domingo, 20 de dezembro de 2015

O que a Bíblia diz a respeito da atração por pessoas do mesmo sexo?...A Bíblia Responde#73
















 O que a Bíblia diz a respeito de atração por pessoas idosas de ambos os sexos


Existem duas maneiras que podemos abordar este assunto, sempre que a Bíblia trata sobre relacionamento afetivo, ela descreve claramente que o desfrute de qualquer relacionamento foi criado por Deus para ser desfrutado de maneira intima somente no casamento. Este deve ser monogâmico, heterossexual. Definindo isso, podemos dizer que todo desejo por outra pessoa que não seja seu marido ou esposa, é pecado ( Mt 5:28), precisando de arrependimento e abandono. O princípio importante para entendermos o papel do relacionamento amoroso, depende de uma compreensão certa do casamento.

Tendo este princípio sobre o casamento bem claro, podemos implicar de que qualquer atração que não seja heterossexual e que não vise um relacionamento duradouro de acordo com a Palavra de Deus é pecado, porque não foi dessa maneira que o criador (Deus) fez (Gn 2). Sendo assim estas atrações são pecaminosas. 

Todos temos tentações, cada um é tentando em áreas mais especificas( Tg 1:14), no entanto temos socorro aos pés da cruz, Cristo é capaz de nos libertar quando reconhecemos nossos pecados, nos arrependemos e clamamos por ajuda.  a necessário que busquemos o contentamento de nossas almas em Cristo, independente das circunstâncias que ocorram (Fp 4.4), somente em Cristo podemos ser reconciliados com Deus e com a ajuda de seu Espírito começar a renovar nossa mente (Rom 12.2),  somente quando dependemos de Deus, não de nossas forças podemos mortificar o pecado.  Saiba que nem toda tentação é pecado, mas geralmente o papel da tentação é nos levar a pecar contra Deus (Tg 1:15), existem momentos em que precisamos reconhecer horários, lugares, ou até o que assistimos que nos levam a pecar, para que possamos evita-los, no entanto precisamos depender do Espírito Santo que nos é concedido quando depositamos verdadeiramente nossa fé, confiança e dependência em Cristo. 

Precisamos vigiar  e orar que foram as ferramentas ordenadas pelo Senhor Jesus Cristo, para que possamos vencer e mortificar o pecado que assola nossas vidas, só poderemos fazer isso no poder e dependência do Espírito Santo. Este texto pode ser de grande ajuda para você poder entender a importância do casamento:


Em Cristo








quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

"Você já pensou no dia da sua morte?"










“...Vocês são como a neblina que aparece por um pouco de tempo e depois se dissipa” Tg 4:14

Tiago estava dizendo nesta carta sobre a brevidade de tempo de vida de cada um, mais especificamente sobre as pessoas fazerem planos sem considerar Deus, porque assim como estamos vivos em um piscar de olhos, de um dia para o outro, de um minuto para o outro, podemos não estar mais. Penso que uma meditação sobre este assunto da morte em nossos dias é tão incomum para a maioria das pessoas, com exceção, talvez, daquelas que passam pelo sofrimento de alguma doença.

Os Puritanos tinham um lema muito interessante a este respeito, eles sempre discorriam que deveríamos sempre ter em mente nos esforçarmos para ter uma boa morte, e aqui chegamos ao clímax da meditação:

O que deveria ser uma boa morte, afinal morrer não parece ser uma coisa muito boa, não é verdade?

Realmente a morte marca um acontecimento marcante na vida de todas as pessoas, ela também é triste, no entanto aqui se encontra o grande divisor entre aqueles que creêm na Bíblia e sua explicação sobre a morte e naqueles que simplesmente vivem “deixando a vida lhes levar”.

A Bíblia narra um fato marcante no mundo, a entrada da morte através do pecado da desobediência e assim toda a humanidade passou a morrer (Rom 5:12). Este fato é inegável mesmo para aqueles que não acreditam no relato bíblico.

Então existem aqueles que acreditam que a boa morte é você viver a vida aproveitando o máximo, se deleitando em toda espécie de prazeres, fazendo o bem aos outros simplesmente para alimentar seu ego interno de ser uma boa pessoa, viajar pelo mundo inteiro, etc...

Tudo isso parece ser o que podemos chamar de boa morte, não é? Viver sem arrependimentos de não fazer algo, aproveitando tudo de toda forma, afinal para o homem o céu é o limite, não é?

Para estes homens, Puritanos, na verdade não é. Porque aqueles que vivem desta forma esquecem o mais importante da vida:

Viver para glorificar a Deus e se deleitar nele eternamente.

Qual a diferença entre os dois tipos de pensar a respeito de uma boa morte?

Estes homens, Puritanos, viviam á luz de uma vida eterna, uma vida que não termina aqui e agora, eles entenderam que a vida aqui é como uma neblina, frágil , passageira, e que enquanto aqui, mesmo desfrutando das coisas boas que a vida tem a nos oferecer, eles nunca deixavam o criador e doador da vida de fora, Deus, afinal "toda boa dádiva vem de Deus". 

Eles entendiam que a vida não termina neste curto e frágil espaço de tempo, eles vivam uma boa vida, para glória de Deus, por saberem que uma boa morte é resultado disso (honrar a Deus enquanto vivos) e não de simplesmente aproveitar o máximo sem levar Deus em consideração.

Poucas vezes pensamos na morte, ela nos assusta, mas existe uma solução para este problema. Jesus Cristo venceu a morte,(Hb 2:14) ele ressuscitou (1 Co 6:14; 2Co 4:14) e isso garante para todos aqueles que depositaram sua fé nele que poderão viver para sempre com ele. Isso nos ajuda a viver sem medo, mesmo que por causa de nossa fragilidade, isso ainda nos assuste.

Então, prefiro pensar que viver uma boa vida é viver para honrar a Deus enquanto aqui (1 Co 10:31), vivendo um vida com os olhos voltados para eternidade, que Deus nos ajude a viver dessa forma (crendo em Cristo como Salvador e honrando a ele com nossas vidas) para aí sim pensar em uma boa morte, afinal de contas nossa vida aqui na terra é como uma neblina, logo passará, todavia, existe uma eternidade onde viveremos com Cristo para sempre ou longe dele para sempre, diante disso, devemos pensar o que é uma boa morte.


Em Cristo

Guinho



domingo, 13 de dezembro de 2015

Transformando a incerteza em confiança



                    
                                




A riqueza da presença e da graça soberana de Deus



Muitas vezes nosso pensamento sobre a presença e a sabedoria de Deus são tragicamente fracos e sem base bíblica, por tantas vezes somos agitados por problemas simplesmente por não meditarmos em quem Deus de fato é.

Davi, um homem que aprendeu sobre Deus através de tantas dificuldades nos ajuda a aprender com ele a riqueza de conhecer e descansar na presença onipotente e na sabedoria infinita de Deus, ele começa dizendo:

“Senhor tu me sondas e me conheces” Sl 139.1

Saber que Deus conhece cada pequeno detalhe de nossas vidas é confortante e esclarecedor:

“Sabes quando me sento e levanto, de longe percebes meus pensamentos”

Saber que Deus conhece nossos labores e dificuldades traz consolo e ajuda-me:

“Sabes quando trabalho e quando descanso, todos os meus caminhos são bem conhecidos por ti”

Saber que Deus nos conhece intimamente nos dá liberdade em lhe pedir socorro sem receios:

“Antes mesmo que a palavra me chegue a boca, tu já conheces inteiramente, Senhor”

Saber que todos nossos atos e pensamentos são guardados pelo poder de Deus nos traz segurança:

“Tu me cercas, por trás e pela frente, e pões a tua mão sobre mim

Todos estes pensamentos sobre o poder soberano, a majestade e a grandeza de Deus trouxeram a Davi um temor glorioso no poder da Sua graça protetora e incomparável:

“Tal conhecimento é maravilhoso demais e está além do meu alcance, é tão elevado que não o posso atingir”

Brevemente Davi continua a descrever como Deus o guia e ajuda em meio a qualquer dificuldade e aflição, como que lembrando diariamente dessas verdades, sobre a impotência de qualquer lugar ou circunstância e se alimenta com a convicção da grandeza do poder do cuidado de Deus:

“Mesmo ali a tua mão direita me guiará e me susterá”

Óh alma inquieta e preocupada, se entrega a confiança naquele em que não existe dificuldade grande demais da qual este Deus não possa lhe ajudar:

“Mesmo que eu diga que as trevas me encobrirão, que a luz se tornará noite ao meu redor, verei que nem as trevas são escuras pra ti. A noite brilhará como dia, pois pra ti as trevas são luz”

Amado servo do Senhor, deixa de vez a ansiedade e o medo de lado, se coloca nas mãos daquele que te fez e te criou:

“Tu criaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre da minha mãe”

Finalmente se regozija e se aquieta porque teus dias são vigiados por um Deus que é maior do que tudo e é capaz de te cuidar, proteger e lhe guiar mesmo quando os caminhos parecem trevas:

“Os teus olhos viram o meu embrião, todos os dias determinados para mim foram escritos no teu livro antes de qualquer deles existir”

Filhos do Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, contemplem todas estas verdades junto com Davi que ficou maravilhado em saber do poder da riqueza e da sabedoria de Deus:

“Como são preciosos para mim, os teus pensamentos, ó Deus!”

Senhor Deus, nos ajuda a sermos aquecidos com a soma de todas estas verdades a teu respeito, que mesmo quando as trevas nos alcançarem, que lembremos que tu tem poder em transformá-las em luz, que o teu amor derramado na vida do teu filho, Jesus, nos dá acesso a confiar nestas promessas da tua graça futura:


“Sonda-nos e conhece nossos corações, prova-nos e conhece as nossas inquietações. Se existir algo em nossa vida que te ofenda, como incredulidade, medo, ansiedade, ganância, ira, nos resgata e nos guia pelo teu caminho eterno”


Em Cristo

Guinho


segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Como podemos ser uma benção na vida dos outros?...A Bíblia Responde#72

















Como ser canal de bênção na vida dos outros?





Tudo começa a  partir do novo nascimento, onde ganhamos vida verdadeiramente espiritual (Jo 3.30) podemos ser uma benção na vida das pessoas:

Tudo se resume ao que Jesus ensinou que é amar a Deus com todo nosso entendimento e força e também amar ao proximo como a nós mesmos (Mt 22.37-39). Desta forma tudo quanto fizermos será para a glória de Deus (1 Co 10.31) e consequentemente será um canal de benção para as pessoas.  Tudo que fizermos levando em consideração a glória de Deus terá por consequência pessoas abençoadas. Quando levamos a glória de Deus em nossos lares, nossos trabalhos, com os incrédulos, somos de certa forma um canal de benção para os outros, como fazemos tudo de forma a honrar e glorificar a Deus, a consequência disso é que aqueles que nos rodeiam sejam abençoados por nossas vidas. 

Partindo para um nível mais pratico:

Somos um canal de benção quando evangelizamos os perdidos  (Mt 28. 19-20).
Somos um canal de benção quando fazemos tudo para glória de Deus (1 Co 10.31)
Somos um canal de benção quando desejamos edificar as vidas das pessoas e sempre falamos e agimos conforme a necessidade de edificação das pessoas(Ef 4.25-28).
Somos um canal de benção quando podemos ensinar a sã doutrina para as pessoas ( Tt 2).

Todas as vezes que tivermos como interesse proclamar a glória de Deus entre as nações através da mensagem do Evangelho, levando todo nosso pensamento cativo a obediência de Cristo (2 Co 10.5), vivendo com o coração no que tem valor eterno (Mt 6.21) e renovando nossa mente cada vez mais com a Palavra de Deus (Rom 12.2), poderemos ser canais de benção para os outros, sempre lembrando que a obra é de Deus e nós somos apenas os instrumentos utilizados por Ele. Deus quem chama, convence, regenera e dá o novo coração.

Em Cristo