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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

As Marcas do Cristão que Vence o Mundo - 1João 5.1-5


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Evidência de Conversão


terça-feira, 15 de novembro de 2016

A Evidência Definitiva - 1João 3.19-24


sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Qual a verdadeira obediência bíblica?... A Bíblia Responde #105

Qual é a Verdadeira Obediência a Luz da Bíblia?

Obrigado pela sua pergunta.

Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele.” João 14:21

Jesus disse que os verdadeiros discípulos seriam conhecidos pelo amor e obediência, esse é o princípio da verdadeira obediência, a obediência por amor. Quero propor uma ilustração para você.

É como um pai educando seu filho, esse pai dá uma ordem para o filho arrumar a sua própria cama, esse filho reclama mas vai arrumar a cama. Essa atitude foi de obediência verdadeira? Ou foi por medo das consequências que uma recusa poderia causar?

O ponto é que o filho obedeceu o pai, mas o seu coração estava desejando a rebeldia contra o pai, não foi um ato voluntário de amor e confiança em seu pai.

Em nossa vida podemos obedecer a Deus, mas, ainda assim, nosso coração estar longe Dele. Devemos obedecer a Deus por amor, gratidão e reverência por quem Ele é, e não por qualquer outro motivo.

Esse é o princípio da verdadeira obediência bíblica.

Em Cristo.



segunda-feira, 4 de julho de 2016

Andando Como Ele Andou - 1João 2.6


segunda-feira, 27 de junho de 2016

Obediência - A Marca de Um Verdadeiro Cristão


terça-feira, 27 de outubro de 2015

As Marcas de Um Verdadeiro Cristão - Exposição da Epístola de Tiago 1:19-27 (#5)


domingo, 2 de março de 2014

Você Pergunta...A Bíblia Responde#33




A que mandamentos João se referia em Apocalipse 12:17 e 14:12?


Sempre é importante lermos a Bíblia, a luz de seu contexto, e de modo geral estes dois versículos, se referem a momentos de perseguição aos crentes, onde eles serão distintos por suas características, e que apesar do livro do Apocalipse ter muitas predições futuras, estas características pode muito bem se aplicar também aos nossos dias.

Vemos duas coisas importantes nestas passagens citadas por você:
1- Apocalipse 12.17- ...os mandamentos de Deus..testemunho de Jesus. A verdade revelada de Deus e de Cristo contida na Bíblia. Obediência á palavra de Deus sempre caracteriza  o crente genuíno (Jo 8.32).

2- Apocalipse 14.12-... os que guardam os mandamentos de Deus. Esta é uma boa base as Escrituras para afirmar a doutrina da perseverança dos verdadeiros crentes em Jesus, os regenerados perseverarão continuamente, até o final, em obediência a verdade, não importa o que possa vir contra eles (Fp1.6, Mt 24.13, Jo 6 35-40, Jo 10. 27-30), de maneira geral estes mandamentos são referência a obediência a verdade, ou viver de acordo com a palavra de Deus, com o depósito de sua fé em Jesus e isto será manifesto pelo desejo de obediência a Bíblia, um crente regenerado, desejará viver para glória de Deus (1 Co10.31).

Veja o ensino sobre esta preciosa doutrina da perseverança dos santos:

http://www.respirandodeus.blogspot.com.br/2013/02/perseveranca-dos-santos.html

De modo geral, podemos ver os mandamentos como ordens de obediência aos ensinos revelados de Deus nas Escrituras.

Nas palavras do Senhor Jesus:

Se me amais, guardai os meus mandamentos.  João 14.15


Em Cristo






sábado, 12 de novembro de 2011

Sacrifício X Obediência

http://moradadedeus.files.wordpress.com/2010/04/amoler.jpg

1 Samuel 15-22 Porém Samuel disse: Tem ,porventura , o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça a sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender,melhor do que a gordura de carneiros.

A intenção do SENHOR ,sempre foi de que em primeiro lugar obedecessem sua palavra e seus mandamentos, mas o povo não aceitava e queria somente o que lhes agradava!

Que diferença vemos nos dias de hoje? Cada vez mais pessoas atrás de milagres e profetadas sem nenhuma respaldo bíblico, as pessoas trocam as VERDADES DA PALAVRA de DEUS, por qualquer tipo de vidente ou curandeiro que ofereçam “descanso” temporário para seus problemas. Enxergam o DEUS da mesma maneira que o povo judeu enxergava, como moeda de troca. Para solucionar seus problemas e fantasias luxuosas ou egocentrismo gigante.

O verdadeiro cristão ama as escrituras, medita nela, anseia pelo momento de saborear novamente do prazer de sua leitura, de cada vez mais enxergar a luz da sua verdade, moldando seu caráter, sua vida e suas atitudes com base nela.

Quando penso nas coisas que as pessoas fazem, por acreditar ou por querer acreditar que alcançam “graça “ diante de DEUS, com seus sacrifícios de quilometros de caminhadas, vários tipos de “promessas”, quando o SENHOR deixa claro, que o que mais importa é obediência a sua palavra, e viver uma vida moldada profundamente nela.

Viver uma vida religiosa, sem obediência é tudo pelo quanto JESUS condenou, (I JO 2-6), pessoas que amam a CRISTO, tem que amar viver da maneira como ele nos deixou, é impossível separar as coisas, amo JESUS mas não quero o compromisso de andar como ele andou...

E se não fosse suficiente, anulam toda obra da cruz, que CRISTO realizou de uma vez por todas, (JO 3-36), como sacrifício perfeito, sem mais necessidade de carneiros, então negaremos tudo que cristo veio fazer em favor de nós? (LC 12-9). Seria a mesma coisa que dizermos que tudo que JESUS fez foi em vão e não necessitamos dele! Podemos fazer nossos próprios sacrifícios. Alem de incoerente é totalmente indisculpável pela ignorância quanto a esses fatos.

Todo aquele que ama, procura estar próximo, todo aquele que ama quer aprender quais são as vontades, a única maneira que podemos conseguir é:
Amar obedecer a DEUS, com toda nossa força e entendimento, sentindo prazer nisso, e a única maneira que podemos aprender como o adorar é através do manual que ele nos deixou, a palavra de DEUS(BIBLIA), e não saindo, de porta em porta, procurando palavras que nos confortem, mas que não sejam verdadeiras pra nossa vida.

Que possamos conhecer a VERDADE que realmente liberta!

Glorias a DEUS

GUINHO

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A insensatez da obediência parcial!

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Por John MacArthur

Se o pecado é um inimigo derrotado, como pode nos causar tantos problemas? Se o domínio do pecado foi quebrado, por que, com frequência, parece nos dominar? Por que as forças do humanismo secular, o novo hedonismo, a Nova Era, o ensino da auto-estima e a má teologia têm causado tanto impacto entre os crentes? Por que a consciência parece estar desaparecendo até mesmo no meio evangélico?

Todo cristão honesto confirmará que a tendência para o pecado não é apagada quando nos tornamos cristãos. Ainda temos prazer no pecado. Ainda lutamos contra hábitos pecaminosos. Alguns desses hábitos estão tão profundamente arraigados que ainda batalhamos contra eles após anos de luta espiritual. Ainda caímos em pecados horríveis e vergonhosos. A verdade é que pecamos diariamente. Nossos pensamentos não são aqueles que deveriam ser. Desperdiçamos nosso tempo em buscas frívolas e mundanas. De tempos em tempos nosso coração fica frio quanto às coisas de Deus. Por que tudo isso acontece se o domínio do pecado está quebrado?

Aqui veremos que a Escritura nos insta a evitar qualquer tipo de apatia em relação ao tratamento do pecado. Devemos mortificar o pecado e sua influência em toda a nossa vida.

A ira de Deus contra Amaleque

Uma ilustração no Antigo Testamento pode ajudar a esclarecer nossa relação com o pecado. Em 1 Samuel 15, lemos que Samuel ungiu a Saul e solenemente deu-lhe estas instruções do Senhor: "Vai, pois, agora, e fere a Amaleque, e destrói totalmente a tudo que tiver, e nada lhe poupes; porém matarás homem e mulher, meninos e crianças de peito, bois e ovelhas, camelos e jumentos" (v. 3).

O mandamento de Deus era claro. Saul tinha que proceder cruelmente em relação aos amalequitas, matando até mesmo as criancinhas de peito e animais. Toda a tribo tinha que ser total e impiedosamente arrasada — nenhum refém poderia ser tomado.

O que faria um Deus de amor infinito impor um julgamento tão severo? Os amalequitas eram uma antiga raça nómade, descendentes de Esaú (Gn 36.12). Habitavam aparte sul de Canaã e eram eternos inimigos dos Israelitas. Pertenciam à mesma tribo que cruelmente atacou Israel em Refidim, logo após o Êxodo, na famosa batalha em que Arão e Hur tiveram que sustentar os braços de Moisés (Êx 17.8-13). Eles emboscaram Israel pela retaguarda e massacraram os soldados dominados, que estavam extenuados (Dt 25.18). A mais poderosa e selvagem tribo de toda a região atacou Israel covardemente. Naquele dia Deus livrou Israel sobrenaturalmente, e os amalequitas fugiram procurando refúgio. No final dessa batalha Deus jurou a Moisés: "Escreve isso para memória num livro e repete-o a Josué; porque eu hei de riscar totalmente a memória de Amaleque de debaixo do céu" (v. 14). Realmente ele considerava importante que Israel destruísse Amaleque:

Lembra-te do que te fez Amaleque no caminho, quando saías do Egito, como te veio ao encontro no caminho e te atacou na retaguarda todos os desfalecidos que iam após ti, quando estavas abatido e fatigado; e não temeu a Deus. Quando pois, o Senhor, teu Deus, te houver dado sossego de todos os teus inimigos em redor, na terra que o Senhor, teu Deus, te dá por herança, para a possuíres, apagarás a memória de Amaleque de debaixo do céu; não te esqueças (Dt 25.17-19; ênfase acrescentada).

Os amalequitas eram guerreiros temíveis. Sua presença intimidadora foi uma das razões pelas quais os israelitas desobedeceram a Deus e um impecilho para que entrassem na terra prometida em Cades Barnéia (Nm 13.29). A ira de Deus ardia contra os amalequitas por causa da perversidade deles. Ele constrangeu até o corrupto profeta Balaão a profetizar sua sentença: "Amaleque é o primeiro das nações; porém o seu fim será a destruição" (Nm 24.20). Os amalequitas costumavam atormentar Israel indo às suas terras depois de a plantação ter sido semeada, e movimentando-se na terra cultivada com suas barracas e animais, destruíam tudo pelo seu caminho (Jz 6.3-5). Eles odiavam a Deus, detestavam Israel e pareciam ter prazer em atos perversos e destrutivos.

As instruções de Deus para Saul, portanto, cumpriram o voto que ele havia jurado a Moisés. Saul tinha que eliminar a tribo para sempre. Ele e seus exércitos eram os instrumentos pelos quais a justiça de Deus seria levada a cabo. Seu santo julgamento para um povo mau.

Mas a obediência de Saul foi somente parcial. Ele ganhou a batalha ferindo de forma esmagadora os amalequitas que fugiram deles "desde Havilá, até chegar a Sur, que está defronte do Egito" (ISm 15.7). Como ordenado, ele matou todas as pessoas, mas "tomou vivo a Agague, rei dos amalequitas" (v. 8). "E Saul e o povo pouparam Agague, e o melhor das ovelhas e dos bois, e os animais gordos, e os cordeiros, e o melhor que havia e não os quiseram destruir totalmente; porém toda coisa vil e desprezível destruíram" (v. 9). Em outras palavras, motivados pela cobiça eles pegaram as melhores coisas dos amalequitas, coletando os despojos da vitória, e desobedecendo propositadamente às instruções do Senhor.

Por que Saul poupou Agague? Talvez porque ele quisesse usar o rei humilhado dos amalequitas como um troféu para mostrar seu próprio poder. Aparentemente, naquele momento Saul estava somente motivado pelo orgulho; ele até construiu um monumento para si no monte Carmelo (v. 12). Quaisquer que fossem seus motivos, ele desobedeceu a um claro mandamento de Deus e permitiu que Agague vivesse.

Esse pecado era tão sério que Deus imediatamente depôs do trono Saul e seus descendentes para sempre. Samuel lhe disse: "Visto que rejei-taste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei" (v. 23).

Então Samuel disse: "Traze-me aqui a Agague, rei dos amalequitas" (v. 32).

Evidentemente Agague, pensando que sua vida havia sido poupada e se sentindo muito seguro, "veio a ele confiante". "Certamente já se foi a amargura da morte", disse ele.

Mas Samuel não estava para brincadeira. Disse a Agague: "Assim como a tua espada desfilhou mulheres, assim desfílhada ficará a tua mãe entre as mulheres. E Samuel despedaçou Agague perante o Senhor em Gilgal" (v. 33).

Nossa mente, instintivamente, recua diante do que parece ser um ato impiedoso. Mas foi Deus quem mandou que isso fosse feito. Era um ato de julgamento divino para mostrar a ira santa de um Deus indignado contra o pecado devasso. Ao contrário de seu compatriota e rei, Samuel estava determinado a cumprir inteiramente a ordem do Senhor. A batalha que tinha por objetivo exterminar os amalequitas para sempre terminou sem que esse objetivo fosse alcançado. A Bíblia registra que depois de alguns anos, a tribo revigorada atacou repentinamente o território sul e levou cativas as mulheres e crianças — incluindo a família de Davi (1 Sm 30.1 -5).

Quando Davi encontrou os amalequitas saqueadores, "Eis que estavam espalhados sobre toda região, comendo, bebendo e fazendo festa por todo aquele grande despojo que tomaram da terra dos filisteus e da terra de Judá" (v. 16). Ele os feriu desde o crepúsculo vespertino até a tarde do dia seguinte, matando a todos, exceto quatrocentos moços que fugiram montados em camelos (v. 17).

Os amalequitas são uma ilustração adequada do pecado que permanece na vida do crente. Aquele pecado — já totalmente derrotado — deve ser tratado com crueldade e despedaçado, ou então ele irá reviver e continuar a saquear e espoliar nosso coração, e tirar o vigor da nossa força espiritual. Não podemos ser misericordiosos com Agague, ou então ele retornará para tentar nos devorar. De fato, o pecado que permanece em nós frequentemente se torna mais ferozmente resoluto depois de ter sido destronado pelo Evangelho.

A Bíblia nos ordena mortificar o pecado. "Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena; prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é a idolatria; por estas coisas é que vem a ira de Deus [sobre os filhos da desobediência]" (Cl 3.5,6). Não podemos obedecer parcialmente ou ser indiferentes quando procuramos eliminar o pecado da nossa vida.

Não é possível parar enquanto a tarefa estiver incompleta. Os pecados, do mesmo modo que os amalequitas, encontram sempre um jeito de escapar da matança, gerando, revivendo, reagrupando-se e lançando novos e inesperados ataques em nossas áreas mais vulneráveis.
Fonte: [ Josemar Bessa ]

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Melhor que Sacrificar


Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar. 1 Samuel 15.22
Saul havia recebido a ordem de matar todos os amalequitas e o gado deles. Ao invés de fazer isso, Saul preservou o rei dos amalequitas e permitiu que o povo tomasse o melhor dos bois e das ovelhas. Quando foi chamado para explicar essa atitude, Saul disse que o fizera com a intenção de oferecer sacrifícios a Deus. 
Samuel, porém, lhe assegurou que sacrifícios não eram uma desculpa para um ato de rebelião direta. As palavras do versículo de hoje têm de ser impressas em letras de ouro e penduradas diante dos olhos da presente geração idólatra. Os homens desta geração gostam muito de seguir a sua própria vontade, mas rejeitam completamente as leis de Deus.
Sempre devemos nos lembrar que andar estritamente no caminho dos mandamentos de nosso Senhor é melhor do que qualquer forma de religiosidade exterior. Se você está falhando em obedecer ao menor dos mandamentos de Cristo para os seus discípulos, não seja mais desobediente. Todas as suas pretensões de devoção ao seu Senhor e todas as atitudes de devoção que você pode realizar não constituem um motivo para a sua desobediência. 
"Obedecer", mesmo nas ordens mais brandas e menores, "é melhor do que sacrificar", embora o sacrifício seja pomposo. Não seja distraído pela ornamentação das catedrais, pelas vestes suntuosas, pelos incensos e por outros aparatos religiosos. A primeira coisa que Deus requer de seus filhos é a obediência. Ainda que você ofereça seu corpo para ser queimado como mártir e dê todos os seus bens para alimentar os pobres, se você não obedecer aos preceitos do Senhor, todas as suas formalidades não lhe trarão qualquer proveito. Ser ensinável como uma criança é uma atitude bem-aventura; todavia, ainda mais bem-aventurado é fazer a lição ao pé da letra. Muitos adornam os seus templos, mas se recusam a obedecer aos preceitos do Senhor! Não seja semelhante a eles.

Charles H. Spurgeon

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