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segunda-feira, 11 de julho de 2016
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Como se manter nos caminhos do Senhor?...A Bíblia responde#68
O que a Bíblia fala sobre pessoas que dependem dos irmãos/pastores para manter-se no caminho do Senhor, como se precisassem de vigilância 24hs para não cairem?
Ola´!
Como cada caso é muito específico e precisaria saber mais a respeito
da condição desta pessoa, tentarei dar um resumo geral do ensino
bíblico, mas isso não quer dizer que sirva perfeitamente para este
caso que você está citando, porque podem haver outras situações que
levam a estes fatos, como se a pessoa vive em pecado
deliberadamente.
Em um sentido todos nós precisamos de pessoas mais experientes para
aprender, esse é o discipulado. Precisamos nos reunir como Igreja
para ter comunhão (Hb 10.25) e aprendermos mais através da exposição
da Palavra de Deus feita pelo pastor, também é sábio aprender
daqueles que tem mais sabedoria de Deus e conhecimento das
Escrituras para nos aconselharmos.
No entanto, a Bíblia nos ensina e
nos adverte que é necessário crescermos em conhecimento da Bíblia,
nos tornando mais parecidos com Cristo. Vemos no livro de Hebreus
a forte repreensão sobre a necessidade de aprender e crescer no
entendimento das verdades bíblicas e colocá-las em prática ( Hb
5.12). Vários textos bíblicos nos ordenam a aprender mais de
Cristo, crescendo no conhecimento dele, nos tornando mais maduros
(Cl 1.10, 2 Pe 3.18), com isso também aprendendo a vigiar sobre as
possíveis situações que nos tentam e nos levam a pecar (1 Pe 5.8).
Aqui existem duas possibilidades pelo menos:
1- Instruir e ensinar pela Bíblia este irmão que tem necessidade
de cuidados de que é necessário aprender da Bíblia e colocar em
prática, com amor considerando sempre os outros superiores a nós
mesmos (Ef 5.21). O interesse sempre deve ser o de edificar com
nossas palavras, não de destruir, mesmo quando for necessário mais
energia para correção de erros.
2- A Bíblia nos ensina que nenhum homem é capaz de guardar outro,
em primeiro lugar porque somos finitos e não podemos estar sempre
juntos, em segundo lugar porque esta obra pertence a Cristo. Uma
vez que verdadeiramente confiamos nele, nos arrependemos de nossos
pecados. Ele nos promete que nos guardará até o final. Nenhum
homem seria capaz de perseverar sem ajuda e conservação do
Espírito Santo de Deus (Jo 10.28-29).
Por isso comecei escrevendo que sem entender a situação de maneira
mais particular não tenho como aconselhar especificamente sobre o
assunto, mas minha sugestão seria:
1- Certifique-se que esta pessoa entendeu o que é o Evangelho,
sobre a necessidade de um Salvador, de que o pecado é uma ofensa a
um Deus santo, de que um crente abandona o pecado.
2- Instrua, ensine que esta pessoa deve aprender a caminhar com
suas pernas o caminho da fé cristã, porque a salvação é
individual, ninguém de nós pode salvar outro.
3- Sempre lembre que a obra da conversão é uma obra de Deus, o que
chamamos de novo nascimento, e quando isso realmente acontece os
frutos de uma nova vida irão acontecer, porque somos salvos por
Cristo passamos a fazer parte de seu povo, dedicado á pratica
daquilo que a Bíblia nos ensina (Tt 2.14), uma pessoa que nasceu
novamente, ela não vive na pratica do pecado, porque agora quem
vive nela é Cristo (1 Jo 3.9).
Em Cristo
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Discipulo Radical -Parte 2/4
Jesus demonstrou o preço de ser seu discípulo (Lc 14.25-35)
Jesus confrontou as multidões que o seguiam, e fica muito claro que ele jamais adaptou sua mensagem para a maioria, para ser influente, famoso, seu objetivo não era de reunir multidõessimplesmente para o escutar, mas sim para fazer verdadeiros discípulos.
Jesusnão acomodou sua mensagem nem mesmo a sua mãe e seus irmãos (Mc 3-31), quando ele estava pregando e apareceram no lugar em que ele pregava, porque achavam que Jesus estava sendo muito radical, porque ele levava muito a sério o que pregava, sobre a maneira de como deveriam viver, sobre a entrega da vida de maneira incondicional a Deus, as palavras deles para Jesus: “estáfora de si”, então as pessoas que o escutavam o chamaram e disseram:
Sua mãe e irmãos estão lá fora. Jesus respondeu: “aqueles que fazem a vontade de meu Pai, são minha mãe e meus irmãos,” Jesus não acomodava sua pregação com intenção de ser mais querido, igual vemos em nossos dias, pessoas reclamando e interpretando as passagens das Escrituras distorcidas sobre o compromisso de viver para ele.
Jesus sabia que a grande maioria da multidão era de crentes nominais, era de supostos discípulos de boca, que assim como na parábola da semente que ele ensinou (Mt 13), muitos escutam a mensagem do Evangelho, alguns se afastam pelas dificuldades, outros se sufocam pelos prazeres que o mundo oferece. Jesus sabia que muitos o seguiam pelos milagres e ele coloca uma situação bem clara para demonstrar que tipo de discípulos ele estava buscando:
Aquele que não aborrece, ou seja, aquele que ama mais a irmão, pai, mãe, filho, a si mesmo não pode ser meu discípulo (Lc 14.25-35).
Jesus coloca esses que estavam a segui-lo a avaliar o custo, a medir o preço.
Ele diz: Aquele que vem a mim, ou seja, aquele que vai me seguir, Jesus faz uma comparação com as pessoas da família,
Jesus deixa claro que se algum desses (Lc 14.26), tem mais valor que Ele mesmo, estes que pensam assim, não podem ser seus discípulos. Jesus usa uma verdade pesada para falar, ele não amacia, para não ser taxado de radical, todavia, por mais difícil que possa parecer abrir mão de pai, mãe, filho, Jesus conhecendo o interior das pessoas, vai além, coloca em xeque e diz:
Aquele que ama mais a si mesmo, este também não pode ser meu discípulo, qualquer um que não tomar a sua cruz, aqui é interessante que apesar de vermos as pessoas pegando capital emprestado do cristianismo quando elas ensinam atitudes altruístas (amar ao próximo como a nós mesmos), podemos ver que a ideia da vantagem por si mesmo é algo impregnado dentro de nós, por causa do pecado, Jesus, como grande conhecedor da humanidade, faz exatamente isso, coloca uma medida, quem não tomar a sua cruz, trazendo a ideia de que ser seu discípulo é estar disposto a obedecer seusmandamentos, sofrer e até mesmo morrer por ele se necessário, a morte de cruz era a representação mais vil, mais humilhante, mais dolorosa para um criminoso, neste momento, os discípulos ainda não tinham entendido completamente que Jesus seria crucificado, então Jesus estava ampliando a colocação de ser seu discípulo dizendo:
Aquele que ama mais a si mesmo, este também não pode ser meu discípulo, qualquer um que não tomar a sua cruz, aqui é interessante que apesar de vermos as pessoas pegando capital emprestado do cristianismo quando elas ensinam atitudes altruístas (amar ao próximo como a nós mesmos), podemos ver que a ideia da vantagem por si mesmo é algo impregnado dentro de nós, por causa do pecado, Jesus, como grande conhecedor da humanidade, faz exatamente isso, coloca uma medida, quem não tomar a sua cruz, trazendo a ideia de que ser seu discípulo é estar disposto a obedecer seusmandamentos, sofrer e até mesmo morrer por ele se necessário, a morte de cruz era a representação mais vil, mais humilhante, mais dolorosa para um criminoso, neste momento, os discípulos ainda não tinham entendido completamente que Jesus seria crucificado, então Jesus estava ampliando a colocação de ser seu discípulo dizendo:
Vocês estão dispostos a abrir mão de seus próprios desejos e morrer por mim, se necessário for? Seu amor por mim é desse tamanho?
Jesus não se preocupou se as multidões não o seguiriam, pelo contrário, sua intenção era exatamente esta, aqueles que desejam segui-lo deveriam medir o custo. Por isso o Evangelho não é maleável aos nossos desejos ou opiniões pessoais, por mais sinceros que possam ser.
Aprendemos que:
1- Devemos medir o preço do discipulado.2-Jesus colocou parâmetros bastante claros, para podermos diferenciar os discípulos das multidões.
3-Não existe ninguém mais importante para um discípulo do que seu Senhor, Jesus. Em Cristo
Guinho
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Discípulo Radical -Parte 1/4

Em nossos dias, existe um problema quanto ao entendimento de ser um discípulo de Cristo, do arrependimento genuíno e do peso do pecado, muitas pessoas pensam que fazer uma oração de “aceitar Jesus”, é suficiente para ser salvo, fazendo na maioria das vezes uma enganosa confissão sem nunca ter compreendido o significado do Evangelho, as Igrejas tem criado cristãos nominais, mas que nunca foram regenerados pelo Espírito, contrariando as afirmações do próprio Jesus, sobre as características de um verdadeiro discípulo, que acompanham as vidas daqueles que professam uma fé genuína e que verdadeiramente foram alcançados pela graça de Deus. Nestes estudos gostaria de demonstrar o ensino bíblico de quatro situações em que o Senhor Jesus demonstrou as características de seus discípulos, depois, comparemos se é o que temos visto em nossos dias.
1-Jesus provou as multidões (Lc 9.23-25; Lc 9.57-62).
Jesus se encontrava na Galiléia e decidiu ir até Jerusalém, para cumprir o propósito de sua vinda, havia chegado o momento, exatamente como as Escrituras haviam descrito, através da Lei e dos Profetas (divisão do AT). Então, neste caminho, ele passou pelas cidades de Samaria e já por lá mesmo ele vinha provando as multidões, provando aqueles que realmente o seguiriam, para ver se realmente estavam dispostos a segui-lo :
Um diz: Seguirte-ei para onde fores... para outro Jesus diz: Me segue, e ele diz “deixa primeiro eu sepultar meu Pai, então Jesus replica: “deixa os mortos sepultarem eles mesmos” (Lc 9. 57-62). Era um costume da época “sepultar o Pai”, isso queria dizer respeito a pegar a herança, mas Jesus enfaticamente diz: “Deixa aqueles que já estão mortos, viverem de acordo com os mortos, você, antes, vem e prega o Reino de Deus”, em outras palavras, aqueles que vivem suas vidas com sua perspectiva no agora, são incapazes de perceber as coisas que Jesus anunciara.
Depois disso, continuando a jornada para Jerusalém, Jesus passou pela Judeia ate chegar na Pereia, onde foi comer na casa de um Fariseu, e por causa da grande importância que Jesus viu que eles davam para a aparência, por sentarem nos primeiros lugares,todavia internamente não o enganavam, ou seja, por fora diziam uma coisa, mas que internamente não correspondia ao exterior, era uma aparência religiosa de amar a Deus, mas Jesus, conhecedor do coração dos homens, contou uma parábola (Lc 14.7-14) e da grande ceia (Lc 14.15-24), para demonstrar a importância de uma mudança principalmente interna, refletida também externamente. Jesus deixou claro a importância não só de reconhecer a necessidade de um Salvador, mas que o próprio Jesus, é o Messias, o Salvador prometido, ou seja, dizer que ama a Deus é fácil, mas amar Jesus internamente como seu Deus, faz toda diferença.
Assim como com os fariseus, existem problemas em nossos dias muito grandes para refletirmos se acontece com nós:
1- Dizer que cremos em Deus externamente, quando de fato não amamos, estamos somente enganando nós próprios, porque Deus não é homem para ser enganado.
2-Não reconhecer a Cristo como Deus, é continuar inimigo de Deus.
3-Seguir a Cristo por fama, riqueza ou milagres, é estar dentro das multidões que o seguem por benefícios próprios, não pelo desejo de serem discípulos.
Em Cristo.
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