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quarta-feira, 25 de março de 2020

A MAIOR ALEGRIA DE TODAS!


         




    
           “O vosso coração se alegrará e a vossa alegria ninguém poderá tirar” Joao 16:22


               Todos os dias nos levantamos cedo pela manhã, alguns saem para o trabalho, outros precisam cuidar dos afazeres da casa, ainda outros saem para estudar. A verdade que liga a toda a humanidade está no fato de que todos buscam ser alegres, ser felizes. Isto está enraizado no mais íntimo de todos nós.

                  Todavia, aquilo que deveria ser normal a todos os seres humanos, se tornou sua maldição. A busca pela alegria no mundo é passageira e frágil, acordamos felizes e muitas vezes dormimos tristes. Tudo isso porque procuramos a alegria nos lugares errados, somos tolos buscando a alegria nas coisas passageiras do mundo que facilmente são desfeitas, depositamos nossa esperança e confiança naquilo que não tem poder e que perece.
             
            Jesus nos diz que devemos depositar nossa alegria nele, ele nos promete que chegará um momento em que essa alegria será completa, apesar de nesse momento não podermos experimentá-la plenamente, por causa do pecado que assola ainda nossos corações. Vivemos em um momento de tensão em que por uma lado já podemos desfrutar da alegria de sermos salvos por Cristo, de sermos filhos de Deus, por outro lado, ainda sofremos com os efeitos do pecado, temos medo, sentimos tristeza, perdemos  pessoas queridas para doenças, em outras palavras  o pecado ainda não foi removido completamente de nós.

                                            " Como viveremos, para onde correremos?"  
       
A resposa vem de Jesus, existe uma alegria que ninguém jamais poderá nos tirar, a alegria de sermos sua propriedade exclusiva. Sigamos em frente, procurando cada dia mais a união com Cristo, o conhecendo pela oração e leitura da Palavra, para que possamos cada dia mais desfrutar da alegria que só pode ser encontrada nele. Esta tem sido a minha oração por tanto tempo:

“Dai-me mais de ti Senhor, deixa- me provar dos teus rios de agua viva, ajuda-me a encontrar o prazer e a alegria que está disponível somente em ti, faz com que meus olhos não sejam iludidos por aqui que é passageiro, com aquilo que perece e murcha, só assim terei alegria plena, se estiver amarrado a ti”

Que esta possa ser sua oração também, encontrando em Cristo toda a alegria que verdadeiramente necessita!

Em Cristo


quinta-feira, 14 de julho de 2016

Como vencer a apatia? ...A Bíblia Responde #98



 Como vencer a apatia?


Obrigado pela pergunta!

Sempre que Deus não for a nossa alegria, passaremos por possíveis apatias, porque somente Deus é capaz de nos completar e nos dar a verdadeira alegria. Creio que muitos cristãos passaram e passam por isso. Esta tem sido a luta da maioria dos crentes, inclusive a minha. Então segue alguma dicas que foram úteis para cristãos no passado e são úteis para nós no presente.

1- Tenha uma rotina com a Palavra de Deus e oração. Muitas vezes deixamos o tempo de leitura e meditação como "apenas quando dá",  isso sem dúvidas nos tira a alegria em Deus. Organize sua vida de maneira que você tenha um momento para ler a Bíblia, depois orar, não digo que não podemos fazer orações curtas ao longo do dia, mas um momento específico para isso sempre tem grande valor. Sugiro você aprender a orar com a Bíblia principalmente com os Salmos, este texto traz a explicação melhor do que quero dizer:


2- Procure desenvolver uma amizade e discipulado por pessoas em que você pode confiar e que são maduras na fé para lhe aconselhar, nós precisamos de ajuda, não conseguimos viver isoladamente, foi assim que Deus nos criou, para depender dele e receber a ajuda de pessoas maduras na fé.

3- Memorize pequenos trechos nas Escrituras que relembrem as promessas de Deus e a certeza da esperança da vitória em Cristo que nos garante a vida eterna, ou seja, quando fixarmos nossos olhos sabendo que este tempo não é tudo que temos, em outras palavras, esse tempo de lutas, sofrimento serão totalmente vencidos com a vida eterna através de Cristo, mas que podemos usufruir no momento presente com essa certeza.  Por exemplo:

Is 41 :10 Não temas, porque eu sou contigo;não te assombre,porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.
Jr 29:11 Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor, pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.

A Bíblia é um tesouro cheio de riquezas para nos ajudar em meio a todas as dificuldades, podemos confiar nela, porque ela é a PALAVRA de DEUS que é fiel para cumprir aquilo que Ele promete quando estamos em Cristo!

4-Por fim, não desista e não desanime,porque todos podemos passar por esses momentos, e Deus em seu plano, as vezes precisa nos levar para o deserto para que possamos escutá-lo com mais clareza. O que quero dizer é que muitas vezes, na luta pela alegria em Deus, teremos que ser fortalecidos através de dificuldades e provações, e o sintoma de apatia espiritual é como um alerta no painel do carro, precisamos ficar vigilantes e usar as ferramentas que Deus nos deixou para que possamos vencer o bom combate que esta adiante de nós!

Meu desejo e oração é de que você faça uso destas dicas, persevere, porque na nossa luta diária, nós somos mais que vencedores por meio de Cristo:



"Considerai, pois, atentamente aquele que sofreu tantas contrariedades dos pecadores, e não vos deixeis abater pelo desânimo.
Ainda não tendes resistido até o sangue, na luta contra o pecado."
Hebreus 12:3-4
 

Em Cristo

terça-feira, 3 de maio de 2016

O Jesus das Escrituras - 1João 1.1-4


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Você tem motivos para servir com alegria!



Servir ao Senhor com alegria faz parte de uma corrente enorme de considerações e atitudes nossas, no sentido que quando servimos com alegria, estamos desenvolvendo nossa salvação com temor e tremor, não na convicção que depende de nós, mas sim na certeza de que já fomos justificados para isso, fomos santificados para isso, fomos glorificados para isso.

Esta alegre certeza podemos ter por causa de Cristo, todavia continuamos sendo santificados no sentido de santidade de vida, não no aspecto escatológico de salvação, porque em Cristo já fomos santificados, mas no sentido da vida diária, e tendo em vista isso seremos completamente glorificados, embora já desfrutemos parcialmente deste estado, porque estamos em Cristo, no sentido de que somos dEle, pra Ele devemos viver e alegrar-se nisso é muito importante pelo desejo que teremos dele.

Viver uma vida religiosa, "cumprindo seu dever", não é com certeza viver uma vida alegre no Senhor, antes de ser interpretado errado, o que quero dizer com cumprindo seu dever, não é igual o apóstolo Paulo, que pode chegar ao final de sua vida e tendo a certeza de completar sua carreira, isso devemos ansiar como o apóstolo Paulo, guardando a fé,

Cumprindo o dever é aquele sentimento de que quando lemos, oramos, ou congregamos, fazemos isso como um complemento para um vida "completa", isso em outras palavras não passa de vã religião, que Deus nos guarde disso, nos ajude a completar nossa carreira, confiando no nosso Senhor Jesus que começou a boa obra é fiel para cumpri-la.

Agora o ponto que fica, quando oramos, lemos, congregamos, sentimos alegria nisso? Esta alegria deve vir do entendimento das misericórdias de Deus, e esta alegria é demonstrada com um sacrifício vivo! Não separo situações espirituais das normais, como sendo mais ou menos importantes, o que faço é colocar elas lado a lado, como exemplos para descrição de alegria.

Alegria em chegar o momento em que podemos meditar em sua palavra. Alegria de conversar com Ele assim como temos prazer em conversar com as pessoas que mais amamos. Alegria em servi-lo assim como temos prazer quando nos servem nas mais variadas situações.

Que o Senhor Deus, em Sua soberania, pela glória da Sua graça nos conceda em nosso Senhor Jesus Cristo pelo Santo Espírito que habita em nós, a viver com alegria para o Senhor e pelo Senhor.

Este é o meu desejo, que eu tenha alegria no Senhor, e espero que seja o seu! Junte-se a mim nesta busca, que o Espírito Santo nos conceda este prazer nEle!

Glórias a Deus.

Guinho


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Bebida estimulante ao Cristão exausto





“Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo o nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a Glória de Deus Pai”.

Filipenses -  2: 9 –11.

NO PRÓPRIO FATO DA EXALTAÇÃO DE CRISTO EXISTE PARA O VERDADEIRO CRISTÃO UM GRAU MUITO GRANDE DE CONFORTO. Muitos de vocês que não têm parte nem sorte nas coisas espirituais, não tendo amor por Cristo, nem qualquer desejo pela sua glória, não farão outra coisa que não rir quando eu disser que isto é uma verdadeira garrafa de bebida estimulante ao lábio do cristão exausto: que Cristo, apesar de tudo, seja glorificado. Para vocês isso não é consolação, porque lhes falta aquela condição do coração que torna esse texto doce para a alma.

Para vocês nada existe nele de alegre; ele não mexe com o seu coração; não dá doçura alguma à sua vida; precisamente por este motivo, por vocês não estarem ligados à causa de Cristo, nem devotadamente buscarem honrá-lo. Mas o coração do verdadeiro cristão pula de alegria, mesmo quando deprimido por tentações e tristezas diversas, com a lembrança de que Cristo está exaltado, pois que nisso ele encontra o bastante para alegrar o seu próprio coração. Notem aqui, amados, que o cristão tem certos atributos em seu caráter que tornam a exaltação de Cristo um objeto de grande regozijo para ele. Primeiro, ele tem, em sua própria opinião — e não em sua opinião somente, mas em realidade —, um relacionamento com Cristo e, portanto, sente interesse pelo sucesso dos de sua família. Vocês têm observado a alegria do pai quando, passo a passo, o seu menino ascende à opulência ou à fama; têm notado como os olhos da mãe faiscaram de deleite quando sua filha se tornou uma mulher adulta e irrompeu em toda a magnitude da beleza. 



Vocês perguntam porque aqueles sentem tal interesse; e se lhes contam que é porque o menino era dele, ou a menina era dela. Eles se alegraram com o progresso dos seus pequeninos por causa do relacionamento que possuem com esses. Caso não houvesse relacionamento nenhum, eles poderiam ter se tornado reis, imperadores ou rainhas que aqueles sentiriam apenas um pequeno contentamento. Porém, devido ao parentesco, cada passo era envolvido por um profundo e excitante interesse. Ora, assim é com esse cristão. Ele sente que Jesus Cristo, o glorificado “Príncipe dos reis da terra”, é seu irmão. Embora o reverencie como Deus, ele o admira como homem-Cristo, ossos de seus ossos e carne de sua carne, deleitando-se, em seus plácidos e calmos momentos de comunhão com Jesus, em lhe dizer: “Ó Senhor, tu és meu irmão!” Seu canto é “Meu amado é meu, e eu sou do meu amado”. É seu gozo cantar:


Um no sangue com os pecadores, 


Cristo Jesus o é; porque ele é um homem, exatamente como nós: e não é nem menos nem mais homem do que o somos, salvo apenas o pecado. Certamente, quando sentimos que estamos ligados a Cristo, sua exaltação é a fonte da maior alegria para os nossos espíritos; nós nos regozijamos nisso, visto ser um de nossa família que é exaltado. É o Irmão Mais Velho da grande e única família de Deus nos céus e na terra; é o Irmão a quem todos nós estamos ligados.


Existe também no cristão não apenas o mero sentimento de relacionamento, mas também um de unidade na causa. Ele sente que, quando Cristo é exaltado, ele próprio é exaltado em alguma medida, visto que tem empatia com o desejo daquele de promover a grande causa e glória de Deus no mundo. Eu não tenho dúvida de que cada soldado ordinário que permaneceu ao lado do Duque de Wellington se sentiu honrado quando o comandante foi aplaudido pela vitória; pois diz: “Eu o ajudei, eu o assisti; não foi de pouca importância a parte que desempenhei; tão somente mantive meu posto; tão somente suportei o fogo inimigo; contudo, agora a vitória está conquistada. Sinto honra nisso porque ajudei, em certa medida, a ganhá-la”. Desse modo, o cristão, quando vê seu Senhor exaltado, diz: “É o Capitão que está exaltado, e de sua exaltação todos os soldados compartilham. Eu não fiquei do lado dele? Pequena foi a obra que fiz, e pouca a força que eu possuía para o servir; mesmo assim, ajudei no trabalho”; e o mais ordinário dos soldados nas fileiras espirituais sente que ele próprio está em algu¬ma medida exaltado quando lê isto: “Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo o nome” – um renome acima de qualquer nome — “para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho”.


Além disso, o cristão não apenas sabe que existe essa unidade em propósito, mas também uma união real entre Cristo e o seu povo todo. É uma doutrina da revelação em que raramente se discorre, mas nunca é demais pensar nela – a doutrina de que Cristo e seus membros são todos um. Não sabem vocês, amados, que cada membro da igreja de Cristo é um membro do próprio Cristo? Nós so¬mos “sua carne e seus ossos”, partes do seu grande corpo místico; e quando lemos que a nossa cabeça é coroada, ó jubilem, membros dele, pés ou mãos, mesmo que a coroa não esteja em vocês, ainda que esteja na sua Cabeça, vocês partilham da glória por serem um com ele. 


Vejam Cristo ao longe, sentado à destra de seu Pai! Crente! Ele é o penhor da sua glorificação; ele lhe é a certeza da aceitação; mais ainda, ele é o representante de você. O trono que Cristo possui no céu, ele não o tem apenas por direito, como pessoa da Divindade, mas também como o representante da igreja inteira, porque ele foi o precursor dela, assentando-se em glória como o representante de cada uma delas. Regozije-se, ó crente, quando vir o seu Mestre exaltado da tumba, quando o contemplar exaltado nos céus. Então, quando o vir galgar os degraus de luz e assentar-se em seu sublime trono, onde a vista dos anjos dificilmente pode chegar – quando você ouvir a aclamação de milhares de serafins; quando você notar o alto clangor do coral em sinfonia de milhões de redimidos; pense – quando o vir coroado de luz – que você também está exaltado com ele, vendo que é uma parte dele. 



Feliz é você se souber disso, não somente em doutrina, mas em doce experiência também. Ligados a Cristo, casados com ele, crescidos nele, partes e porções dele próprio, nós pulsamos com o coração do corpo; quando a cabeça é glorificada nós compartilhamos do louvor; sentimos que sua glorificação concede uma glória sobre nós. Ah! Amados, vocês já sentiram essa unidade com Cristo? Já sentiram uma unidade de desejos com ele? Se já, descobriram ser isso rico em conforto; mas, caso contrário – se vocês não conhecem Cristo – será uma fonte de tristeza em vez de prazer estar ele exaltado, porque terão que refletir que ele está exaltado para os esmagar, exaltado para os julgar e os condenar, exaltado para varrer dessa terra todos os pecados e cortar a maldição pela raiz, e você com ela, a menos que se arrependa e torne-se para Deus com total intenção no coração.
Charles H. Spurgeon

sexta-feira, 30 de março de 2012

Alegria no sofrimento


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Romanos 8:18 Tenho para mim que os sofrimentos da vida presente não têm valor em comparação com a glória que há de ser revelada em nós.

Os sofrimentos da vida presente não têm valor nenhum se comparados com a glória que há de vir.

Então saibam de antemão que com o cristão não é diferente, teremos sofrimento durante toda a nossa vida. A diferença é que sofremos com Cristo e temos a certeza de que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós.

Mas porque Deus permite que seu povo, o povo escolhido por Ele sofra? Porque Ele não leva de uma vez esse povo para junto Dele?

Deus permite que a gente sofra para moldar o nosso caráter.

O cristianismo é a única religião que te oferece o sofrimento como ferramenta para edificação do caráter. E é também a única a dizer que é possível ter alegria em meio ao sofrimento.

2 Coríntios 1:8 Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.

Paulo passou por momentos de tribulação maiores até do que ele podia suportar.

O sofrimento nos aproxima de Deus.

Temos a tendência de abandonar, ou buscar pouco a Deus quando tudo vai bem.

A busca é muito maior quando passamos por momento de dificuldades.

2 Coríntios 12:9-10 E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte.

Quando estamos fracos é aí que somos fortes, porque não existe mais orgulho nesses momentos.

Outro objetivo no sofrimento é quebrar o nosso orgulho.

Deus pode fazer você passar por dificuldades financeiras para quebrar o teu orgulho nessa área, se você valoriza acima do que deve o dinheiro, Deus pode muito bem tocar nisso pra te fazer mudar.

Deus pode permitir que você passe por algum problema de saúde, para te mostrar que você é mortal e que sem Ele você não é nada.

Deus pode permitir uma dificuldade na sua família, pra te mostrar que Jesus tem que estar em primeiro lugar na sua vida.

Mas se todas essas dificuldades nos aproximarem de Deus, e nos fizerem reconhecer que somos pecadores e dependentes Dele e que sem Ele não somos nada, se todo esse sofrimento nos levar a salvação, então todas as dificuldades valeram a pena, pode ter certeza.

O sofrimento, muitas vezes, é muito mais simples que isso, quando você abre mão dos teus desejos, das tuas vontades próprias, isso já é um grande sofrimento.

Mortificar a nossa carne, os nosso desejos para que a gente se aproxime de Cristo, dando prioridade a nossa vida espiritual ao invés da nossa vida carnal.

Mas quando conseguimos fazer isso, dar prioridade pra Jesus, ou seja, colocar Ele em primeiro lugar na nossa vida, nesse momento encontraremos a verdadeira alegria, aquela que é constante, que não termina de um dia para o outro, como acontece com nossas felicidades cotidianas.

Eu fiquei feliz porque comprei um carro novo, amanhã quando ele der o primeiro problema mecânico que você tiver que gastar, já se foi a alegria.

Eu feliz porque fui promovido no meu emprego, daqui a pouco não vou me contentar com este cargo, quero o próximo. Alegria passageira.

Eu me alegro porque tenho uma família perfeita. Acontece um discussão, descobre um defeito, uma falha, ou até mesmo algo mais grave, uma doença, perda de um familiar. A felicidade acabou.

Basicamente na nossa vida aqui tudo é momentâneo, nossos sentimentos são voláteis, se não estivermos firmados em uma única verdade.

Temos que ter Jesus como o nosso bem mais precioso, receber Ele como o único, nossa felicidade é estar Nele e Ele em nós.

Sabendo que tudo, eu digo tudo mesmo, o que acontece na nossa vida tem a permissão de Deus.

Até as coisas ruins? Sim, até estas tem o aval Dele. E por isso não nos gera grandes preocupações, isso gera ainda mais intimidade, mais vida, porque nesses momentos eu clamo ainda mais alto.

Muitos tem a mania de por a culpa de todo o problema no diabo, mas até ele precisa da permissão de Deus para agir, é isso que nos conta o livro de Jó.

A maioria dos problemas são causados por nós mesmos.

Mas uma coisa posso garantir, não existe sofrimento que faça um cristão verdadeiro perder a esperança.

Glórias a Deus.

Fernando.

Alegria em Cristo ou no Mundo? - Vídeo

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quarta-feira, 21 de março de 2012

Santidade é tua alegria ou tristeza? - Vídeo

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domingo, 26 de fevereiro de 2012

O Som Simultâneo do Riso e do Choro

O Som Simultâneo do Riso e do Choro

Vivendo no mundo real de sofrimento constante e prazeres (em algumas ocasiões)
Como você pode sorrir, quando há tanto choro? Ou como você pode chorar, quando há tantas pessoas gritando de alegria? A vida real nos empurra de um lado para o outro, ao mesmo tempo. Encontro ajuda na maneira como a Bíblia descreve esta experiência.

No livro de Esdras, as pessoas de Israel retornaram a Jerusalém provenientes do exílio na Babilônia, a fim de reconstruírem o templo de Deus. Depois de setenta anos de cativeiro, a profecia de Jeremias se cumpriu, e o povo pôde retornar para casa. Começaram a trabalhar no templo. De acordo com Esdras 3.10-11, “quando os edificadores lançaram os alicerces do templo do senhor… todo o povo jubilou com altas vozes, louvando ao senhor por se  terem lançado os alicerces da sua casa”. Isso faz sentido. Era um dia de muita alegria. Era um novo começo.

No entanto, os versículos seguintes (Esdras 3.12-13) dizem: “Porém muitos dos sacerdotes, e levitas, e cabeças de famílias, já idosos, que viram a primeira casa, choraram em alta voz quando à sua vista foram lançados os alicerces desta casa; muitos, no entanto, levantaram as vozes com gritos de alegria. De maneira que não se podiam discernir as vozes de alegria das vozes do choro do povo; pois o povo jubilava com tão grandes gritos, que as vozes se ouviam de mui longe”.

Alguns choravam, alguns gritavam de alegria.

Por que os anciãos choravam? Choravam porque tinham visto “a primeira casa”. Em outras palavras, o que eles estavam para construir não se aproximariado tamanho e da grandeza do primeiro templo. Isto é o que Ageu 2.3 afirma:“Quem dentre vós, que tenha sobrevivido, contemplou esta casa na sua primeira glória? E como a vedes agora? Não é ela como nada aos vossos olhos?”

Alguns choravam porque compararam o novo templo com a glória daquele que existia antes. Outros se regozijavam porque o novo templo era muito maior do que o cativeiro na Babilônia e do que não terem nenhum templo. Essas duas perspectivas são verdadeiras. Ambas as emoções são válidas. Este é o caminho da vida. Nas famílias e nas igrejas — e mesmo em nosso coração — ambas as perspectivas e ambas as emoções surgem e desaparecem.

Por exemplo, considere a saúde. Você perde a saúde, talvez a visão, um rim, a memória ou a capacidade de andar. Há uma época de “cativeiro na Babilônia”. Mas, depois de alguns anos, há resposta às suas orações — um milagre ou um tratamento enviado por Deus — e uma parte de sua saúde é restaurada. Você pula de alegria ou chora? Talvez fará as duas coisas. Você recordará a glória anterior, e a perda o entristecerá. Todavia, você perceberá que um alívio lhe foi dado. Um novo dia. Um novo começo. Não o mesmo, e sim um novo e bom começo, repleto de possibilidades e esperança. E você se alegrará.

Ou pense nas inesperadas frustrações do casamento, ou nas escolhas lamentáveis dos filhos, ou nos reveses e progressos esporádicos de sua profissão. Em qualquer dia, você não tem razões para se alegrar e razões para chorar? Isso depende muito de onde você fixa sua mente. Você se concentra no que poderia ter acontecido (por exemplo, como seria bom se minha mãe não tivesse sido assassinada quando eu tinha vinte e oito anos, e estivesse aqui para ver os seus netos crescerem)? Ou você se concentra nas coisas novas que Deus tem feito (e fará) para mostrar a suficiência de sua graça (tal como outra esposa excelente para meu pai, e todos os meus filhos no caminho do Senhor)?

Neste lado da ressurreição de Jesus e do cumprimento final da promessa de fazer todas as coisas cooperarem juntas para o bem do seu povo (Romanos 8.28-32), ainda haverá tristezas. Sim, mas como Paulo disse, não se assemelham às tristezas daqueles que não têm esperança (1 Tessalonicenses 4.13). O nosso choro será um choro firmado na rocha da esperança.

Minha oração, por mim mesmo e todos vocês, é que nosso choro seja profundo, mas não demorado. E, enquanto ele durar, choremos com os que choram. E, quando a alegria vier, pela manhã, alegremo-nos com os que se alegram (Salmos 30.5; Romanos 12.15).

Devocional extraído do livro Provai e Vede, de John Piper.
Copyright: © Editora FIEL
Permissões: a postagem de trechos deste livro foi realizada com permissão da Editora Fiel. Se você deseja mais informações sobre permissões contate-os.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Viver acima das aflições!


Me alegraste, SENHOR, com os teus feitos.

Salmos 92.4
Você crê que seus pecados foram perdoados e que Cristo realizou uma completa expiação por eles? Então, que crente alegre você deveria ser! Deveria viver acima das aflições e provações comuns do mundo! Visto que o pecado foi perdoado, importa o que acontece com você agora? Lutero disse: "Quebranta, Senhor, quebranta, pois o meu pecado foi perdoado. Se Tu me perdoaste, quebranta com tanto vigor quanto desejares".

Semelhantemente, você pode dizer: "Mande doença, pobreza, perdas, cruzes, perseguição; mande o que quiser, pois tem me perdoado, e minha alma está alegre. Crente, se você está salvo, enquanto se alegra, seja agradecido e amável. Apegue-se àquela cruz que removeu o seu pecado. Sirva Aquele que lhe serviu. O apóstolo Paulo escreveu: "Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional" (Romanos 12.1). Não permita que o seu zelo evapore em alguma exuberante explosão musical. Demonstre o seu amor de maneiras expressivas. Ame os irmãos dAquele que o amou. Se, em algum lugar, existe um Mefibosete, que é aleijado, ajude-o por amor a Jônatas. Se você conhece um crente pobre, que está sendo afligido, chore com ele e leve a cruz dele, por amor Aquele que chorou por você e levou os seus pecados sobre si mesmo.

Visto que você está generosamente perdoado, vá e conte aos outros as boas-novas de misericórdia perdoadora, por amor a Cristo. Não se contente em possuir esta bênção apenas para si mesmo, mas divulgue amplamente a história da Cruz. Alegria e ousadia santa o tornarão um bom pregador, e todo o mundo será o púlpito no qual você pregará. Santidade transbordante de alegria é o mais poderoso dos sermões, mas somente o Senhor pode lhe dar esse sermão. Peça-o agora, antes que você saia para suas atividades no mundo. Quando nos alegramos nos feitos do Senhor, não precisamos ter medo de viver com intensa alegria.

Charles H. Spurgeon

[Via]

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Conformando-se a Palavra


Bem-aventurados os irrepreensíveis no seu caminho, que andam na lei do Senhor” (Sl 119.1)
BEM-AVENTURADO. O Salmista se sente tão arrebatado pela lei do Senhor, que considera como estando conformado a ele seu mais elevado ideal de bem-aventurança. Ele está olhando admirado para as belezas da lei perfeita; e, como se nesse versículo encontrasse a suma e resultado de todas suas emoções, ele exclama: “Bem-avnturado é o homem cuja vida é a transcrição prática da vontade de Deus”.
A religião genuína não é apática nem árida; ela tem suas exclamações e êxtases. Não só julgamos ser a guarda da lei de Deus uma atitude sábia e correta, mas nos sentimos ardentemente extasiados antes sua santidade, e clamamos em extasiante adoração: “Bem-aventurado são os imaculados!”. Significando com isso que ardentemente desejamos tornar-nos assim. Nosso desejo por FELICIDADE não é maior do que o de sermos PERFEITAMENTE SANTOS. É possível que o escritor tenha laborado sob o senso de sua própria falha, portanto invejando a bem-aventurança daqueles cuja vida havia sido mais perfeita e santo que a dele; aliás a própria contemplação da lei perfeita do Senhor na qual ele agora tem ingresso fosse suficiente para levá-lo a deplorar suas imperfeições pessoais e a suspirar pela bem-aventuraça de um viver sem mácula.

A religião genuína é sempre prática, pois ela não nos permite deleitar-nos numa regra perfeita sem excitar em nós profundo anelo de conforma a essa regra nossa conduta diária. Uma benção pertence aos que ouvem, lêem e entendem a Palavra do Senhor; não obstante, uma bênção ainda maior advém da real obediência a ela e concretiza em nosso andar e conversação o que aprendemos em nosso exame das Escrituras. A mais genuína bem-aventurança consiste na pureza de nosso caminho e de nossa caminhada.

Este primeiro verso constitui não só um prefácio a todo o Salmo, mas pode ser considerado como o texto sobre o qual o resto é um discurso. É semelhante à benção do primeiro Salmo, o qual é o próprio cabeçalho de todo o livro: Há certa semelhança entre este Salmo 119 e o Saltério, e este é só um ponto dele, que começa com uma benção. Neste também vemos algumas prefigurações do Filho de Davi, que começou seu grande sermão como Davi começou ser grande Salmo. É bom abrir nossa boca com bênçãos. Quando não podemos concedê-las, podemos apontar o caminho de sua obtenção; e ainda quando nem mesmo as possuamos, pode ser proveitoso contemplá-las, para que nossos desejos sejam exercitados e nossas almas movidas a buscá-las. Senhor, se não sou ainda tão abençoado ao ponto de não ser ainda contado entre os imaculados em teu caminho, contudo meditarei intensamente na felicidade que desfrutam, e a porei diante de meus olhos como uma ambição a ser concretizada em minha vida.

Do modo como Davi começa seu Salmo, os jovens deveriam começar as suas vidas; os recém-convertidos deviriam iniciar sua profissão de fé; todos os cristão deveriam começar cada dia. Assentem em seus corações como primeiro postulado e sólida regra da ciência prática que SANTIDADE é sinônimo de FELICIDADE; que nossa sabedoria consiste em primeiramente buscar o reino de Deus e sua justiça. O bom começo já é meio triunfo. Começar com uma idéia veraz de bem-aventurança é importante além de toda medida. O homem começou sendo bem-aventurado em sua inocência; e se nossa raça caída vida a ser vem aventurada outra vez, então ela deve encontrar a bem-aventurança onde ela a perdeu no princípio, ou seja, conformando-se com os mandamentos do Senhor.

Charles H. Spurgeon

[Via]

terça-feira, 9 de novembro de 2010

A Luta pela Alegria

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Alegria!!

Com efeito, grandes coisas fez o SENHOR por nós; por isso, estamos alegres. (Sl 126.3)

Infelizmente, muitos crentes são propensos a olhar para o lado obscuro de todas as coisas e a gastar muito tempo pensando no que eles têm passado, em vez de pensar no que Deus tem feito por eles. Faça-lhes perguntas sobre as impressões deles a respeito da vida cristã, e descreverão seus permanentes conflitos, suas profundas aflições, suas tristes adversidades e a pecaminosidade de seus corações, sem qualquer referência à misericórdia e à ajuda que Deus lhes tem dado.

No entanto, um crente cuja alma se encontra em estado saudável se apresentará com alegria e dirá: "Falarei não a respeito de mim mesmo, e sim a respeito da honra de meu Deus. Ele me tirou 'de um poço de perdição, de um tremedal de lama; colocou-me os pés sobre uma rocha e me firmou os passos. E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus' (Salmos 40.2,3). O Senhor tem feito grandes coisas por mim; por isso, estou alegre". O relato de experiências como estas é o melhor que todo filho de Deus pode oferecer em resposta.

E verdade que sofremos provações, mas também é verdade que somos libertos delas. E verdade que temos nossa depravação, e pesarosamente sabemos disto, mas igualmente é verdade que temos um Salvador todo-suficiente, que vence estas corrupções e nos livra de seu domínio. Ao olharmos para trás, seria errado negar que temos estado no Pântano do Desânimo, e que temos nos arrastado pelo Vale da Humilhação, mas também seria impiedade esquecer que temos passado por eles com segurança e proveito. Não temos permanecido neles, graças ao nosso poderoso Ajudador e Líder que nos trouxe a um lugar espaçoso (ver Salmos 66.12). Quanto mais profundos forem os nossos problemas, tanto mais elevada será nossa gratidão a Deus, que nos conduziu através de todos eles e nos preservou até agora. Nossa tristeza não pode estragar a melodia de nosso louvor; nós o consideramos o tom da música de nossa vida "Com efeito, grandes coisas fez o SENHOR por nós; por isso, estamos alegres".

Charles H. Spurgeon

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