batalha espiritual popular da terceira fase do Espírito], contudo, todas elas são unânimes nos pontos básicos de suas “doutrinas”.  

Jesus e as repreensões a demônios

Geralmente, o argumento popular utilizado pelos aderentes do movimento da batalha para repreender os demônios que causam os mais variados tipos de males na vida das pessoas que são atacadas por eles, é que o próprio Jesus, o Deus filho encarnado, repreendeu os demônios, pois ele veio a este mundo para desfazer as obras do diabo (1Jo 3.8).

Indubitavelmente, Jesus repreendeu os demônios algumas vezes em seu ministério terreno. Se estudarmos no Novo Testamento o verbo grego repreender (έπιπιμάω - epitimaõ), especificamente nos Evangelhos, iremos perceber que ele é aplicado no contexto das repreensões aos demônios somente a Jesus (no caso de repreensões aos discípulos, veja Mc 8.33; Lc 9.55; 19.39; para outros tipos de repreensões veja Mt 16.22; 19.13; 20.31; Mc 8.32; 10.13, 48; Lc 17.3; 18.15, 39; 23.40). Ele repreendeu um tipo de doença apenas uma vez, quando curou a sogra de Pedro de uma febre altíssima (Lc 4.39). Repreendeu a tempestade [o vento e o mar], que imediatamente cessou (Mt 8.26; Mc 4.39). Repreendeu os demônios para que não se revelasse aos outros quem ele era – o Filho de Deus (Mt 12.16; Mc 3.12) e, em outras circunstâncias, nos exorcismos para que ficassem calados e saíssem da vida de suas vítimas (Mt 17.18; Mc 1.25; 9.2). No livro de Atos, por sua vez, e nas cartas de Paulo, Pedro, João, Judas e Hebreus não encontramos qualquer um dos apóstolos usando o termo repreender ou ensinando a prática do mesmo. Embora vemos descrito no livro de Atos o ríspido confronto de Paulo com o falso profeta Barjesus ou Elimas, todavia, ainda assim, ele não disse: “Eu te repreendo” (At 13.4-12), conforme vemos muitos pastores e cristãos pentecostais e neopentecostais repreendendo nos cultos de libertação e no dia a dia quando se deparam com alguma situação que, no entendimento deles, seja de origem demoníaca.

Análise teológica do termo repreender

O motivo pelo qual não podemos estender o ato de repreender aos cristãos para cercear a ação dos demônios é em virtude da falta de evidências explícitas nas Escrituras para esta prática e porque repreender os demônios é uma prerrogativa exclusiva de Cristo, apenas, pois foi Jesus quem venceu Satanás e os demônios e os expôs publicamente a derrota triunfando sobre eles na cruz pela sua morte e ressurreição (Cl 2.15). Jesus é Deus e Senhor sobre toda sua criação. Se os cristãos usam Jesus como modelo e quem lhes deu autoridade para repreender demônios e doenças, via de regra eles deveriam também repreender tempestades, furacões e tsunamis, uma vez que possuem autoridade e que Jesus, conforme vimos anteriormente, também repreendeu a fúria destes elementos naturais. Contudo, pelo o que sei ninguém até hoje na história foi capaz de fazer isso, nem mesmo os apóstolos; somente Jesus.

Por outro lado, muitos cristãos podem tentar refutar esta posição recorrendo ao Evangelho de Marcus 16. 17, onde o próprio Jesus diz, segundo os cristãos pentecostais e neopentecostais:

E estes sinais acompanharão os que creem: em meu nome [no nome de Jesus] expulsarão demônios” [ou seja, é o famoso chavão: “Em nome de Jesus, eu te repreendo demônio”, nota do autor]. (Almeida Século 21)

Embora possa ser interpretado como uma referência aos apóstolos, é importante destacar que, tendo em vista os problemas textuais que levantam dúvidas quanto a sua autenticidade, os versículos 9-20 do capítulo 16 do Evangelho de Marcus não constam em alguns manuscritos antigos. Existem também finais diferentes para este trecho do Evangelho de Marcus em outros manuscritos. Portanto, devemos ser cautelosos antes de lançar mão desta passagem como prova irrefutável de que os cristãos podem repreender os demônios, uma vez que foram os apóstolos que receberam autoridade do próprio Jesus para tal prédica.

O exemplo de Miguel com o Diabo

Em Judas 9 é relatado que o arcanjo Miguel, discutindo e disputando com o diabo sobre o corpo de Moisés, não foi ousado em pronunciar contra ele injúrias, e nem disse Eu te repreendo em nome de Jesus ou, tampouco, eu te repreendo, apenas. Pelo contrário, Miguel disse: “O Senhor te repreenda”!

O arcanjo Miguel é o mais poderoso dos anjos de Deus. Ele é o chefe do exército dos anjos de Deus. Ele é um ser sem pecado e mais poderoso que os seres humanos e está na presença de Deus. Na ocasião em que se deparou em um confronto com o diabo acerca do corpo de Moisés [é bem provável que Satanás queria roubar o corpo de Moisés para incitar Israel a idolatria], o arcanjo Miguel não se atreveu a proferir palavras infames contra ele como muitos cristãos fazem hoje por falta de conhecimento, tais como: “Você não vale nada, seu desgraçado”! Você é um leão sem dentes! Você é um cabeça rachada [chavão popular no meio pentecostal e neopentecostal] etc. Antes, Miguel entendia que somente Cristo Jesus e Deus Pai podem repreender Satanás, e se limitou apenas em dizer: O Senhor te repreenda (veja outro exemplo em Zc 3.1-2)!  
        
Conclusão

Portanto, de acordo com as Escrituras, entendemos que:

(1) Não foi dada autoridade aos cristãos para repreender Satanás e os demônios.

(2) O ato de repreender os demônios e suas atuações é uma obra exclusiva de Jesus que ocorreu no passado, em seu ministério, morte e ressurreição.

(3) Ao invés de orarmos equivocadamente assim: “Eu te repreendo, Satanás; ou, em nome de Jesus, eu te repreendo Satanás”, podemos orar corretamente assim: O Senhor Jesus te repreenda, Satanás.

Quando se viram ameaçados pelos lideres religiosos em Jerusalém, os cristãos da igreja primitiva em Atos não repreenderam algum demônio que poderia estar por trás da oposição que estavam enfrentando, [o que pode ter acontecido, uma vez que o diabo se opõe aos que evangelizam e ensinam o verdadeiro e puro evangelho de Cristo Jesus], simplesmente eles se voltaram para Deus em oração para que ele olhasse para as ameaças que receberam para não mais anunciar o evangelho (At 4.29-31).

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Nota:
1 Augustus Nicodemus Lopes. O que você precisa saber sobre Batalha Espiritual, pág 29.   

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Fonte: Bereianos

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Porque Deus providenciou perdão aos homens e não aos anjos caídos?





Deus, em primeiro lugar, não tem compromisso com nenhum dos dois, nem com os homens e nem com os anjos, se Deus optasse em sua Soberania por condenar a todos, mesmo assim Ele continuaria sendo justo e bom.

A Bíblia nos descreve que Deus odeia, abomina o pecado e que Ele se ira diariamente com isso. A posição dos homens pecadores diante de Deus é uma posição de condenação justa e real, toda transgressão da lei é pecado, sempre que existe uma lei, existe um legislador que exige seu cumprimento.

Sendo assim, a condenação tanto de homens, quanto de anjos é um ato condenatório jurídico, e é por isso que Deus condena,  Sua natureza santa não é compatível com o pecado, e Deus, somente Ele, pode definir o que fazer, não existe alguém ou algo que possa instruí-lo, afinal Deus é eterno e infinito, o Deus Trino é o único que sempre existiu, desde toda eternidade, Ele mostra sua bondade quando Ele é justo, ou poderíamos dizer que fazer o que é certo não é um ato bondoso? O problema está na definição de bondade, aqueles que trocam a verdade de Deus por mentira, e mesmo sabendo que estão errados, não apenas o fazem, mas ainda incentivam outros a segui-los.

Por ser assim, um Deus justo, Ele tem uma obrigação consigo mesmo por sua santidade em condenar e aplicar condenação a tudo aquilo que se opõe a Ele, então de maneira nenhuma o ato justo de Deus é desprovido de bondade, porque este ato trata pela merecida retribuição, então, repetindo, se Deus condenar a todos, Ele será justo, porque todos são merecedores de sua ira. Satanás e seus demônios, são merecedores da justa condenação destinada a eles, por serem criaturas criadas, o Criador tem direito de fazer o que quiser, ordenar regras, mas Ele jamais negará sua natureza Santa, porque Ele é o padrão máximo de justiça. Lhe aprouve usar de justiça contra esses seres celestiais que se rebelaram contra sua Santa Majestade, e para estes sua condenação já está decretada.

Por sua livre vontade, o Soberano que não depende de coerção externa ou influência fora dele, decidiu agir também com misericórdia para com a humanidade, desde os tempos eternos Ele decidiu redimir um povo, resgatar um povo da escuridão e da condenação do pecado, sem merecimento do homem, porque este é incapaz de oferecer algo que Deus precise.

Porque os homens e não os anjos, foram o alvo da misericórdia divina? Pelo menos duas respostas facilmente são encontradas nas Escrituras:

Primeiramente poderíamos nos contentar simplesmente com um: "Assim desejou o Soberano", parafraseando Paulo, Ele tem direito, ou não terá direito o oleiro sobre o vaso?

Todavia, podemos também lembrar que somente o homem é a expressão da imagem e semelhança de Deus, ele é o representante ordenado por Deus para subjugar a criação, e aprouve Deus, resgatar os seus eleitos quando eles ainda eram pecadores. Deus precisou aplacar Sua justiça, trocando de lugar a vida de Seu filho Jesus, para pagar o preço merecido dos pecadores. No filho, uma vida plena de obediência, vida por vida, o "ungido" por pecadores, todavia, não foi assim com os anjos, Deus decidiu não resgatá-los, decidiu deixá-los a sua própria destruição de conduta, com os homens não foi assim, Paulo usa um precioso adversativo para descrever a ação de Deus para com os homens:

"Mas" Deus, o Soberano, decidiu ser misericordioso para com a joia de sua criação, quanto a nós, isso não nos deveria trazer humildade e júbilo? Quanto aqueles que dia a dia, trocam as verdades do Deus Santo, pelas mentiras de suas mentes carnais, a condenação justa de Deus permanece, porque eles não deram graças a Deus, antes trocam o Criador pela criatura, comparando Deus a "coisas" criadas.

Deus se ira dia a dia contra o pecado, e conforme por vezes esses homens vão rejeitando ao Todo poderoso, dia a dia Ele vai os entregando, até o ponto de que os homens ficam entregues a si mesmos, e é desta maneira que serão condenados, entregues a seus próprios interesses, sem a graça de Deus, fadados a ira e condenação.

Aqueles que não reconhecem a misericórdia de Deus é porque continuam reivindicando a posição de deuses, procurando justificar seus próprios erros com questionamentos tolos, e seu padrão de amor, bondade e misericórdia é totalmente avesso ao padrão descrito pelo Altíssimo, achando-se sábios tornaram-se loucos, em seus corações dizem:


" Não há Deus", e para esses sua condenação os aguarda. Enquanto o homem não entender a anatomia do pecado, ele não entenderá o que esta herança maldita traz. Deus não retarda sua promessa de julgamento, ainda que alguns a tem por tardia, haverá condenação para estes que continuam se deleitando naquilo que o Senhor abomina.

Louvado seja o Senhor que nos resgatou e nos redimiu para uma nova vida, sem a sua bondade jamais conseguiríamos amá-lo, jamais conseguiríamos nos achegar até Ele, por nossa culpa, pelo merecimento de justiça de um juiz santo, esse ato de Deus é o Evangelho ! Deus é o Evangelho, Ele nos salva.

Glórias a Deus.

Guinho