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quinta-feira, 16 de junho de 2016

É errado ouvir pregações de igrejas diferentes?... A Bíblia Responde #95

É errado eu ouvir pregações e doutrinas de diversas igrejas/denominações diferentes? Faço essa pergunta por que minha mãe as vezes diz que eu talvez poderei entrar em dúvida com minhas convicções e me tornar um incrédulo e abandonar a fé, eu queria saber o que vocês pensam a esse respeito... desde já muito obrigado......

De certa forma as preocupações de sua mãe são compreensíveis, por mais que não haja nada de errado em ouvir pregações de pastores de diferentes denominações, vivemos em uma época onde poucos ainda pregam a sã doutrina bíblica, imagino que o senso de proteção de sua mãe é de minimizar as influências que uma má teologia possa provocar em sua vida.

Primeiramente é fundamental que você seja membro de uma igreja local e que essa igreja seja saudável. Saudável no ensino e saudável na comunhão. Em uma igreja local saudável você poderá ser orientado pessoalmente pelo pastor ou pessoas mais capacitadas obre essa questão.

Quero sugerir a leitura desse texto para saber como identificar uma igreja saudável e a importância de ser membro de uma igreja local:



Em segundo lugar, a Bíblia é a nossa segurança, até mesmo o pregador em quem mais confiamos deve passar pelo crivo das Escrituras, você deve analisar cada pregação, independente de quem for. Analise as Escrituras e você minimizará as chances de ser enganado por um falso profeta, fazendo como os de Beréia:

Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim. Atos 17:11

Em terceiro lugar, procure ouvir pregações expositivas, qualquer pregação que não expõe o texto Bíblico, não é uma pregação e sim uma palestra.

Sugiro que leia este texto para aprender mais sobre o que é uma pregação expositiva:


Em quarto, e último lugar, dê preferência a pastores de igrejas confessionais. Uma igreja com confissão de fé é uma igreja que protege os seus pastores e seus membros. Procure conhecer de que igreja tal pregador faz parte, e em seguida procure conhecer a confissão de fé dessa igreja, isso minimiza a chance de você estar diante de uma pregação contrária as Escrituras. A grande maioria das igrejas que possuem a teologia reformada como base, são igrejas confessionais. Desconfie quando você não encontrar uma declaração de fé, ou quando essas forem superficiais.

Por fim quero deixar mais alguns bons links que podem te ajudar ainda mais nisso:




Deus te abençoe.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Top5 - Pregadores Estrangeiros


quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Top5 - Pregadores Nacionais


segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Coragem em Proclamar o Evangelho.





                  “Ide e pregai o Evangelho a toda criatura.” Mc 16:15

Que doce e majestosa tarefa confiada a nós pelo Rei, proclamar a sua vinda e anunciar a sua volta.

Tantas vezes envergonhado e acanhado pelo desconforto deste anuncio, Senhor perdoa-me por tamanha covardia e me encoraja e consola pelo poder que vem de Ti. Descubro minha fragilidade e incapacidade sem a tua força, como Isaías (6:5) sentindo-se homem de lábios impuros em meio a uma geração perversa.

Perdoa-nos Senhor por tantas vezes não proclamar o Evangelho sabendo que é o Teu Santo Espírito quem convence o homem cego para enxergar a Tua beleza, surdo para escutar os teus mandamentos e tolo para não desfrutar da Tua Salvação.


Como o Salmista te peço que possa morar na Tua casa para sempre, rogo-te que nos conceda força, intrepidez, sabedoria e compaixão para aproveitarmos as oportunidades de testemunhar todos os teus grandes feitos, dos quais eu pobre pecador sou testemunha da libertação que tu providenciaste através da cruz.

Senhor, te imploro, retira de mim o orgulho que por vezes tenta me fazer não proclamar o Teu Evangelho, do medo de que possa ser considerado louco por proclamar a mensagem de que as pessoas precisam de um Salvador e me conceda a verdadeira humildade, revestida da Tua sabedoria que proporciona a coragem de dizer aos homens que o Rei chegou e ele diz que é tempo de que todos se arrependam, desfrutem de Seu Reino. 

Meu desejo é de que tu me faças teu mensageiro fiel, sem acréscimo nem firulas, sem colocar açúcar no amargo gosto do pecado. Tendo temor de não falsificar a mensagem para me tornar agradável a todos, mas pelo contrário, poder dizer:

O Rei reina e mandou trazer as boas novas de Salvação!


Em Cristo

GUINHO


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

07 características de um pregador fraco e despreparado

Por Renato Vargens

 Ouvir determinados pregadores exige uma dose extra paciência.
Lamentavelmente, do Oiapoque ao Chuí o que mais vemos são pregadores despreparados assumindo os púlpitos de suas igrejas. Na verdade, ouso afirmar que encontrar um bom pregador cuja teologia seja saudável é quase uma missão hercúlea.
Confesso que estou cansado de ouvir pregações vazias, superficiais, materialistas, humanistas e triunfalistas, de gente que contraria totalmente o ensino bíblico.

Isto posto, sirvo-me deste post para elencar as 07 principais características de um pregador fraco e despreparado teologicamente:
  1. Um pregador fraco e despreparado costuma interromper sua mensagem várias vezes mandando o público repetir frases descabidas, sem nexo, bem como desprovidas de inteligência.   
  2.  Um pregador fraco e despreparado repete alucinadamente o jargão "fale para o irmão que está ao seu lado..."
  3.  Um pregador fraco e despreparado interrompe o sermão continuamente mandando o povo profetizar bênçãos e vitórias.
  4. Um pregador fraco e despreparado não prega a palavra, antes pelo contrário, promove entretenimento, levando o povo ao êxtase mediante piadas, casos e contos.
  5. Um pregador fraco e despreparado só fala em dinheiro, em bênçãos financeiras e riquezas oriundas da confissão positiva.
  6. Um pregador fraco e despreparado prefere Marx, Freud, às Escrituras Sagradas.
  7. Um pregador fraco e despreparado é autoritário e  maldizente, fazendo do púlpito plataforma de condenação, escravidão e opressão.
Caro leitor, se o seu pastor se encaixa nesse perfil, converse com ele, incentive-o a mudar, a pregar as Escrituras deixando de lado essa baboseira gospel. Agora, se ele, é daqueles que prefere o engano, deixe-o sozinho e procure uma Igreja que pregue as Escrituras e que faça da Palavra de Deus sua única e exclusiva regra de fé!
Pense nisso!

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

10 Marcas Distintivas da Pregação de João Calvino



No livro João Calvino: amor à devoção, doutrina e glória de Deus (Editora Fiel), editado por Burk Parsons, há um capítulo intitulado O Pregador da Palavra de Deus, escrito por Steven Lawson. Aqui está um resumo desse capítulo, delineando o que Steven Lawson sugere ser as dez marcas distintivas da pregação de Calvino. 

1. A pregação de Calvino era bíblica em seu conteúdo.
“O reformador se manteve firme no principal fundamento da Reforma — sola Scriptura (somente a Escritura)… Calvino acreditava que o pregador não tinha nada a dizer além das Escrituras.” (pp. 96-97)

2. A pregação de Calvino seguia um padrão sequencial.
“Durante o ministério de Calvino, o seu procedimento era pregar sistematicamente sobre livros inteiros da Bíblia… Na manhã dos domingos, Calvino pregava o Novo Testamento; à tarde, o Novo Testamento e os Salmos; e, em semanas alternadas, pregava o Antigo Testamento todas as manhãs da semana. Servindo-se desse método consecutivo, Calvino pregou quase todos os livros da Bíblia.” (pp. 97-98)

3. A pregação de Calvino era direta em sua mensagem.
“Quando expunha as Escrituras, Calvino era notoriamente direto e centrado no ensino principal. Ele não iniciava sua mensagem com uma história cativante, uma citação estimulante ou uma anedota pessoal. Em vez disso, Calvino introduzia de imediato os seus ouvintes no texto bíblico. O foco da mensagem era sempre as Escrituras, e Calvino falava o que precisava ser dito com economia de palavras. Não havia frases desperdiçadas.” (p. 98)

4. A pregação de Calvino era extemporânea em seu apresentação.
“Quando subia ao púlpito, ele não levava consigo um rascunho escrito ou esboço do sermão. O reformador fez uma escolha consciente de pregar extempore, ou seja, espontaneamente. Ele queria que seus sermões tivessem uma desenvoltura natural e cheia de paixão, enérgica e envolvente; acreditava que a pregação espontânea era mais conveniente para cumprir esses objetivos.” (p. 99)

5. A pregação de Calvino era exegética em sua abordagem.
“Calvino insistia que as palavras da Escritura têm de ser interpretadas conforme o ambiente histórico específico, as línguas originais, as estruturas gramaticais e o contexto bíblico… Calvino insistiu no sensus literalis, o sentido literal do texto bíblico.” (p. 100)

6. A pregação de Calvino era acessível em sua simplicidade.
“Como pregador, o principal objetivo de Calvino não era comunicar-se com outros teólogos, e sim alcançar as pessoas comuns, assentadas no banco… Ocasionalmente, Calvino explicaria mais cuidadosamente o significado de uma palavra, sem citar o grego ou o hebraico original. Todavia, Calvino não hesitava em usar a linguagem da Bíblia.” (p. 101-102)

7. A pregação de Calvino possuía um tom pastoral.
“O reformador de Genebra nunca perdia de vista o fato de que ele era um pastor. Assim, ele aplicava calorosamente as Escrituras, com exortação amável a fim de pastorear o seu rebanho. Ele pregava com a intenção de estimular e encorajar suas ovelhas a seguirem a Palavra.” (p. 102)

8. A pregação de Calvino era polêmica em sua defesa da verdade.
“Para Calvino, a pregação necessitava de uma defesa apologética da verdade. Ele acreditava que os pregadores tinham de resguardar a verdade; por isso, a exposição sistemática exigia a confrontação das mentiras do Diabo em todas as suas formas enganosas.” (p. 103)

9. A pregação de Calvino era cheia de paixão em seu alcance.
“Em nossos dias, há uma noção errônea de que, por acreditar na predestinação, Calvino não era evangelístico. O mito persistente é que ele não tinha paixão por alcançar almas perdidas para trazê-las a Cristo. Nada pode estar mais distante da verdade. Calvino possuía uma grande paixão por alcançar as almas perdidas. Por essa razão, ele pregava o evangelho com uma persuasão que afetava o coração e com amor, apelava aos pecadores desgarrados a se renderem à misericórdia de Deus.” (p. 104)

10. A pregação de Calvino era doxológica em sua conclusão.
“Todos os sermões de Calvino eram completamente teocêntricos, mas seus apelos conclusivos eram sinceros e amorosos. Ele não podia descer do púlpito sem exaltar o Senhor e instar seus ouvintes a se rederem à absolutamente supremacia dEle. Os ouvintes tinham de se humilhar sob a poderosa mão de Deus. Quando concluía, Calvino exortava regularmente sua congregação: ‘Prostremo-nos todos ante a majestade do nosso grande Deus’. Não importando o texto bíblico sobre o qual ele pregava, essas palavras demandavam uma submissão incondicional de seus ouvintes.” (p. 105)
Tradução: Felipe Sabino (agosto/2013)



Sobre o Autor

Steven Lawson
Steven Lawson
Steven Lawson é o pastor da Christ Fellowship Baptist Church em Mobile, Alabama, e atuou como pastor nos estados do Arkansas e Alabama por vinte e oito anos. Obteve seu Bacharelado em Administração de Empresas na Universidade Tecnológica do Texas, Mestrado em Teologia no Seminário Teológico de Dallas e Doutorado em Ministério no Seminário Teológico Reformado. Escreveu catorze livros, incluindo A Arte Expositiva de João Calvino, As Firmes Resoluções de Jonathan Edwards, Fundamentos da Graça (prelo Editora Fiel). Dr. Lawson e sua esposa, Anne, têm três filhos, Andrew, James e John, e uma filha, Grace Anne.

domingo, 9 de setembro de 2012

Cheiro de vida ou Cheiro de morte! A norma bíblica para o sucesso!





“Ó Senhores! Nós podemos pregar para as pedras ou para os homens e será a mesma coisa, a menos que o Espírito Santo use a Palavra para regenerar suas almas”. – Charles H. Spurgeon
A verdade tem bordas duras que não podem ser suavizadas. Mas há uma grande tentação de suavizá-las dependendo da força motivadora dentro de nós. Como medimos o sucesso? Que padrão temos usado na proclamação do evangelho? Que tipo de ministério é eficaz? Avaliamos economicamente? Contamos cabeças...?
É engraçado, mas muitas pessoas em nossos dias que dizem crer na soberania de Deus sobre todas as coisas, quando falam em sucesso, usam os mesmos meios de aferição. Muitos quando falam de Charles H. Spurgeon, começam a mencionar cabeças... Mas isso não é de fato relevante, mas o que Spurgeon ensinou. Multidão Charles Finney também conseguiu. A. W. Pink não experimentou em vida nada do que Spurgeon experimentou em sua vida ministerial, mas quão fiel a Verdade ele foi.

Onde está o ponto? Quando você faz um balanço de sua vida você usa os critérios do Ibope? Todos nós somos tentados a medir-nos comparando o que temos produzido com o que outros produziram... nós investimos demais  na opinião dos corretores do poder em nossa sociedade, seja espiritual ou secular.

É impossível exagerar os efeitos devastadores que estão inexoravelmente consumindo a vida da igreja quando essa perspectiva é abraçada. A Verdade fatalmente é comprometida, cortando os cantos duros do evangelho, suavizando bordas que irão afastar o homem natural, a vontade de esconder a borda afiada da moralidade bíblica numa sociedade amoral, o desejo de ser relevante para um mundo que acha Deus irrelevante em suas reivindicações... Porque queremos um aumento de apoio, um aumento de número, um aumento de doadores, um aumento...

Preste atenção nas palavras de Paulo: “Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem. Para estes certamente cheiro de morte para morte; mas para aqueles cheiro de vida para vida...” - 2 Coríntios 2:15-16
Eis a norma bíblica para o sucesso!! Um “cheiro!” – A verdade articulada aqui pelo apóstolo Paulo é um poderoso remédio para a tentação de encontrar fórmulas que fatalmente irão comprometer a Verdade por desejar definir que “cheiro” seremos na vida das pessoas que ouvirem a verdade do evangelho.

Você deseja ser um cheiro de Deus para o mundo? Seja fiel na proclamação da Verdade. Seja fiel em todos os seus termos, pregue a loucura da cruz, não suavize a sua ofensa, proclame as promessas do evangelho, declare as consequências eternas...  Jamais pense em como mostrar o evangelho de uma maneira que ele pareça mais favorável a depravação do coração natural do homem. Eis o padrão de Paulo: "Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou estou tentando agradar a homens? Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo. "Gálatas 1:10


Eis o ponto nevrálgico de qualquer estratégia voltada para ser atraente ao homem natural, independente da estratégia, a própria motivação de ser agradável ao homem já é um desvio - só a intenção mostra um desvio do propósito - "... Se eu estivesse ainda agradando aos homens eu não seria servo de Cristo" - Você não pode ser ambos.

Você não pode agradar a homens e ser o escravo de Jesus Cristo. Você não pode ser um soldado comprometido para agradar o seu comandante e ser um prazer para o homem natural que está em inimizade para com Deus: "...a mentalidade da carne é inimiga de Deus porque não se submete à lei de Deus, nem pode fazê-lo." - Romanos 8:7 - Só há uma direção: "...como homens aprovados por Deus, a ponto de nos ter sido confiado por ele o evangelho, não falamos para agradar a pessoas, mas a Deus, que prova os nossos corações."  - 1 Tessalonicenses 2:4

Só há duas respostas possíveis ao verdadeiro evangelho de Cristo – nós não procuramos induzir essa resposta. Quando a mensagem é dada a conhecer ao mundo, fatalmente haverá uma resposta. A neutralidade é impossível, não existe tal coisa em relação a Verdade de Deus. A indiferença ou apatia é um mito. Ignorar é negar a verdade... O homem está entre os que estão sendo salvos ou está entre os que estão perecendo – a mesma Verdade tem dois cheiros distintos. A palavra da cruz é “loucura” – absoluta loucura, ou é “o poder de Deus “ para a salvação – “Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.” - 1 Coríntios 1:18

A mensagem de Cristo proclamada por Paulo ( e não o mensageiro, ou a linguagem, ou o método...) é por si só responsável por dividir os ouvintes dessa maneira.
Sempre que a Palavra de Deus é proclamada uma fragrância é liberada. Para alguns é um aroma de vida, de esperança, de perdão, de regeneração, de justificação... Essas coisas não são manipuláveis – o mensageiro deve entregar o que recebeu para pregar. Esse aroma de vida é incomparável – nada pode ser comparado ao cheiro de vida exalado pelo Filho de Deus. O Espírito pela Palavra regenera o coração, desperta a vida, ressuscita alguém que estava “morto em delitos em pecados”... é maravilhoso!!!  - “E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados -  Efésios2:1

Mas para outros, a Verdade do evangelho é um sufocante fedor venenoso. Cheiro de morte e não de vida. Charles Spurgeon nos lembra:

“O evangelho é pregado aos ouvidos de todos, mas ele só vem com poder para alguns. O poder que está no evangelho não está no mensageiro, sua eloquência, argumentos... caso contrário, os homens e seus métodos seriam conversores de almas. Também não está na técnica do pregador... caso contrário, consistiria na salvação pela sabedoria dos homens. Podemos pregar até nossas línguas apodrecerem, até o ar de nossos pulmões se esgotarem e morrermos, mas nunca uma alma será convertida a menos que haja o misterioso e soberano poder do Espírito Santo operando como quer naqueles que Ele quer operar. O Espírito Santo muda a vontade do homem. Ó Senhores! Nós podemos pregar para as pedras ou para os homens e será a mesma coisa, a menos que o Espírito Santo use a Palavra para regenerar suas almas”.

Mas veja, Paulo é uma fragrância de Deus independente da resposta da mensagem! ““Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem. Para estes certamente cheiro de morte para morte.”
Quando Paulo pregou e sofreu de cidade em cidade, apanhou, foi ridicularizado, difamado... e o nome de Jesus foi blasfemado. Paulo estava sendo uma fragrância de Deus (Um cheiro de morte). Quando no meio do sofrimento ele proclamou fielmente o evangelho e a Verdade foi abraçada, homens regenerados... ele foi uma fragrância de Deus ( Um cheiro de vida ).

Ao pregarmos a Verdade sem aparar as arestas duras para o homem natural, sem esconder parte da Verdade, sem tentar desenvolver técnicas para que o homem natural sinta um bom cheiro de um evangelho corrompido segundo suas paixões... Somos uma fragrância de Deus, mesmo quando a mensagem é completamente rejeitada.

A fragrância começa imediatamente a ser corrompida no momento em que nosso padrão de sucesso é o mesmo que o do Ibope. O que Paulo está dizendo é que mesmo se nossa “multidão” for pequena e insignificante para o Ibope, o sucesso é medido pela fidelidade – não determinamos sobre cada pessoa, ou “público alvo”, ou cultura... que tipo de fragrância seremos – “cheiro de vida ou  cheiro de morte” – Se nosso esforços, nossa proclamação da verdade levarem a “vida” ou a “morte”, continuamos sendo o aroma de Cristo para Deus“Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo...” - 2 Coríntios 2:15. E somos o bom perfume de Cristo para Deus apenas quando pregamos Jesus verdadeiramente e biblicamente. Não tentamos definir se seremos “Cheiro de vida ou de morte”.

Isso é uma pílula muito difícil de engolir se o propósito é o sucesso e não a glória de Deus. É difícil de engolir se o nosso temor dos homens é maior que o nosso temor a Deus – se nós desejamos o louvor e a aprovação dos homens em detrimento do que vem de Deus. Quem acha duro demais tomar essa pílula, tenta negar, mas está servindo ao Pragmatismo e não a Deus.


Devemos ser um cheiro bom para Deus em Cristo, mesmo que ele seja um cheiro podre e de morte para o mundo que se perde, ou um cheiro agradável de vida para os que são regenerados pelo Espírito Santo.

Josemar Bessa

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Steve Lawson - O que chamou sua atenção em Spurgeon?

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sábado, 26 de maio de 2012

Deseje ser o menor


“A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar aos gentios as riquezas inescrutáveis de Cristo”. 
Ef. 3:8
O Apostolo Paulo sentia que era para ele um enorme privilégio poder pregar todo o evangelho. Não olhava para seu ministério entre os gentios como algo penoso e árduo, mas penetrou nele com enorme entusiasmo e espontaneidade. No entanto, Paulo por muito agradecido que estivesse quanto ao seu novo ofício, seu sucesso sempre lhe seria uma humilhação.

Quanto mais cheio estiver um vaso, mais fundo se tornam suas águas. Pessoas vãs podem mesmo ser indulgentes nesta questão de conceitos e preconceitos sobre habilidades, pois nunca são provados pelas mesmas. Mas qualquer obreiro sério e seriamente locomovido, logo aprende a arte das suas próprias fraquezas. Caso busque ser humilde, experimente trabalhar arduamente. Quando conseguir considerar sua inutilidade total, tente então fazer algo grandioso por Jesus.

Se sentir que é completamente inoperante, será porque está separado de seu Deus por inteiro. Experimente em especial pregar as riquezas deste evangelho em Cristo e logo saberá quão pequeno e insignificante você é realmente, mediante tão enorme grandiosidade diante de si. Sendo o apóstolo conhecedor de suas próprias incapacidades e as confessasse aos sete ventos da terra, estava perplexo quanto a ser objeto de tão grande ministério. Desde seu primeiro sermão até ao seu ultimo, Paulo pregou apenas Cristo e nada mais que Cristo.

Ele elevou bem alto a cruz, exaltando o Filho de Deus sobre ela. Siga seu exemplo em todos os seus mais remotos sacrifícios, para que seja espalhada a mensagem de Cristo e que “Cristo crucificado” seja também seu único tema e motivo de seu discurso. Todo crente deveria ser como aquelas flores de primavera as quais, quando sai o sol, abrem suas pétalas douradas como que dizendo “Enche-nos com teus raios de luz e crescimento”. Mas quando o sol se esconde por detrás duma nuvem que passa, elas encerram seu esplendor e baixam suas cabecinhas.
Assim deveria qualquer crente sentir a doce influência de Cristo em toda a sua vida. Jesus tem necessariamente de ser seu sol na totalidade e você como uma flor que acolhe sem preconceitos todos os seus raios de Justiça. Ó, só o falar de Cristo, esse é o tema real o qual é sempre “semente ao que semeia e pão para quem come” 2Cor 9:10. Este é aquela brasa de fogo vivo que recai sobre os lábios de quem se pronuncia, a chave mestra do coração de todo o ouvinte.

Charles H. Spurgeon